Be Lovely, Sarah!
6 Capítulo 6:
Notas iniciais
EU TENHO UMA EXPLICAÇÃO.
Na real, eu não sei bem O motivo. Eu parei por diversas razões, então, aqui vão elas:
Primeiro: Eu, completa e subitamente idiota, postei Sarah no meio de uma fase em Virtue (minha outra fic) crucial, e eu me dediquei mais a ela, sinto muito.
Segundo: Eu tenho um carinho muito grande por Sarah porque ela é um projeto mais cuidadoso onde eu estou procurando dar todo o meu potencial como ficwriter, com uma escrita mais parecida com livros. Então eu não vou de jeito algum postar qualquer porcaria como capítulo. Por isso não tiveram nada até agora.
Terceiro: E S C O L A. Sim, eu sei que vocês estão cansados de escutar isso, mas o problema é que eu não podia tirar notas baixas nesse bimestre se não aí mesmo que não teria mais Sarah.
Sem mas delongas, lets go :)
O que eu iria fazer? Ele tinha desligado o telefone antes mesmo que eu pudesse dar uma resposta, ou até mesmo pensar em alguma coisa estratégica.
Fiquei um minuto parada no portão da faculdade, me controlando para não roer as unhas, meio nervosa. Tinha poucos minutos até ele chegar, claro, então, teria que ser rápida e achar uma saída.
Não deu muito certo.
Quando eu percebi, um som alto e violento aumentava cada vez mais, vindo em minha direção. Acho que era Máster of Puppets, se não me engano. E Metallica é sinônimo de uma só pessoa.
Brian.
O som parou de repente, junto com o barulho de portas fechando. Três segundos depois, olhei pra frente e vi Brian parado a minha frente, com as mãos no bolsos da jaqueta de couro preta, encarando-me pelos seus óculos escuros com um chiclete na boca.
-Hey.
Deu um sorriso torto, mascando a goma em sua boca.
Ah, meu Deus.
Reage.
-Brian, olha, vai embora. Estou esperando uma pessoa.
-Pensei que podíamos conversar. Você sabe...
Meu celular vibrou, quando olhei disfarçadamente vi uma mensagem de Arin.
Estou virando a esquina da sua faculdade. Já saiu? A.
-... desde que eu cheguei, nós não nos falamos direito.
-Brian, eu não tenho nada para falar com você.
Fale, olhando para trás, de onde Arin provavelmente deveria sair, impaciente e sem medo de mostrar isso.
-Como assim? Claro que tem.
-Não, não tenho.
-Você está esperando alguém?
-Na verdade, estou sim.
-E quem, poderia saber?
-Na verdade, não.
Como ele não podia ver que eu estava enxotando-o dali? Ou ele percebeu, mas era apenas ignorante e cara de pau o bastante para permanecer ali e agir feito um babaca completo?
-Brian, vai embora.
-Está indo para um encontro?
-Não, só... VAI. VAI, VAI.
Eu já podia escutar o barulho do motor se aproximando a qualquer momento, não queria que Arin o visse aqui comigo. Apoiei minhas mãos em seu peito, o empurrando e conseguindo fazê-lo se mover três passos para trás. Brian segurou meus antebraços, girando-me e encostando-me na parede e me encarando com aqueles olhos profundos e sérios, mas que tinham uma diversão sádica em meio à tudo.
-Brian, estou avisando...
-Depois que eu me fui, você ficou bem mais durona... Isso é bom, você era doce demais...
Sussurrou em meu ouvido, e me crucifiquei por ter soltado de forma suspeita o ar preso nos meus pulmões, que o fez sorrir.
-Ahaam.
Alguém pigarreou, e esse segundo de distração foi o momento em que eu consegui empurrá-lo para longe e fitar Arin, corado e constrangido, olhando para mim com uma cara de reticências.
-Arin, oi.
-Olá.
Ele abriu um sorriso meigo pra mim, se aproximando e me dando um beijo no alto da testa.
-Brian.
-Varapau 2.
Era claro que Arin não simpatizava com o apelido. E provavelmente com Brian também não, claro, quem simpatizaria?
-Você quer que eu vá, ou...?
Arin olhou nos meus olhos, meio perdido ainda na situação que acabara de testemunhar. Balancei negativamente a cabeça, corando, enfiando a mãos nos bolsos do casaco cor de rosa.
-Claro que não, Brian estava de saída.
-Estava?
-Sim, você estava.
Respondi-o com firmeza, e o guitarrista, por sua vez, apenas deu de ombros e olhou para Arin.
-Se você quiser traçar a Sarah, lhe dou um aviso: depois, ela fala muito.
Senti a face inteira esquentar e também uma súbita vontade de enfiar a cara no concreto e não sair mais. Porque ele estava fazendo essas coisas? Queria constranger-me ou o que? Era tão infantil e ridículo!
E ele simplesmente entrou em seu carro e foi embora. E eu? O que falaria para Arin?
-Arin, me des...
-Tudo bem, não tem problema. Eu sei que ele é um babaca. Vamos?
Assenti com a cabeça entregando em seu carro em seguida.
Notas finais
Enfim, é o que tem pra hoje u_u -Q
Gostaaaaaaaaaaaaaaaram? Sim, não, morre...?
Aguardem o próximo capítulo, pessoitchas *u*
SN
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