Notas iniciais
Olá! Queria dedicar esse capítulo para "MF" que trouxe a fic das cinzas! Aqui está o cap. que eu prometi. Espero que gostem e relevem algumas coisa, ainda me acostumando com as personagens (sim, eu sei que criei elas, mas até eu lembrar de cada detalhe que as criei demora um pouco)! PS: ouçam com as músicas que eu citei, vai dar uma emoção diferente! Boa leitura, pessoas!

–Mith, eu não irei perguntar novamente! Onde está o meu colar de pérolas? -gritou Beatrice contra as paredes de sua casa. Sua filha de cinco anos, que entrava no quarto, ficou imóvel atrás de Mith. Beatrice relaxou os ombros e encarou-a novamente.
–Senhora, eu já disse, não sei onde está. -disse Mith com a voz suave, segurou Clarice nos braços. -A senhora já olhou nas outras caixas de jóias?
–Eu não sou estúpida! -disse Beatrice. -É claro que eu já olhei. Esse colar não ia desaparecer, coisas caras não desaparecem!
–Eu sei onde está, mamãe! -disse Clarice. Pulou dos braços de Mith e caminhou até o seu quarto. Ao redor do pescoço do Sir Leroy, seu ursinho preferido, estava o colar de pérolas tão caro de Beatrice.
–Clarice! O que você fez? -Beatrice bateu na bunda de Clarice e com a força fez a menina chorar. A mãe deixou o quarto vestindo o colar de pérolas no pescoço. E ainda gritou do quarto. -Mith, faça essa menina calar a boca!
Mith era a "ajudante" da família Greenvalley. Seu trabalho, na verdade, era praticamente escravo, mas como recebia um salário, por mais desprezível que fosse, não era considerada escrava. Ela fazia tudo na casa. Cozinhava, limpava, passava, varria, procurava, fingia. Cuidava de Clarice e provavelmente cuidaria do próximo bebê que estava a caminho. Beatrice não via a hora daquele bebê sair para voltar para a sua cintura natural.
–Clary, você sabe o quanto a sua mãe ama você? -perguntou Mith que estava sentada na cadeira com Clarice em seu colo, quase dormia. -Pode não parecer, mas sua mãe te ama mais que qualquer coisa.
Clarice dormiu logo. Mith a deitou em sua cama e deixou a casa dos Greenvalley pelo início da noite. Subiu em um ônibus e se dirigiu diretamente para a parte traseira onde as pessoas negras sentavam longe de todas as outras.

O Carnival se deu início pelas seis horas da tarde. O foco principal eram os adolescente e jovens adultos. Os adultos com filhos ou já casados, participavam de uma festa anual de jantares. Todos poderiam ser convidados, mas nem todos eram. Existiam regras imaginárias e estabelecidas para ser convidados nesses jantares. Você não pode ser solteira, pode estar namorando, mas nunca sozinha. E seu marido deve ir. Deixe suas crianças com a empregada. Seja rica e influente, no mínimo bonita e atraente. As mulheres desejavam ir nesses jantares mais do que tudo em suas vidas. Ellen Paper sempre foi chamada com o intuito de saberem quem é Ellen Paper, afinal. Mas Santana não ia, ela não gostava do ambiente daquele jantar. A mentira era tão bem representada e vestia bem em todas aquelas mulheres e seus maridos.
–Rachel! -chamou Santana de seu quarto. -Onde está as chaves do carro?
–Devem estar em cima da mesinha. -lembrou Rachel no banheiro.
Existia uma tradição nesses Carnivais. As meninas se juntavam na casa de uma das meninas e enquanto bebiam vinho barato e fumavam cigarros roubados de suas mães, falavam muito bem ou muito mal de seus acompanhantes. Os pobres meninos apenas se juntavam e enchiam a cara, na esperança de que a mão-boba funcionasse. Rachel havia ido para a casa de Santana que era um pouco afastada do centro.
A casa havia pertencido aos pais de Santana. Quando os dois morreram alguns anos depois, Santana foi para Nova York morar num apartamento minúsculo e molhado onde sua tia tinha um restaurante na frente. Ela ajudava com as mesas e seu pagamento era a liberdade de cantar quando quisesse e algumas moedas. Ela havia conseguido fazer um pouco de sucesso quando um empresário a ouviu cantar, entregou Santana a pressão musical e as rádios novelas, que eram ouvidas no país inteiro. Quando completou alguns anos a mais do que a maioridade penal, o velho advogado de seus pais a presenteou com a herança: a sua velha casa de Denver que havia ficado congelada. Santana, quando souberam que voltaria, recebeu várias opções de empregos. O que mais lhe chamou atenção foi o jornal.
–Vou te deixar em casa no caminho, pode ser? -perguntou Santana. Ela entrou no banheiro e viu Rachel sufocada num vestido quatro números menor do que o dela. -Rachel!
Santana desabotoou todos os botões e Rachel respirou, depois de ficar roxa por alguns segundos.
–Obrigada. -disse Rachel com dificuldade.
–O que você estava pensando? Rachel! Esse vestido é praticamente para crianças! Olha o tamanho! -indagou Santana.
–Achei que fosse servir!
–Rachel, você está confundido tudo! -disse Santana. Ela puxou Rachel até a sua cama e a sentou ali. Abriu seu armário e começou a puxar as roupas do cabide. -Você não quer ser magra para entrar num vestido de criança. Você quer ser a Rachel, independente de seu corpo. Você é linda, Rachel! Está apenas comprando as roupas erradas.
Santana puxou um vestido verde e logo o jogou no chão com arrepios.
–Você acha? -Rachel estava apenas de calcinha e sutiã. Brincava com pés.
–Tenho certeza. Olhe para você, mulheres matam para ter o seu corpo. -disse Santana olhando para Rachel. -E eu soube que Ted gosta muito de você.
Rachel sorriu. Santana puxou um vestido rosa do armário. Rachel se levantou e ficou parada se olhando num espelho de corpo inteiro. Puxava algumas partes do corpo e as largava num suspiro. Santana tampou seu corpo colocando o vestido.
–Vista esse! -pediu Santana. Rachel vestiu o vestido que coube perfeitamente. Ele não tinha saia, era apenas liso. Fazia com que suas pernas ficassem um pouco a mostra. -Perfeito!
–Eu adorei! -declarou Rachel rindo. Ela passava a mão pelo quadril e cintura. -Obrigada, Sant.
Santana piscou para ela. Ela estava vestindo uma calça rosa num tom claro que ia até a panturrilha, e uma blusa solta. O cabelo estava um pouco encaracolado.
O carro deu partida deixando a casa para trás. Rachel ria por um pouco que tomava do vinho. A garrafa pela metade rolava pelo carro. Rachel desceu com um pouco de dificuldade do carro e Ted a esperava na porta da casa com o carro de seu coroa. Santana acenou para Ted e partiu para a casa de Brittany. Não haviam se falado desde que se conheceram. Santana havia ficado preocupada. E se tivesse entendido os sinais errado? E se Brittany nem gostasse dela? Ela deixou o carro antes da garagem de Brittany e caminhou até a porta. Era uma casa pequena, mas para uma pessoa sozinha era bem grande. Pelo menos, Santana esperava que estivesse sozinha. Ficou rodando em círculos até que viu alguém na janela e ouviu passos rápidos até a porta. Brittany a abriu e sorriu.
–Você quer entrar? -perguntou Brittany. Santana estava alucinada. Brittany estava impecável. Ela usava um vestido meio cheio azul com os cabelos presos. Santana sentiu como se a música que saísse do rádio de seu carro aumentasse e uma luz celestial abaixasse sobre Brittany e a agraciasse ainda mais. -Você está bem?
–OI! -disse Santana alto. Ela ficou vermelha e Brittany riu. -Você está linda!
–Obrigada. -agradeceu Brittany. -E você está deslumbrante! Eu deveria ter ido de calça também? Eu geralmente uso, mas não sabia como as coisas funcionam por aqui ainda.
–Não, eu apenas gosto mais. -comentou Santana. Brittany a puxou e entraram as duas. A casa era apenas de um andar. Santana percebeu que estava nervosa e tratou de relaxar. -Mas fique assim.
Brittany buscou uma garrafa de vinho e colocou meia taça para cada. -E o que você faz por aqui?
–Eu trabalho no jornal. -respondeu Santana e tomou um gole do vinho. Mais alguns goles e Brittany saberia tudo sobre seu passado, ela riu com esse pensamento. -Trabalho montando as edições finais e as edições normais também. E você? Quero dizer, por que abrir uma lanchonete em Denver?
Santana não fazia ideia do que montar edições queria dizer, mas era o seu disfarce para que as pessoas não descobrissem. Ela achava meio idiota, mas nunca havia discutido com Frech Greenvalley sobre isso, apesar de ele ser muito menor que Santana e ninguém o levar a sério.
Brittany a olhava com olhos curiosos, como se sinais de interrogação pulassem de seus olhos. Deixou a taça na pequena mesa de centro e se aproximou de Santana. Virou seu corpo na direção dela e sorriu, mesmo que seus lábios estivessem pressionados, Santana sentia seu corpo sorrir.
–Essa é uma boa pergunta. -afirmou Brittany. -Acho que apenas tenho bom gosto.
Santana sorriu. -Você veio de onde?
–Salt Lake City. -disse Brittany. Santana a olhou surpresa. -Pois é, o estado com o maior índice de mortes por facas.
–Você já matou alguém?
–Você trabalha no jornal, as pessoas irão saber a verdade. -disse Brittany com a sobrancelha alta. As gargalhadas encheram a sala, logo estavam tão perto que seus cheiros se misturaram. -Acho melhor irmos indo.
Santana confirmou com a cabeça. Esperou Brittany na porta do carro, onde a mesma pulou para dentro. E o carro partiu ao som de um rock qualquer.

O espaço era na propriedade privada do velho Jack. Ele tinha um espaço para suas fazendas e um espaço menor para os Carnivais. Ele adorava estar junto da juventude. Mandou que seus empregados limpassem a área duas semanas antes e agora todos os brinquedos estavam instalados. Alguns eram apenas barracas com brincadeiras, outros eram brinquedos como uma roda-gigante. Uma banda tocava no palco de madeira e a parte de dança estava cheia. O estacionamento que era perto das árvores já juntava adolescentes bêbedos. Santana ria de alguns que mal conseguiam andar. Quando as duas foram até a barraca onde haviam marcado de encontrar outras pessoas, a banda tocava Blue Moon. Brittany mexia os quadris sutilmente, como um convite para dançar.
–Vocês chegaram! -disse Rachel. Ela se levantou e ofereceu o algodão doce que comia. Santana negou com a cabeça, mas Brittany arrancou um pedaço. Ela continuava a mexer os quadris e o algodão doce derretiam em sua boca. Santana a convidou para ir até a roda gigante e ela aceitou. As duas caminharam juntas. Brittany chegou a segurar sua mão, quando atravessaram o mar de gente, para que ficassem juntas. Elas subiram num dos bancos e começou a girar as levando em direção ao céu. Brittany ria animada com a altura, Santana parecia um pouco mais nervosa.
–Você está bem? -perguntou Brittany gritando. Santana tinha os olhos fechados e abriu quando ouviu Brittany, a mesma segurou sua mão e sorriu com o gesto. Levou a mão de Santana aos lábios e beijou suavemente. Pararam no ponto mais alto da roda. A música e as pessoas pareciam ter abaixado seus volumes. Brittany aproximou seu rosto de Santana e beijou acima de seus lábios, onde expunha pele. E começou a rir. Santana a olhou e levantou a sobrancelha esquerda. -Havia sentido suas intensões desde o começo.
–Foi você que quase me beijou! -disse Santana rindo.
–Eu não disse que não queria, apenas disse que senti qual era a sua. -disse Brittany, abriu um sorriso meio malandro. -Você não sentiu a minha ainda?
–Você não é um livro muito aberto. -comentou Santana, a roda ainda estava parada.
–Eu gosto de você, essa a minha. -respondeu Brittany. -Não é muito fácil achar meninas como nós por aí.
–E você veio procurar em Denver? -perguntou Santana irônica. Brittany riu.
–É como eu disse, eu tenho bom gosto. -comentou Brittany. A roda começou a descer. -Vamos dançar?
–Quando a gente descer, com certeza. -disse Santana se agarrando na barra vendo o carrinho descer. Brittany buscou suas mãos e as segurou.
As duas pularam do carrinho indo direto para a pista de dança. A banda já suava, alguns acorde de guitarra e as pessoas já batiam a mão os acompanhando. Brittany começou a dançar e Santana a acompanhava. O vestido azul se mexia com os giros. As duas puxavam os braços e faziam passes de pés e mãos. Quando deixaram a pista de dança, foram brincar em outros brinquedos mais leves. Rachel e Ted não estavam mais perto das barracas de ursinhos.
–Ei, garotas. -disse um homem atrás delas. As duas se viraram e viram um homem alto com um chapéu. -Não deveriam ficar sozinhas por aqui, não sabem o que podem fazer com vocês.
–Isso que você está fazendo? -perguntou Santana.
–Eu só quero ficar aqui com vocês, não vou fazer mal nenhum.
–Não, mas obrigada. Estamos acompanhadas. -disse Brittany e olhou para Santana.
–Garotas, por favor. Olhem bem para mim! -pediu o homem. -Eu sou melhor que qualquer homem que esteja acompanhando vocês agora.
–Sai, ou vai querer bagunçar o coreto? -Rufus estava vindo na direção delas. -Vai embora. Tanta boazuda tomando chá de cadeira e você aqui perdendo tempo com as minha garotas?
O homem saiu dali. Rufus riu do homem e Brittany respirou o ar que prendia.
–Suas meninas? -perguntou Santana.
–Era isso ou ele não sairia daqui.
–Chegasse agora? -perguntou Santana. Ele confirmou com a cabeça. -Eu perdi a Rachel de vista.
–Eu vi lá atrás. -Ela apontou para a pista de dança. -Eu vi algumas meninas boazudas lá, encontro vocês depois. Ah, claro! É um prazer conhecer você, Brittany. Eu sou Rufus, o maior vagabundo de Denver, quem sabe do país.
Brittany riu, deixou que sua mão fosse nos lábios dele. -É um prazer, Rufus.
Ele ajeitou a jaqueta de couro do The Birds e saiu andando com gingado.
–É a nossa vez! -disse Santana segurando um martelo na mão.

Rachel havia ouvido o rumor de que o prefeito iria até o Carnival daquele ano para esclarecer algumas dúvidas sobre o motivo de ter aberto novamente depois de quatro anos. Rachel havia se encontrado com ele em sua casa e ele afirmou que tinha o estado do Colorado inteiro atrás de Adam, homem de lata e por isso decidiu abrir o Carnival. Rachel estava bêbada, mas não estava ao ponto que parecia.
–Senhoras e senhores, apenas uma mensagem do assistente do prefeito. -disse o cantor da banda. Ele suava no terno branco.
–Ótimo, melhor do que nada. -disse Rachel para si mesma. Um homem baixinho e careca subiu ao palco. Ele estava usando um terno marrom e óculos quadrados.
–Olá, jovens! Espero, em nome do prefeito, que estejam se divertindo. Recebemos muitas pessoas na prefeitura e por telefonas perguntando o motivo de terem reaberto os Carnivais, e gostaríamos de esclarecer. Fizemos isso por vocês, jovens! São o nosso futuro e que Deus nos ajude! Espero que gostem e se divertiam! Assinado: Prefeito.
–Apelação. -resmungou Rachel. Ela deixou a pista dando cutucões nas pessoas que passavam por ela. Ela estava tão distraída que havia esquecido Ted na pista e voltou para as barracas de ursinhos. Viu Brittany segurando um ursinho e Santana ao seu lado. Caminhou até elas se sentou num bloco de feno. -Eu quero comer alguma coisa.
–Vamos comer, então. -disse Brittany. -Precisa de ajuda, Rachel?
–Não, mas vamos lá. -disse Rachel.
Santana olhou na direção da pista e a banda tocava Diana. -Vocês podem ir sem mim? Eu acabei de lembrar de uma coisa. Eu já volto!
Brittany olhou ela partir e apenas virou sua direção para Rachel quando Santana havia sido engolida pela multidão. -Sabe, ela gosta de você. Ficou falando de você o tempo inteiro no trabalho, nunca a vi assim.
–Vocês trabalham juntas? -perguntou Brittany depois de tentar tirar um sorriso idiota do rosto.
–Sim, nós trabalhamos na sala de colunas. -disse Rachel. Havia saído tão naturalmente.
–Achei que... Esquece. Vamos, você quer comer o que? Acho que tudo custa vinte e cinco cents.
–Eu quero um cachorro. -disse Rachel. Quando segurou o cachorro quente nas mãos começou a latir para ele. Brittany começou a rir. Sentiu duas mãos na frente dos olhos.
–Quem é? -perguntou a voz perto da orelha para ouvisse.
–Santana Lopez. -disse Brittany rindo. As duas dividiram o cachorro quente e um pedaço de feno para se sentarem.
–Eu tenho uma surpresa para você. -avisou Santana. -Espero que goste.
O cantor havia parado por um minuto depois de terminar uma música. -Alguém nos fez um pedido especial, então espero que gostem. Tragam seus pares para a pista e quebrem os quadris!
Uma música chamada Pretty Blue Eyes do Steve Lawrence começou a ser cantada. Brittany sorriu e aceitou a mão de Santana. A música era suave e Brittany se alinhou em Santana. Todos estavam tão bêbados que quando olhavam para as duas viam a calça e a saia e nem se preocupavam, assim é contada a história. Mas ela ouviram comentários.
–Vamos sair daqui? -perguntou Brittany.
–E a Rachel?
–Deixamos ela na casa dela. -disse Rachel. As duas olharam para ela. -Por favor, me deixem em casa.
As três seguiram o caminho no Ford azul bebê e Rachel foi deixada em casa. Brittany ligou o rádio do carro e balançou o corpo suavemente.
–Você pode parar aqui? -perguntou Brittany, elas estavam num cruzamento. Nenhum carro passava. Santana desligou o carro e olhou para a Brittany. -Podemos fingir um pouco? Fingir que nada de ruim aconteceu na festa e que o mundo é diferente e que nos conhecemos a três anos.
–Eu não preciso fingir nada sobre você. -comentou Santana.
–Eu também, não. -concordou Brittany. -Mas se pensássemos, nada ficaria estranho entre nós.
–O que está estranho?
–É mais o que está para ficar estranho. -O som de To be Loved começou a tocar no rádio. Brittany saiu do carro e ficou encostada nele. Santana olhou para ela e saiu do carro. Foi até Brittany e a viu olhando para rua, subiu o olhar pelo corpo de Santana.
–Brittany? -chamou Santana. Brittany a segurou pela cintura e beijou seus lábios.

Queridas amigas de Denver,
Desejo toda a felicidade para vocês! Amem como sempre amam. Sejam felizes como nunca experimentaram. Existem sempre meios de ficarem feliz. O namoro não está dando certo? Tem um jeito.
O marido não a vê como antes? Tem um jeito.
Os quilinhos a mais? Tem jeito!
Sempre tem um jeito de fazer as coisas certas e vocês sabem disso! Se dá um jeito para tudo, porque essas situações não podem ser resolvidas?
Queridas, a forma como estamos tratando esses assuntos que está errada. Está em todas as letras de músicas sobre viver a vida e viver paixões avassaladoras. Por que, então, não viver nossas vidas com mais vontade e viver aquela única paixão com todas as emoções que ela proporciona? Faça a qualquer hora o amor de suas vidas. A mensagem é clara, transforme suas frustrações em melhorias consideráveis. E vejam que para tudo, e tudo mesmo, se dá um jeito.
Beijo de jasmim, aqui falou Ellen Paper.

Notas finais
Espero que tenham gostado! A fic vai trazer bastante assuntos "polêmicos", mas acho que vão estar interligados com a história de Brittana que é a principal. Desculpem qualquer coisa e até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.