Beloved Teacher
6 Capítulo 6
Notas iniciais
ah essa e a roupa que eu esqueci de colocar no cap anterior...
http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_139/set?id=37551765
Caminhamos em silencio ate os portões da escola, de lá apartamos, rumo minha casa.
ao chegarmos aos arredores da casa dasapartamos.
-pensei que fosse uma casa... e não... isso — disse snape surpeso, ri timidamente.
-mas não deixa de ser...-disse ja voltando com minha voz de desanimo.-vem...-disse chamando-o a voltar a caminhar em direção a porta da mansão. Andamos um pouco mais, ate parar de frente a enorme porta de madeira com detalhes em ouro maciço.peguei minha varinha e passei na junção da porta.
Pov Snape
Assim que ela passou a varinha entre a junção da porta na vertical, algo como pequenos farelos começaram a cair onde ela passava a varinha. Assim que guardou novamente a varinha ela suspirou pesadamente.
-voce esta bem?-perguntei colocando minha mão em seu ombro.ela apenas acenou em concordância.
-ah antes que me esqueça, não repare se houver um pouco de decoração estilo trouxa, e que minha mãe os admira...-ela deu uma pausa e suspirou profundamente de novo- admirava, o estilo trouxa, talvez seja esse o motivo pelo qual eles foram...-ela deixou a frase morrer e com um leve empurrão abriu as duas porta.
Agora eu sei o porque dela ser tão mimada, afinal, por fora a casa já mostrava que ela tinha uma boa estatura, mas por dentro demonstrava ainda mais. Em Hogwarts ela, pelo visto não havia contado sobre essa mansão, ela parecia ser bastante humilde em relação a mesma.
Ela entrou e parou quase que na ponta da escada, olhando em volta. Do lado direito, havia um piano. Era como ela havia avisado, havia alguns detalhes trouxas, era bem iluminado, muito bem decorado.dei um passo em direção a esse lado olhando com cautela cada detalhe. Era com certeza uma casa, ou melhor uma mansão, muito bem montada, embora não fosse muito meu estilo era de se admitir.quando me virei em direção da escada aurora não estava mais lá.
‘Droga!’pensei mentalmente. A casa era enorme como iria encontrar — lá.
-srt. Semaysk?-perguntei,minha voz ecoou sobre toda a casa, mas ela não respondeu. Subi ate o alto da escada., chamei novamente, mas nada, apenas um pequeno e quase imperceptível barulho, como algo sendo posto sobre uma mesa.esse barulho havia vindo do corredor da esquerda- Srt. Semaysk?-disse novamente, o barulho se repetiu, caminhei pelo corredor ate parar de frente a uma porta que estava aberta.
Aurora estava sentada de frente a penteadeira, se olhando no espelho.parei diante a porta e fiquei a observa — lá. Ela estava profundamente machucada, seus olhos não tinha vida, brilho nem luz.ela me olhou através do espelho. Eu caminhei ate parar atrás dela, que estava ainda sentada observando-me através do espelho.ela se levantou e virou de frente pra mim.
Ela não disse uma palavra, fiquei a encarar aqueles lindo, mas tristes, olhos.ela aproximou seu corpo ao meu, fazendo-o roçar contra o meu, Merlin que perdoe, meus pensamentos e reações, ela era apenas uma garota, ela tem idade pra ser minha filha,ela ainda nao era maior idade, isso era pedofilia! Ela ficou sobre as pontas dos pés, e aproximou seu rosto do meu, colocando suas mão em meus ombros pra se apoiar,eu não conseguia deter-la... ou eu não queria? Seus olhos aos poucos foram fechando a medida que seus lábios se aproximavam dos meus.eles parecia demorar a chegar aos meus, mas chegaram, eles eram tão macios, tão doces, e desejáveis, que eu não consegui resistir, coloquei minhas mãos em sua cintura, e facilitei abaixando a cabeça, fazendo-a se abaixa a sua real altura.ela foi a primeira a pedir passagem, eu não conseguia resistir, me afastar dela e acabar com aquela loucura, sua língua se moveu contra a minha sensualmente, seu gosto era maravilhoso, tão doce delicado, mas tinha algo selvagem junto a ele. Comecei a movimentar a língua, suas mãos subiram ate meus cabelos agarrando-os, ela se inclinou mais em minha direção demonstrando que ela queria mais, muito mais. Apertei — a contra meu corpo, mas me controlava ao Maximo, pois eu parecia um adolescente, não podia deixar que ela percebesse que eu já estava ficando excitado com o seu beijo.’ Severo, só com um beijo?’meus pensamentos, não paravam um minuto, ‘ Merlin me salva!’ ‘ seu gosto e tão bom’ ‘ eu tenho que parar’, ‘eu não posso’, ‘Merlin me ajuda, eu tenho que tomar o controle do meu corpo’, ‘ande afaste-a de você’, ‘tome o controle da situação homem!’, ‘não deixe se levar’, ‘onde esta seus princípios’, ‘pare ela e sua aluna!’.
Com muito custo consegui, tomei o controle do meu corpo, e a afastei bruscamente, e olhei em seus olhos, eles estavam brilhando, um leve sorriso se formou em minha mente, apenas lá, minha mascara, já estava presente em mim, não demonstrei nenhuma reação, me mantive neutro e serio.
-senhora aurora?-disse uma voz, aparentemente um elfo domestico. Ela se virou em direção a porta onde veio o chamado.
-Monky!-disse ela um pouco surpresa.
-senhora aurora, perdoa Monky eu atrapalhei e senhora e senhor, me perdoa Monky não teve intenção!-o elfo correu ate ela e ficou de joelhos implorando por perdão, ela se abaixou e abraçou o elfo domestico.
-Monky, você sabe muito bem, que eu te perdôo, esse e o senhor snape.-disse ela apontando pra mim. O elfo sorriu pra mim.
-senhor Snape precisa de algo?Monky atender prontamente a qualquer pedido do senhor, amigo da senhora aurora!
-não sou amigo da Srt. Aurora, sou o professor dela!-disse arrogantemente, o elfo apenas acentiu, e aurora engoliu a seco e suspirou.
Ela se levantou e foi a te a penteadeira novamente onde se sentou e o elfo foi ate ela e pegou a escova de cabelo e começou a pentear os longos fios loiros com verde dela.
-Monky sentir muito pelo ocorrido, senhora aurora!-disse ele ainda penteando os cabelos dela.
-tudo bem, Monky a vida e assim!e e tudo culpa desses sangues ruins, mestiços, trouxas! Se não fosse por eles, ou minha mãe com essa maldita admiração por eles, nada disso teria ocorrido.-disse ela guspindo as palavras com desprezo.-primeiro todos esses trouxas deveriam ser exterminados, e seguido pela pior aberração de todas, os mestiços, como eu odeio essa raça, a se eu encontrar um eu juro, posso ate ir pra azkaban, mas eu mato nem que seja um dessa maldita raça!-eu engoli a seco, eu não sabia que ela tinha tanto ódio assim, ela me mataria, se tivesse a oportunidade? Eu acho que ela pode ate ser boa com feitiços, mas ainda sim ela não sabe tudo.
Eu não agüentaria ouvir mais nenhum insulto, dessa insolente! Comecei a vagar pela casa.havia tantos corredores, cada um diferenciado do outro, alguns eram totalmente ao estilo trouxa outros , nem tanto.ja havia perdido a hora de quanto tempo eu havia andado, pra me acalmar, daqueles insultos indiretos dela.
Eu comecei a refazer o mesmo caminho que havia feito antes, já estava a um corredor de onde eu a havia deixado. Uma musica começou a tocar, vindo ainda daquela direção.eu segui o rumo de onde ela, vinha, passei diante o quarto onde ela estávamos anteriormente mas ela não estava, continuei a andar ate parar diante a uma porta entre aberta, ela estava em uma banheira, no chão a sua volta tinha varias velas, era um pouco privada da luz a sala, ela estava dentro da água, ela se levantou calmamente ficando de pé de costas pra onde eu estava, seus cabelos estavam molhados e escorrendo por suas costas, deixei meus olhos se repousarem na curva de sua cintura fina, e logo descendo pro seus largos quadris, suas nadegas redondas e empinadas, suas coxas torneadas, que estavam sempre tampadas por meias calças escuras, ela era branca, mas isso a fazia ficar ainda mais linda do que já era! ‘o Merlin o que eu estou pensando?’
Ao levantar os olhos novamente pra suas costas, deu de cara com seu rosto me encarando seria. Ela veio ate mim, eu não ousava desviar os olhos dos seus, ela parou diante a mim, e fechou a porta calmamente.
‘graças a Merlin!’- era a única coisa que eu podia fazer agradecer por ela não ter feito nada, apenas fechado a porta!’mas porque ela fechou a porta?’ eu e meus malditos pensamentos, eu não preciso saber o porque eu apenas devia agradecer pelo seu feito.
Pov aurora
Ter seus olhos percorrendo meu corpo foi a melhor coisa que pode acontecer, eu sabia que ele me desejava, nem que fosse apenas meu corpo,mas isso já bastava pra mim!
Assim que fechei a porta peguei minha toalha e me enrolei nela, ao sair ele não estava no corredor( claro que ele não estaria)fui pro meu quarto e coloquei outra roupa(http://www.polyvore.com/cgi/set?id=37551814&.locale=pt-br), e desci e fui pro piano.
Fiquei tocando algumas teclas, logo ele iria aparecer, por causa do barulho.mas aos poucos a saudade do piano foi batendo e eu meio que sem querer já comecei a tocar.
I, oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
You can't break that which isn't yours
Você não pode quebrar aquilo que não é seu
I, oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
I'm not my own, it's not my choice
Eu não pertenço a mim, não é minha escolha
Be afraid of the lame
Tenha medo dos mancos
They'll inherit your legs
Eles herdarão suas pernas
Be afraid of the old
Tenha medo dos velhos
They'll inherit your souls
Eles herdarão suas almas
Be afraid of the cold
Tenha medo dos frios
They'll inherit your blood
Eles herdarão seu sangue
Apres moi, le deluge
Depois de mim, o dilúvio
After me comes the flood
Depois de mim vem o dilúvio
I oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
You can't break that which isn't isn't yours yours
Você não pode quebrar aquilo que não é, não é seu, seu
I, oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
I'm not my own, it's not my choice
Eu não pertenço a mim, não é minha escolha
Be afraid of the lame
Tenha medo dos mancos
They'll inherit your legs
Eles herdarão suas pernas
Be afraid of the old
Tenha medo dos velhos
They'll inherit your souls
Eles herdarão suas almas
Be afraid of the cold
Tenha medo dos frios
They'll inherit your blood
Eles herdarão seu sangue
Apres moi, le deluge
Depois de mim, o dilúvio
After me comes the flood
Depois de mim vem o dilúvio
Be afraid of the lame
Tenha medo dos mancos
They'll inherit your legs
Eles herdarão suas pernas
Be afraid of the old
Tenha medo dos velhos
They'll inherit your souls
Eles herdarão suas almas
Be afraid of the cold
Tenha medo dos frios
They'll inherit your blood
Eles herdarão seu sangue
Apres moi, le deluge
Depois de mim, o dilúvio
After me the flood
Depois de mim vem o dilúvio
Fevrale dostat chernil i plakat,
Fevereiro, leve embora as manchas e chore
Pisat O Fevrale navsnryd,
Escreva sobre fevereiro em meus lamentos
Poka grohochushaya slyakot
Mas nesse momento, nevando e trovejando
Vesnoyu charnoyu gorit.
Na negra Primavera isso queima
Fevrale dostat chernil i plakat,
Fevereiro, leve embora as manchas e chore
Pisat O Fevrale navsnryd,
Escreva sobre fevereiro em meus lamentos
Poka grohochushaya slyakot
Mas nesse momento, nevando e trovejando
Vesnoyu charnoyu gorit.
Na negra Primavera isso queima
Be afraid of the lame
Tenha medo dos mancos
They'll inherit your legs
Eles herdarão suas pernas
Be afraid of the old
Tenha medo dos velhos
They'll inherit your souls
Eles herdarão suas almas
Be afraid of the cold
Tenha medo dos frios
They'll inherit your blood
Eles herdarão seu sangue
Apres moi, le deluge
Depois de mim, o dilúvio
After me comes the flood
Depois de mim, o dilúvio
I oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
You can't break that which isn't yours
Você não pode quebrar aquilo que não é, não é seu, seu
I, oh, must go on standing
Eu, uh, devo continuar de pé
I'm not my own, it's not my choice
Eu não pertenço a mim, não é minha escolha
I, (oh), must (go on) stan (stan) ding (dong)
Eu, (uh) devo (continuar) de (de) pé
You (can't) can't break that (that) which isn't (isn't) yours (yours)
Você não pode (não pode) quebrar aquilo (aquilo) que não (não) é seu (seu)
I, (oh) must (go on) stan (stan) ding (dong)
Eu, (uh) devo (continuar) de (de) pé
I'm not (not) my own (own), it's not (not) my choice
Eu não (não) pertenço a mim (mim), não é (não é) minha escolha
Ouvi aplausos animados ao meu lado era Monky ela amava me ouvir cantando, sorri pra ele, que como sempre ficou todo encabulado.
-senhor Snape a senhora aurora, não canta muito bem?-perguntou ele se virando pra trás de mim, me virei também, ele estava de pé me olhando.
-sim...-ele respondeu baixo, sua voz estava rouca me fez estremecer por completo.
-Monky posso te fazer uma pergunta?-virei novamente pra ele.
-pode sim senhora aurora!
-na ultima reunião em família, nos o tornamos um elfo livre, então o que você ainda faz aqui?-perguntei com um leve sorriso pra ele.
-e que Monky gostar muito de sua família, eles tratar Monky sempre bem,e Monky não ter pra onde ir!-disse ele envergonhado.-se a senhora quiser, Monky sair imediatamente...-disse ele com medo.
-não ,não Monky não precisa, pode ficar aqui, quanto tempo quiser! Qual quarto você esta?-perguntei pra ele.
-nenhum senhora...
-Pegue um pra você, de preferência o mais próximo possível do meu e mais distante do da família, Bourganian...
-não senhora, não e necessário, Monky não querer quarto! Monky apenas...
-shuuu, Monky por mim, vai...
-se e o que senhora deseja Monky, então escolher quarto. Senhora, sabe que família Bourganian não gostar do feito de liberdade de Monky, o que eles irão falar sobre senhora deixar Monky ficar com um quarto?-perguntou ele desesperado.
-eu me resolvo com eles Monky!mas já vou avisando se for da festinha, não baguncem a casa...-disse rindo.
-Monky não fazer bagunça não senhora... -disse ele ainda desesperado.
-calma Monky eu só estou brincando...-sendo assim ele se acalmou, e me virei pra snape, que olhava com um olhar peculiar a cena.
-Monky, me um momento a sós com senhor Snape...-nem precisou deu completar, ele já havia sumido.eu me levantei e fiquei de pé esperando Snape dizer alguma coisa.
Ele pegou sua varinha, já ate sabia o que ele iria fazer.quase que automaticamente eu peguei a minha varinha também.
-você não vai apagar a única memória boa que eu tenho no momento!-disse nervosa a ele.
-você não me da escolha Srt. Semaysk!
-não faça isso Snape, por favor! E a única coisa boa que eu tenho no momento!-disse já abaixando a varinha e indo em sua direção.quando estava próximo o suficiente ele me segurou pelos ombros, já desconfiado de minha aproximação.
-srt. Semaysk! Eu sou seu professor, sou muito mais velho do que você!vai ser melhor assim!
-“vai ser melhor assim!” me tirar o único acontecimento bom que teve a mim nesses últimos dias infernais que eu estou tendo?!-eu praticamente explodi de raiva me afastando dele e sai andando pela casa, deixando-o sozinho. Eu fui ate a cozinha.tomei um copo d’água pra me acalmar, quando me viro ele estava na entrada da cozinha.
-quer conhecer um pouco da casa?-disse baixo, ele apenas acenou em concordância.
Logo começamos a andar de volta a escadaria e depois o corredor dos quartos.os primeiro era os de hospedes.
- cada um desses quartos, foram feitos inspirados nos ‘temas’ que minha mãe escolheu, um no estilo trouxa, outro, ela queria algo como uma mistura de reviera francesa, com princesa ou seja lá o que for, ai deu nisso.o ultimo ela queria algo simples.-fui falando e mostrando os quartos ao mesmo tempo, ele apenas olhava com cautela.-bom esse e o da irmã mais nova do Jean, carolyna.esse e o da Mary, o dela e com suíte. Foi ela e minha mãe que decoraram e planejaram.esse e o do Jean.esse e o dos pais deles, eu sei eles são meio estranhos, mas são totalmente metidos, e também e com suíte.-passamos direto pelo meu.
-e esse...-perguntou ele apontando pra porta do meu.
-Daqui a pouco voltamos nele... –continuei a andar ate o dos meus pais.-esse são dos meus pais, ele tem suíte e closet, ou como eu costumava a chamar, minha área de brincar. Eu ficava aqui horas e horas brincando comas roupas, sapatos, jóias e maquiagem dela.-disse com um sorriso desanimado, me recordando.-agora vamos pro ultimo quarto e depois eu te mostro o corredor das salas, e depois a varanda.-disse já saindo seguida por ele.-bom esse e meu quarto, bom pelo menos o começo dele... essa parte foi feita pela minha mãe, uma saleta pra mim e minhas amigas.-assim que eu parei de frente a porta,do quarto, peguei minha varinha e destranquei-a a porta, como havia feito com a de entrada.- esse e meu quarto... aquela e minha penteadeira, onde quem devia usar era eu mas quem usava era minha mãe e vice-versa.agora, como dizia minha mãe, o pesadelo, meu closet.-ao ver a quantidade de roupa percebi ele arregalar os olhos.ri timidamente- agora o banheiro.-sai ate a saleta novamente. E fui pro vão onde tinha a escada.-escada interessante, né?!ideia da minha mãe...-disse subindo a calmamente.-e esse e o meu terraço particular...-ele olhava tudo com uma certa surpresa a cada porta aberta.descemos novamente ate a escadaria principal, onde atravessamos pro outro corredor.-sala pros jovens como minha mãe costumava a dizer.essa eu costumo dizer que e a sala do meu pai, onde ele faz suas ‘reuniõezinhas’. Essa e a da minha mãe... uma sala qualquer... e a sala onde quando a família toda vinha pra passar férias e coisas do tipo ficava.sala com lareira...-descemos as escadas e fomos pro corredor do primeiro andar. Ele concerteza esta odiando, ele sempre priva o silencio, e eu não estava parando de falar.-esse e como se fosse uma sala de espera sem cadeiras ou sofás,-ele me olhou sem entender.-perai que você já vai entender.essa e a sala de jantar.e esse ao salão de festas e bailes.e a sala que eu havia falado e onde minha mãe faz... fazia o pessoal esperar quando já havia chegado todo mundo mas ela ainda não havia terminado de arrumar o salão.por isso da sala de espera.-ri sem graça.-vem agora so falta a varanda.voltei quase que saltitante pra porta dos fundo.assim que a abri pude ouvir com mais clareza a água cair e os passarinhos cantar.o lago esta lindo como sempre.-o pequeno lago, que eu projetei.vem... –disse arrastando-o pelo braço ate o bancos do lado direito da varanda.- eu amo esse jardim... e aquela e a piscina...-disse apontando pro lado esquerdo. Quer ver algo... interessante, vem...-disse me levantando, ele veio logo em seguida, parei diante ao lago.
-imperfei Sus...-disse dando um leve toque com a varinha ao chão e logo passando a no ar a minha frente. O lago começou a ficar transparente ate dar o lugar a uma casa.-essa e minha casa!-disse orgulhosa olhando pra ele que mesmo não querendo estava muito surpreso.
-voce tem um casa dentro de sua própria casa?-disse ele voltando a me encarrar.
-aham, eu comecei a pranejar-la as férias, so falta coisas como trocar um objeto de lugar pra ficar como eu quero.quando ficar pronto, eu te aviso pra voce vir conhecer... mas não vai adiantar eu te falar, porque eu sei que voce não vai vir...
-quem voce acha que e pra falar o que eu quero ou não vir ou fazer?!-ele alterou um pouco a voz, eu refiz o feitiço fazendo o lago volta.
-porque eu sei que voce não vai vir, todos sabem da sua fama... e quer saber voce e uma pessoa compulsiva!
-não eu não sou srt. Semaysk!-disse ele irritado.
-e sim, pois voce se sente desafiado a fazer aquilo que as pessoas dizem que voce não ira fazer, ai com isso voce age no impulso!fazendo o que foi ‘desafiado a fazer!’-terminei impnando o nariz, mostrando um pouco de superioridade.ele estava bufando de raiva.
-voce se acha muito esperta não e srt. Seamysk?! Mas tenho um noticia pra voce, pois voce não é e demonstrou isso quando voce tentou suicídio no lago!
-Se me odeia tanto porque me salvou, eu tava fazendo isso pra ficar em paz, mas não voce tinha que ir lá bancar o bom samaritano, atrapalhando meus planos!
-ora sua...
-sua o que? Completa vai. Fala logo o que tem pra falar! Anda seu idiota estúpido e arrogante...
Eu ia xingar ele mais mas ele me impediu de uma forma inesperada
Notas finais
como acham que ela a impediu?
deixe um review com a sua opinião!!!!!
ah,bom não sei se voces sabem mais eu ja tenho a fic bem adiantada... e as emoçoes futuras da fic, modeste a parte, estão cada vez melhores...
espero que acompanhe ate o final a fic...
beijokassss
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