Caminhamos por cerca de um dia e algumas horas. Sabíamos que estávamos chegando, – e o soubemos por escuta-los conversando – mas ainda não sabíamos para onde.

Quando chegamos, minha pupila distendida, observava o local em meio as lágrimas. Estávamos em um porto. O porto de Dacar. Grandes navios estavam encostados, e o motivo parecia cada vez mais obvio.

Nos levaram para uma grande sala, onde enfileirados, ganhávamos uma etiqueta com um número e algumas letras. Confesso que naquele momento não entendera o que tinha acontecido.

Depois, e, também enfileirados, fui chamado pelo número. Aquela foi a última vez que os vi.