Behind blue eyes

5 Uma noite incrível


Notas iniciais
Enfim mas um capítulo saiu, apesar da minha vida estar enrolada, essa fanfic não to conseguindo parar de escrever. enfim espero que gostem! ObS: Obrigado a todos que favoritaram essa fanfic e comentaram, nem sabia que ela fazer tanto sucesso, obrigado!!!!

Abri a porta e ele entrou, me abraçou e me deu um beijo na bochecha, corei de vergonha, nem tive tempo de falar e as crianças ja correram para abraça-lo. Apesar do Ikki não ser o mais popular, depois que ele consertou o parquinho inteiro, as crianças passaram a admira-lo bastante e Akimoto disse:

– Olha o tio Ikki veio de novo!

Kira como era um levado insunou:

– Ih mais um namorado da tia Minu!

Nossa quando Kira falou isso, eu tive a ligeira impressão de ver Ikki levemente emburrado, e eu claro tive que consertar a besteira que ele falou:

– Kira seu danado! Não tenho namorado e sabe muito bem disso!

– Tem sim, aquele tal de Seiya não é seu namorado?

– Claro que não eu e o Seiya só somos amigos!

– Ah sim então esse azulão é o seu namorado?

As crianças riram com o apelido que Kira havia dado a Ikki, eu fiquei vermelhíssima, parecia que estava da cor do meu vestido, então eu o repreendi:

– Kira não é nada disso! Olhe e não chame as pessoas por apelido já conversei com você antes!

Apesar disso, Ikki estava estranhamente bem humorado, sentia-o mais leve, diferente do que ele costumava ser, ele sorriu e disse:

– Bem posso usar o telefone?

– Claro mas para que?

– Bem eu vou pedir as pizzas hora

– Ah claro vai lá fica na cozinha!

Ikki foi até a cozinha ao telefone, as crianças estavam muito agitadas por ele estar ali, então liguei o som e disse:

– Bem meninos vamos dançar o melhor dançarino vai ganhar uma... um doce!

Kira dessa vez quis me irritar e disse:

– Um doce? Só isso?

As crianças começaram a discordar, fiquei perdida, o que eu ia fazer? Acalma-las parecia impossível então para a minha surpresa Ikki surgiu atrás na cozinha e disse:

– Bem quem ganhar vai poder tocar na minha armadura, a armadura de fênix!

As crianças de agitadas, ficaram quietas, Kira então perguntou:

– O Senhor também é cavaleiro?

– Sim eu sou Ikki de fênix!

As crianças começaram a fazer um murmurinho entre si e então Akimoto disse:

– Ta certo vamos dançar!

Minu então ligou no rádio uma música aleatória, estava tocando Twist and Shout dos Beatles, as crianças e eu começamos a dançar, Ikki observava de longe, percebi isso, puxei para dançar comigo, ele tentou resistir mas eu fui insistente e ele foi na onda, ele dançava super bem, as crianças se agitaram na dança e eu e Ikki dançando passos rápidos ficamos animados com a dança. Então o locutor no rádio anunciou que era uma maratona dos Beatles e na sequência começou a tocar Ticket to ride, Ikki e eu dançamos mais uma vez, nossos passos apesar de serem desengonçados, estávamos nos entendendo, olhei o e pisquei para ele que por sua vez sorriu para mim, não era um sorriso irônico mas um sorriso puro e real, sério até hoje eu não me esqueço desse dia, também como poderia esquecer, aconteceu algo tão bom, mas bem deixa eu me concentrar e continuar com a história, eu me lembro que a ultima música que tocou, antes de Something, por ser uma música lenta, dançamos agarrados: Sentia o cheiro de seu perfume, forte e muito cheiroso, me pedia no azul de seus cabelos, seu corpo quente, seus braços fortes, colei a minha cabeça em seu ombro e dançamos como se nada mais existisse no universo, era tudo tão perfeito, não queria que terminasse nunca, foi a nossa primeira dança juntos, sorri, pensava em como era engraçado, um dia eu amava ou pelo menos achava que gostava de Seiya e no outro eu simplesmente me via perdidamente apaixonada por um homem tão diferente: Lindo, maravilhoso, misterioso, sério se ele aparecia só para me salvar dos problemas, então eu teria de ficar inventando problemas o resto da vida, mas só de vê-lo, ficaria feliz.

A Música terminou, as crianças então perguntaram:

– E aí tio quem ganhou o concurso?

– Todos ganharam!

As crianças ficaram muio animadas quando ouviram aquilo, então ele pediu para as crianças se afastarem e se sentarem e assim ele elevou seu cosmo de cavaleiro e a caixa de metal, apareceu no chão: O brilho do cosmo de Ikki era muito bonito e intenso, muito mais bonito que o de Seiya, diga-se de passagem. Então a caixa se abriu e a armadura apareceu desmontada, as crianças estavam boquiabertas e então Kira perguntou:

– Podemos tocar?

– Sim mas façam uma fila e dois de cada vez!

Eu organizei as crianças e assim elas tocaram a armadura, depois muitas perguntas surgiram no ar, Akimoto foi o primeiro:

– Tio por que você veste armadura?

– É para me proteger das mais terríveis batalhas, eu e os meus amigos, somos cavaleiros de Athena, e ela nos permite usar o cosmo com maior intensidade!

Bem eu poderia detalhar a conversa inteira mas isso ia ficar chato sabe, vamos pular pra parte boa: Bem depois dele explicar tudo, jogamos alguns jogos tabuleiro, a pizza chegou, comemos muita pizza: Sério o Ikki pediu umas quinze pizzas, tinha de todos os sabores, Queijo com presunto, pepperoni, minha favorita, quatro queijos, portuguesa, enfim muitas e também ganhamos uma torta de chocolate, sim até hoje eu agradeço a essa tortinha maravilhosa por ter me ajudado tanto, logo vocês saberão o porque, mas enfim comemos, bebemos e as crianças começaram a sentir sono, Ikki contou uma história sobre os cavaleiros de ouro e eles foram dormir, na verdade eu e Ikki tivemos que ajuda-los a coca-los na cama, e então descemos, estava nervosa, sabia que se o que eu desejava acontecesse, aquilo seria inevitável: Meu primeiro beijo. Sim gente eu era boca virgem na época, tudo virgem diga-se de passagem, bem mas isso ia mudar, em partes pelo menos, eu e Ikki fomos a cozinha, arrumamos a bagunça e eu comentei:

– Nossa a noite foi boa não foi?

– Foi sim, sabe Minu nunca me diverti tanto como hoje!

– Que bom, nossa como sobrou torta, quer um pedaço?

– Sim

Comemos um pedaço de torta então eu quis fazer um teste e peguei um pouco de glacê e joguei no rosto dele, ele ficou sujo e eu comecei a ri, ele ergueu aquelas grossas e lindas sombrancelhas e disse:

– Então quer me desafiar hein!

Ele jogou um patacão de creme que pegou no meu rosto e no meu pescoço, começamos a rir mas ele foi se aproximando e disse em meu ouvido:

– Ta sujo aqui vou te ajudar a limpar...

Acha que ele pegou um paninho? Ainda bem que bem que não, ele começou a lamber e beijar o meu pescoço, deixei mas como não queria parecer fácil, disse fraquejada:

– Ikki...assim...eu não resisto

– E quem disse que é pra resistir?

Ele continuou delicadamente a lamber e beijar o meu pescoço sujo de creme, foi subindo, devagar, no mesmo ritmo, lambeu e beijou a minha bochecha, deixou tudo limpo, ele pegou um pouco de creme e passou em minha boca, pronto, sabia que a hora tinha finalmente chegado para mim, acha que recuei? Não, estava com medo era verdade, mas fechei os olhos e me entreguei, Ikki me beijou, sim ele me beijou pela primeira vez, o meu primeiro beijo, insegura, não sabia o que fazer, ele segurou a minha cabeça com carinho e a minha cintura, agarrei os seu tronco, resolvi imita-lo: Nossas linguas se degladiavam em uma guerra de mil dias. Tudo era bom, fogos de artifício passeavam nos meus olhos e borboletas cruzavam meu estômago.

Nossa aquele beijo foi maravilhoso, não sei quanto tempo durou: Um minuto? Cinco? Isso eu não sei mas queria que durasse a vida toda, ele se afastou e perguntou:

– O que achou?

Dessa vez eu é que tomei a iniciativa, o agarrei e beijei o cavaleiro de fênix novamente, com muito mais força e luxúria, nossos corpos se enroscavam livremente, pude sentir a excitação de Ikki nas minhas coxas, não me importei, até gostei, estava ali, pronta para tudo: Vivi a minha vida toda me resguardando a um cara que nunca me deu valor e aí vem esse deus grego e faz isso comigo? Ah não, eu não ia perder essa oportunidade, ele afastou os objetos da mesa e me jogou nela, seria ali? Na mesa? A minha primeira vez? Bem se aquilo continuasse sim, mas para a minha surpresa, uma voz familiar me chamou:

– Minu?

Gelei: Era a voz de Eiri, que diabos ela estava fazendo lá? Eu me assustei e logo me levantei da mesa assim como Ikki, Eiri me olhava com uma cara de surpresa mas logo veio amarga:

– Temos que conversar!

Ikki percebeu e disse para mim:

– Escute Minu conversaremos com mais calma depois!

E assim ele saiu como sempre, Eiri foi até Hyoga que foi embora também depois que se despediram, então ela me olhou com um olhar reprovativo, tentei explicar:

– Eiri olha não é nada disso que está pensando...

– Minu isso e um orfanato, não um motel, olha da proxima vez que quiser fazer isso, eu te empresto a chave do meu quarto ou do quarto especial mas aqui é a cozinha, as crianças podem acordar para querer beber água ou comer alguma coisa e vê vocês dois fazendo isso!

Realmente Eiri estava certa, me deixei guiar pelos meus instintos, poderia ter traumatizado uma criança, então me limitei a falar:

– Me desculpe...

Eiri olhou para os lados e animada disse:

– Está desculpada mas me conta o que ta rolando entre você e o Ikki?

– Ai amiga nem sei te dizer, só sei que estou loucamente perdidamente apaixonada por ele! Nos beijamos e desse beijo, bem foi a cena que você viu na cozinha!

– Ufa que bom que pedi a Hyoga que ficasse do lado de fora quando eu entrei, teria sido pior, mas enfim ele beija bem? Tem pegada boa? É viril, sentiu algo dele embaixo de você?

Nossa como a minha amiga é curiosa então respondi item por item:

– Beija maravilhosamente bem, tem uma pegada muito boa, mais viril que ele impossível e sim senti algo muito duro na minha coxa e olha te digo mais é grande e grosso!

– Ai amiga que sorte quando vocês vão se ver?

– Bem não deu tempo de combinar nada, espero que ele me veja logo!

Conversamos mais um pouco e fui dormi, me senti culpada da imprudencia mas estava realizada, não era mais boca virgem, agora começava a sonhar com a felicidade...

CONTINUA...

Notas finais
Gostaram da cena da cozinha? Fiz com muito carinho! O que serpa que vai acontecer?