Notas iniciais
Oiiiii, eu ia postar todo dia, mas não deu para postar ontem, meu pai pegou o notebook... -.-' Enfim, dei um jeito de postar hoje, e espero que eu consiga continuar postar com frequência, afinal, foi bem difícil postar esse, já que eu tive que escrever o capitulo umas duas vezes à mão. Enfim, boa leitura

Ryan obteve informações necessárias de onde, em que e como Daniel trabalha, tivemos que molhar a mão da secretaria dele para conseguir as informações que realmente queríamos. Todos tem seu preço afinal.

– Então, o que vocês querem saber? – Perguntou a mulher loira de olhos extremamente claros.

– É só uma coisa. Mas Daniel não saberá disso, não é? – Quis me certificar.

– Sim, não contarei – Ela revirou os seus grandes olhos claros.

– Eu queria saber somente quando foi a ultima vez em que Daniel tirou ferias. – Ryan disse como quem não que nada.

–Por volta do mês passado, o pai dele estava doente ou algo assim, ele até deixou o numero da casa dos pais para contado caso houvesse alguma emergência – Ela falou como se tivesse orgulho de Daniel ter feito isso.

– Você pode passar o nome da casa dos pais dele? – Perguntei impaciente.

– Vocês não vão fazer nada de mal gosto contra os Miller, né? Nenhum trote ou algo do tipo.

– Óbvio que não! Só teremos uma conversa normal. – Ryan deu um sorriso galanteador que faria qualquer uma suspirar, e não foi diferente com a secretaria de Daniel.

Ela suspirou e começou a vasculhar umas pastas e papeis, até que parou com um na mão e anotou umas coisas. E ela deu a Ryan.

– É o numero residencial dos Miller. Pais de Daniel.

– Obrigada, anjo. Daniel não saberá de nada disso, certo?

– Já disse que não, relaxa. – A garota piscou o olho e encarou Ryan com um olhar um tanto malicioso – Pode voltar aqui quando quiser, querido.

Não pude deixar de revirar os olhos.

– Quem sabe? – ele disse, já me puxando para sair – Vamos para minha casa e de lá a gente liga para família dele.

***

Chegando lá, entramos em um elevador e descemos no sétimo andar, saímos do elevador e Ryan destrancou o apartamento , entrei após ele, e era um ap grande considerando que a maioria dos apertamentos são um ovo. Ele levou-me até a cozinha onde havia uma mulher em frente ao fogão.

– Oi, mãe – Ryan beijou a testa dela.

Está de brincadeira comigo? Ela era tão jovem! E ele nunca mencionou que morava com os pais! Tentei esconder minha surpresa, afinal não eram todos que não se davam bem com os pais igual a eu e Jennifer.

A mulher a minha frente era loira e tinha olhos castanhos claros como os de Ryan, até que ele era bem parecido com ela.

– Oi, querido, e oi, sou Barbara, mãe do Ryan – Ela sorriu largamente – Você é a...?

– Katherine, mas pode me chamar de Kate, a senhora é...

– Senhora não! – Barbara me interrompeu – Só "você"

– Oh, O.K., você é muito jovem para ser mãe!

– Eu sei, minha mãe é gata, puxei a ela – Ryan riu convencido.

– Obrigada, Kate... Espera aí, ela é a Kate que tanto fala? – Ela disse olhando para Ryan, mas em seguida me encarou analisando-me – Meu fala tanto de você! Eu estava louca para conhecer a tão fama Kate!

Ryan estava vermelho como um pimentão e estava com a boca aberta, provavelmente para interromper a mãe antes que ela falasse demais. Ri na situação.

– Ele falou mesmo? Bem ou mal?

– Com certeza muito bem! Ele...

– Mãe... – Ele a chamou para que ela parasse, e eu não conseguia conter um sorriso. – Nós estamos indo lá para o quarto depois a gente fala.

– Mas já, querido? Ah, claro! Os jovens de hoje em dia... Mas se cuidem, viu?

Arregalei os olhos e engasguei com a própria saliva, ela tava achando que a gente ia fazer alguma coisa?

– Mãe! – Ryan reclamou. – A gente não vai...

– O.K. – Ela riu – Quando os biscoitos ficarem prontos, eu aviso – ela disse se voltando para o forno.

Fomos ao corredor, e ela entramos na ultima porta, o quarto era bem grande e cheio de coisas.

– Welcome to my room, agora você pode me conhecer um pouco mais – Ryan abriu os braços mostrando seu quarto.

Lembrei de quando ele entrou no meu quarto e contou sua teoria sobre conhecer as pessoas melhor pelo quarto. E realmente posso dizer que o conheço melhor agora. Eu não tinha ideia de Ryan gostava de Star Wars, agora sei pela coleção de lego Star Wars que ele tem. Muitos livros, inclusive uns que eu gosto. Uma coleção de CDs de bandas, Queen, Guns, Bon Jovi, Linkin Park, e etc. Ele também tinha um poster grande de Friends, mas quando bati o olho em um poster especifico, quase surtei.

– Caralho, onde... Onde você achou esse poster de Em Chamas? Vou te estrangular! Procurei igual louca por ele.

– Em uma locadora aqui perto, a cara já sabe os filmes que eu gosto, então ele guarda sempre.

– Tá, vamos ligar logo para casa dos pais do Daniel, antes que eu roube esse poster e fuja para o México.

– O.K. – Ele pegou o telefone rindo e se deitando na cama. – Você é quem vai falar!

Revirei os olhos e deitei ao lado dele enquanto ele discava um numero, colocou no viva voz. Peguei o telefone das mãos dele.

– Alô? – Um voz feminina finalmente atendeu. – Quem é?

– Ér... Sou Kate, uma amiga de Daniel. Então, eu trabalho no escritório dele e estava ajeitando uns papeis quando vi que ele tirou umas ferias mês passado por o pai dele estar doente. Eu queria me certificar de que o está tudo O.K. com o pai dele. Fiquei meio preocupada com Daniel, ele não é muito de se abrir.

– Oh, isso é estranho, meu marido não ficou doente ultimamente, está muito saudável. – A senhora parecia desconfortável.

– Como não? Mas Daniel foi passar ferias aí, não? – Finalmente cheguei no ponto que eu queria.

– Sim – A voz dela passou de confusa para feliz. – Ele veio, ficou por uma semana, foi ótimo, fizemos piquenique, passeamos ao ar livre como quando ele era pequeno – A senhora Miller tagarelava sem parar, enquanto Ryan estava ao meu lado segurando o riso.

– A senhora lembra o dia em que ele voltou de viagem?

– Sim, dia 11, na sexta. Está tudo bem com meu Dani?

Dessa vez, Ryan gargalhou e eu dei um tapa nele.

– Está sim, foi uma ótima conversa, senhora Miller, ainda bem que seu marido está bem. Até mais.

– Até mais, fica com Deus.

Desliguei o telefone e Ryan voltou a rir.

– "Dani" – ele gargalhava igual um retardado.

– Presta atenção, idiota! – Empurrei ele, que foi parando de rir aos poucos – Ele voltou na sexta, Jennifer morreu no sábado!

– Mas isso não quer dizer que ele à matou, né?

– Não sei, ele continua sendo um suspeito. Porém não posso afirmar nada. Vamos ao próximo da lista.

– Josh? O.K., por onde começamos? – Ryan estava mais serio agora.

– Ele me deu o numero dele, posso chama-lo para sair.

– Não, de forma alguma! Você não vai ter um encontro assim com um que nem conhece, e que provavelmente já matou alguém!

– Posso sim, e vou, vai ser em um lugar publico, e qualquer coisa eu te ligo.

– Não, não concordo com isso, desculpa.

– Eu vou e pronto!

– O que Derek vai achar disso?

Bufei, Derek não pode me impedir, sou a namorado dele, não prisioneira. Então eu faço o que quero.

***

– Não – Respondeu Derek.

Nós estávamos na sala da minha casa vendo serie até que eu resolvi entrar nesse assunto.

– Tente entender.

– E se ele tentar algo contra você? – Derek gritou.

– Tipo o que? Ele não me mataria no meio de um monte de gente.

– E se ele te beijar?

– Relaxa, eu vou dizer que quero somente amizade.

– Tá, faz o que você quiser – Ele saiu porta à fora, todo revoltado.

– O.K., farei – falei para mim mesma.

Procurei o numero de Josh na bolsa, pois ele havia anotado em um papel. Achei e logo em seguida liguei.

– Alô? – Ele atendeu no segundo toque.

– Oi, aqui é a Kate, lembra de mim?

– Como esqueceria? É raro uma garota bonita vir me chamar para jogar sinuca.

Eu ri e continuei.

– Eu te achei muito legal, quer sair amigo? Como amigo... A gente pode ir ao cinema ou sei lá;

– Ai meu Deus, uma garota bonita, além de ter sido simpática, está me chamando para sair! Nunca mais vou te esquecer. – Ouvi ele mesmo rindo, e o acompanhei. – A gente pode ir à nova pista de patinação que colocaram.

– Sim, seria ótimo!

– E é claro que você vai me deixar na friendzone. Não precisa dizer que vamos sair como amigos.

Ele é realmente engraçado, e parecia ser uma boa pessoa. Será que ele seria capaz de matar alguém? Nunca se sabe.

– A gente pode ir amanhã?

– Podemos sim, nós encontramos lá às 18 horas.

– O.K., até amanhã.

E assim desliguei. Vamos ver o que eu descobriria, acho que seria um pouco mais difícil do que eu penso.

Notas finais
Comentários? Digam o que estão achando pleace! Obrigada à todos que estão lendo, e que estão comentando. Mas os fantasmas podem aparecer, não é? Me faria feliz, acredite. Ajude à fic, comente, divulgue, recomende, favorite. Ajuda muito!