Because You Loved Me?
6 Capítulo VI - Sex
Notas iniciais
AGora sem mais delongas, o sexto capitulo para vocês!
WARNING: CONTÉM LEMON!!!
Boa Leitura!
Puck
Enfim, Noah Puckerman, apesar de estar usando métodos injustos, conseguiu separar o casal inseparável da escola. Eu não deveria estar ligando, afinal estou sendo honesto quanto aos meus sentimentos, não posso fazer nada. Bem melhor eu ir avisar a Rachel, para que ela não fique tão surpresa.
- Hey Rach – chamei a garota que estava mexendo em seu armário, ela me encarou e sorriu de canto.
- Olá Noah.
- Não me chame de Noah – resmunguei – se prepare, pois logo estaremos juntos.
- Não me diga... Impossível – disse ela pondo a mão sobre a boca não conseguindo conter o sorriso.
- Sim minha querida, Finn terminara com você, ai estaremos livres para pensar em nós – comentei.
Olhei para trás e lá estava ele, bem arrumado e com aquele bendito sorriso no rosto, revirei os olhos sorrindo e caminhei para longe da garota. Espero que ela seja realmente boa com atriz para não dar muito na vista. Caminhei para minha a sala que eu teria a primeira aula e me sentei na costumeira carteira dos fundos. O sinal bateu, e logo Finn e Rachel entraram, ela estava com cara de choro? Não brinca. O garoto se sentou ao meu lado, enquanto a garota ficou lá na frente.
- Pronto, estou livre agora, podemos começar a sair quando quiser – sussurrou Finn.
- Muito bom saber disso, quarta, depois do ensaio na sua casa? – perguntei checando se ninguém estava ouvindo.
Percebi que ele me encarava, e o encarei de volta. Um largo sorriso se formou na face do garoto e não me contive, acabei sorrindo também.
- Está bem, marcado – comentou ele começando a copiar o que o professor passava – estou realmente feliz com isso, sabe?
- Eu também... E como foi terminar com a Rachel? – perguntei como se não quisesse nada.
- Bem, ela começou a chorar, pessoas começaram a me encarar e tudo mais – disse ele dando de ombros – mas a convenci de que seria melhor assim.
- Entendo – falei.
O sinal tocou depois de algum tempo. Fomos para o intervalo, conversamos normal com o pessoal do time de futebol. Voltamos para as aulas e fomos dispensados no período da tarde. Estava prestes a sair do estacionamento quando ouço alguém bater na janela, era Finn.
- Sim? – disse num tom gentil.
- Só queria recordar uma coisa – disse ele.
- Que coi... – antes que eu pudesse terminar de falar, ele me puxou para um beijo.
- Sei que não deveríamos, principalmente aqui, mas senti falta – comentou ele quando nos separamos – obrigado Puck.
E saiu correndo para o carro dele. Passei a mão sobre meu moicano e encarei o retrovisor. “Ele é demais, tenho que admitir” pensei sorrindo. Engatei a ré, manobrei e sai do estacionamento. Cheguei em casa, subi as escadas sem dar trela para o que aquela bendita garota estava falando quando subi e fechei a porta. Ufa, finalmente em casa, hora de fazer uma ligação.
- Olha Quinn.
- Puck? Porque está me ligando? – perguntou a garota.
- Nossa, assim que atende o cara que te levou para cama e é o pai da sua primeira filha? – comentei fingindo um tom triste.
- Me arrependo mortalmente disso – falou ela.
- Da gravidez ou do sexo?
- Da gravidez – respondeu ela, e eu ri – desembucha logo, o que você quer?
- Precisarei da sua ajuda – falei.
- Ah, e com o que?
- Eis o plano...
Contei tudo que se passava em minha cabeça, minhas ideias e prévio plano para ter toda essa situação sobre controle. Assim que terminei de falar, ouvi um grito por parte dela.
- O que foi isso garota? – perguntei.
- Só estou pasma, não achava que você teria coragem de fazer algo assim, você é muito sem coração – falou ela secamente.
- Ao contrario, por conta de eu ter um coração e estar afim de me entregar completamente no jogo do amor, que estou fazendo isso – falei.
- Não seria bem mais simples você apenas ir lá e se entregar de vez?
- Não dá, preciso testar, preciso ter certeza antes de tomar minha decisão – disse, e ela suspirou do outro lado.
- Está bem Noah, farei isso, mas só porque me beneficiarei com isso – falou desligando o telefone.
Bendita Quinn, já ficou toda ouriçada. Mas é melhor assim, total comprometimento com o plano. Bem, vamos dormir né, pois ninguém é de ferro. Joguei-me na cama, e virei para o lado, acariciando meus lábios, onde á poucas horas atrás Finn estava beijando. Estou me tornando gay? Sério mesmo? Ri de mim mesmo e tentei dormir.
A terça-feira passou rapidamente, Mr. Schue ficou falando na nossa cabeça com relação a termos que levar muito mais a serio os ensaios, pois não seria nada fácil o regional esse ano. Sinceramente? Não via problemas esse ano, tudo está caminhando de tal forma, que acredito que sejamos capazes de qualquer coisa. Mas nem todos pensavam como eu, então deixei para lá meus pensamentos e me foquei no ensaio. Finn e eu fomos almoçar juntos, sendo seguidos por Santana e Brittany.
- Ola morsa, hey Puck – disse Santana sentando-se ao meu lado, enquanto Finn revirava e virava o rosto para o outro lado.
- Diz ai Santana.
- Faz tempo que não almoçamos juntos – comentou ela.
- E deveriam continuar assim – resmungou Finn, e ela olhou desconfiada para o lado dele.
- Como é que é?
- Santana, venha esqueci-me de mostrar-lhe uma coisa – comentou Brittany correndo para o lado dela.
- Calma ai Brit tenho que resolver isso, o que você disse morsa? – perguntou ela mais uma vez.
- Nada Santana, vai ver o que sua namoradinha quer – falei rispidamente.
Ela jogou o cabelo em minha cara e saiu.
- Sinto muito – disse Finn.
- Tudo bem cara, mas controle-se ok? Não podemos dar na vista – comentei.
Ele assentiu com a cabeça e começamos a comer. Posso dizer que foi um almoço agradável na companhia dele, conversamos de jogos, futebol e sexo. Admito que fiquei mais animado ainda quando ele começou a dizer sobre suas ideias para quarta. Esse Finn, só tem cara de bobo, pois a mente é muito pervertida. Saímos da escola pelos fundos, indo para o campo de futebol. Treinamos arremessos, até que começou a cair um pé d’água e corremos para de baixo da arquibancada.
- Parece que o tempo está ao nosso favor – falou Finn olhando de canto de olho para mim, sorrindo.
- Você gosta tanto assim de mim Finn? – não contive a pergunta.
- Mais do que qualquer coisa – disse ele corando levemente.
Puxei-o pelo braço e encostei-me a uma pilastra próxima, nos encaramos por um tempo e então começamos a nos beijar. Mas foi um daqueles beijos parecidos com os de cinema de tão intenso que foi, durou vários minutos até que perdemos o fôlego.
- Esse foi o melhor beijo que já tive – disse sorrindo.
Ele me puxou para seus braços e encostou minha cabeça em seu peito.
- Não deixarei ninguém nos machucar, está bem? Eu sei que não precisa de proteção, mas independente do jeito que forem tentar te machucar eu não irei deixar – sussurrava ele.
Passei os meus braços em volta dele e o apertei forte, ele estava me fazer sentir querido em muitos anos. Oh Finn eu irei retribuir isso, pode ter certeza. Decidimos então sai dali, pois poderiam desconfiar de algo. Corremos pela chuva atravessando o campo e entrando no vestiário.
- Oi pessoal – disse Sam quando entramos.
- Hey boca de truta, o que faz aqui? – perguntei.
Ele revirou os olhos antes de responder.
- Vim tomar uma ducha – nisso ouvimos um barulho vindo dos boxes.
Eu e Finn caminhamos para lá, vimos Mike apoiado na parede, parecia cansado.
- Tudo bem? – perguntou Finn e o garoto olhou assustado para nós.
- Hã? Claro, tudo ótimo – disse ele corando levemente.
Olhei desconfiado para Finn que possivelmente pensou o mesmo que eu. Despedimos-nos dos dois e saímos do vestiário.
- Você acha que...
- Pode haver uma chance – comentei rindo.
- Então, não seremos os únicos que mudaram – disse Finn.
Concordei com a cabeça, assim que chegamos à entrada da escola, a chuva já havia maneirado, corremos cada um para o seu carro e fomos embora. Cheguei em casa, retirei minha blusa do time que estava encharcada e coloquei no cesto próximo da porta do porão. Subi para o meu quarto como faço todas às vezes depois da escola e fui tomar banho. Saindo do banheiro acompanhado do vapor, fui até minha cômoda coloquei uma Box preta, e meu conjunto de moletom. Deitei na cama e fui dormir, pois queria que o dia seguinte chegasse logo.
Na manhã seguinte, tomei novamente outro banho, vesti uma Box branca dessa vez, coloquei minha jeans mais escura, uma camisa vermelha, minha jaqueta preta e calcei meu tênis preto, me perfumei e sai de casa. Dei partida no carro e parti para a escola. Assim que cheguei notei que o carro do Finn já estava na escola. Entrei na escola e me deparei com uma cena estranha. Finn estava encostado contra o armário e cercado pelos garotos do time de hockey.
- Ow – berrei e todos me olharam – o que pensam que estou fazendo?
- Olha só pessoal, o macho veio proteger a fêmea – debochou o mais alto de todos.
- O que você disse palito? Quero ver repetir antes que meu punho arranque todos os seus dentes – disse estralando meus dedos.
- Puck... – ouvi Finn dizer e logo receber raspadinha na cara.
- Filho da... – nem terminei pulei em cima do cara e comecei a socar sua cara. Logo uma enorme mão me tirou de cima do garoto, era a Beiste.
- Qual é Noah, o que está acontecendo? – perguntou ela.
- Esses perdedores estavam zuando o Finn – disse.
- Todos saiam daqui, e levantem o outro ai também – disse ela.
Assim que todos foram embora, e o outro sendo carregado, Beiste ficou nos encarando.
- Se eu ver vocês em mais alguma confusão, estão fora do campeonato.
- Mas, foram eles que começaram – gritei.
- Não quero saber, você mais que todos deveriam estar evitando confusão, você tem um histórico – disse ela.
Revirei os olhos e ela saiu. Encarei Finn que lambia os lábios por conta das rapadinhas e não consegui manter a cara séria e sorri.
- Venha, vou ajuda-lo a se limpar – e fomos para o banheiro mais próximo.
Assim que terminamos de tirar toda àquela raspadinha do cabelo e camisa dele, saímos e fomos para a aula.
- Como que isso aconteceu hã? – perguntei assim que nos sentamos nas nossas carteiras.
- Eu cheguei normal na escola, só que esses benditos invocaram em me chamar de homo – murmurava ele – então eu disse que a mãe dele não havia achado isso na noite passada.
Encarei Finn surpreso e comecei a rir.
- Você tem que parar de andar comigo – brinquei.
- Jamais, andar com você é a melhor parte do meu dia – falou ele, e senti meu rosto queimar – mas, tudo certo para hoje? Percebi que veio todo arrumado.
- Mais certo impossível – respondi.
Voltamos a prestar atenção na aula. Depois veio o intervalo, mais duas aulas, o almoço e enfim o ensaio.
Mr. Schue havia faltado, coisa rara de acontecer, como não tinha substituto fomos dispensados mais cedo, fui até o estacionamento e aguardei Finn sair.
- Desculpe, estava confirmando com o Kurt se ele iria para a casa do Blaine – disse ele se aproximando de mim.
- Tudo certo então?
- Sim, minha mãe só volta sexta de Washington – assenti com a cabeça e cada um foi para o seu carro.
Não demorou muito e chegamos até a casa de Finn. Entramos e deixamos nossas mochilas no sofá, subimos correndo para o quarto e ficamos nos encarando, era perceptível que estávamos um tanto nervosos, até mesmo eu, pois seria minha primeira vez com um homem. Respirei fundo e me aproximei dele, começamos então a nos beijar, e fui aos poucos indo em direção da cama e logo depois nos deitamos. Arranquei minha jaqueta e a blusa de Finn. Estava por cima dele agora, nossos membros já rígidos roçando um no outro, desci para o pescoço do garoto que se arrepiou com o toque. Ele retirou sua calça e logo depois a minha, ajudei a tirar nossas camisas e assim ficamos apenas de cueca. Comecei a descer pelo corpo do garoto que me surpreendeu, estava mais definido que no primeiro ano, comecei a chupar e mordiscar o peito do garoto que gemia baixo, continuei descendo lambendo cada parte do abdome de Finn chegando até a parte interessante, lambi toda a extensão do membro dele por cima da cueca, o aroma emitido dali estava me deixando doido. Arranquei a cueca dele e abocanhei de uma vez o membro de Finn, ele gemeu quando comecei os movimentos de sucção. Era uma sensação deliciosa aquilo, retirei o pênis da minha boca e subi novamente para beija-lo. Assim ele subiu em cima de mim, e fez quase o mesmo que eu havia feito nele, só que ele desceu rapidamente até meu pênis e arrancando com certa pressa minha cueca, começou a me chupar loucamente. Nossa que sensação maravilhosa, o ajudei colocando minhas mãos sobre sua cabeça e assim ele colocou por inteiro meu membro em sua boca.
- Ohh... Finn, isso... Está tão... Bom... Porra – não aguentei e acabei por gozar em sua boca, o vi lambendo os lábios satisfeito e vindo me beijar novamente.
- Me fode Puck – o ouvi sussurrar em meu ouvido quando nos separamos do beijo, meu membro já se enrijeceu novamente.
O deitei de bruços, e ele empinou aquele anel rosado para mim. Comecei a dar beijos e lambidas preparando-o bem para ser penetrado, Finn gemia baixo a cada lambida, posicionei-me de frente para o orifício dele e encostei a cabeça do meu pênis.
- Me fode – pediu ele novamente só que com uma voz mais sexy – porra Puck, me fode.
Assenti com a cabeça e fui penetrando-o lentamente, e aos poucos meu membro logo estava totalmente dentro. Era quente e apertado o interior de Finn, ele deu uma rebolada indicando para eu começar. Fui estocando de leve, mas ele pedia para ir mais rápido, então acelerei as estocadas. Estava ótima aquela sensação, Finn gemia loucamente junto comigo a cada estocada, não demorou muito e logo eu gozei em seu interior. O virei para mim e comecei a chupa-lo novamente, então senti um jato quente em minha boca e vi a face de aliviado de Finn.
- Isso... Foi ótimo – disse ele ofegante.
- Nem me fale... Você é muito gostoso sabia – falei sexymente em seu ouvido quando me deitei sobre ele e indo o beijar mais uma vez.
Depois de um tempo nos levantamos e fomos tomar banho. Ajudamos-nos a se limpar e depois a nos vestir.
- Foi realmente muito bom Finn – e dei-lhe um selinho antes de abrir a porta para sair.
- Você não tem ideia do quanto significa para mim – falou ele quando sai.
Acenei para ele de dentro do carro e fui para casa.
Notas finais
Porfavor me digam está bem!!!
Obrigado desde já!
Hugs!
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