Between Good And Evil
25 Sonhos e cartas
Notas iniciais
A musica deve ser conhecida pra maioria das leitoras (q leram Your Riddle Is Mine 2) mas ela eh minha preferida e combina mt com o capitulo: http://www.youtube.com/watch?v=eEpK5IN3mHY
Beeijoo
- Srta.Masen.... – a voz severa da Profa.McGonagall chegou aos meus ouvidos – o Prof.Dumbledore quer falar com você.
Assenti, enquanto passava por ela e andava em direção a sala do diretor.Minhas mãos suavam e tremiam.
A gárgula que guardava a entrada da sua sala já estava aberta e eu passei por ela, subindo as escadas.Parei perto da sua porta e quando eu estava prestes a bater ela se abriu.
- Entre – falou a voz branda e eu adentrei na sala, com o coração batendo desesperadamente em meu peito.
Respirei fundo e parei em frente a ele.
- Como vai, Srta.Dolohov? – perguntou sorrindo bondosamente.
- É Masen... – falei entre dentes olhando para o chão, evitando os seus olhos azuis cintilantes.
- Entendo em partes que não goste que a chamem pelo sobrenome do seu pai – falou dando a volta em sua mesa e se sentando em sua poltrona – Mas....ele ainda é seu pai.
- Eu tenho apenas o sangue dele – falei – Não o considero mais meu pai....
- Eu chamei-a aqui por que....quis entender o que se passa na cabeça de um filho de Comensal – ele falou cruzando as mãos sobre a mesa e eu o encarei incrédula.
- Por que a mim? – perguntei – Por que não Malfoy, Crabble, Goyle ou Nott?
- Por que....você é a mais....digamos, controlada – falou – Sente-se.
Olhei para a cadeira em frente a sua mesa e me sentei lentamente.
- Você....parece ser a única filha de um Comensal que é contra o que o seu pai faz... – falou.
- Gostaria de que o chamasse pelo nome, Prof.Dumbledore – falei – Antonio não é meu pai.
Ele sorriu bondosamente.
- Como quiser... – falou e se debruçou um pouco sobre a mesa.
- Eu....não quero falar sobre a minha vida – murmurei ainda olhando para o chão – Eu só quero...esquecer isso.
- Sei o quanto é doloroso e...
- Não! – exclamei levantando o olhar – Você não sabe o quanto isso é doloroso! Não sabe nem sequer como é a dor de não ser amada pelo próprio pai! Não sabe o quando é desesperador fugir de uma pessoa que desde que nasci eu o chamei de pai! Não sabe o que é querer mas ao mesmo tempo não querer seguir o caminho dele! O SENHOR NÃO SABE DE NADA!
Minha garganta se fechava aos poucos e minha respiração se tornou acelerada.Mal havia percebido que eu acabara de gritar tudo aquilo para o diretor de Hogwarts.
- O que quer dizer quando diz que querer mas ao mesmo tempo não querer seguir o caminho dele? – perguntou em um tom calmo.
Olhei para o chão, engolindo a seco sentindo um nó na garganta se formar.Respirei fundo.
- Desde que soube o que eram Comensais da Morte nunca quis seguir o caminho dele – murmurei – Mas....ao mesmo tempo que eu não quero.....eu quero fazer isso pela minha mãe.....Eu queria...por que...bem, ela já é um deles.
- Ela conversou comigo – ele falou – Foi uma longa conversa e confesso que no começo....Não acreditei em nenhuma palavra dela.Mas....percebi que eu não estava acreditando pelo fato dela ter revelado ser uma Comensal....
- E o que isso tem haver? – eu o cortei rude – Ela já me disse que é um deles...
- Ela me disse para....ficar de olho em você.Digamos que....ela não quer que faça nada de errado – falou e eu soltei uma risada sem humor.
- Ela fala como se eu fosse fugir de Hogwarts e fosse enfrentar os Comensais, sozinha – falei.
- Ela se preocupa com você, Elizabeth... – ele murmurou – Se preocupa com sua segurança.Tanto que se sacrificou por você....
- Eu não pedi para que ela fizesse isso! – exclamei alto de mais, assustando a fênix pousada no poleiro perto da mesa do diretor.
- Por isso mesmo que foi um sacrifício... – falou – Bem....o fato é que ela me pediu para que eu lhe entregasse uma carta.
Ele me estendeu um envelope amarelado, que eu o peguei hesitante.
- Ela sabia que não conseguiria falar com você...mas....leia – falou sorrindo – Agora...a senhorita pode ir...
Me levantei da cadeira ainda com os olhos presos no envelope.
- Tenha um bom dia, Srta.Masen – falou o diretor ainda sorrindo, enquanto eu saia de sua sala.
Abri os olhos pesadamente, uma luz fraca me cegou por alguns minutos e minha visão voltou ao normal.Me levantei de onde eu estava e olhei para baixo.
- Theodore? – perguntei por um minuto esquecendo do que acontecera na noite passada.
Ele se mexeu e voltou a adormecer.Me levantei de cima do seu corpo e senti um frio gélido passar por mim.
Olhei para o relógio, vendo que faltavam apenas algumas horas para a minha primeira aula.Chacoalhei o corpo de Theodore e ele despertou.
- Acorde... – murmurei – Você vai se atrasar...
- Já vai? – ele perguntou enquanto me observava pegar minha bolsa.
- Vou... – falei – Preciso terminar meu dever de Poções...
Me aproximei dele e o abracei, depositando um beijo em seu pescoço.Em seguida, me afastei e sai da sala silenciosamente.
Os corredores estavam mais frios mas ignorei e continuei a andar pensando no sonho estranho em que eu tivera.
Havia sido tão...real.Muito real.
- Srta.Masen... — como no sonho, ouvi a voz severa da Profa.McGonagall – Tem que lhe entregar algo.
Me virei para trás e vi que em suas mãos havia um envelope amarelado como o envelope do sonho.A carta de minha mãe.
- É de sua mãe – ela falou se aproximando e me estendendo o envelope – Ontem ela me pediu para que eu entregasse a você.
Assenti silenciosamente, sem fala naquela hora, enquanto pegava o envelope de suas mãos.Ela saiu, dobrando o corredor.
Me sentei em um banco, perto das janelas do corredor e abri o envelope.
Notinha do Murphy:
OOOOI! Como vaum? Sentiram minha falta? Esperem! Não precisam responder *-* eu sei q vcs sentiram! Eh tipo....dãa '-'
Enfim.....agradeço pelos reviews do capitulo anterior, naum deu pra responder todos por que a preguiça da Hoppe eh grande e a cara d pau dela tbm '-' e....espero q tenham gostado desse capitulo (na minha humilde opnião ficou péssimo) q naum teve mt climax hehehe mas ok....
Hm.....'-' .....eh só, fuii
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