Batalha pelo amor
5 Capitulo4
Notas iniciais
oi descupa a demora estava semideias ,mas ja esta aqui o cap espero que goste.boa leitura!!!!!!!
Pov Esme
Que coisa maravilhosa, ficar aqui sentada em uma das mesas do salão de festa olhando os casais dançarem e se beijarem.– Eu sei bem como e isso. — escuto a voz pela qual daria tudo pra não ouvir.–O que você quer aqui?–Também sou padrinho lembra? Ou quer um psiquiatra mesmo? — diz ele sarcástico. Levantei-me furiosa e fui para cima dele, mas ele me segurou e me colou junto a seu corpo como se estivéssemos dançando como os outros casais. Tento me soltar, mas isso só o faz ele grudar ainda mais nossos corpos me fazendo arfar.–Me larga antes que eu faça um escândalo seu ogro brutamonte você vai ver só eu vou chama a policia!– Chama! Pode chama a policia, aeronáutica, marinha, tropa de choque, que se dane você precisa entende que o mundo não gira só em torno de você marrenta, mimada e egoísta que só vê o próprio umbigo.Boiei e afundei, qual era a desse mane? Acho que é ele quem precisa de psiquiatra, só porque ele deve ser assim ele acha que todo mundo e igual a ele?–Olha aqui seu sem noção você não me conhece, nem sabe meu nome pra ficar me insultando e fazendo piada comigo, e se tem uma cara que merece ser feita de piada é a sua por ser a cara de um palhaço.–Olha aqui...–Não aponte essa salsicha que você chama de dedo pra mim!–O que? Olha, só não te do umas palmadas porque não é minha filha e nem socos porque não é homem.–Ahh você é um estúpido, cretino, sem educação, retardado e sem escrúpulos. — o xingo e saio andando em direção as mesas do bufê da festa. Peguei um pouco de ponche em uma taça e uma famosa coxinha de frango.Depois dancei com o noivo e com alguns rapazes galanteadores.Quando a festa acabou só sobrou os noivos — pois eles só viajariam amanhã por conta do atraso nos vôos -, o Sr irritante e eu.– Bom acho que já vou indo, não quero segurar vela pros recém-casados — falou o anjo mais irritante do universo.–Eu também já vou, tenho que pegar um taxi e há essas horas não há muitos circulando.–Não Esme, é muito perigoso você ficar a essas horas da noite andando por ai, o Carl pode te levar, não pode Carl? — questiona Kate fazendo cara de cachorrinho pidão.–Bom eu...–Viu só ele te leva! – comemora a louca da noiva.–Kate, eu agradeço, mas eu não quero incomodar ninguém e...–Se você não aceitar eu fico triste, pois hoje você reservou seu dia pra ficar comigo. — fala Kate fazendo bico e com os olhos marejados com as lagrimas.–Tudo bem! — o chato e eu concordamos antes que ela chorasse.–Ótimo, mas tomem cuidado na estrada por ser longe e estarem cansados.–Já entendemos querida. — diz Carlisle dando um sorriso amigável, que se não o odiasse teria achado fofo. –Então, já vamos Carlisle? — pergunto tentando transparecer o maximo de doçura possível.–Vamos, sim. Tchau, felicidades ao casal! — ele disse abraçando os dois.–Obrigado! — agradece Garrett contente–Tchau amiga, felicidades — falo abraçando Kate.–Obrigada minha linda.–E você Garrett, vê se cuida bem da minha amiga.–Sim Srta!-disse ele batendo continência.Depois das despedidas fomos em direção a seu carro, que pra minha surpresa até que era moderninho. Caminhamos em silencio até o carro e eu abro a porta do carona enquanto ele se senta no banco do motorista. Ele liga o veículo e vamos seguindo pela via, e o imbecil estava em alta velocidade.–Vai mais divagar se não você pode causar um acidente seu estropício.–Fica quieta, você não sabe que é perigoso dirigir devagar a essa hora da noite?–Ora seu...–Fica quieta se não você me distrai — ele ordena irritado.Continuamos pelo caminho até que do nada o carro desliga.–O que pensa que esta fazendo? — pergunto já sentindo meu sangue subir.–Ah eu só pararia o carro com uma onça dentro só se eu fosse louco.–Ogro!–Vou ver qual é o problema — diz ele descendo do carro e verificando o motor. É nesse momento que olho para o painel e está sem gasolina, saio do carro furiosa e vou na sua direção pisando duro.–Seu abençoado, como você vai pra um local longe sem abastecer o carro?–A gasolina acabou?–Não eu a tomei achando que era cerveja. Lógico que acabou!–Credo parece que a sua TPM reforça seu mal humor.–Primeiro: não estou de TPM. Segundo: se estivesse não seria da sua conta. E terceiro: não sou mau humorada, você me deixa assim com sua estupidez.–Ah ta bom — ele fala nervoso passando os dedos entre os fios loiros.–Eu falei pra você não correr tanto, mas como é burro não me deu ouvidos, viu só no que da?Pov CarlisleBla bla bla é só o que ela sabe fazer falar, falar e só falar, nunca vi nada igual. Ela continua o teatrinho de que tinha me falado que não era pra correr tanto e mais alguma coisa, eu a pego pelo pulso e aproximo nossos corpos, ela se debate, mas eu não a solto, e antes que ela tente fugir eu grudo nossos lábios. De inicio ela me empurrava, mas segundos depois correspondia ao beijo de maneira ávida. É nesse momento que, do nada, ela me empurra e defere uma tapa em meu rosto.
Pov EsmeComo ele ousa tocar em mim, quanto mais me beijar?Apesar de beijar muito bem, mas claro que não vou falar isso a ele. Com os ânimos mais calmos Carlisle digita algo no GPS e descobrimos que à um posto bem pertinho. Sento no banco do motorista enquanto ele e um rapaz que parou para nos acudir empurravam o carro até o posto. O rapaz monta na garupa da moto de um rapaz que está com ele e vão embora, enquanto o chato vai lá pagar o combustível.Quando ele já está retornando para o carro eu passo do banco do motorista para o do carona.–Pronto. Agora já podemos ir para casa.–Finalmente, já que por sua culpa não vou poder para o trabalho por estar cansada demais.–Ah me poupe dos seus pitis — diz ele acelerando o carro com tudo.–Ah legal vai fazer como àquela hora hem?–Me esquece, ou melhor, agradeça pela carona.Não respondo e continuamos o percurso em silencio até passarmos pelo parque, pois do nada apareceu um vulto na frente do carro e como ele estava correndo muito não teve tempo para frear. Sentimos um leve impacto e descemos do carro rapidamente para ver do que se tratava. Quando chegamos à frente do carro vemos que se trata de uma criança, nesse exato instante o desespero toma conta de mim.–É uma criança temos que socorrê-la! — falo aflita olhando a criança.–Sim. — diz ele se abaixando e pegando a menininha do chão. — Qual o seu nome e o nome dos seus pais? E o que faz na rua a essas horas da noite?–Meu nome é Mary, não tenho pais e estava com fome, então ia pedir comida a alguém.–Então vamos a levar a um hospital e de lá eles a encaminharão a um orfanato...–Não, eu não quero ir pro orfanato, não quero moça não o deixe me leva para o orfanato.–Carlisle você é medico não e? — ele assente. — Então cuide dela em minha casa que fica bem próximo daqui. Se a levarmos ao hospital é bem certo que a encaminharão ao orfanato.–Tudo bem, mas de alguma maneira temos que avisar as autoridades.–Eu sei — falo estendendo meu braço para que ele me entregue ela. — Vou no banco de trás com ela. — então ele me passa ela com todo cuidado possível, e abre a porta de trás pra mim, coloco Mary no banco com a cabecinha em meu colo e no resto do percurso fico pensando se era certo o que eu estava fazendo.
Notas finais
espero que tenham gostado bjus ate o proximo ou nos comentarios bjus
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