Been Here All Along

4 3. Segunda Impressão


Notas iniciais
Oi, como estão?
Obrigado pelo comentários, continuem assim. Bem- vindas leitoras novas.
Agradeço a BiaPattz01 pela recomendação, amei flor, fiquei emocionada com suas palavras, espero seguir suas expectativas.
Não irei responder comentarios, pois sempre acabo parando, pois ando com a vida muito corrida, mais leio cada um e amo todos, são meus incentivos.
Nos vemos lá em baixo

Capitulo três: Segunda Impressão



Pov. Edward

Depois da visita nada esperada em minha casa, e uma noite inquietante. Estou nesse momento na porta da minha adorável vizinha Isabella Swan. Nem me perguntem o que estou fazendo aqui. Sei que a chamei de grossa, ignorante e mal educada, por suas costas, claro. Mas como sou muito humilde decide lhe dar uma segunda chance. Sem falar que ela tem uma habilidade incrível com bebês, e soube acalmar Nicole como ninguém. Ou seja, se eu me der bem com a topetuda, ela bem que poderia me ajudar com Nick. Sem interesses é claro, só para o bem de minha filhota.


Respirei fundo. Toquei na campainha. E esperei, muito na verdade. Decidi tocar novamente, em troca levei um grito daqueles. E quando abriu a porta foi logo soltando os cachorros.


–Quem é que está batendo essa hora na minha porta. Será que não posso me arrumar em paz. E que flores são essas? Dá pra mostrar o rosto – Esqueci-me de citar que tinha comprado flores brancas para a pessoa mais doce que conheci. Tudo isso em um tratado de paz, mais a nervosinha não estava a fim de cooperar.


–Acorda sempre assim de bom humor – Falei sarcasticamente.


–Ah, é você. – Disse com desinteresse quando ouviu a minha voz, sem falar o tom arrogante. — Diz logo o que quer. – Meu Deus como eu ainda tento entrar em acordo com essa mulher.


–Vim em paz, ok. Vejo que ontem não te agradeci como deveria. Por isso as flores. Algum problema?


Ela olhou para mim com os olhos fumegante, respondendo grossamente.


– Não aceito flores, ainda mais de homens casados. Principalmente sendo de você – Disse empurrando as flores quando lhe ofereci. Dai-me paciência. Não poderiam me arranjar uma vizinha mais gentil.


–Eu não sou casado. – Falei calmamente, esse assunto Irina não me revoltava mais. Águas passadas, se não fosse ela por lembrar o nome casado, nem me recordaria da purgante vadia.


–E essa aliança no dedo diz o que? – Epa, né que esqueci a danada no dedo. Pelo jeito a bichinha era observadora. Bom saber.


–Bom, é complicado. Mas se quiser depois tomar um café eu explico. – Disse calmamente.


–Você não tem mesmo vergonha na cara. Além de casado é safado. Pobre de sua mulher. – Pera? Chama-me de safado, e ainda defende a vadia da Irina. Posso até a entender, pois ela não sabe do que aconteceu mais safado já é demais. Sem falar que estava achando que eu, Edward Cullen estava a chamando para sair, nem louco. Quando isso acontecer me interne.


–Pobre? Se a conhecesse não diria isso. – Mas ela nunca iria vê-la já que a safada fugiu. Queria ver se ela a chamaria de pobre depois disso.


–Olha, sinceramente, se você é infiel não posso fazer nada. Mas não sou obrigada a aceitar seus galanteios baratos em minha porta. Sem falar que trabalho e cumpro com meus horários. Então, peço encarecidamente que tire seus pezinhos do meu jardim. E suma da minha frente. – Oh gentileza.


–Poderia saber do que trabalha. – Ignorei-a completamente.


–Se eu disser você some da minha frente? – Perguntou com os olhos em fenda.


–Talvez. – Ela me olhou mortalmente, que me deixou com medo, essa mulher poderia ser diabólica. – Certo, eu vou.


–Advogada. – Falou ríspida entrando, quando ia fechar a porta, botei meu pé a impedindo. – O que você quer? – Gritou irritadiça.


–Você é mesmo advogada?


–Por quê? Acha que não tenho capacidade. – Agora sei o de tanta frieza. Mas agora era que eu precisava de sua ajuda. Como Jasper estava longe, ela seria minha solução.


–Claro que não. Mas preciso de um advogado. E você estaria disposta a ser a minha? – Perguntei educadamente.


–Nem morta. – Cadê a ética no trabalho dessa mulher?


–Isso vai contra as suas condutas sabia. Sem falar que pago bem.


–Tá querendo me comprar? Pois se for tire seu cavalo da chuva, para não pegar resfriado.


–Claro que não. Mas se for à única solução pago o que for. Não estaria te implorando se fosse necessário. É serio Isabella.


–Vou pensar no seu caso. – Ah Deus me ajuda.


–Vamos fazer assim. Quando você puder iremos a alguma praça. E te conto o porquê de precisar tanto de sua ajuda. Se não está acreditando nisso. Levo Nicole. Pois não vi nenhum cara levar os filhos em encontro. Aceita? – Diz que sim.


–Você venceu. Sábado. No parque Hollenbeck. 09h00min da manhã. Será até bom para Nicole. Só estou indo por ela. Mas já sabe se estiver mentindo te boto na cadeia. E consigo umas provas contra você que nunca mais sairá de lá. Onde verá o sol nascer quadrado por muito, e muito tempo.


–Não estou pode confiar.. Esqueci-me de uma coisa.


–O que é agora?


–Depois você poderia me dar umas aulas como cuidar de um bebê. Não tenho pratica com isso;


–E sua mulher? Não te ajuda não. – Perguntou com uma pitada de interesse.


–Sábado você irá saber o porquê de ela não me ajudar. Mas e ai pode?


–Pela Nicole?


–Por ela. – Prometi.


–Aceito. Quando eu largar passo em sua casa.


–Obrigado. Não sabe como isso irá ser útil para mim.


–Não precisa. Mas é serio cara, tenho que ir trabalhar. Se tiver mais alguma coisa para perguntar. Só mais tarde.


–Então bom trabalho, e obrigado mais uma vez.


–Tudo por Nicole – Falou fechando a porta. Aleluia, progredi pelo menos um pouco com a topetuda.



[...]



Pov. Bella

Não dormi nada pela noite que se passou. O vizinho retardado e sua linda filha não saiam de minha cabeça. Estava com certa curiosidade. Afinal, quem é a mãe daquela criatura fofa. Pois não a vi, a não ser que ela seja aquelas madames que não olham nem para o rosto do filho. Sem falar no louco do pai dela, apesar dele ser lindo, sem interesses ok, ele é um pouco estranho. Mas não posso nem dizer nada. Pois quem agiu estranhamente fui eu, saindo daquele jeito de sua casa. Mas tenho meus motivos, como o disse, minha vida só diz respeito a mim mesma, e a mais ninguém.


Como não dormi bem. Acordei mais cedo que o normal. Já que iria trabalhar hoje, decidi tomar um banho relaxante. Só que isso foi desconsiderado, quando ouvi minha campainha tocar. Afinal quem seria uma hora dessas. No primeiro momento ignorei, mais como a pessoa era insistente, fui atendê-la. Quando abri a porta tive uma surpresa.


O que aquela criatura estava fazendo aqui? E essas flores brancas? Claro que fui logo grossa tentando cortar o papo rapidamente, pois de algum jeito esse cara mexia comigo. Mas quando vi a aliança em seu dedo, deu vontade de matá-lo, odeio homem infiel, mas como ele disse que não era casado, claro que não acreditei muito, deixei ele se explicar.


Conforme ele foi falando. Eu queria mais ignorá-lo, mais seus olhos me hipnotizava. Aquele par de olhos esmeraldas, o mais lindo que já vi ate hoje, tão lindo e ao mesmo tempo brincalhão e frio. Uma imensidão, uma vida própria, inexplicável. Chega Bella, pelo amor de Deus o que está falando. Os olhos deles são bonitos mais não é essa coisa toda. Acorda mulher, toma vergonha na cara.


Estava disposta a não aceitar sua proposta. Mais como ele envolveu meu ponto fraco, Nicole, aquela pessoinha que em tão poucas horas eu seria capaz de qualquer coisa para vê-la feliz, me convenceu. Aceitei, e sábado estava marcado, iríamos os três ao parque, isso soava até familiar. Ri com esse pensamento louco.


Quando fechei a porta, arfei encostada na porta, tocando levemente nas pétalas brancas, sim eu tinha aceitado o presente, levei mais como um de boas vindas torto. E eu não poderia dizer que o buque era lindo, tinha seu charme. E a cor neutra, exalava uma paz que não sentia há muito tempo. O que era um tanto bom.


Não nego que tudo estava sendo novo para mim. Era como meu passado voltasse de uma forma diferente, menos dolorosa e triste. Mas chega de pensar nisso, o passado jamais voltará o que resta é seguir em frente. Não criarei falsas esperanças, pois sei que sairei machucada.


Fui trabalhar por volta das 08h00min da manhã. O escritório que trabalhava ficava no centro da cidade, fazia apenas dois meses que estava trabalhando lá, e gostava muito do ambiente. Nesse meio tempo, uma pessoa virou uma grande amiga minha, chamava Tânia, 27 anos. Uma moça de uma beleza única. Casada há cinco anos, e tinha um filho chamado Davi, que era a coisa mais fofa. Já que tive o prazer de conhecê-lo quando o marido veio a pegar no trabalho, ele tinha apenas um aninho, mais era um verdadeiro príncipe.


–Oi Bella, caiu da cama foi? – Brincou Tânia vindo me abraçar. – Quem foi o príncipe que a deixou com insônia.


–Muito engraçado estou morrendo de rir – Disse sarcasticamente. – Culpa de um vizinho meu praticamente me acordou.


–Vizinho é? Gato? – Perguntou sentando em sua mesa, interessada.


–Toma jeito Tânia, baixa o fogo mulher. Tu és casada sabia sua safada.


–E daí, isso não impede de ajudar minha amiga com um gato. Está precisando amiga.


–Ai meu Deus para fui abrir minha boca.


–Fala tudo sobre ele. Quero saber, nome, estado civil, tudo.


–Como sei que não irá me deixar em paz te conto.


–Você me conhece bem. Agora conta tudo.


–O conheci ontem de um jeito, estranho. Ele tem uma filha de meses, Nicole, a coisa mais fofa. Não sei se ele é casado. É alto, têm os cabelos bagunçados em uma cor estranha de cobre, olhos esmeraldas. Não muito forte, é isso. Chega né. – Tentei sair do assunto.


–Nada disso. Que jeito foi esse que você o conheceu? E essa filha dele? Quero detalhes Bella, seja mais profunda. – Murmurou curiosa roendo as unhas.


–Ok. Você venceu, vou te contar.


Comecei a relatar a noite anterior, do momento em que ouvi o choro de Nicole. O jeito como o tratei, o taco de beisebol. Quando contei essa parte, Tânia se acabou de rir, passando até mal. As flores hoje de manhã, e o convite dele para ser sua advogada. Quando falei isso ela deu um gritinho de felicidade falando.


–O meu Deus, eu não acredito. Você aceitou? Vai falar com ele?


–Sim, já prometi. Mas primeiro ele jurou falar o que aconteceu com ele, para ele precisar tanto de um advogado.


–Ai Bella. Isso ta parecendo um conto de fadas. Estou até vendo o casamento de vocês, a bebê Nicole. Tudo. Estou ate emocionada. Agora tu desencalhas mulher. – Disse com um olhar distante.


–Você é louca Tânia. Ele é um ser insuportável. Não sei como aquela fofura pode ser filha dele. E pare de paranoia. Eu só irei ser sua advogada, mais nada.


–Ok senhorita sou contra ao amor de relacionamentos. Não falo mais nada.


–Tânia você sabe o porquê. Não começa. – Apesar de louca, Tânia era a única que sabia de minha vida, e a razão pela qual me mudei para Los Angeles.


–Eu sei Bella. Era só para descontrair, mais você precisa relaxar. – Falou seria por um instante. Ela realmente se preocupava comigo, com meu bem estar.


–Obrigada por me aguentar. – Disse rindo forçado.


–Faço o que posso. Mas já estou vendo até a marcha nupcial soando em meus ouvidos, e eu vestida de madrinha. E perto o lindo papai Cullen. – Falou zombando.


–Tânia cala á merda da boca – Resmunguei jogando a caneta que estava na minha mão em sua direção, que se esquivou rapidamente, rindo como uma hiena.


–Errou Isabella futura senhora Cullen. – Tinha vezes que Tânia era como criança, neste instante, por exemplo, o melhor era ignorar, até ela voltar ao seu normal. Se é que ela tem um lado normal. Mas não podia reclamar, pois ela que me ajudou nesses dois meses que estou aqui. E apesar das suas doideiras, ela se tornou minha melhor amiga e conselheira que eu poderia pedir. Pois sendo ela a única, tirando minha família, que sabia do meu segredo.


–Você me paga Tânia Dewer


–Estou esperando sua insuportável Swan. – Falou mostrando-me a língua.



Continua...

"O esperado nos mantém fortes, firmes e em pé. O inesperado nos torna frágeis e propõe recomeços".

Machado de Assis

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Mereço recomendações? Reviews?
Espero que tenha agradado a todas, fiz com carinho
Bjos
Até semana que vem
Bom fim de semana.
bJOS