Notas iniciais
Eduardo:
Nesse capitulo o mistério que envolvia aquele espaço em especial na casa, começa a tomar conta de Kate.

Dama:
Espero que gostem do capitulo, sou beta do Eduardo ^^

Logo de cara aquele canto sombrio, o que me separava deste era uma porta preta, que me instigou a abri-la, assim que encostei a mão na maçaneta, Garrett, se lançou em minha frente.

— Aqui não é um lugar onde você gostaria de entrar

Disse isso em um tom que me soou meio ameaçador, não quis estragar aquele momento que estava sendo tão perfeito, que por hora decide deixar como estava,ele continuou a me apresentar o restante da casa, não era como estava acostumada a viver, era locais com pouco espaço, mas nada me tirava da cabeça, o que havia atrás daquela porta? Porque tanto mistério?

Assim que terminou de mostrar a casa, ouvi barulho de carro, era Tanya que veio me visitar, me parabenizar.

— Acho que agora só falto eu. Disse em tom de sarcasmo.

— Pois é, mas mesmo com tanta felicidade, sinto falta dela, ainda não entendo o porquê de tamanha crueldade.

Sua visita me animou, mas mesmo assim ainda faltava algo, faltava alguém que eu amei, quando pensei que tinha superado a perda de minha mãe, pelo mesmo motivo perdi minha irmã.

Muitas coisas estavam acontecendo ao mesmo tempo na minha vida, já não morava com minha família, mas me sentia em família.

A noite foi chegando e senti a falta dele, não o encontrava em lugar algum, busquei no quintal, na floresta a fora, em casa, mas nada, quando de repente, quando estava saindo da sala, ele surge como se tivesse atravessado a parede.

— Me assustou. — Indaguei

— Essa não foi minha intenção. — disse ele sorrindo

— Bom, te procurei pela casa inteira.

— Calma, estava lá fora.

Essa desculpa não me convenceu nenhum um pouco, com tudo que já tinha passado ali, tudo que presenciei naquele dia, nada me tirava mais a atenção do que aquela porta, por que tanto mistério?

Aproveitei que ele saiu para caçar, e fui ver o que tinha atrás da mesma, quando a abri, uma escuridão tomou conta de tudo, e assim que estava preste a dar o primeiro passo em direção a aquela longa escadaria ouço barulho da porta dos fundos se abrindo e rapidamente a fechei.

— Trouxe o jantar. Se referindo a dois cervos presos a uma arvore perto da casa.

Dei um leve sorriso, e taquei aquele cervo ali parado, como se quisesse que o devorasse.

Horas depois começo a ouvir estranhos barulhos, daquele cômodo que parecia ser o sótão, fui em direção a este, e quando me aproximava à porta sorrateiramente começa a se abrir, o que será que sairá dali?

Notas finais
Dama e Eduardo:
Tchau
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.