Notas iniciais
oi meus anjinhos. ka estou eu de verta neeh? por favor nao me matem,eu sumi mas vortei para deixar esse capitulo para vcs. eu to super feliz com os acompanhamentos comentarios.favoritaçoes.obg vcs sao demais agradeço aos meus anjinhosde plantao pelos comentariosvcsnem imaginamo quanto isso medeixa feliz. nesse capitulo teremos umsaltocurtode tempo mas teremos ok?e espero que gostem deminhasideia paraa fi. sem mais delongas ako esta o cap!!!!!

4 meses depois...

Pov Esme

–Precisamos conversar... — disse em tom baixo me sentando no sofá ao seu lado.

–É, realmente precisamos conversar — ele concorda colocando o livro sobre a mesinha de centro, e virando-se para me encarar com uma expressão séria, sem nenhuma ironia.

–O que faremos? Do jeito que está não dá, precisamos tomar uma atitude.

–Por incrível que pareça, você está certa. — estava bom demais para ser verdade, por isso que tem um ditado que diz “quando a esmola é demais até santo desconfia”. E para falar a verdade se ele não usasse de ironia eu iria pensar que era seu irmão gêmeo ou estava com febre.

–Eu sempre estou certa, querido. — retruquei revirando os olhos. — Mas em todo caso, já se passaram quatro meses e se a policia ou o juizado souberem que estamos com duas crianças sem autorização da justiça, é bem capaz de levarem a gente preso.

–Mais uma vez a marrentinha acertando na mosca.

–Para de gracinha! O assunto é serio... — alterei o tom de voz, mas tornei a baixá-lo ao me lembrar que haviam crianças dormindo no andar de cima. — Com certeza eu quero ficar com a guarda delas. -disse como se fosse óbvio, e para falar a verdade isso era bem obvio mesmo.

Carlisle franziu a testa nervoso.

–Eu também quero adotá-las e você mais do que ninguém sabe disso.

–Eu sei, mas como somos solteiros e em dois querendo isso, acho bem difícil o juiz conceder.

–Vamos fazer assim Esme, eu vou ligar para meu advogado, e marcaremos com ele amanhã pela manhã ok?

–Tudo bem, mas como explicaremos nosso caso a ele?

–Falaremos a verdade, e ele nos dirá qual a melhor maneira de fazermos o pedido a justiça.

–Ah então está ok. — disse assentindo, Carlisle pegou novamente o livro abrindo na pagina que havia marcado. Fiquei ali por alguns segundos o encarando, seu rosto sério era tão sexy, quer dizer mais sexy que o normal. Mas de repente o loiro que antes estava concentrado desviou sua atenção do livro e me encarou com um sorriso irônico.

–Esta gostando do que está vendo? — seu tom de voz era sarcástico e tinha uma leve rouquidão sexy ali, que me fazia arrepiar por inteira.

–Tanto faz. — disse sem saber o que responder, pois se falasse que sim era me entregar de bandeja, e se falasse que não eu estaria dizendo uma enorme mentira. Ele riu de meu nervosismo repentino e de minha resposta sem fundamento. — Qual é a graça seu idiota? — perguntei já me irritando com o loiro sentado ao meu lado.

–Nada demais, só acho desnecessário você mentir. — ele continuava rindo.

–Eu não estou mentindo e pra falar a verdade vou dormir que ganho muito mais do que ficar discutindo com você — disse jogando a almofada nele e caminhei em direção as escadas, segui para o quarto que Carlisle havia decorado para as meninas.

O quarto era bem decorado, era em um tom de lilás, tinha duas camas de solteiro, e vários ursos de pelúcias e outros tipos de brinquedos. Olhei meus dois anjinhos que dormiam como tais, mas eu sabia que não era bem assim que as coisas funcionavam, elas eram espertas demais e pra piorar era inteligência e esperteza em dose dupla.

Aqueles dois pequenos seres entraram em minha vida somente para somar. Sabe eu achava que não valia mais a pena viver, mas ha quatro meses descobri que se eu estava viva era por um propósito.

Caminhei entre as duas camas parando ali no meio olhando para cada uma com um sorriso bobo nos lábios. Depositei um beijo na cabeça de cada uma, desliguei a luz do abajur e sai do quarto fechando a porta.

Fui para meu quarto que no momento era o quarto de hospedes. Caminhei diretamente para o banheiro onde tomei um banho frio. Vesti uma camisola longa e penteei os cabelos, escovei os dentes e finalmente me deitei adormecendo em seguida.

Pov Carlisle

A esquentadinha nervosa como sempre saiu da sala seguindo em direção ao segundo andar, sem conseguir evitar solto mais uma risada. Coloquei o livro mais uma vez sobre a mesinha e caminhei até o meu escritório. Fechei a porta, andei até a mesa onde me acomodei em minha cadeira.

Peguei meu celular, e abri uma das gavetas pegado uma agendada capa preta que estava ali, a abri e folheei até encontrar o numero desejado. Disquei o numero em meu celular e coloquei para chamar, na

o demorou muito e o advogado atendeu o telefone.

–Alo?

–Oi Sr Mendes aqui é o Dr. Cullen.

–Ah Dr. Cullen, como vai?

–Vou bem, mas tenho um assunto de extrema urgência a tratar com o senhor.

–Nossa deve ser algo bem serio, normalmente você não fala tão serio assim.

–Eu sei, é serio mesmo. Amanhã pela manhã você esta livre?

–Estou sim pode vir e conversaremos.

–Ok, então até amanhã...

–Até amanhã.

Desligamos o telefone creio que ao mesmo tempo, mas tanto faz. Sai do escritório com o celular em mãos e fui para o segundo andar. Andei tranquilamente pelo corredor e parei em frente a porta do quarto de Esme, mas resolvi não incomodá-la, pois seja dormindo bem ela era mal-humorada imagina dormindo mal? Segui para meu quarto onde tomei um banho e vesti apenas uma cueca. Joguei-me na cama e rapidamente adormeci.

Pov Alice

–Alice, acorda... Alice a mamãe esta chamando, parece que a gente vai pra casa da tia Rose. Alice! — ouvi Mary resmungar enquanto me sacudia de um lado para o outro.

–O que foi Mary? — perguntei abrindo somente um olho para olhar ela.

–A mamãe vai levar a gente para a casa da tia Rose. — abri os dois olhos a encarando, não acredito, oba tia Rose!

–Você não esta falando isso só pra eu levantar não né?

–Claro que não! É verdade se quiser pode chamar a mamãe.

Me levantei rapidamente da cama correndo para o banheiro, escovei meus dentes, e quando comecei a tirar minha roupa vi mamãe entrar no quarto, ela estava linda — como sempre. Era tão bom ter meu maior sonho se realizando, agora eu tinha uma família com direito a minha amiga ser minha irmãzinha. Eu só achava uma pena que a mamãe e o papai vivessem brigando, dava para notar que eles se gostavam, até eu que era daquele tamanho já tinha visto isso porque eles não se beijavam como nas novelas?

Mamãe veio em minha direção me da um beijo no rosto e depois me ajuda a tirar o resto de minhas roupas. Mary correu para dentro do banheiro sem roupa fazendo eu e mamãe rirmos muito. Eu e Mary tomamos banho juntas enquanto mamãe separava nossas roupinhas. Quando terminamos de nos vestir descemos, tomamos o café da manhã com os nossos pais e a vovó Renée que iria fazer compras para a casa. Já tudo pronto eles nos levaram para a casa da tia Rose onde ela prometeu que iríamos brincar de modelos. Mamãe e papai se foram... Pra onde? Não sei, eu não entendo os adultos.

Pov Esme

Finalmente chegamos ao escritório do tal advogado que Carlisle havia dito na noite anterior. Caminhamos pela recepção lado a lado, as vezes o ogro me empurrava ou batia a mão na minha coxa de propósito, mas ele ia ver só.

...

–Entendo, mas eu tenho uma recomendação a vocês... — disse o homem moreno careca que estava sentado a nossa frente, após ouvir toda a historia.

–Pode dizer Mendes. – Carlisle pediu completamente serio.

–Casem-se, só assim terão uma grande chance de adotarem essas duas crianças.

–Você só pode estar brincando comigo? — perguntei o encarando incrédula.

–Não Srta, o juiz acabará não relevando o pedido de vocês por serem duas pessoa querendo as mesmas crianças, acabará entendendo como uma disputa e tenho certeza que isso vocês não querem.

Nos entre olhamos por alguns minutos até respondermos juntos:

–Tudo bem.

Pov Carlisle

A marrentinha e eu discutimos sobre o assunto o caminho todo até a casa de Rose. Então ficou decidido que iria pedi-la em casamento, em uma comemoração que teria no hospital, pois era aniversário do mesmo, já iria completar dez anos que fora inaugurado. Podia parecer bobagem, mas sempre que eu tentava negar ou me afastar da marrentinha, o destino pregava uma peça para nos unir ainda mais.

Notas finais
obg por lerem,espero que tenham gostado! deixem suas opinios ok? ate os comentarios bjins