Notas iniciais
momentos hot's... presentes nesses e no proximo cap...mas são fraquinhos...mais pra frente e que 'piora'...
hehehe ta parei de dar spoilers...
espero que gostem...

-eu disse que iria te fazer uma surpresa!-era o garoto Bourganian. Ela correu e o abraçou.

-se essa e uma surpresa quando vira a outra, pois você disse que eu teria duas.

-mais tarde você ira descobrir... -disse ele logo em seguida a beijando, amorosamente. Cerrei meus punhos fortemente e virei o rosto pra não ver.

-ei eu também to aqui!-disse a garota, fazendo os dois se largarem e aurora ir abraçar-la.

Eles ficaram um bom tempo conversando, ate a ora do desjejum, que seria quando eles seriam indicados a casa que eles ficariam. Fomos todos em direção ao desjejum, o garoto ficou o tempo inteiro de mão dada com ela. entramos na frente e quando chegamos ate ao chapéu eles se separaram, ela foi pra mesa e se sentou ao lado de Draco.

Pov. aurora

Snape era um mestiço, apartir de agora ele não seria nada pra mim!

Jean e Mary foram ate o chapéu seletor, e pra mim sorte, eles fora pra Sonserina!

Eles se sentaram ao meu lado eu comecei a apresentar-los pra os outros.

-espera um segundo... -disse Jean se levantando e ficando de pé atrás de mim, eu me virei pra trás e me levantei ficando de frente a ele, percebi as conversas cessarem e todos se voltarem pra nos.

-aurora... Você sabe que eu sempre irei ficar ao seu lado não importa pra que ou o que... e eu pensei muito sobre essa decisão...-disse ele se ajoelhando diante a mim e tirando uma caixinha de veludo verde.eu dei um passo pra trás olhando-o assustada.-Aurora Avenir McGonagall Semaysk...-quando ele disse o McGonagall todos se assustaram de surpresa.-quer se casar comigo?-logo assovios se estalaram por todo o salão. eu olhei em direção a mesa dos professores, minerva sorria abertamente, alvo estava curioso esperando minha resposta.e severo estava furioso e curioso em saber minha resposta.

-Jean-Claude Bourganian, eu me aceito casar com você!-dizendo isso ele se levantou e me beijei, eu lembrei instantaneamente do beijo de severo, que não lembrava em nada.

-ELA NÃO IRA SE CASAR COM VOCE!-uma voz brava e alta ecoou pelo salão fazendo todos pararem as comemorações e olhar em direção de onde havia vindo. era Snape, ele estava furioso.mas ao se dar conta que todos esperavam alguma explicação pelo seu feito ele prossegui.-onde já se viu duas crianças se casarem?!-dizendo isso ele se retirou, eu ainda estava atônita, mas voltei a abraçar Jean. Tia minerva veio ma parabenizar assim como os outros.

Apos esse pedido e as descobertas sobre severo, minha cabeça estava cheia. não estava nem um pouco afim de ter aula principalmente com aquele maldito mestiço.fiz a primeira aula com tia minerva, e não apareci nas outras.eu fui pro meu quarto e não fiquei por mais do que 5 minutos, eu me descontrolei não sei como mas quando vi estava de frente a porta, mas será que estaria trancada ou com algum feitiço? Pra minha sorte estava apenas com tranca então foi fácil entrar. eu andei por toda os lugares, e cai sobre o sofá.

Eu não acreditava dos meus olhos começaram a sair cachoeiras, e é tudo culpa dele, eu não chorei pela morte dor meus pais, mas por causa de um mestiço imundo, parecia um oceano de tanta água que saia, eu chorava cada vez mais.

Vigiei o relógio não poderia ser pega aqui, quando deu um pouco antes do termino das aulas eu me levantei e fui atrás de tia minerva na grifinoria.

-tia...

-sim meu anjo...

-eu queria saber se teria algum quarto onde eu poderia ficar sozinha durante alguns meses...

-bom isso terá que ver com alvo, mas porque disso, não seria melhor você ficar ao lado de seus amigos?

-sinceramente tia, eu acredito, que pelo menos por enquanto, não...

-venha vamos falar com Dumbledore...

Fomos em direção a sala do alvo, assim que chegamos lá Snape estava com ele.

-estávamos falando de você agora a pouco, Aurora... -disse alvo esboçando um sorriso. sorri sem muito animo e timidamente encarando o chão.

-alvo, ela veio ate mim, me pedir um quarto só pra ela, apenas por algum tempo, pois ela acredita não estar muito bem junto às meninas.

-hum, verei o que posso fazer minerva Snape se me permitem queria ficar a sós com ela... -dizendo isso os dois acenaram e saíram.-você havia me perguntado dos contos trouxas...-disse ele indo ate uma das prateleiras.e começando a pegar alguns.-como você esta se sentindo em relação ao casamento?

-normal... Eu acho... -disse fazendo uma careta sem entender muito bem a minha própria resposta, ele virou a cabeça em minha direção e olhou -me com um leve sorriso através dos óculos.mas logo ele suspirou profundamente e seu sorriso se desmanchou.

-minerva esta preocupada com você...

-e eu sei, mas não a motivo...

-e Snape ainda mais... -disse ele colocando alguns livros sobre a mesa e se virando pra mim.

-diretor, com todo respeito, preferia que o senhor não citasse o nome desse mestiço perto de mim, e se possível principalmente se houver algo que me envolva como as preocupações dele...

-porque você tem tanto ódio dos mestiços assim?

-me diga uma coisa diretor... O que você acharia do cruzamento de um cachorro com um macaco?Seria contra as 'regras', no caso presente deve ser: bruxos com bruxas, e trouxas com trouxas!

-você tem uma boa pesperctiva... Mas um tanto... Desculpe a palavra grosseira, mas... Ignorante, devido a uma questão simples... mas me diga, por um macaco com cachorro?

-macaco tem um excelente raciocínio, já os cachorros são... Tapados, podemos assim dizer e ate mesmo ignorantes, eles correm atrás do próprio rabo, coisa que e completamente uma idiotice, mas aqui se aplicaria os macacos sendo os bruxos e os trouxas sem os cachorros. -ele segurava um leve sorriso.

-devo disser que suas comparações são meio estranhas... Mas um pouco injusta... Seve... Bom ouviu que você e sua família deram liberdade a um elfo... Que por sinal você se mostra um pouco apegada ao mesmo, você parece ser bem graciosa quanto a isso, mas quando se fala de mestiços, você muda completamente, se tornando outra pessoa... mas mudando de assunto... O que te fez aceitar o pedido de imediato?

-eu... E... Eu não sei ao certo... -essa pergunta me pegou desprecavida, eu não sabia ao certo o que dizer, na verdade sabia, o meu ódio pelo sangue-ruim havia feito eu aceitar.

-às vezes me pego perguntando, depende a reação de suas respostas e afins, o que se passa nessa cabecinha loira com mechas verdes... -disse ele vindo e passando a mão no alto dos meus cabelos.ouvi- se uma leve batida a porta.-entre...

-alvo, Potter esta a sua espera...

-ah, pois bem, peça que entra... -Snape saiu e logo Potter entrou.

-Harry...

-alvo... Srt. Semaysk...

-aurora... -disse com um leve sorriso, e ele acenou com a cabeça dando um sorriso.

-Harry, você que passou boa época acompanhado de trouxas, me indique uns contos de romance...

-er... Ta deixe me lembrar... Hum... Romeu e Julieta, a pequena sereia, bela adormecida, branca de neve, cinderela, a princesa e o sapo... Bom o primeiro e uma bela historia, trágica mais muito bonita, já as outras são contos de fadas infantis, mas que são interessantes...

-muito obrigada meu jovem... -disse alvo indo ate uma escada e subindo- a ate alcançar um livro, logo ele desceu e foi ate os outros livro que estavam sobre a mesa e pegou-os e trouxe ate mim.-leia... Não tenha pressa, como você vai ter mais algum tempo sozinha, será bom pra você...

-mas, porque romance? Não teria um suspense ou terror?-ele riu e me entregou.

- leia por mim, por favor, Aurora... bom, esperem aqui, já volto...-disse indo em direção a porta.

-meus parabéns pelo noivado, sema... Aurora. -disse ele se corrigindo e sorrindo.

-obrigada... -disse sem muito animo.

-desculpe, mas você não parece muito animada com o noivado...

-eu estou, mas... Eu não sei... Acho que e o cansaço...

-hum...

-aurora, venha seu quarto já será mostrado... -disse alvo indicando a porta a mim, eu acenti e fui em direção a porta, Snape me esperava do lado de fora.-acompanhe- o ele ira mostrar o quarto...-disse ele ao perceber eu esitar. Eu suspirei e acenti. Alvo entrou novamente pro escritório e Snape e eu comecei a caminhar em rumo à masmorra.

-seu quarto e em um dos lugares da masmorra... -eu nem respondi, continuei a segurar os livros tentando ignorar sua presença.estávamos em um corredor escuro e úmido da masmorra fora do alcance dos demais alunos.-pensei que não gostasse de qualquer coisa que viesse de trouxas e, ou mestiços...

-só irei ler a pedido do Dumbledore... -disse rispidamente. eu tropecei em uma pedra caindo ao chão espalhando os livros a minha volta, no tombo eu ralei meu joelho, mas não me importei.

-venho eu te ajudo... -disse ele ajoelhando e me ajudando e pegar os livros.

-eu não preciso da ajuda de um mestiço imundo como você!-esbravejei tomando o livro de suas mãos.

-veja como fala comigo, sua garota mimada e ignorante, sou seu professor e exijo respeito!-disse ele se levantando e me deixando ao chão. eu terminei de empilhar os livros e me levantei, meus joelhos estavam doloridos, eu fraquejei um pouco antes de levantar. Ele veio me ajudar.

-eu já disse que não preciso de ajuda, professor!-esbravejei novamente no final enfatizei o professor com extrema arrogância e desprezo. terminei de me levantar e continuamos a andar ate uma porta que parecia um calabouço antigo.ele abriu a porta pra mim, mas ignorei e adentrei o quarto sem muitas delongas.

-espere aqui insolente... -disse ele com desprezo e saindo de volta ao caminho que havíamos feito, o lugar era simples sem muita coisa, mas decidi por deixar do jeito que tava , coloquei os livros sobre a cama e me sentei na mesma, logo Snape entrou segurando alguns frasco, ele se ajoelhou diante a mim.-com todo respeito Srt. Semaysk mas retire sua meia calça, pra eu poder cuidar do ferimento.

-não- disse já me levantando. Com leve movimento de varinha uma força me força a sentar e ele colocou a varinha onde estava o machucado, ainda sobre minha meia-calça, fazendo ela se rasgar como toque revelando vários arranhões. -hey!-protestei tentando me mover, mas o feitiço ainda estava sobre mim.

-você não me da escolha... Já que não foi por bem vai ser por mal!-ele colocou suas mãos delicadamente sobre um de meus joelhos esfolados, pra avaliar, suas mãos estavam gélidas, e me fizeram arrepiar com o toque, ele levantou o olhar vendo como eu havia reagido, lancei um olhar mortal a ele que ignorou, ele pegou um dos frascos e abriu logo umedecendo- o em um algodão E colocando sobre meu machucado.

-ahhhh-gemi de dor, pois aquilo ardia muito. Eu percebi que era isso que ele queria que eu sentisse dor. -para ta doendo!-gritei com ele, ele ignorou e continuou a cuidar dos ferimentos.

-pronto!-disse ele bravo movendo a varinha e me libertando do feitiço.

-eu te odeio!-disse brava a ele.

-então vá pro clube da grifinoria, pois lá eles irão te receber de braços abertos, ou com vários xingamentos!

-seu sangue-ruim!-esbravejei novamente.

Em um rápido movimento ele me pegou pelo o pescoço e me prensou com estrema força e raiva contra a parede.

-você queria morrer no lago, eu te salvei agora se continua a procurar a morte, eu farei você encontrar- lá imediatamente... -disse ele segurando meu pescoço com tanta força e me levantando levemente no ar, ainda com as costa na parede,ele prendia minha garganta muito forte eu estava começando a ficar sem ar e engasgar.podia parecer estranho mas eu estava gostando disso, será que eu era uma adepta a sadomasoquismo?

-então faça... -Gruni quase que em um sussurro já ficando sem ar.

Ele apertou com mais força ainda contra a parede, eu engasguei sentindo minha garganta sendo pressionada, seus olhos me olhava com extrema raiva e ódio ele concerteza iria me matar, mas logo tudo começou a mudar, seus olhos recaíram sobre suas mãos em meu pescoço, que aos pouco foi se afrouxando ate ele começar com um leve caricia com o dedo indicador e o polegar, ele levantou novamente seus olhos para os meus, e sem nenhum aviso ele tomou meus lábios em um desespero evidente. eu pisquei fortemente com os olhos ainda abertos atônita, mas minhas pálpebras me traíram se fechando, fazendo o beijo se tornar ainda mais desejavelmente prolongado.sua mãos de meu pescoço fui pra minha nuca, aprofundando ainda mais o beijo, com a outra mão ele agarrou minha cintura violentamente, me prensando ainda mais contra a parede.ele desceu suas mãos ate minha coxa e apertou- a fortemente, e levantou- a em direção ao seu quadril, logo em seguida me pegando em seu colo, senti seu membro roçar em minha entrada, ele me desencostou da parede e me deitou na cama ficando sobre mim.ele foi pro meu pescoço,senti ele aranhar meu pescoço com os dentes em uma quase mordida, me fazendo gemer, reverei os olhos, quando senti sua mão ir em direção a minha entrada.sem nem um aviso ele começou a usar legilimencia.

-pare... -gritei tentando fazer com que ele não o fizesse.

“- olha se não e a Semaysk...

-oi... -disse timidamente agarrando o cesto de flores contra meu corpo.

-você e a favor dos mestiços... E nos não gostamos disso...

Logo minhas lembranças ficaram ainda mais nítidas, os garotos começaram a me bater, eram socos e chutes seguidos, eles estavam em cinco, e eu estava pegando flores na floresta, eu tinha oito anos.

-bom, se isso não resolver sua 'doença', por aceitar os mestiços, nos voltaremos... “

“-eu gosto de você e muito aurora... — era caiu o filho da minha baba, ele tinha 13 e eu dez, estávamos à beira do lago, apos ele dizer que gostava de mim ele me beijou. Apos o beijo minha lembrança da ameaça voltou. Afastei-me dele.

-você e um sangue- ruim não merecem ter minha companhia e muito menos uma proximidade comigo, uma sangue- puro!

O menino me olhou espantado e tentou se aproximar de mim.

-Fique longe de mim sangue ruim! – eu berrei. O menino saiu correndo eu pude ver as lágrimas em seus olhos. Assim que ele estava muito longe, me sentei no chão e comecei a chorar. Depois disso o menino jamais chegou perto de mim ou falou comigo mais do que o necessário. “

-para!-gritei novamente, fazendo-o parar. Eu me levantei e dei um tapa na cara dele e corri em direção ao salão principal já era hora do jantar.

-Semaysk, me desculpa não... Aurora espera, por favor... -ele corria atrás de mim, todos do salão pararam pra observa o mestre de poção se desculpar e chamar a aluna pelo primeiro nome.

Todos no salão nos olhavam espantados. Dumbledore mantinha um suave sorriso nos lábios.

- Aurora Avenir Semaysk – ele refez sua cara de mau e disse me pegando pelo braço e me puxando para fora do salão – Detenção. Dois meses e sem direito de assistir os jogos de quadribol ou qualquer outra atividade fora do castelo. Agora venha comigo...

Voltamos rapidamente para as masmorras, mas exatamente meu novo quarto, me sentei em minha cama. O mestiço conjurou uma bandeja com um prato de ouro gigante e foi dizendo o nome de alguns pratos que foram enchendo o prato. Ele conjurou uma jarra com suco de abóbora pela metade e para minha surpresa ele preencheu a outra metade com uísque de fogo.

Ele se sentou na minha frente e se serviu na própria garrafa com o uísque sem tirar os olhos de mim. Ignorei o prato de comida e me servi do suco batizado. já fazia um bom tempo que eu não bebia. Senti um pouco de álcool descer arranhando minha garganta era a melhor sensação que já tive... Era como se eu sentisse um forte orgasmo me atingisse. como era boa essa sensação de novo após tanto tempo.

Ignorando ele eu encostei meus ombros no colchão e deixei minha cabeça pender para trás e abri minhas pernas soltando um gemido baixo misturado a um suspiro. Ouvi o mestiço ofegar e imediatamente se colocar no meio das minhas pernas e dizer roucamente:

- Olhe para mim Semaysk... – acho que ele tentava falar comigo de forma fria, mas falhava miseravelmente — Por favor, Aurora... – era a segunda vez que ele me chamava pelo meu nome de maneira suave e gentil e mesmo sem querer acabei sorrindo.

Eu abri meus olhos e me deparei com uma coisa espantosa. Snape a poucos centímetros do meu rosto com os olhos negros brilhando de um desejo irrefreável só de olhar em seus olhos minha calcinha encharcou e me fez gemer. Meu corpo não me obedecia e reagia a cada movimento e a cada vez que ele apertava minha coxa, mais e mais próximo da minha entrada. Quando ele a tocou nós dois gememos juntos. maldito e irresistível mestiço.

-severo... -gemi seu nome baixo, no mesmo momento ele apertou minha entrada, e eu arqueei meu corpo em sua direção.ele levou sua mão a minha blusa e começo a levantar- lá, retiramos o suéter logo ele começou abrir o botões da blusa deixando já minha lingerie, começando a ficar a mostra.

-Ai. Meu. Merlin!-disse alguém logo apos um enorme estrondo. olhei atordoada em direção a voz era Draco e Alex, me olhando incrédula.

Snape me empurrou me fazendo cair de costas no chão e mostrando minha langeri agora com a saia levantada e a blusa entre aberta. Ele olhou e ofegou alto, mas logo voltou sua atenção pros dois, Draco sorriu safadamente. E Alex estava com a boca entre aberta ainda surpresa.

-vocês três nenhuma palavra sobre o que aconteceu aqui!-disse ele que estava vermelho de raiva e vergonha ao mesmo tempo, enquanto Alex me ajudava a me levantar.

-em troca de que eu iria querer falar que eu estava com um mesti... -ele não me deu tempo de terminar a frase e me pegou pelo pescoço como havia feito mais cedo, sua raiva era evidente.

-professor... -começou Alex, mas ele não a ouviu- a,ele apenas pressionou ainda mais sua mão em meu pescoço, meus olhos começaram a lagrimejar, e eu comecei a sentir o sangue em meu rosto.

-professor Snape, pare o senhor vai matar- 1á!-falou Draco um pouco mais alto.

Ele apenas apertou suas mão ainda mais fortes em meu pescoço, o ar começava a se esvair cada vez mais, eu tentava pegar minha varinha, mas eu não a encontrava, Draco e Alex olhavam atônitos, ele não sabia o que fazer. Eu comecei a me debater, batendo em seu braço que me segurava com o pouco que restava de minhas forças.

Seus olhos de fúria foram se apagando, e logo em um impulso ele me puxou pra si tomando meus lábios em um beijo caloroso, mas não tive tempo de corresponder, pois ele se afastou bruscamente, me jogando ao chão e saindo com sua capa esvoaçando porta a fora.

-aura você esta bem?-disse Alex com os olhos marejados sentando se ao meu lado do chão, logo em seguida Draco me ajudou a levantar e me sentou na cama.

-ele só pode ter algum problema serio, vou falar com Dumbledore!-disse ele já indo pra porta, mas segurei seu braço.

-não, por favor! Não conte, e não fale assim dele!-disse seria, eles me olharam incrédula.

-aura ele quase te matou sufocada, agora!-disse Alex chocada.

-mas não matou, então não falem mais nada! Isso nunca aconteceu.

-eu não sei se fico feliz ou triste por ele corresponder, a você, embora seja do jeito dele!

-do jeito dele, ele quase a matou!-disse Alex se virando pra Draco.

Pov. Snape

O que eu estava fazendo?!Eu quase a matei duas vezes, embora a primeira fosse pra assustar- lá, mas eu cometi tanta coisa errada, abusei dela usei legilimencia nela, dei bebida a ela. Merlin, o que eu estava fazendo, porque ela me tira de mim mesmo. quando ela se reencostou na cama e abriu as pernas, Merlin eu não pensei em mais nada eu apenas queria me aproximar dela e ter-la pra mim.

Adentrei o escritório de Dumbledore, eu estava me segurando pra não chorar, e eu sei estranho, severo Snape chorando, e ainda por cima por causa de uma aluna, mas fazer o que eu sou humano. Tem como meu dia piorar, Potter estava lá.

-POTTER SAI AGORA!-gritei com ele e me sentei em uma das poltronas, alvo apenas me olhava incrédulo esperando que eu dizer algo que justificasse minha atitude. mas a única coisa que eu fiz, foi deixar que as lagrimas escorressem de meus olhos.

-severo o que ouve meu filho?-perguntou ele trazendo uma poltrona pra mais próxima de mim, e pegando um lenço.

-eu... Eu... Eu... Eu quase deixei minha raiva tomar conta de mim e quase a matei...

-como assim, calma, severo fale mais devagar me explique o que ouve.

-eu usei legilimencia nela... E descobri o porquê de seu ódio, ela foi espancada quando era criança, por gostar de um mestiço... E ela ficou furiosa, e com motivo, ela não me deixou explicar se e que isso tem como explicar...

-foi quando você correu atrás dela chamando- a pelo 1° nome e se desculpando... -disse ele com um leve sorriso, o mesmo que ele usou quando viu a cena mais cedo.

Pov. Alvo

-eu levei- a de volta pro quarto, e constatei o que havia lhe dito, ela não esta se alimentando, eu quebrei um regra, alvo, eu misturei suco de abobora com uísque, e ela bebeu, não sei se fiz bem ou mal. — ele estava completamente apaixonado por ela, ele jamais quebraria regras. antes de prosseguir ele sorriu de uma forma, que já demonstrou que houve algo, caloroso, por assim dizer.-assim que ela tomou, ela... Ela... Ela, ente abriu as pernas e soltou um gemido, e quando eu vi estava sobre ela, sentindo sua respiração se esquentando, não me contive e comecei a deslizei minhas mãos sobre suas coxas, às vezes eu apertava- a. quando vi minha mão já estava... Lá... Merlin, ela... Ela gemeu meu nome, ela me queria... -'severo meu filho que quê se anda fazendo?'-mas graças a Draco e Nahyel, ele chegou na hora certa, mas eventualmente, eu a joguei no chão, e eu pedi pra que nenhum deles contasse o que houve, mas como sempre aurora sempre disposta a me enfrentar... — aurora, pelo menos já esta reconhecendo seus sentimentos, não pude deixar de sorrir ele gostava quando ela o confrontava, ele sorriu brevemente e logo em seguida voltou sua cara costumeira.-ela ia me chamar de mestiço mas minha raiva pelo desprezo dela tomou conta eu agarrei seu pescoço e eu quase a enforquei... Eu a vi quase morta... E a pior visão que eu possa ter...

-severo... voce deve- se controlar...

Não continuei alguém bateu a porta, fui ver o quem era, era Draco ao lado de aurora.

-aurora, preciso mesmo falar com você. -dizendo isso Draco se retirou, eu não conseguia distinguir sua face, ela não estava demonstrando algo concreto. Mandei que ela entrasse severo se, pois de pé prontamente. e enxugou as lagrimas, aurora ignorou- o.

-bom... Severo acabou de me contar o que ouve... E como todo ato tem suas conseqüências... -eu infelizmente teria de punir- lo.

-e sobre isso que eu vim falar... Prof. Dumbledore, queria pedir que o senhor, não punisse o prof. Snape por nenhum ato que ele fez. -arquei as sobrancelhas, por essa eu não esperava.

-não, aurora, eu tenho que ser punido pelo o que eu fiz a você... -ele nem parecia ter se dado conta de ter- lá chamado pelo primeiro nome. E o jeito como ele dizia seu nome, sempre soava de uma forma amorosa.

-Professor sou sua aluna e quero ser tratada com respeito, pelo meu sobrenome. -disse ela toda imponente.os olhos de severo, ia começar a lagrimejar, mas logo ele deixou sua mascara costumeira assumir.

-e claro Srt. Semaysk. Mas voltando ao assunto, eu devo e mereço ser punido, pelas seguintes acontecimentos: usar legilimencia em uma aluna, dar bebida alcoólica a mesma, tentativa de homicídio e abuso sexual. -disse ele determinado, mas quando chegou na ultima acusação, sua voz saiu falha.

-não prof. Snape-disse ela se virando pra ele e logo em seguida pra mim novamente. — alvo, ele não fez nada disso, e apenas uma 'alucinação', ou algum devaneio, devido , o prof. Snape ter bebido.

-garota, quem esta alucinando e tendo devaneios aqui e você!-embora não tivesse graça eu estava me divertindo em ver esses dois, eles são almas gêmeas, e ficam com esse orgulho todo, atrapalhando a felicidade deles. -alvo, me puna, pelos meus atos...

-alvo, ele não pode ser punido...

-e claro que eu não posso, eu devo!

-ora seu... -ela apenas não continuou por um pigarreio de Flitwick, atrás dele estava Trelawney e Pomfrey.

-minha palavra final será... De nenhuma punição a severo!-disse por fim.

-mas alvo...

-sem mais, severo, essa e minha palavra final!-aurora tinha um sorriso triunfante, e severo com sua cara carrancuda ainda mais que o normal. Os dois deram de costas e foram saindo, os professor que esperavam na porta adentraram ainda sem entender o que houve.

Pov. aurora

Ao sair do escritório de Dumbledore, encontro Jean no caminho de volta as masmorras, que fui acompanhada por uma péssima companhia, o corvo, ou melhor, severo.

-oi amor, Draco e Nahyel disseram que você foi ate o escritório de Dumbledore, o que houve?-disse ele vindo e me abraçando e me dando um selinho.

-as masmorras não são lugares pra safadezas... -disse severo esbravejando.

-pelo que saiba não estamos fazendo nada de errado... -já estava pronta pra confrontar- lo, mas Jean saiu me puxando.

-e muito menos, pra ficarem andando pelo castelo, já se deu o toque de recolher, por tanto. Sr. Bourganian vá pro seu dormitório e Srt. Semaysk vá pro seu quarto!-disse ele vindo e me pegando pelo braço e me afastando do Jean.

-hey...

-ma cherrie, te vejo amanha... -disse ele vindo e dando um beijo de boa noite, enquanto severo segurava meu punho, quando Jean me deu o beijo ele apertou ainda mais forte meu pulço.ele se aproximou do meu ouvido e disse.-não reaja ele esta te provocando pra te expulsar...-disse ele sussurrando em meu ouvido e logo se afastando com um sorriso bobo no rosto.logo severo me arrastou ate a porta de meu quarto.

-ali tem um banheiro... -disse ele apontando pra porta de frente ao meu quarto.assim que ele terminou de dizer isso eu fechei a porta do quarto em sua cara e me joguei na cama.

Maldito mestiço, por que você faz isso comigo!Droga como eu não reagi quando tive a oportunidade, pra não deixar ele me tocar, de uma forma tão intima tão depravada, tão calorosa, tão... tão sensual... Oh meu Merlin o que eu estava pensando? Eu não posso permiti esses pensamentos e muito menos desejos por esse mestiço, arruinador de emoções, sim emoções, pois sempre quando eu queria odiar- lo ele com apenas um olhar me fazia esquecer-se do ódio que eu sentia por ele ser mestiço!

Notas finais
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