Before Future/After Past

1 The midle/The begin


Izkona. Cidade onde tudo se inicia.

O personagem principal está em uma sorveteria. A única outra pessoa lá é um empregado. Ele tem estatura média, negro, careca, usa óculos quadrados de bordas arredondadas, o que nãoodeixa sem sua habitual cara de sério.

-Vai pagar ou vai ficar aí enrolando só balançando a droga do copo?

-Calma Dave, eu já vou. Juntei umas moedas, então não precisa de troco!

Ele paga, e sai da loja. A loja fica em um pavimento superior da cidade. Esta foi construída em plataformas, uma encima da outra, permitindo maior área de habitação.

Nosso personagem sem nome apenas chega na beirada, olha para baixo, e pula. Enfim, ele agarra a borda, fazendo uso de sua prótese. A mão permanece segurando a plataforma com muita força, enquanto uma corda desce o resto do corpo em segurança.

Chegando no chão, ele observa o braço. Começa a ter memórias não agradáveis.

-Demorou um pouco pra chegar.

Olha para trás, é seu amigo. Ele está de jaleco e usando seus óculos redondos. O cabelo não tão longo ficou molhado por causa da chuva de duas horas atrás.

-Você não pode pegar chuva. E se ainda tiver aquilo?

-Não tem. Já se foi faz um bom tempo.

-Enfim... como está o nosso... "Vencedor"?

-Ele está supimpaaaaaa...

-Oh yeeeeeeeee...

-OH YEEEEEEAAAAAAAHHHH...

O dois então se juntam e seguem para uma praça no térreo. Tem uma fonte no centro e sua simetria é tetraradial. Ela tem 8 bancos de metal pintados de branco, que se sujaram com o tempo. Há também alguns pilares que sustentam as plataformas acima.

Os dois então seguem para o centro da praça, perto da fonte e começam a conversar. Nosso amante de sorvete percebe uma presença atrás de um dos pilares. Sem hesitar, ejeta a mão esquerda, que com propulsão linear e centrípeta, consegue se enrolar em volta e agarrar a pessoa que os vigiava.

A mão é completamente funcional mesmo quando atirada. Na força para segurar o inimigo, percebe algo estranho em sei peito.

-Cara, esses peitos são grandes de mais pra ser um homem...

A mão enfim "A" sujeita, que age como se conhece os dois, xingando-os de várias coisas.

-Miseráveis desgraçados! Nem para cooperar com minha atuação de "ninja" vocês podem ser legais! Bando de idiotas retardados do caralho!

-Rebecca, não está aqui nos investigando, está?

-Claro que não, seus palermas!

-A competição é amanhã, tem certeza de que não está nos investigando?

-NÃO!

-Ela quer sabotar a gente, ainda bem que não trouxe "ele" comigo, nem o controle, nem nada!

-Fez bem Howie! Ainda bem que eu não trouxe meu sorvete também!

Rebecca acerta nosso personagem AINDA SEM NOME na cabeça com um gancho de direita.

-E também já faz um bom tempo desde que vocês arranjaram esse brinquedinho pro babaca aí colocar no braço! Vocês esconderam isso de muitos, menos de mim.

-Mas até o Dave da sorveteria tá sabendo.

-CALADO! Resolvemos sobre quem está certo amanhã! Estaremos na mesma chave, então um elimina o outro logo no começo do campeonato.

-Feito.

-É... feito.

Rebecca dá meia volta e vai embora revoltada. O dois enfim decidem que é hora de voltarem para o acampamento.

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Guerra.

Tudo começou por causa de besteiras e provocações. Nada se compara em relação ao Custo/Destruição da bomba multirotacional. É como um ralador. Só que é feito de energia, é bem fino, esférico, e de várias camadas, que passa rapidamente pelas superfícies "desintegrando" elas. A desvantagem é a lentidão é devagar comparada a outras bombas, isso permite que os inocentes tenham algum tempo de entrar no acampamento ou de chorar enquanto esperam a morte.

O acampamento usa uma alta tecnologia para se defender, assim como algumas estruturas da cidade. A bomba não é muito efetiva contra certas ligas, que tem a capacidade de absorver a energia, mas quando é material orgânico, não sobra nada. Hoje a porta do acampamento tem uns poucos arranhões, mas é impenetrável. Dentro moram todos que não tem condições de ter suas casas de volta. Mas como muitos tinham recursos e parentes próximos, o espaço ficou bem dividido, tendo uma baixa proporção de pessoas por metro quadrado.

Quando a gigantesca porta se abre, é possível ver dentro dela resquícios de sangue, que está começam a sumir.

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Os dois chegam na porta, entram com a informação de acesso,e entram. Os seguranças vigiam a entrada e saída de pessoas todo o tempo, apenas pelo lado interno, pois do lado de fora, há alguém observando, alguém esperando o momento de agir.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.