Notas iniciais

É minha primeira fanfic, portanto não me joguem pedras. Por favor!

Narradora: Caroline

OBS: Cada capítulo pode ter um narrador (provavelmente só a Caroline e a Fernanda, mas se surgirem outras ideias avisarei antes).

OBS²: Os próximos capítulos serão maiores, prometo.

Sou a garota mais rica da cidade. Filha de pais imprestáveis, sempre morei com meus irmãos mais velhos. Não preciso dizer que, como não temos, na prática, um maior responsável, fazemos tudo o que queremos na hora que bem entendemos. Porém isso não faz com que tenhamos uma reputação ou algo assim. Arrisco-me a dizer que todos na cidade nos amam, ou têm medo de nós. Não sei bem ao certo. Fato é que dominamos tudo por aqui.

Vivemos em uma cidade praticamente fora do mapa. Mentira. Rondonópolis, Mato Grosso. Sim, essa cidade existe. Pode pesquisar no Google. Primeira cidade privatizada do mundo.1 Aqui não existe toda aquela parafernália de prefeito, governador, senador. A única coisa existente aqui do resto do mundo normal são os policiais. Quem manda na cidade sou eu e meus irmãos. Apesar disso temos as melhores escolas, as melhores empresas, os melhores mercados, as melhores lojas. Somos o sonho de consumo do resto do mundo. E o mais interessante: não existem pobres. A renda é bem distribuída, todos têm condições de vida dignas e não trabalham como condenados por um salário miserável.² Posso afirmar que Roo é o único lugar no mundo onde os paparazzis existem, mas não tornam a vida dos famosos intolerável. Eles circulam por aqui livremente, sem medo de serem cercados por fãs ensandecidas que internamente parecem ter vontade de matá-los. Não há outra explicação para toda a confusão que elas armam em outros lugares.³

A bebida aqui é liberada a partir dos 12 anos de idade. Todos que tiverem a idade mínima de 15 anos podem dirigir. A população é composta somente por pessoas de que estão entre a faixa etária de recém nascidos até os trinta anos de idade. Depois disso as pessoas ficam caretas. Já dá para se imaginar como é a vida num lugar como esse. Party everyday! And crazy a lot!4

Notas finais

¹ - Não existem cidades “privatizadas” no mundo. Esta trata-se de uma história de ficção, não se esqueçam.

² - A existência de uma população sem pobres, com renda bem distribuída é um pensamento utópico, e que não sairá desse cenário. Mas aqui podemos criar o mundo do jeito que quisermos.

³ - A extinção das fãs ensandecidas é algo que não vai ocorrer, fato.

4 – Relembrando uma última vez que, apesar de o nome da cidade ser realmente verdadeiro, de ela existir e se localizar no estado referido, a existência de tais liberdades é falsa e só existe na minha imaginação.

É curtinho, mas espero que tenham gostado do primeiro capítulo.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.