Before the down heals us, Ken...
1 Capítulo Unique
Notas iniciais
Olá gente!
Como vão? Estou bem para falar a verdade...
Um aviso: Essa one-shot é bem simples e foi escrita na madrugada, então não esperam tanta coisa assim da fic...
Se tiver erros ortograficos, por favor ignorem.
Boa leitura!
Como vão? Estou bem para falar a verdade...
Um aviso: Essa one-shot é bem simples e foi escrita na madrugada, então não esperam tanta coisa assim da fic...
Se tiver erros ortograficos, por favor ignorem.
Boa leitura!
Kenny McCormick havia morrido mais de duas semanas atrás aos quinze anos de idade e sua família estava de mal a pior; Sua mãe estava em total depressão por causa do acontecido e quando ela não está definhando no sofá, estava brigando com seu marido, Stuart, que mais uma vez se drogava com metafetamina e cerveja, faltando ao seu trabalho. Kevin estava tentando superar a tragédia numa maneira bem relutante, distante de todo mundo.
No entanto, era Karen McCormick que estava realmente sofrendo com as dores de perder seu protetor e irmão querido. Sentia-se bem fraca durante aquele tempo desde a morte de Kenny. E via sua família desmoronar por completo. Não sabia o que fazer com tudo que estava acontecendo. Karen entrou no quarto que era de seu irmão, mexia e remaxia com as roupas antigas e as revistas pornô do falecido. Ao encontrar o casaco laranja que Kenny usava e gostava tanto, ela o vestiu sentindo o tecido barato e a espuma entre o material. O cheiro de murrinha castigava o nariz da garota e sabia que o comôdo estava cheio de poeira. Todos diziam que ele não valia nada, era um tarado inveterado, sem disciplina e sem nenhuma humanidade nele. Karen discordava de todas elas. Eles não sabem nada sobre ele, eles são uns idiotas. Pensou a garota ao se reconfortar ainda mais no casaco laranja. Lágrimas caiam seu rosto com muita intensidade e sua garganta quase se engasgava com ar. Se limitou em se deitar no chão de madeira, tentando parar com as lágrimas. Quando estava tirando o casaco de seu corpo e colocar no armário, Karen viu um pedaço de papel impresso e dobrado ao meio. Ao abrir viu que se tratava de uma carta póstuma. O emocional da garota se destruíu por completo e começou a chorar sem parar em enquanto tentava ler a carta, que percebeu por um momento que era para ela. ''Querida Karen, espero que não veja isso antes de eu completar dezoito anos, pois essa carta não terá nenhuma utilidade. Se algo acontecer comigo antes dos dezoito anos, leia a carta e por favor não molhe ela com suas lágrimas doces e suaves, porque o conteúdo nela é muito importante. Entedeu? É claro que sim, você é minha irmã Karen e sei do que é capaz de fazer. Como confiar em mim depois da morte? Vejo nos seus olhos verdes puros e suaves, desde quando a segurei pela primeira vez, quando você era um bebê de tamanho insignificante. Hey! Você é o meu tamanho insignificante. Sei que se chateia demais por pouca coisa e isso não é sempre bom na vida. Bem, Karen preciso que seja forte nesse momento... Nossa, isso é muito díficil de dizer para você, pois doí no meu coração estúpido e sujo. Eu sou um idiota de primeira categoria, um babaca sem noção... demais... Karen, eu tenho um grande e último pedido depois que eu morrer, preciso que chame o Stan, o Kyle, o Cartman, a Wendy e pode chamar também a Bebe, porque ela é amiga da Wendy, e também o Butters, porque ele gosta de ficar com o Cartman e também ele é, um tanto, sozinho. Apesar de não gostar muito dos três últimos nessa lista, eles acompanham meus eternos amigos desde infância e acho que presenciar minha última aparição no mundo é uma dádiva. Tá bom Karen, você pode rir de mim nesse momento... Aonde eu estava mesmo? Ah sim, já lembrei! Preciso que leve as minhas cinzas até Los Angeles e façam uma pequena festa de despedida antes de me jogar ao mar. Não gosto muito do pensamento de me afogar, mas eu já estou morto mesmo! Não tente fazer isso sozinha, uma garota doce de South Park não pode sair numa aventura dessas sem ao menos de um pequeno reforço. Alías nunca fiz nada assim sozinho! Apesar do horrível fato de ter me transformado num pó de gente(!) Sei que posso contar com você para sempre. Com amor, Kenny McComick ou aquele projeto de putaria juvenil!'' Karen quase enfartou ao ler e reler aquela carta, era como falar com ele mais uma vez. O plano parecia simples, mas mesmo ela sabia que precisava de um reforço. A maioria dos envolvidos não pensaram duas vezes e escoltaram a garota até o aeroporto. Eric Cartman, o mestre da manipulação da cidade, conseguiu que todo o grupo viajasse de graça na primeira classe com um grande desconto, mas todos precisavam dizer que tinham um cancêr de tudo. Apesar de todos terem uma razão para estarem ali, somente Butters se sentia sozinho e Karen, que estava ao seu lado, começou uma conversa interessante com o loiro. Ele era o tipo de pessoa que Kenny poderia aprovar, mas a garota não estava querendo isso e o contato que estava fazendo com ele, poderia virar no futuro como uma amizade. Ao chegarem na cidade, o calor invadiu os corpos do grupo com muita intensiadade. Sem os casacos e as calças longas, todos pareciam melhores, até Eric Cartman que não era tão gordo como na infância, mas tinha um pouco do tecido adiposo a mais em seu corpo. Pegando um táxi, o grupo foi para uma praia mais próxima enquanto ainda o por do sol ainda estava no ar. Eles seguiram por um deck de madeira. A brisa do ar refrescou todos eles, no momento que chegaram até o final.
Karen leu a carta em voz alta, pois não tinha nenhuma palavra a mais para dizer a ele, apesar de querer ter todas as palavras do mundo. E ficava cada vez mais bonito contracenado com o pôr-do-sol. O restante do grupo ficou comovido com uma atitude que nunca pensaram que Kenny poderia fazer. — ... Por favor, não quero esquecer de você e nem como significou para mim, Kenny — disse Karen depois de ler a carta. — Quero que fique aqui e agora antes do amanhacer nos curar da dor de que temos em perder você. Depois de tudo isso, o que restava de Kenny McCormick foi jogado ao mar. Karen lutou para não chorar enquanto os vestos do mar esmurravam a sua cara sem parar. E o que restou antes de voltar para vida era ver a vista do sol se fundindo com o mar pela última vez com seu irmão.
Notas finais
O que acharam da fic? Legal ou não?
Reviews, por favor!
Até mais!
Reviews, por favor!
Até mais!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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