Notas iniciais
Gostaram do ultimo capitulo ne? haha então me perdoem por esse :x

Acordei sentindo Emma me envolver em seus braços, me abraçando por trás, aconchegando seu corpo ao meu, seus lábios contra minha nuca. – Isso é tão bom... – Ela murmurou ainda sonolenta. Um sorriso bobo se formou em meus lábios, aquilo não era simplesmente bom, acordar com Emma era minha definição de perfeição.

Olhei pela janela e a chuva caia fraca, era uma manhã de domingo, Henry estava na casa de Mary, talvez eu conseguisse ter Emma só pra mim por uma manhã inteira. Eu me virei para ficar de frente pra ela, logo encontrando aqueles hipnotizantes olhos verdes, eu me permite me perder neles enquanto desenhava cada traço do seu rosto com a ponta dos dedos, finalizando com os lábios. – Como você pode ser tão linda? – Sussurrei. – Como eu posso nunca ter notado isso antes?

Um sorriso se iluminou em seu rosto. – Você é que é linda... eu sempre achei isso, desde o segundo que você abriu a porta quando eu trouxe Henry de volta. Eu fiquei encantada com você logo de cara, pena que você me odiou logo de cara também.

– Desde quando você pensa em nós? Quer dizer, em nós juntas desse jeito. – Disse encaixando minha mão a dela.

– Eu não sei... acho que sempre soube que tínhamos algum tipo de ligação, mas quando você me salvou da Elphaba e finalmente pudemos começar uma vida normal, quando eu finalmente pude conhecer você de verdade... eu comecei a me pegar pensando sobre isso. Mas então ficamos amigas, melhores amigas e eu tive medo de arriscar, não podia perder você. Eu nunca tive alguém como você, Regina, alguém para quem eu posso contar qualquer coisa, alguém em quem eu confiaria minha vida...

Eu a interrompi no meio da frase, beijando-a. Naquele momento estava mais do que claro pra mim que eu não conseguiria mais ficar sem Emma. Eu estava apaixonada pela minha melhor amiga. E eu estava completamente ferrada por isso.

Ela pegou minha mão que estava enlaçada a dela e a guiou pra dentro de sua camiseta, minha mão se encaixou perfeitamente ao seu seio e eu o massageei, Emma ofegou baixinho de olhos apertados. Eu a virei, deixando de costas coladas ao colchão e me coloquei sobre ela, sentada sobre o seu ventre, agora eu tinha seus dois seios em minhas mãos, eu os apertava ao tempo que remexia lentamente meu quadril sobre o dela.

Eu a encarava de cima para baixo, ela tinha os olhos fixos em mim, eles tinha uma mistura de curiosidade excitação. Eu sorri e tirei sua camiseta do caminho, então me inclinei em direção a ela, meus lábios pairando há milímetros dos seus. – Eu quero você... – disse começando a traçar meu caminho de beijos, fui descendo pelo seu rosto, seu pescoço, seus seios. Ela gemeu meu nome quando eu alcancei seu mamilo entre os lábios e o suguei com força, ao tempo que minha mão massageava seu outro seio. Eu a chupava minuciosamente, enquanto me deliciava com os sons de seus gemidos de excitação.

Emma arqueava seu quadril contra o meu em indicação do que queria, já eu esfregava meu corpo contra o dela, sem nunca tirar meus lábios de seus seios, cheguei a pensar que poderia passar a eternidade ali, mas eu nunca iria saber, porque seu celular tocou nos interrompendo. Ela me encarou indecisa. Eu me afastei com relutância e sai de cima dela, que se virou pra pegar o celular. – Oi... não... é que eu sai cedo de casa, amor...

Não podia estar mais claro de que era o pirata ao telefone, eu levantei da cama, me cobri com meu robe e sai do quarto, não precisava ouvir Emma inventado desculpas para o namorado.

Preparei um café amargo, como o meu dia havia se tornado, e sentei na bancada. Dez minutos depois Emma apareceu completamente vestida. – Regina... eu sinto muito, mas eu tenho que ir...

– Tudo bem. – Disse indiferente. Era assim que nossa relação iria sempre ser? Ela sentindo muito e eu dizendo que estava tudo bem quando nada estava bem.

Ela andou ate mim para me beijar, mas eu virei o rosto e ela acabou beijando minha bochecha. – Eu... te ligo. – Disse desaparecendo pela porta. Eu fiquei ali sentada, ouvindo seus passos se afastando e o som da porta de entrada ser fechada. Então eu não me contive, fiquei de pé e em meio a um grito de raiva joguei a xícara contra a parede e ela se partiu em mil pedaços. Eu me apoiei contra a bancada, sustentando o peso do meu corpo e então minha lagrimas finalmente saíram, elas correram o meu rosto como se nunca fossem ter fim, deixei meu corpo deslizar ate estar sentada no chão, meu choro silencioso se transformou em um pranto soluçado, eu não consegui me controlar, não conseguia controlar o que estava sentindo. Eu era uma fraca. Uma fraca por amá-la tanto assim.

Notas finais
Então... não matem a Emma ta? Pobre Queen, esta completamente apaixonada e a loira nem faz a menor ideia u.u O que vocês acham que Regina vai fazer depois disso? Façam suas apostas :D