Blackwhite
8 Uma estrela nasce
Notas iniciais
...:Amu POV:...
Suspeito. Muito suspeito. Absolutamente e totalmente suspeito. Tão suspeito que a coisa mais suspeita do mundo não é suspeita. Hum... Deu uma dor de cabeça agora... Já passou uma semana e meia desde que a Rima e a Utau me enganaram, e lógico, eu fiquei com raiva. Mas nesse exato momento, estou com medo. Apavorada seria mais adequado ao meu estado emocional. Uww, pareci uma nerd, usando palavras cientificas. Ahh, Amu, concentra. Ah, ele ta olhando para mim de novo. Meu Deus. Esse cara é muito, muito estranho! Ok, vamos relembrar os fatos.
Percebi há uma semana que um cara de cabelos azuis-safira, igual o do Ikuto, e que só veste preto e ta sempre usando um óculos, ta de olho em mim. No começo pensei que fosse o Ikuto, querendo fazer uma brincadeira comigo, mas não é ele. Ele vem pra lanchonete sempre na mesma hora e senta no canto da lanchonete, onde dá pra ter uma visão de tudo, e pede sempre um café expresso e depois uma água. Ele fica lá me olhando e só vai embora quando recebe uma ligação ou quando a lanchonete está perto de fechar. Minha colega disse que fazia duas semanas que ele vinha aqui e que sempre pergunta por mim. Eu não tinha notado, bem, também não sou a senhora atenção.
- Amu-chan, você devia chamar a policia. – Sakura, minha colega de trabalho diz.
- Pra que?
- Vai que ele é um pervertido.
- Então por que ele só me observa? Você também é bonita.
- Você é mais bonita do que qualquer uma aqui, e todos os clientes acham isso.
- Mas se ele é um pervertido, qualquer um serve não?
- Vai ver ele tem preferências e você se encaixa nelas. – não acredito que to discutindo isso.
- Eu não sei. Não quero me envolver com policia.
- Ei, Amu-chan, aquele ali é seu namorado? – Megumi chega e para do nosso lado, olhando para o ‘pervertido’.
- Não.
- Mas faz um tempo que ele te observa. E ele acabou de perguntar se você tinha outro trabalho além desse. – medo!
- Viu, Amu-chan? É melhor avisar a policia.
- Não. Se ele continuar com isso, eu faço alguma coisa.
~Outro dia~
- Amu, você tem que trabalhar?
- É... Mas não queria ir...
- Por que?
- Tem um pervertido lá que fica me olhando.
- O Ikuto?
- Não. Tchau. – quando me viro, bato numa parede de músculos e quase caio para trás, mas uma mão me segura pela cintura e eu sinto um cheiro bom de flores de cerejeira. – D-desculpe.
- Tome mais cuidado, Amu. – escuto a voz do Ikuto – Quase machuca esse seu corpinho lindo. – aqui está um verdadeiro pervertido.
- Você que ficou no meio.
- Agora culpa o seu salvador? – ele balança a cabeça em sinal de reprovação.
- Um salvador que ia perder pro Kei se eu não tivesse parado ele. – Ele me olhar irritado. Toquei no ponto fraco, hã?
- Eu não ia perder. – olhar zangado para mim não funciona Ikuto.
- Inventa outra. Tenho que ir. – me solto e saio pela porta.
...:Ikuto POV:...
- Ela descobriu seu calcanhar de Aquiles, ein? – Nagihiko ri.
- Ei Ikuto, papai disse que ia jantar hoje em casa.
- Ele quer o que? Uma medalha? – to nem ai para esse velho – Onde ta o Tadase?
- Ele disse que tinha umas coisas para fazer.
- Ele anda muito ocupado. – Kukkai diz. Onde é que esse garoto se meteu e o que fazia?
...:Amu POV:...
Ele ta aqui de novo! Isso é realmente perseguição! E por que isso só acontece comigo?! Droga! Agora chega. Vou falar com ele.
- Com licença. O senhor me conhece de algum lugar?
- Não – uow, que voz grossa.
- Tem algum problema comigo?
- Não.
- Eu pareço um ET?
- Hã? Não...
- Então por que está me perseguindo?! – ele ri. Ele ta rindo de mim?! Eu pareço uma palhaça?
- Você entendeu errado, Amu-chan.
- Como sabe meu nome, perseguidor-san?
- Se crachá. – ah, sou burra mesmo. – Não estou lhe perseguindo. Estou interessado em você.
- Tenho namorado. – até que o Ikuto pode ser útil algumas vezes.
- Hahaha, você é mesmo engraçada.
- Amu-chan, já pode ir embora. – Sakura me avisa.
- Que tal irmos para outro lugar? Um mais reservado. – tentando me seqüestrar ein? Não caio nessa.
- Não saio com estranhos que são perseguidores.
- É apenas uma conversa. Vou lhe explicar o meu interesse em você.
- Não.
- Eu pago o jantar.
- Para onde vamos? — qual é, é jantar grátis.
~......~
- Pode pedir o que quiser. – WTF? O cara é podre de rico! Agora to conseguindo sentir o cheiro de dinheiro vindo dele.
- Mas é muito caro. Não quero ser um incomodo. – sou muito educada né? Tenho meus limites. Foi algo que meus pais me ensinaram.
- Você não quer ser um incomodo para o seu perseguidor? – ele começa a rir. Esse cara é realmente estranho – Está tudo bem. Pode escolher. Dinheiro não é problema.
- Obrigada. – escolho uma das sobremesas e quando chega, vejo os olhos azuis dele se arregalarem. Lembram-me os do Ikuto.
- Quer? – pergunto.
- Não, obrigado.
- Tem certeza? É muitooo bom.
- Posso ver. Você parece uma criança quando recebe um doce. – ele ri.
- Não sou uma criança. Aqui, senhor ‘ eu sou o adulto’ – coloco um pouco na boca dele e ele sorrir ao provar – viu? É bom.
- Você me lembra a minha mulher. – ele parece meio jovem pra ter uma mulher.
- Você tem mulher e ta me perseguindo?! Você é um daqueles pervertidos?
- Não. Como eu disse, estou interessado em você.
- E como eu disse, tenho namorado.
- Não me importo com isso.
- Você é mesmo um pervertido.
- Você sabe que não. Se não, não teria vindo.
- Ta, me pegou. Mas que o senhor é estranho, é.
- Senhor, não. Me faz sentir velho. Pode me chamar de Aruto.
- Tudo bem. Por que está ‘interessado’ em mim, Aruto-san?
- Você acredita em destino?
- Hã?
- A primeira vez que lhe vi foi na boate Paradise. Foi como encontrar um diamante no meio de rochas.
- Poético, hein?
- Desculpe, minha esposa gostava de poesia. Pois bem, eu vi seu show. O jeito que você dançava, igual o de uma mulher, a sua voz que enfeitiçava todos. Foi como paixão a primeira vista.
- Hã?!!
- Calma, me deixe terminar. Passei a ir lá todas as noites possíveis. Podia sentir que se divertia ao cantar e essa alegria era transmitida para todos. É algo muito raro de se encontrar hoje em dia. – to boiando...
- Então um dia, você sumiu. Tentei achá-la, mas não deu certo. Depois de dois meses, quase havia desistido, mas ai vi você trabalhando naquela lanchonete. Acho que foi o destino.
- Ta, mas e daí?
- Percebi então que você tem algo dentro de si que atrai as pessoas. Ao seu redor tem uma aura de criança, mas de mulher ao mesmo tempo. Um ar misterioso, mas também de alegria. Nos seus olhos você carrega felicidade, mas também da pra ver que você esconde algo, algo muito doloroso.
- Você... é estranho, Aruto-san. – Como ele pode saber tudo isso?
- Minha mulher me disse isso também. Então, está interessada? Em se tornar uma estrela?
- Es...trela?
- Isso, com sua voz e talento, com certeza você vai chegar no topo rapidamente. – owww, eu? Famosa? – O que acha?
- Não sei. Não acho que tenho tanto talento assim.
- Eu sei que você tem, e aposto como ainda tem mais dentro de você. Você não está curiosa? Não quer descobrir?
- Posso pensar?
- Claro. Me ligue quando resolver.
- Presidente da Easter?! – olho no cartão que ele me entregou.
- Isso.
- Nossa.
- Me conhece?
- Já ouvi falar da empresa. É o melhor lugar se você quer se tornar alguém no mundo do entretenimento.
- Você vai ser esse próximo alguém.
- Eu te ligo.
- Pense bem. Você tem o talento que muitos desejam. Não o desperdice.
- Vou pensar. E desculpe pelo negócio do pervertido.
- Tudo bem. Vou esperar. – então eu vou embora.
~3 dias depois~
- Utau, onde o Ikuto está? – to enlouquecendo já se eu aceito ou não a proposta do Aruto-san.
- Não sei. Ele e meu pai brigaram ontem de noite e hoje de manhã, então ele deve ter cabulado a aula.
- Brigaram? Por que?
- Eles não se dão muito bem.
- Igual cão e gato. – Rima comenta.
- Por que ta procurando por ele?
- Eu queria perguntar uma coisa. – e queria fazer uma surpresa para ele se eu aceitasse a proposta do Aruto-san.
- Amu, hoje você pode vir e tomar um sorvete com a gente?
- Não hoje. Mas amanhã to de folga.
- Então amanhã vamos as compras.
- É! Recebi meu mísero salário ontem. Bem, já vou indo. – então eu corro.
Quando eu estou passando pela praça, indo para a lanchonete, vejo uma briga. Aff, esse povo não tem o que fazer não é? Diminuo a velocidade e escuto umas garotas falando sobre um cara muito lindo brigando lá. Se existe um garoto muito lindo e que adora uma briga, esse alguém é o Ikuto. Falando no diabinho... Olho em direção a cabeleira azul na praça. Olho pro céu e escuto um trovão. Mas que beleza, vai chover. Só pra melhorar o dia... ¬¬”
- Vamos salvar ele. – digo para mim mesma, estacionando a moto e correndo até lá. Me escondo de trás da árvore mais próxima e coloco o som da sirenes dos policiais para tocar no meu celular.
- Ei, ei, é a policia! Vamos dar o fora daqui! – vejo os garotos correrem, alguns sangrando, e a maioria mancando. O Ikuto é bom mesmo de luta.
- Me solta... – um garotos fala ainda nas mãos do Ikuto – Para! Por favor... – ta, a situação dele nem se compara com a dos outros.
- Ikuto! Ikuto! Solta ele! – corro até ele e tento segurá-lo, mas ele me empurra. Nunca tinha visto ele assim – Para! Você vai matá-lo. Ikuto! – por que ele não para?! O que eu faço? Desse jeito a policia vai mesmo aparecer.
- Ikuto! Por favor! – abraço ele pelas costas e aperto forte. Puxo ele para trás e ele dá mais um murro no garoto – Ikuto! Para, por favor. Não quero que você se machuque. Por favor... – sinto os músculos dele relaxarem e ele solta o garoto, que sai meio rastejando e meio correndo.
- Amu.
- Ta tudo bem. Estou com você. – ele tira meus braços dele. Não vai correr atrás do garoto né? Então ele me abraça com força e esconde o rosto no meu pescoço. Ele com certeza não ta legal. E pra piorar, começa a chover. Beleza!
Mas, se eu pensa melhor, nós parecemos um daqueles casais apaixonados dos mangás, que no começo da história se odeiam, mas depois se apaixonam e lutam contra tudo e todos para ficarem juntos. Ai no final, se abraçam e depois se beijam apaixonadamente sob a chuva. Já tem o abraço, só falta o beijo.
O ÚNICO problema é que to me sentindo tudo, menos apaixonada. Ta chovendo, minha roupa ta encharcada e nós estamos parecendo dois idiotas se abraçando no meio da chuva.
- Ikuto. – chamo ele.
- Hummm? – não faça ‘hum’ pra mim!
- Ta chovendo.
- Eu sei.
- Eu to molhada.
- Eu também.
- Nós parecemos dois idiotas aqui. – escuto ele rir e sinto uma respiração quente contra meu pescoço.
- To sem moto.
- A minha ta ali. Vamos embora. – aee! Ele me soltou. Hã? O que? A próxima coisa que sinto é nossas respirações se misturarem e então ele me beija. Eu nem resisto. Eu meio que... quero esse beijo.Os lábios deles estão tão frios... Ele beija bem mesmo. A língua dele nem é atrevida demais, nem calma demais. É um beijo bom, muito bom. Sinto a solidão me pegar de surpresa quando ele para o beijo.
- Valeu, Amu. – eu to corada! E ele me beijou de novo! E eu gostei! Bem, é claro que gostei, afinal eu gosto do Ikuto. Mas NUNCA que eu vou contar isso a ele. – Hum...
- O q-que?
- Seus lábios são quentes. Me faz querer mais. – coro mais ainda com o sorriso malicioso dele. Droga! Então ele me beija de novo. E de novo. E de novo.
- Quente... – ele diz entre os beijos. Ele é tão gentil. – Tão bom, Amu... – de novo – Você é tão quentinha... – dessa vez ele me beija pra valer, com língua e tudo, e só para quando eu sinto falta de ar.
- Vem, antes que você queira outro beijo. – ele diz sorrindo e me puxando pela mão. – Onde ta sua moto?
- A-ali. – aponto e de repente flashes daquele acidente cruzam minha mente – Ikuto, pode dirigir. Não gosto de dirigir na chuva.
~No clube/bar dos Tigres do Norte~
...:Ikuto POV:...
- Onde você estava? – é a primeira coisa que escuto ao chegar todo molhado com a Amu.
- Estava dando uns amassos com minha namorada. É proibido? — não é mentira, afinal tinha conseguido beijar a Amu um monte de vezes e sem levar nenhum tapa ou chute. Os lábios dela eram bem quentinhos. Igual uma droga. Viciante.
- É mentira. Ele estava brigando. – Amu! Porcaria! Tinha o álibe perfeito.
- Amu-chan, você está encharcada. Vem aqui, eu te ajudo – Tadase chama e a Amu vai. Opa, o que ta acontecendo?
- Cara, você não tem jeito mesmo.
- Você é muito dramático.
- Kya! – Amu grita de repente e vejo ela se encolher no sofá. Olho pro Tadase e vejo o rosto dele totalmente vermelho.
- Tadase! O que fez pra ela?!
- N-nada!
- Tadase, é melhor você falar logo, antes que eu arranque sua boca. – como ele ousa se aproveitar da Amu na minha frente?!
- B-b-blusa! Blusa! Eu preciso de uma blusa! – Amu diz olhando para mim. Ah, a roupa dela ta transparente.
- Sutiã rosa ein? – Kukkai brinca e eu o empurro pra fora da cadeira. Merda! Agora ta todo mundo olhando pra ela.
- Vem aqui. – a coloco no meu ombro
- Kya! Ikuto!
- Entra ai. – a deixo no banheiro. Vou até um armário onde tinha umas roupas e pego uma blusa minha branca de botões, com mangas até o pulso e uma calça, a menor que acho. Entrego pra ela e fecho a porta.
- Hahahaha, bem possessivo, não? – Nagihiko diz, sentando-se.
- Cala a boca. – tiro a jaqueta e a blusa, ficando só de calça.
- Brigou com seu pai de novo, né?
- E daí?
- Da próxima vez, venha para cá. Não sai arranjando briga por ai.
- Eles começaram. – penduro minhas roupas e pego uma toalha, tentado secar meus cabelos.
- Ta, ta, fala logo Nagihiko. Ele vai pirar quando souber.
- O que?
- O Blackwhite voltou, Ikuto.
- Hã?
- É cara! Viram ele lutando com um cara.
- Isso é sério?
- É! Fomos nós que vimos ele! – Putz!
- Bem, eu e o Nagihiko, o Tadase não estava.
- O que estava fazendo?
- E-eu estava fazendo umas coisas.
- Ta, mas e então? Por que não pegaram ele?
- Ele foge rápido.
- I-ikuto. – viro o rosto e vejo a Amu parada. A roupa ficou enorme! Ela parece um bebê nas minhas roupas. Uhhh, quase da pra ver os seios dela!
- Vem cá. – chamo.
- Hum. – ela senta do meu lado e flexiona as pernas, abraçando-as. – O-obrigada pela r-roupa.
- Aqui, Amu-chan. Vai te esquentar. – de novo você, Tadase?!
- Obrigada, Tadase-kun. – ela bebe um pouco e sorri. Muito fofa! – Por que está sem blusa?
- Gosta do que está vendo?
- B-baka! Não disse que gostava!
- Mas admite que está olhando?
- Ikuto! – rio um pouco.
- To sem blusa por que a de reserva você ta usando.
- Eu vou tirar. Você vai ficar doente. – ela tenta se levantar, mas eu não deixo.
- Ta tudo bem.
- Mas...
- Eu não vou ficar doente.
- Mas...
- Amu.
- Ok, garoto teimoso. Obrigada. – ela me da um beijo na bochecha e volta a beber. Vejo as bochechas dela vermelhas e sorrio.
- Estamos segurando vela. – Kukkai diz.
- É.
- Cala a boca e continua.
- Nós estávamos pensando em fazer alguns grupos pra ficar de olhos nas ruas, ai quando ele aparecer, nós pegamos ele.
- Ele quem? – Amu pergunta.
- Blackwhite. – ela cospe tudo o que tinha colocado na boca e começa a tossir.
- Ei, você ta bem?
- De alguma...forma.
- Você conhece ele, Amu-chan?
- Hã?? Não tem como – digo enquanto ela limpa o próprio rosto.
- Bem, ela sempre reage estranho quando estamos falando dele. Você o conhece? Sabe quem é?
- N-não tem como conhecer alguém assim, né?
- Tem certeza? Não esta mentindo?
- Por que ela mentiria? – pergunto.
- Talvez ela queira protegê-lo de alguém. Tipo, você.
- Eu?
- Você quer matar o cara.
- Eu não o conheço.
- Se você diz, acredito em você.
- Ta, parem de interrogar ela. Se o plano der em alguma coisa me avisem
- Okay.
- Agora se calem que eu vou dormir.
- Vamos embora. – os três saem.
- Também vou...
- Você não. – deito no colo da Amu.
- O q-que e-está f-f-fazendo?
- Suas pernas dão um bom travesseiro. – fecho meus olhos e ignoro as reclamações dela. Depois de um tempo, ela se cala, então sinto a mão dela no meu cabelo, brincando com ele.
- Ikuto, você... me acha bonita?
- Sim.
- Muito bonita?
- A mais bonita. – mesmo sem olhar sei que ela está corada.
- Você acha que eu poderia ser modelo?
- Só um idiota não iria querer ver você posando com roupas sexy para uma revista.
- Sério?
- É. – então sinto ela me beijar. Na boca. Ela. Não eu. Abro os olhos, surpreso, e vejo ela sorrindo pra mim, mas com as bochechas vermelhas. É a primeira vez que ela me beija por vontade própria. Coloco a mão no pescoço dela e puxo o rosto dela até estarmos bem perto. Então eu a beijo.
~......~
...:Amu POV:...
- Alô? Aruto-san? Sou eu, Amu.
- Ora, Amu-chan, já decidiu?
- Sim.
- Espero que seja coisa boa.
- Por favor, me transforme numa estrela.
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