Blackwhite

1 Duas Latinhas


Notas iniciais
E ai gente? Tenho certeza de que me conhecem das minhas Fics:
"Corações Entrelaçados"
"Corações entrelaçados OVA"
"Our Happy Ending"
Todas sobre Shugo Chara, lóóóógiiicoooo!
Bom, to postando o primeiro capítulo dessa fic e espero que gostem. Obrigada por lerem e curtam muito!

...:Normal POV:...

- Um dia que começou pacificamente, mas acabou mudando o drasticamente todo o destino das ruas de Tókio. Um dia que começou como qualquer outro do ano, com o nascer do sol e o cantar dos pássaros, mas seu final não foi o que pode ser considerado normal. Pelo menos não para aquela garota. Toda a história começou por causa de duas latinhas de refrigerante. Sim, a vida de duas pessoas mudou por causa dessas pequenas coisinhas de metal.

A cidade de Tókio, capital do Japão, é dividida em Norte, Sul, Leste e Oeste. Cada uma dessas regiões é controlada por uma gangue. Mas existem outras gangues, que lutam entre si para se tornar uma gangue-chefe. Enquanto essas lutas interiores acontecem, as gangues-chefe lutam para conseguir o título de Gangue-Rei. Esse é um título sagrado no mundo das lutas, e para consegui-lo, é necessário vencer todas as gangues-chefe e depois derrotar a gangue-Rei.

Atualmente, esse título não pertence à gangue nenhuma, mas sim a uma única pessoa. Ela, sozinha, derrotou as 4 gangues-chefe. Misteriosa, ninguém sabe seu nome, idade ou até mesmo se é homem ou mulher. É conhecida pelas luvas, uma branca e outra preta, e principalmente pela máscara que usa, toda branca com arranhões pretos. Todo o rosto é escondido pela máscara, inclusive o cabelo. Esta pessoa tão misteriosa, ganho o nome de BlackWhite, e logo após, desapareceu, deixando um rastro de sangue para trás.

Mas essa história não vem ao caso agora. Tudo começou ás 2:00 da tarde, o horário em que as aulas do colégio Saint Seiya, um colégio para pessoas ricas, terminam. Todos estão saindo do colégio, conversando. Três garotas, Hinamori Amu, Hoshina Utau e Mashiro Rima também saiam. Duas delas rindo, enquanto uma gritava para um ser invisível. Ela está super irritada e segurava 2 latinhas de refrigerante em suas mãos.

...:Amu POV:...

- Sensei no bakaaaa! – eu grito com todas as minhas forças, mas só a Rima e a utau escutavam por causa do barulho. – Baka!

- Amu, se o professor escutar, você está morta. – Utau diz rindo. Que se dane. É pra ele escutar mesmo. Aquele idiota de professor me mandou fazer um trabalho extra só porque eu dormi um pouquinho. Eu também tenho vida além da escola, sabia?!

- Amu, é só um trabalho extra. Pra primeira da escola, não é nada demais, certo? – a Rima diz rindo de mim.

- Eu não tenho tempo pra isso. Sou pobre, muito pobre e tenho que trabalhar.

- Não exagere.

- Ei, vocês podiam me ajudar, né? – eu não quero fazer aquilo sozinha. Eu tinha que conseguir ajuda, se não, enlouqueceria. – Por favor? É minha vida em jogo. – faço aqueles olhinhos de cachorrinho abandonado e beicinho. Pode me chamar de infantil, mas funciona.

- Ok, ok, mas só por causa desse rostinho lindo. – Utau me abraça rindo e a Rima se junta. Amo essas garotas. Nós tínhamos nos conhecido esse ano e já éramos melhores amigas.

- Como eu adoro vocês! Vou comemorar. Pra vocês. – então eu jogo uma latinha pra cima e chuto, depois jogo a outra e chuto. – Adoro vocês.

- Amu!

- Você é mesmo azarada!

- O que? O que foi?

- Você acertou alguém.

Então eu vi. Tinha um cara em cima de uma moto, olhando pra gente. Ele parecia puto da vida e os amigos dele não pareciam nada amigáveis também.

- Ai minha nossa! Utau, ele vai me matar!

- Você não tem jeito mesmo.

- Rápido. Vira e finge que não viu nada. – tudo bem, admito: aquele cara me assusta.

...:Ikuto POV:...


Eu não estou com raiva. Eu to puto! Quem em sã consciência ousaria me acertar com uma latinha?! Eu, Tsukiyomi Ikuto, líder dos Tigres do Norte, a perfeição e beleza em pessoa. Hoje alguém vai morrer.

- Ikuto, se acalma. Foi um acidente. – não to nem ai. O imbecil que jogou essas latas acertou ela. Só podia ta pedindo pra morrer. A minha moto ta arranhada e alguém pagaria muito caro por isso.

Pego as latinhas no chão e ligo minha moto. Ouço os gritos das garotas ao meu redor. Isso aí, ela me amam. Eu sou totalmente irresistível. Eu sou um playboy por natureza. Mas isso não importa nem um pouco agora. Quem mexesse comigo ou minha moto, o destino era a morte.

- Ikuto! – Tadase, Nagihiko e Kukkai gritam. Eles são meus amigos e playboys também. As garotas morriam de paixão com apenas um olhar nosso. Ouço eles vindo aras de mim nas motos e vou direto pro meu alvo. Uma garota de cabelos rosa que está com minha irmã e a Rima.

Quando chego mais perto, elas se viram com as caras mais inocentes do mundo. Isso só aumentou a minha raiva, até que eu vi ela. WTF?! Sinto minha mão apertar o freio bruscamente, e escuto o Kukkai me xingando. Mas eu não to nem ai, só quero olhar para ela. Olhos cor mel, atentos em mim. Um corpo muiiiitoooo booom. Seria muito bom, quer dizer, ótimo, levar ela pra cama um dia. Talvez eu consiga dormir com ela hoje, afinal, consigo qualquer mulher com apenas um sorriso. Mas minha moto vai ser paga. Ah, isso com certeza.

- Então senhoritas – saio da minha moto e paro na frente da de cabelos rosa, conferindo melhor o produto, se é que me entendem – Jogar latinhas nos outros não é educado – amasso as latas e as deixo cair no chão, observando os olhos delas se arregalarem.

- Ikuto-nii-san, vamos embora. – Tadase me chama me puxando. Eu não saio daqui até conseguir o dinheiro. Lancei um olhar que o fez recuar e continuo.

- Além de machucar o meu belo rosto, arranhou ela.

- Ela? – Rima levanta a sobrancelha e eu aponto para a moto.

- Você. – olho para a garota desconhecida – seu nome.

- H-Hinamori Amu. – ela se afasta de mim.

- Amu, que tal me pagar logo e assim resolvemos isso? Quem sabe posso até te dar uma carona.

- Por que tenho que pagar? – ela pergunta se fazendo de inocente.

- Você jogou as latas.

- Como pode saber? – bancando a esperta né? Tudo bem. Olho para uma garota que estava no círculo ao nosso redor e sorrio.

- Ela jogou as latinhas?

- S-si-sim! – a garota responde já apaixonada por mim.

- O que vai fazer a respeito da minha moto? – volto meu olhar para Amu.

- Eu te digo o que vou fazer! – ela diz se aproximando de mim e me enfrentando. Essa garota é anormal, ou está doida. Ninguém me enfrenta e sai vivo pra contar história. Vejo ela se virar, olhando pra Utau.

- O que eu faço Utau? – minha irmã revira os olhos e toma a frente dela.

- Sai fora Ikuto. Deixa a Amu em paz.

- Minha própria irmã contra mim. Magoou. – digo fingindo tristeza.

- IRMÃ?!!! – Amu grita de queixo caído.

- Sou Tsukiyomi Ikuto, irmão mais velho dela. Tenho certeza de que a Utau já falou sobre mim. – sorrio. Pronto. Ela deve ter se apaixonado.

- Nunca ouvi falar. – ela diz, ignorando totalmente o fato de que eu acabei de sorrir. Como ela pode não me conhecer? Isso é impossível.

- Que fora. – Rima comenta rindo.

- Ora, ora, ora, vou me apresentar. Ikuto, 18 anos, líder dos Tigres do Norte. – quando menciono o nome da minha gangue, vejo os olhos dela se arregalarem levemente. Humm, deve ter sido impressão minha.

- Amu, 17 anos, líder... de nada. – que garota estranha. Como ela pode ta tão calma na minha grandiosa presença? – Sobre sua moto, sinto muito, mas não tenho dinheiro.

- Isso é um problema.

- Ikuto-nii-san, vamos nos atrasar. – Tadase diz. Vou ignorar. A briga pode esperar.

- Dá licença, mas tenho que ir. – ela tenta fugir de mim. Ingênua. Quando coloco meus olhos em alguém, não tem escapatória.

- Pra onde pensa que vai, Amu? – seguro o braço dela e sussurro na orelha dela, enfatizando o seu nome. Vejo um leve vermelho na orelha dela.

- T-tenho um e-encontro com meu namorado. – namorado hã... Não importa.

- Cadê ele?

- Ali. – vejo um garoto parado no portão, pelo menos até uma garota chegar e eles começarem a se beijar. Bela tentativa.

- Mentir pra mim? Não é nada legal Amu. – ela é a primeira que tenta fugir de mim e isso só a torna mais interessante.

- Ikuto, solta ela.

...: Amu POV:...


- Ikuto, solta ela. – Utau me separa dele – Vai embora. – minha salvadora! T_T

- Cala a boca irmãzinha. – Ikuto diz pegando meu braço. Olho pra ele novamente, chegando nas mesmas conclusões. Olhos azul-safira, profundos; cabelos safira escuro, macios; um corpo bem definido, muito bonito. Podia ser um modelo ou algo do tipo. Ou seja, é o homem ideal das mulheres. Mas a personalidade dele é meio estranha. Parece ser um playboy, mimado e filhinho de papai. Como ele podia ser irmão da Utau?

- Já sei! – todos olham para mim, surpresos – Você é adotado! – Ikuto fica me olhando por 5 segundo, então começa a rir.

...:Ikuto POV:...

Como ela consegue me fazer rir tão facilmente? Todo mundo ta me olhando como se eu tivesse endoidado, mas eu não to nem ai. Amu, você vai ser minha.

- Amu, por mais que ele seja um idiota, não é adotado. – diz minha irmã, cruzando os braços.

- Eu que o diga. – olho pro Kukkai e ele se cala. Olho para a Amu na minha frente e sinto algo dentro de mim se agitar. Hormônios. Dou meu sorriso mais malicioso e vejo todo o rosto dela ficar vermelho, então abraço ela.

- Gostei de você, Amu. – sussurro no ouvido dela, vendo o rosto dela ficar mais vermelho ainda. Então eu monto na moto e vou embora, sendo seguido pelos meus amigos.

...:Utau POV:...


- Vejo minha melhora amiga virar um tomate, então observo meu irmão ir embora com a trupe dele. Ele deve estar planejando alguma coisa.

- Amu, está tudo bem? – escuto a Rima perguntar. Ela e eu conhecíamos o Ikuto e sua gangue muito bem, para achar que eles deixariam isso assim.

- Não está atrasada para o trabalho? – pergunto. Ela grita desesperada, e se despede apressadamente. A Amu não tem jeito mesmo. Despeço-me da Rima e vou pra casa. Ai, ai, amanhã vai ser cansativo.

Notas finais
Reviews?