Being A Happy Family
50 Cap. 49 | Lima, Ohio | 2011| Happy Birthday, Beth!
–Ela está tão fofa! – Quinn disse enquanto olhava para Beth que estava usando um adorável vestido rosa cheio de babados, ela tinha uma pequena carranca em seu rosto.
–não sei não, Quinn. – Charlie começou a falar – ela não me parece muito feliz usando isso – disse enquanto apontava para o vestido. Quinn revirou os olhos enquanto tirava a garotinha de cima da cama e a colocava em seus braços.
–Mas é claro que ela gostou! – Disse.
–é, da pra ver pela cara de birra dela – Charlie provocou enquanto Beth vira-se para olhar para a tia e levantava a sobrancelha direita o que a fez levantar as mãos em rendição para a garotinha.
– Essa menina vai virar uma mini Quinn... E eu pretendo não estar aqui para ver isso. — alguém falou e as três loiras se viraram para ver Frannie parada na porta, Charlie saltou como uma criança em dia de natal e abraçou a irmã com força.
– Frannie! Era pra você estar na Filadélfia! — exclamou a menina, nenhuma das duas esperava a irmã mais velha para o aniversário de Beth já que ela tinha um seminário importante para comparecer.
– Eu posso chegar algumas horinhas atrasada... — suspirou a loira mais velha, entrando no quarto. — para ver essa fofura completando dois anos! — completou, estendendo os braços para pegar a sobrinha no colo, mas a menina se virou e estendeu as mãos para a outra tia.
– Tia Sarlie... — resmungou, fazendo Charlie rir e pegar a menina no colo.
–Wow, rejeitada por uma garotinha de dois anos – Frannie disse para a irmã que riu levemente e beijou a bochecha da garotinha que se aconchegou contra ela.
–É Como eu digo, as vezes Beth acha que Charlie é mais mãe dela do que eu – Quinn resmungou. Charlie somente sorriu;
–A Culpa não é minha se sou irresistível – Charlie disse enquanto dava de ombros, Quinn revirou os olhos.
–Ok, Chega. Me dá ela – disse enquanto estendia os braços para Beth
– Não... Tia Sarlie... — a garotinha resmungou escondendo o rostinho no pescoço da tia e passando seus bracinhos pelo mesmo.
– iiih... Melhor não discutir com ela. — Charlie recomendou com um sorriso sarcástico, fazendo Quinn cerrar os olhos ameaçadoramente para a irmã gêmea.
– Meninas... Seus amigos estão chegando. — Judy apareceu na porta para avisar. — Charlotte, Santana está procurando por você. — completou, fazendo a loira mais nova jogar a sobrinha no colo de Quinn e quase correr para fora do quarto empurrando a mãe no caminho e gritando "desculpa" do corredor.
– Um dia elas ainda se casam. — Frannie sussurrou para a irmã restante enquanto Judy sumia pelo corredor brigando com Charlie por correr na escada como se ela tivesse dez anos de novo.
– Concordo. — Quinn disse, esboçando um sorriso.
– Cocodo. — Beth tentou dizer, logo depois colocando a mão na boca.
Já na sala, Charlie tinha um enorme sorriso que vacilou um pouco ao ver Santana sentada ao lado de Brittany, o braço da loira ao redor do seu ombro, Também havia Sam que estava sentado na poltrona.
–Hey, Char! – Santana sorriu para a garota que suspirou levemente – E Onde está a pirralha Fabray? – Perguntou.
–Sanny, nós sabemos que você gosta muito da Beth, não precisa esconder – Charlie disse enquanto se aproximava e sentava no braço da poltrona de Sam que apenas riu levemente da expressão emburrada da Santana.
– Eu comprei um presente especial pra ela... — resmungou a latina com o nariz empinado, fazendo Charlie esconder o sorriso de lado.
– Sanny! — todos se viraram ao ver uma pequena garotinha loira com um vestido rosa e descalça correr até a morena e pular em seu colo.
– Oi pequena. — Santana sorriu e abraçou a pequena no colo. — feliz aniversário!
– Nenésalo. — balbuciou a menina. — Cadê meu pesente?
– Aqui. — falou, tirando um embrulho de dentro da bolsa e entregando pra garotinha que rasgou o embrulho de uma só vez enquanto Quinn e Frannie entravam na sala. Dentro do embrulho tinha uma boneca, ela tinha o rosto de porcelana, cabelos loiros encaracolados e um vestido azul turquesa. — gostou? — a menina olhou nos olhos brilhantes da menina que fez que não com a cabeça.
– Gotei não Sanny! Eu amei! — suspirou a menina dando um beijo na bochecha da morena e a abraçando com força.
–Hey Little Beth – A Garotinha virou-se para olhar para Sam que tirava um pacote de sua mochila – Também tenho um presente pra você – ele disse sorridente, a garotinha fora até ele, pegando o pacote e rasgando rapidamente, era um livro de desenhos – Ah! Quase esqueci – tirou o outro pacote.
–Dois pesentes... – A Garotinha balbuciou encantada e Sam riu, ela abriu o segundo pacote e era uma caixa com lápis de cor. – Obligado Sam! – a garotinha disse o abraçando, Charlie riu levemente para a cena.
– Você tinha que dar lápis de cor pra ela? Já viu a cor das paredes dessa sala? — Quinn reclamou entrando na sala e pegando a filha no colo enquanto Sam olhava em volta para verificar a cor das paredes.
– São... Brancas? — perguntou.
– Isso mesmo, brancas, e ela é um bebê de dois anos que provavelmente vai achar que pode pintar em todo lugar. — reclamou, fazendo o loiro olhá-la boquiaberto. — e nem me olhe desse jeito, foi um presente maravilhoso e ela pode pintar o tanto que ela quiser, mas com giz de cera... Que pelo menos sai com desinfetante.
–Quinn, não exagera – Charlie interrompeu – até parece que você nunca riscou as paredes da casa uma vez na vida- adicionou com um sorrisinho, colocou a mão no ombro de Sam – prometo não deixá-la sair riscando a casa – disse para o loiro que assentiu levemente.
A Porta da sala fora aberta e Puck apareceu, ele parecia levemente acuado, mãos nos bolsos e um pacote debaixo do braço.
–Papai! – Beth exclamou animadamente enquanto se contorcia nos braços de Quinn e estendia os bracinhos para Puck que sorriu levemente enquanto se aproximava, Ele e Charlie se olharam por breves segundos até que a loira levantou e fora para a cozinha, fazendo o garoto suspirar.
A festa estava correndo bem, as crianças da vizinhança corriam de um lado para outro no quintal rindo e se divertindo, eles já estavam prestes a cantar os parabéns, Quinn brincava com Beth na grama, rindo para a filha que estava sentada em seu colo e falava para a mãe sobre seus presentes.
– Esse daqui foi a Sanny que me deu! — a pequena disse, apertando a boneca contra seu próprio corpo. — e esse foi o papai! — disse mostrando o leão de pelúcia que Puck havia lhe dado.
– Oi meninas... — as duas ouviram alguém chamar e Quinn olhou para cima junto com a filha para ver uma morena, baixinha, com um enorme sorriso. — eu vim trazer meu presente...
– Senta aí... — pediu Quinn mexendo a cabeça na direção de um pouco de grama perto das duas, Rachel sentou-se devagar e sorriu para a garotinha loira no colo da mãe.
– Oi Beth... Você não deve lembrar de mim... — conversou, a menininha apenas sorriu mostrando seus dentinhos de leite e ficou de pé do colo da mãe dando seus passinhos vacilantes até a judia, então sentando perto dela.
– Ela gostou de você... — observou Quinn, sentindo de repente uma incontrolável vontade de chorar ao ver Rachel sorrir para Beth e a pequena devolver o sorriso.
– Eu não sabia o que escolher para ela... — observou a morena, pegando de dentro da sua bolsa um embrulho. — mas talvez ela goste disso.
A garotinha rasgou rapidamente o embrulho e ficou fascinada com uma caixa que ela abriu e viu vários DVDs.
– São meus DVDs favoritos de quando era pequena, o mágico de Oz, Annie, Charlie e a Fábrica de chocolate...
– Isso... Isso é muito legal, Rachel – Quinn disse com um meio sorriso enquanto suas bochechas ficavam levemente avermelhadas, fazendo com que a morena sorrisse abertamente. – Com todos esses DVDs não vou ter que me preocupar com ela riscando as paredes com os lápis de cor que ganhou do Sam – adicionou enquanto gesticulava em direção ao loiro que estava perto da mesa de brigadeiro junto de Charlie, ambos pegando brigadeiros de forma indiscreta.
–Ei, Rachel! Achei você! – As duas olharam para Finn que tinha um sorriso bobo no rosto enquanto trazia uma caixa – Hey Beth! Eu sou o Finn – Sorriu para a garotinha que arqueou a sobrancelha – Eu quase fui seu pai! – adicionou e a loirinha olhou para a mãe confusamente.
–Finn, meu amor, apenas... De o presente – Rachel disse, constrangida e o rapaz entregou a caixa para a menina que parecia desconfiada, mas a pegou e rasgou o embrulho e abriu a caixa, franzindo o cenho para a bola de futebol americano.
–Serio? – Quinn disse enquanto olhava para Finn que ainda sorria.
–Que? – O Rapaz perguntou confusamente.
– Mamãe, eu sou uma menina... — argumentou a pequena, olhando nos olhos da mãe. — fala pro moço grandão que eu sou uma menina...
– Ele sabe, meu amor, ele sabe. — Quinn garantiu, fazendo a pequena franzir o cenho. — bem, vamos cantar os parabéns! — chamou a loira, vendo Judy vir de dentro da casa com um bolo de chocolate e duas velas acesas.
Quinn se aproximou da mesa onde estava o bolo e olhou para Charlie que estava com a boca um pouco suja de brigadeiro assim como Sam.
–Vocês dois tem o que? Cinco anos? – A Loira repreendeu e eles deram de ombros enquanto a viam ir para o outro lado da mesa junto de Puck que procurou por Charlie com os outros e bufou ao lhe ver com Sam que agora estava limpando o brigadeiro do seu rosto.
Quinn olhou para Rachel que assim como todos estavam cantando os parabéns, a judia tinha um enorme sorriso no rosto enquanto batia palmas ao lado do namorado enorme que também sorria animadamente, ele gostava de aniversário de crianças, tinha bastante brigadeiro ali.
Depois dos parabéns, Quinn cortou o bolo com a ajuda de Puck e todos se reuniram em volta da grande mesa de madeira do quintal para comer conversando animadamente.
– San... É seu favorito, come só um pouquinho... — Brittany insistia, olhando preocupada para a latina que parecia mais pálida que o normal (o que podia ser considerado preocupante já que sua pele era naturalmente morena) e não comera nada durante toda a festa.
– Desculpa, Britt... Eu só... Não me sinto muito bem. — a morena se desculpou, se levantando e correndo para dentro da casa dos Fabray e deixando uma loira preocupada para trás.
Enquanto isso, do outro lado da mesa, Sam, que estava sentado ao lado de Charlie pegou a mão da garota e a puxou levemente.
– Vem aqui comigo. — chamou o garoto, fazendo a menina limpar a boca com um guardanapo e acompanhar o menino até a parte de trás de seu quintal onde havia uma árvore.
– O que quer, Sam? — perguntou, e o garoto apenas sorriu, se ajoelhando. -Ah meu Deus, vai me pedir em casamento? – a loira perguntou assustada.
–Huh, Charlotte Fabray... Nós nos conhecemos desde que eu tinha nove anos e você tinha dez e aos meus olhos você sempre foi a garota perfeita e que qualquer cara teria sorte em tê-la, Eu prometo ser o cara que vai te fazer feliz e se você aceitar, esse anel... – Tirou a pequena caixa do bolso e abriu, mostrando para a garota que ainda estava surpresa – vai simbolizar minha promessa a você de ser verdadeiro, nunca pressioná-la a fazer algo além do beijo, vou ouvir seus problemas, lhe dizer quando tem comida nos dentes ou sujeira no olho, lhe comprar HQs, lhe levar para convenções, ir para sua casa sempre que você precisar mover algo muito pesado. Prometo lhe fazer sentir orgulhosa em me ver por ai e dizer: “Aquele cara é o meu namorado” — Tomou fôlego e continuou – Então... Aceita? – perguntou nervosamente.
– Isso é só de namoro? Promete? Eu li no The New York Times que tinham noivas libanesas que aceitavam se casar sem saber e depois eram sequestradas! — perguntou Charlie, parecendo levemente assustada, fazendo Sam rir.
– Um dia... Um dia eu pretendo me casar com você... Mas por enquanto, me contento em ser seu namorado, se você aceitar... — perguntou o garoto novamente e Charlie apenas sorriu e lhe deu um beijo bem nos lábios, durando talvez sete segundos.
– Eu aceito. — disse confiante, sorrindo no beijo enquanto o garoto se endireitava e a envolvia em seus braços.
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