Notas iniciais
Leiam as notas finais, meu amores ;-; Não vou colocar a historia agora como finalizada porque falta eu revisar todos os capítulos e corrigir os erros... Enfim, boa leitura.

Eu não queria mais sabe sobre assassinatos, isso só me deixava pior. Mas era impossivel.

Bruce me ligou e tive qu ir à casa de Derek. Chegando lá, a mãe dele me olhava com culpa, como se ela pudesse impedir tudo que aconteceu, porém sei que ela não tem culpa de nada, ele nem se quer sabia quem era o filho dela.

Bruce me encaminhou para o quarto de Derek, eu já havia ido muitas vezes até lá, mas nunca conheci a parte que Bruce me mostrou.

Nunca percebi que havia um mini-porta em cima do guarta-roupa, que estava afastado, que provavelmente daria para o sotão.

Bruce me ajudou a subi. Chegando em cima, tentei ver algo mais estava tudo escuro. Ele acendeu alguma luz e pigarrou chamando minha atenção.

– Depois de um tempo, filnalmente descobrimos onde ele escondia todas as provas. Afinal, não seria possivel matar duas pessoas e viver uma vida normal sem esconder nada. – Ele fez uma pauda, logo em seguida continuando. – Sei que é dificil vir aqui, mas achei que fosse querer ver o que achamos.

Eu não conhecia Derek, disso eu já inha certeza, e vasculhando suas coisas eu descobri um pouco de quem ele realmente. Existia fotos, gravações, DVDs com videos, textos e armas do crime nesse esconderijo. Ele não só era louco, era maniaco, me estudava a cada segundo.

Talvez eu precisasse disso para entender o que aconteceu, Bruce estava correto. Pois eu ainda via Derek como Derek.

– Obrigada, Bruce. Acho que isso foi bom para mim.

– Tudo bem. Ele quer ver você. – Bruce se referiu a Derek – Mas não acontecelho você ir.

Engoli em seco.

– É, eu não vou. – respondi secamente.

– Entendo...

Saindo de lá, fiz tudo automaticamente. Fui para casa, tomei banho, vesti um vestido preto de renda. Mesmo sem vontade, passei um batom vinho. Eu me sentia palida e sem vida.

Além disso, era impossivel negar a sensação de culpa por Derek ter atirado em Ryan. E o pior é que eu ainda tive esperanças de que ele vivesse, afinal, ele resistiu batante antes de morrer no hospital. Fui uma burra por não ter aproveitado o tempo que tinha com Ryan.

Entrei no carro de Brad, sentando ao lado de William, e Winny sentou no banco do passageiro.

Fomos em silencio ao cimiterio. Quando chegamos, antes de qualquer movimento, William se pronunciou:

– Gente, eu queria falar com vocês.

As atenções voltaram para ele. Winny e Brad, que estava do lugar da frente do carro, olharam para tras.

– Eu sei que talvez não seja o momento certo, mas eu estou cansado de perder pessoas importantes para mim sem ter a oportunidade de dizer isso.

– Pode falar, Will – Winny sorriu fraco.

– O.K., foi dificil aceitar isso de inicio, mas agora estou bem assim... Bom, eu sou gay.

Por essa eu não esperava. Will é cara que está sempre com uma menina nova e nunca tem uma namorada fixa.

– Serio? – Brad perguntou achando que poderia ser alguma brincadeira de Will.

– Nunca falei tão serio – Ele sorriu de lado.

– Ah, Will – Abracei ele de lado. – Fico feliz que você tenha se aceitado e contado para nós.

– E isso não vai mudar nada na nossa amizade. Vou continuar indo dormir na sua casa. – Disse Brad e Winny concordou.

– É, e não precisa nem se preocupar, cara, você não faz meu tipo – Ele respondeu, fazendo todos riram, fazia um tempo que eu não ria. – Obrigado, gente. – Ele disse e saiu do carro, fizemos o mesmo.

Era hora dos discursos funebres. A mãe de Ryan foi a primeira. Ela relembrou dos momentos de quando ele era menor e lamentou por ele não ter um futuro tão bom quanto o seu passado. Logo depois era minha vez. Eu tinha que fazer melhor do que no enterro de Jennifer.

– Uma vez, Ryan me disse que o quarto das pessoas revela quem elas são. – Comecei – É uma boa teoria. No momento em que ele entrou no meu quarto, permiti que ele me conhecesse, mas foi mais que isso, ele viu quem eu realmente sou. Ele gostou disso, diferente da maioria. E ele estava nos momentos que precisava. – Respirei fundo. – Preciso dele agora, e eu sei que ele não pode estar aqui, mas eu sinto como se ele estivesse me apoiando sempre, e é isso que me faz levantar todo dia. Não me areppendo de ter confiado e me apaixonado por ele, pelo contraior, isso foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Só me arrependo de... De não ter feito isso logo e ter perdido tanto tempo – Meus olhos embaçaram. – Quando lembrarem dele, não lembre dele aqui em um caixão, lembrem de como ele era, do seu bom humor, do seu sorriso, de suas pidas e seu companheirismo – Sorri de lado, voltando a me sentar, dando espeço para Luke.

Não consegui prestar atenção do discurso de Luke, porém sei que ele falou de quando conheceu Ryan, sobre o inicio da banda deles e sobre como ele era o melhor amigo de todos, por mais que as vezes ele não merecesse. Ele até chorou. Me senti um vaca quando Luke não era o cara frio e possivel assassino, pelo contrario.

Depois disso, era a hora em que o caixão desce, todos estavam em silencio, enquanto um padre rezava. Eu só queria ir para casa e ficar sozinha.

Não choveu. Não era como os enterros de filmes. Eu estava perdida em meus pensamentos, quando alguém se aproximou do nada. Se eu não soubesse que o assassino está preso, eu me assustaria. Mas era só Daniel.

– Eu sinto muito, Kate. – Daniel sussurrou. – Eu sei que falar isso não melhora em nada.

– É, mas é legal da sua parte.

– As coisas não deviam ter terminado assim, sinto que tudo que fiz foi inutil.

– Não foi, relaxa. – Falei.

– Eu sempre apoiei você e Ryan – Ele sorriu e não pude deixar de sorrir. – Vou te deixar sozinha.

Era tudo o que eu queria por enquanto.

Passei um tempo só encarrando o chão. Lembrando do discurso de Luke, pensei em como conheci Ryan.

Flashback on

Depois de me mudar com Jennifer e Winny parecia que tudo estava se estabilizando e nós viveriamos um sonho.

Era primeiro dia de aula, Winny disse que ia procurar o banheiro enquanto eu e Jennifer iriamos para a diretoria.

Caminhamos e conversamos destraidas. Até que algo vem de encontro a mim e caio no chão.

– Você está cego, babaca? – Jennifer grita com um cara alto loiro de braços muito fortes, o amigo dele ao lado a encarra surpreso.

– É, quem é você, garota? – O loiro fala.

– Não interessa.

– Tá, só sai da minha frente. – O menino passou quase derrubando Jennifer.

O amigo dele ficou lá parado encarando Jennifer. Ele rio levemente pela forma como ela tratou Luke, mas ela continuou seria. Ele era bem bonito, na minha opinião.

Ele me ajudou a levantar.

– Desculpa por isso, Luke está em um dia ruim e está meio estressado. Mas logo essa TPM dele passa. – Ele explicou para mim.– Sou Ryan. – Estendeu a mão para uma perto de mão.

– Sou Katherine, mas pode me chamar de Kate.

– O.K., Kate. – Ele sorriu saindo de lá.

Voltamos a caminhar para diretoria, até que Jennifer resolveu falar:

– O que achou desse Ryan?

– Ele parece legal e é bem bonito.

– Hum... – Ela pareceu pensativa. Preciso dizer que depois de uma semana ela deu uns beijos e o deixou apaixonado? Jennifer era assim.

Flashback off

Talvez. Só talvez, se eu estivesse com Winny em vez de Jennifer, eu teria conhecido melhor Ryan, e talvez a gente tivesse ficado junto naquela epoca. Mas talvez não.

Talvez isso tudo tenha sido destino, mas eu preferia acreditar que eu tenho livre arbitrio.

Eu sei que as coisas passam e esse luto todo vai passar, apesar de que eu nunca cou esquecer Ryan. Eu queria que tudo terminasse de um jeito diferente, queria estar entre meus amigos sorrindo e com um assassino preso, só que é isso que é a realidade.

A sensação de estar perdida sempre continua e nesse momento eu só queria chegar em casa.

Notas finais
Primeiro de tudo, obrigada por chegar até aqui, eu nunca imaginei que eu poderia manter uma historia e conseguir leitores que se interessassem, e essa historia é importante para mim, estou muito triste de ter que acabar... O.K., antes que eu chore, vamos aos agradecimentos. Beatriz Weasley que foi a primeira a me recomendar, e a comentar e acompanhar, você me ajudou muito com seu apoio. Camila Brito que foi a segunda a me recomendar, mas cara, você é incrível, nunca achei que conheceria minha leitoras assim, e seus comentários sempre me faziam morrer de rir e ter vontade de escrever mais. Scarmesim que no inicio estava lendo como fantasma mas depois resolveu comentar, e bom, por ser Katycat, já arrasa u.u. Matt Winchester que comentou bastante e sempre mostrou sua opinião. Também agradeço aqueles que comentaram uma ou duas vezes (Emme, Felipe shadows, Lilith, thalia semi di angelo, rose walker, Legal, Princess Shadowhunter, Philip Cardad), vocês me deixaram feliz também. Vocês me fizeram continuar, e até os leitores fantasmas, muito obrigada por terem chegado até aqui, nem sei quem vocês são mais já considero pakas. Aqueles que favoritaram também me ajudaram. Vocês me incentivaram muito, serio. Enfim, é isso. Foi bom passar por tudo isso com vocês!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!