Batalha das divindaes
1 Capítulo 1 O grande inicio
Notas iniciais
Em algum lugar do vasto mundo astral existia um reino de mármore branco reluzente, chamado Cristianis, porem conhecido na terra como céu cristão, la residiam os filhos do grande deus, os anjos, uma raça de guerreiros,sábios,artesãos,guardiões entre muitas outras resignação dadas aos mesmos, os anjos residem a obra de seus pai criador, simplesmente chamado de grande criador.La eles zelavam pelas leis universais,cuidavam para que os eixos universais nunca saíssem da normalidade, e traçavam planos de batalha caso fossem necessário como o criador os tinha deixado incumbidos de seus deveres. Aviam sete principes comandantes no céu. cada um com suas casta de anjos, e cada um com uma função distinta.E nesse momento um dos principes chamado Uriel olhava para a terra de seu trono, e como um guerreiro sentia que algo iria acontecer, que uma grande disputa estava para começar, e dessa vez não seria contra seus velhos inimigos demônios, era algo muita mais amplo e brutal. Decidiu então que éra hora de fazer uma visita ao mundo humano e ver mais de perto o motivo dele estar tão inquieto, e se tem uma coisa que nunca tinha errado antes, éra seu sentido de guerreiro.
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Na terra existia um cidade chamada São francisco, e la morava um garoto chamado Roco, um garoto forte, pele bem bronzeada, de apenas 16 anos, morava com os avós, que eram Israelenses que fugiram da guerra de seu pais para os EUA. Roco éra um garoto solitário, muito devido aos seus instintos afiados, e as vezes sensações mais afiada ainda, ele sentia e via coisas que a maioria dos outros garotos não viam, e os que tinham tentado implicar e bater nele acabavam todo machucados devido a habilidade nata de Roco para lutar, então por medo de sua força ou de seus dons todos se afastavam dele. Roco se perguntava por que via pessoas sem cores como fantasmas, e até outras coisas como seres feitos de fogo, agua,terra e ar, e ele podia jurar que de vez em quando via pessoas com asas douradas, ou portando armaduras brilhantes com cabelos louros, mas esses ele não tinha certeza pois a visão se confundia e eles voltavam a usar roupas normais.Mas ele não amaldiçoava os seus poderes, gostava de ser um garoto forte, mesmo não gostando de machucar os outros, só o fazia por defesa própria, as vezes os seres que via se aproximavam e contavam historias fantásticas, assim Roco n se sentia tão solitário, pois as criaturas que ele via o faziam companhia de alguma forma.Ele tinha uma boa vida com os Avós, sua mãe avia morrido ao dar a luz a ele, de seu pai n tinha noticias a muito tempo. Não tinha lembranças da mãe então os Avós eram toda família que ele tinha,e ele os amava mais do que tudo. Ele esperava ser um militar quando fosse maior, ele não sabia direito o por que, mais o ambiente militar era algo muito agradável e era isso que ele queria para sua vida.Gostava de treinar, correr, exercitar ao limite que seu corpo permitia, fazia ele se sentir vivo, se sentir um com o mundo dele, quando lutava se sentia no controle da vida.
Certo dia ele viu uma garota sendo assaltada em um beco, não pensou duas vezes e saiu correndo para ajuda-la, dominou o assaltante sem problema e o deixou inconsciente, devolveu a bolsa da moça e pediu para ela ir para casa, a garota agradeceu e foi embora. Nesse momento ele ouviu uma risada alta atras dele no beco, e quando se virou viu um homem grande,forte, cabelos louros presos a um rabo de cavalo, calça jeans com botas do exercito, e uma camiseta dizendo "lutar, todo homem deveria saber", Roco achou a primeiro momento que fosse um amigo do assaltante e partiu para o ataque, mas quando chegou perto o estranho o pegou pelo braço como se não pesasse nada e o jogou com um baque surdo no chão,ele ficou perplexo, até os professores não o pegavam com tanta facilidade, quando tentou levantar levou um pé bem no meio do peito do estranho que o obrigou a ficar deitado, sorriu e disse:
–muita calma garoto, estou observando você a muito tempo, é um garoto forte com certeza, mas não tanto ha ha-disse sorrindo- pode me chamar de Uriel, mt prazer.
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