Black Out
1 Capítulo 1
Black out
Capítulo 1
Drácula da capa azul says:
-- Ouse seu bastardo! *chutou-lhe o estômago* -- Ouse ultrapassar a barreira e terás idéia do tamanho de minha fúria! Muhahahahahaha
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
-- Ai, vai com calma, chefinho.
Drácula da capa azul says:
-- Não me chame de ‘chefinho’, bastardo! *cuspiu na face do anão* -- Bens sabes que tenho um e noventa de altura!
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
-- Okay, okay. *se encolhe* (Não exagere Frankie. xD)
Drácula da capa azul says:
-- Morra! *cerra o punho direito no ar, encerrando o oxigênio dos pulmões do anão* (Engula essa! =])
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
*estrebucha e morre* (Fail =X)
Drácula da capa azul says:
(Nem fodendo que aceito esta sua ação. ‘¬.¬)
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
(xD)
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
*estrebucha, mas não morre* -- Cof, cof, cof. *se afoga com o próprio cuspe, escarra, volta a tragar o oxigênio e encara o mestre dentuço* -- Me perdoe chefe? Eu juro que não quis ofender. *dentre ofegos* (Melhorou? =B Aliás, eu quis sim. i.i)
Drácula da capa azul says:
(Desse jeito eu acabo matando mesmo este seu anão fedido. xP)
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
(Se matar ele acaba a trama, mano. Ù.u)
Drácula da capa azul says:
(É mesmo. =S)
Drácula da capa azul says:
(Espere, eu tenho uma idéia.)
Drácula da capa azul says:
*agachando-se e, adquirindo o colarinho de Bô, levanta-o junto consigo* -- Lhe perdoo com uma condição. *sorri maquiavélico* -- Vês aquilo? *aponta a coisa nefasta que se aproximava sorrateiramente* -- Adquira, por assim dizer, a alma dele, me entregue a cabeça.
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
(Frank, eu acho que vi uma coisa horrível .-.)
Drácula da capa azul says:
(Calma. O ogro é feio, mas é bocózão. O Bô acaba com ele facinho, facinho. U.u)
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio says:
(Não, Fran, eu tô falando sério. Eu vi uma coisa sinistra aqui em casa. Na cozinha. O.O)
Drácula da capa azul says:
(Do que está falando? i.i)
Bonifácio, o anão do pote de ouro vazio alterou para Ray_Toro.
Ray_Toro says:
Não dá mais pra jogar, o lance aqui em casa tá doido!
Ray_Toro says:
Eu vou sair agora, dar uma olhada lá na cozinha. Tô com medo, mas não tem outro jeito.
Drácula da capa azul says:
(Sério? Ç.Ç)
Ray_Toro says:
Uhum
Drácula da capa azul alterou para Frank_Prankster.
Frank_Prankster says:
Está bem, então. Mas o que você acha que pode ser?
Ray_Toro says:
Meu Deus! Frank, eu tô com muito medo.
Frank_Prankster says:
Estou achando que você está de gracinha. Sabe que precisa de muito mais que isso pra assustar um cara como eu. Mano, eu nasci no Halloween!
Ray_Toro says:
Não, Frank. Eu
Ray_Toro está offline.
Não estava acreditando naquilo. Só poderia ser brincadeira do Raymond. Ele sempre fora brincalhão. Porém minhas convicções foram diretas ao ralo quando todas as luzes, inclusive a do computador, se apagaram de súbito. Um black-out!
- Fudeu geral! – ainda sentado na escrivaninha de frente ao que seria seu notebook, em seu quarto, manteve-se petrificado, contudo o comentário escapou dos lábios após poder ouvir uivos que vinham da rua deserta e agora sombria.
Em meio ao súbito desespero, levantou-se desnorteado. Não sabia o que fazer, mas tinha que fazer algo. Tinha que saber o que houve com a luz, o que houve com seu melhor amigo Ray. Entretanto, antes de qualquer coisa, necessitava poder ver, precisava de um pequeno foco de luz que fosse. Tropeçando em algo, quando girou e guinou à frente, lembrou-se da mesinha que antecedia o guarda-roupa. Seria no armário que iria adquirir algo que propagasse luz. Deu a volta na pequena mesa, tateando as portas do closet. Encontrou-o. Sem pestanejar, após abrir, passou a atirar as peças de roupa que sentia dentre dedos ao chão. Elas não importavam, procurava uma lanterna. Não demorou a deparar-se com o sólido. Acendeu-a.
A luz era mínima e fraca, mas serviria para enxergar o caminho. Rápido deixou seu quarto ganhando o corredor:
- Mãe? – chamava tanto intrigado. Nenhuma resposta.
Não se lembrava se a mãe tinha retornado ou não à casa, dera de ombros. Sua necessidade era o telefone. Encontro-o na sala. Tentou discar alguns números, porém nada aconteceu. A linha estava muda.
Com as possibilidades sendo anuladas, pouco a pouco, resolveu ser mais prático. Foi até a garagem e observou o carro da mãe. Estava lá estacionado, isso era estranho. Talvez ela tivesse ido trabalhar de ônibus, o que fazia quase sempre. De qualquer maneira não poderia usar o carro, não tinha carteira. Resolveu então soltar as correntes de sua bicicleta.
Incerto ainda do que estava por fazer, montou na magrela. Pretendia ir à casa de Ray, ver se o amigo estava com problemas. Mas foi quando abriu o portão elétrico da garagem que se deparou com um problema: nem a pouca neve que recobria as ruas e parte da grama intimidou uma matilha de rondar aquele subúrbio de Nova Jersey.
Não queria entrar em pânico com a possibilidade de virar picolé ou mesmo petisco de lobo, mas sentar e esperar não eram alternativas. Com isso em mente deu de ombros os caninos, pedalando veloz dentre as ruelas.
E fora pedalando que chegou lá, deparando-se com uma visão nada sadia. Espantou-se e frenou subitamente os pneus.
- Não faça isso! – interveio.
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