Batalha Real
65 Lua de mel
Notas iniciais
~Lucas Says~
Confesso que gostei muito de ter sido padrinho do casamento de Percy e Annabeth, gostei mais ainda da festa, onde fiquei o tempo inteiro conversando com Silena. Dançamos muito e eu a conheci bem melhor, a fama de safada dela era pura falta do que fazer dos outros, ela é simpática, divertida, carinhosa, linda, legal e eu me apaixonei por ela.
–Hoje eu aceito... – Silena sussurrou no meu ouvido e sorriu pra mim.
–O que? – perguntei confuso.
–O convite pra irmos a um lugar mais calmo! – Ela respondeu e eu ri com o nervosismo.
Eu já sabia que Thalia ia dormir com Luke no chalé 11 e que Jason ia dormir com Piper no chalé 10, ou seja, mais uma vez o chalé 1 estava todo disponível só pra mim. Levei Silena até lá e ela me ajudou a tirar o terno, me senti um pouco desconfortável, mas resolvi relaxar e aproveitar um pouco mais essa situação. Olhei nos olhos dela e lembrei de Yasmim, por um momento fiquei paralisado e lembrando do nosso namoro, eu ainda gosto muito dela, mas foi melhor terminarmos, o ciúme dela já estava elevado demais.
Depois de pensar em Yasmim, resolvi beijar Silena, que por sinal beija muito bem e com o passar dos minutos eu fui percebendo que ela não era nada safada como todos dizem, era muito carinhosa por sinal. Fui abrindo o zíper do vestido dela e já passando as mãos em seu cabelo, ela estava suspirando e mordendo meu lábio, em poucos segundos o vestido dela foi parar no chão junto com sua calcinha, ela não estava usando sutiã, o que eu gostei. Dava pra ver que ela estava nervosa, ela não parava de tremer e de olhar pros lados.
–O que foi? Algum problema? – perguntei sorrindo enquanto ela desabotoava minha camisa.
–Eu só estou um pouco nervosa... só fiz isso uma vez. – Silena respondeu e eu pus o cabelo dela pra tras da orelha.
–Você confia em mim? – perguntei e ela sorriu, os olhos coloridos dela brilharam e o meu coração acelerou.
–Estamos sozinhos num Chalé e eu estou nua na sua frente... – Silena riu sem jeito e eu a beijei. – É claro que eu confio em você!
Minha camisa já estava no chão e minha calça estava nos joelhos, fui inclinando Silena pra minha cama e beijei seu pescoço, já estávamos nus sobre minha cama e tínhamos o chalé inteiro só pra nós dois. Comecei devagar a pedido dela e aos poucos ela foi se entregando completamente pra mim. Alguns gemidos baixos, arranhões nos ombros e mordidas nos lábios, nada que levantasse muita suspeita pra invadirem o chalé e nos expulsarem do Acampamento.
~Percy Says~
Não demoramos muito pra chegarmos ao Hawaí, ainda mais tendo carona nas sombras com o próprio deus do mundo inferior. Assim que chegamos, levei Annabeth pro hotel no qual fiz as reservas, ficamos na melhor suíte de todo o Hawaí e eu fiz questão de cruzar a porta do quarto com ela no colo, como manda o figurino. Annabeth estava de frente pra cama e de costas pra mim, ela estava tirando a meia calça enquanto eu a ajudava a soltar o cabelo e a tirar o véu, depois que fiz isso, agarrei a cintura dela e a virei pra mim com força e jeito, ela sorriu e acariciou meu rosto e eu pude sentir o detalhe gelado da aliança em sua mão.
–Percy, você é perfeito! – Annie sorriu e me beijou lentamente.
–Bem, não acha que o Hawaí seria um ótimo lugar pra fazermos o nosso segundo filho? – perguntei esperançoso e minha esposa começou a rir.
–Que salto hein, Logan foi feito no seu antigo quarto e o próximo vai ser feito no Hawaí? – Annie perguntou e eu assenti.
–Isso, aí o terceiro podemos fazer em outro lugar legal, podemos ir pro Brasil.
Annabeth riu e me beijou, joguei ela na cama e peguei a garrafa de champanhe que estava num balde com gelo ao lado da cama, abri a garrafa e servi 2 taças, bebi junto com minha esposa enquanto tirava o vestido dela e ela tirava o meu terno. Finalmente consegui ver Annabeth com uma linda lingerie branca, ela ficou de lado e começou a me provocar, tirei o restante da minha roupa e derramei um pouco de champanhe nos seios dela, que eu tive que limpar com a boca, poxa, que sacrifício!
–Já vi que vou voltar pra casa cheia de marcas no corpo, né? – Annabeth perguntou sorrindo e eu assenti enquanto deixava um chupão no seio esquerdo dela.
Sinceramente, eu achei que ia controlar tudo essa noite, mas Annabeth me surpreendeu quando me jogou na cama e me algemou. Ela sentou na minha barriga e arrastou os seios no meu rosto, uma bela forma de tortura pra quem não pode mexer as mãos, depois ela se levantou e ficou fazendo uma dancinha sensual, até que pra uma filha de Atena que normalmente passa a maior parte do tempo estudando e lutando, ela está se saindo melhor do que eu esperava no quesito sexy.
Analisei cada curva, cada pinta, o brilho dos olhos, a boca carnuda e realçada com um batom vermelho e os cachos loiros. Santos deuses! Essa mulher foi desenhada e moldada pelas mãos de Afrodite!
Annabeth começou a tirar a lingerie e eu fiquei ali tentando me controlar, ainda mais porque eu estava algemado e não podia fazer nada. Ela jogou o sutiã no meu rosto e eu tentei me soltar.
–Sério isso? Eu segurei o céu, lutei contra diversos monstros, mas não consigo me soltar de uma simples algema? – Perguntei nervoso e Annabeth riu, mas não foi uma risada qualquer, foi uma pequena gargalhada rouca e super provocante.
–Por que você não cala a boca e deixa que eu cuido do resto? – ela sussurrou no meu ouvido enquanto roçava em mim e mordia minha orelha.
Minha esposa não é de provocar muito, mas hoje ela está inspirada demais! Ela veio descendo a boca pelo meu pescoço e deixando marcas de batom pelo meu corpo, mais uma vez tentei me soltar, mas não consegui. Annabeth me beijou, mas não correspondeu a minha velocidade, ela estava calma e o beijo nem durou muito, ela foi descendo a boca pelo meu peito e a cada mordida ela já estava mais em baixo, eu já estava me acostumando com esses beijos e mordidas pelo corpo, que me surpreendi e soltei um grito quando ela finalmente começou a me chupar, infelizmente estava lento demais, o que é uma tortura quando se está algemado e não se pode fazer nada! Ela começou a gemer bem baixinho, ela sabia que isso me deixava louco e continuou seu trabalho lento e torturante, até que eu comecei a mexer os quadris bem rápido, mas ela ameaçou me morder, ou seja, fiquei quietinho. Eu já estava completamente arrepiado e Annabeth não estava só me chupando, ela ainda estava olhando pra mim com aquele olhar de garota safada, ela se levantou e sorriu pra mim, virou de costas e se empinou, forcei os braços pra tentar me soltar, mas nada aconteceu. Annabeth começou a rebolar e eu não resisti, fechei os olhos e tentei me controlar, quando voltei a abrir os olhos, ela mordeu o lábio e se sentou sobre mim com força, o que me fez gemer alto, o pessoal do quarto de baixo chegou até a bater na porta do nosso quarto pra reclamar do barulho, mas não fizemos nada além de continuar. Annabeth estava de costas pra mim e rebolava de um jeito que já estava me levando a loucura, forcei o braço mais uma vez e acabei quebrando a corrente da algema.
Agarrei na cintura da minha esposa e a movimentei rápido, ela gritou e depois riu da minha vitória contra a algema. Joguei ela na cama e fiquei por cima, a beijei tão intensamente que ela começou a me bater pra que eu me afastasse pra ela respirar.
–Não precisa me matar, cabeça de alga! – Annabeth estava ofegante e dessa vez quem prendeu ela fui eu, mas nada de algemas, só segurei os pulsos dela com bastante força.
–Se não aguenta a pressão, vira pro lado e dorme! – Provoquei e ela me prendeu com as pernas.
Beijei minha esposa de forma rápida, ela estava rebolando sob meu corpo, desci e prendi os 2 pulsos dela com uma só mão, fiz com que ela afastasse as pernas e comecei a chupá-la bem devagar, os gemidos dela estavam altos e ofegantes, mordi, beijei e chupei ela toda, até que senti o quadril dela tremer levemente, ou seja, tinha um orgasmo a caminho. Comecei a chupar mais forte e quando o orgasmo finalmente chegou, me levantei e a penetrei ainda quando ela estava tremendo. Soltei os pulsos dela e peguei na cintura, me movimentei rápido afim de que ela gozasse por muito mais tempo, eu sabia que era cansativo, mas as expressões dela de prazer eram perfeitas demais!
–Per...cy... – ela gemeu e me puxou pelos braços pra me beijar.
Fui ficando mais calmo e me deitei, deixei Annabeth por cima e ela fez tudo o que eu gosto, aquele cabelo bagunçado e ela mordendo o lábio vermelho estavam me deixando louco, até que ouvi alguém bater na porta.
–Sr e Sra Jackson, sei que vocês alugaram essa suíte que pega todo o nosso último andar, mas os hóspedes dos quartos abaixo estão reclamando do barulho. – Uma voz feminina veio da porta e Annabeth se irritou.
Ela se levantou e abriu a porta mesmo estando nua, deu pra ver a cara da funcionária ao ver os seios da minha esposa.
–Olha, pagamos uma fortuna pra ter o mínimo de privacidade aqui, esse é só o hotel mais caro de todo o Hawaí e a suíte mais cara também, todo esse andar é nosso! – Annabeth pôs o cabelo pra trás e eu já estava com a barriga doendo de tanto rir. – Estamos na nossa lua de mel, somos de Nova York e queremos aproveitar esse momento, junte todas as despezas dos hóspedes daqui que não vai dar a metade do que eu e o meu marido estamos gastando, ok? Agora se não se importa, estamos tentando treinar pra fazer um filho!
–Mas senhora...
–Tchau! – Annabeth fechou a porta na cara da funcionária e veio desfilando pra mim. – Só por causa disso, vou gritar mais alto!
–Você não existe garota! – Falei rindo e ela pulou em cima de mim, ameaçando me chupar.
–Onde estávamos mesmo? – ela perguntou com a voz baixa e mordeu o lábio.
–Você estava por cima de mim e... – Olhei pra cara de Annabeth ali me encarando. – Ah, faça o que quiser...
Ela riu e começou a me chupar na velocidade exata que eu queria, agarrei o cabelo dela e a movimentei mais um pouco, em poucos minutos eu cheguei ao ápice e ela voltou a se sentar sobre mim e rebolou por um longo tempo. Me sentei e abracei minha esposa, era bom poder sentir o corpo quente e suado dela coladinho no meu.
Annabeth virou de costas e ficou de quatro, beijei as costas dela e a penetrei, vi ela se arrepiar por completo e comecei a massagear seus seios. Tinha um controle pequeno ao lado da cama, peguei e apertei o botão de ligar e procurei pelo quarto o que havia ligado, era a hidromassagem. Prendi o cabelo de Annabeth no alto e a peguei no colo pra levá-la pra lá. Assim que ela entrou, o modo massagem estava ativado e ela soltou um suspiro abafado, entrei em seguida e a beijei, ela sentou no meu colo virada pra mim, fiquei segurando na cintura dela enquanto ela rebolava e gemia no meu ouvido. Depois de longos minutos e vários gritos meus e de Annabeth, nós dois chegamos ao ápice juntos, ela estava ofegante e deitou a cabeça no meu ombro. Acariciei sua cabeça e suas costas, ela estava toda grudada em mim, é muito gostoso ter a pessoa que você ama assim tão próximo de você.
–Annie? – chamei e ela pareceu despertar. – Cochilou meu amor?
–Um pouquinho... – ela sorriu e me beijou.
Saímos da hidromassagem e eu a ajudei a se secar, ela vestiu uma camisola preta transparente e eu só pus uma cueca box, nos deitamos na cama, tomamos mais algumas taças de champanhe e logo adormecemos bem agarradinhos.
Os dias passaram normais, aproveitei bastante a praia com Annabeth, mandamos várias mensagens de Íris pra casa pra saber de Logan, presenciei Annabeth parando de tomar o remédio pra podermos dar continuidade a família Chase Jackson e fizemos bastante barulho pra ver se mais alguém iria nos incomodar na suíte.
Estávamos almoçando quando vi uma expressão estranha no rosto de Annabeth, ela deixou o prato de lado e respirou fundo.
–Opa, acho que tem alguém enjoada! – falei, com um sorriso esperançoso.
–Odeio lulas! – E com isso, Annabeth destruiu minhas espectativas.
Depois do almoço fomos conhecer os vulcões, com uma filha de Atena do lado, era óbvio que iríamos caminhar por todos os cantos do Hawaí.
~ 1 semana depois ~
Já estávamos a caminho de casa, era manhã do dia 18 de abril e Annabeth e eu estávamos morrendo de saudades de Logan. Assim que estacionei na garagem de casa, olhei pro lado e vi Annabeth cochilando encostada no meu ombro, dei um beijo em sua testa e ela acordou sorrindo. Entramos em casa e ali estava Logan brincando no tapete da sala junto com Mary. Minha mãe estava na cozinha e Paul estava trabalhando. Logan ainda não tinha nos visto, ele parecia cansado e estava quase caindo por cima de Mary, Annabeth chegou de fininho por trás dele e o pegou no colo.
–MAMÃE! – ele gritou e abraçou ela.
–Oi meu filho, mamãe tava com tanta saudade de você... – Annabeth sorriu e encheu Logan de beijos.
–Posso falar com o meu filho agora? – perguntei a Annabeth e ela fez bico, comecei a rir e peguei Logan no colo. – E aí garotão, deu muito trabalho pra vovó?
–Deu nada, o Logan é um anjo! – Minha mãe disse e eu peguei Mary no colo também.
Beijei as testas dos meus 2 bebês e os coloquei no chão de novo, abracei minha mãe e sentei no sofá. Annabeth estava do meu lado e pegou Logan pra fazê-lo dormir. Peguei Mary no colo e fiquei brincando com ela, minha irmã estava linda e enorme. Como é bom estar em casa!
~ 4 semanas e meia depois ~
~Thalia Says~
Na manhã do dia 14 de maio, acordei com uma dor forte na barriga, mas nada que me fizesse chorar. Luke não estava comigo, estava na casa da mãe dele e eu estava em casa junto com Jason.
–Thalia, ta acontecendo alguma coisa? – Jason perguntou após o café da manhã.
–Só a minha barriga que está doendo demais hoje! – respondi e Jason me ajudou a ir deitar.
Quando o dia já estava no fim, me levantei e fui atender a porta, era Luke. Quando virei de costas pra voltar pro quarto, agarrei o braço de Luke e gemi bem alto.
–Amor, o que foi? — Luke perguntou assustado.
Respirei fundo, flexionei os joelhos e comecei a vazar, suspirei e pus a mão na barriga.
–Ta na hora! – respirei fundo. – Nossa filha vai nascer!
Luke se assustou e a primeira coisa que fez foi me pegar no colo. Antes de sairmos chamei Jason e ele se encarregou de avisar aos meus amigos e principalmente aos padrinhos Percy, Annabeth, Nico e Jessie. Percy disse que vinha nos buscar pra irmos ao hospital, mas Luke estava tão elétrico que entrou comigo no 1º táxi que passou.
–Ah meus deuses! – falei, não estava doendo muito, as contrações estavam fracas, mas eu estava encharcada de suor e bem nervosa.
–Calma meu amor, já estamos chegando! – Luke estava mais nervoso do que eu.
–Se concentra, relaxa e respira fundo! – Jason estava acariciando meus cabelos.
Pegamos um pequeno engarrafamento, o que nos resultou em 15 minutos de atraso, as contrações estavam mais fortes e o tempo entre elas havia diminuído. Assim que chegamos, fomos recebidos pela mãe de Victor, que me levou pra sala de parto. Em pouco tempo pude ver Percy, Nico, Annabeth, Jessie, Clarisse, Victor, Lucas e Piper do lado de fora, provavelmente Leo e Bianca não poderiam vir por que Bianca estava enjoada demais ultimamente, até porque ela vai ser a próxima a se deitar numa maca da sala de partos e o caso dela é diferente, são 2 bebês, então dá pra entender.
–Você pode ter 2 acompanhantes. – A enfermeira disse. – Quais vão ser?
–Luke, o meu namorado e Percy, o padrinho. – falei e gritei com uma contração extra forte.
Passei uma noite complicada já que o bebê demorou pra nascer, creio que Luke e Percy já estavam cansados dos meus gritos. Nenhum de nós 3 conseguiu dormir, logo pela manhã comecei a sentir mais dor, finalmente estava na hora!
–Muito bem Srta. Grace, quero que empurre com força sempre que sentir dor, ok? – a médica perguntou e eu assenti. – Sr Jackson e Sr Castellan, podem se posicionar onde acharem melhor.
Os meninos parecem combinar alguma coisa, era bom ver que eles agora eram amigos, Luke ficou ao lado da médica pra poder ver o parto, já Percy ficou do meu lado segurando minha mão e me dando apoio. Fiz tanta força que achei que ia explodir! Apertei tanto a mão de Percy, que fiquei com medo de ter quebrado, mas ele estava firme e ficava repetindo “Força Thalia! Você consegue!”. Toda dor e esforço foram compensados quando ouvi um choro alto e forte, enfim eu era mãe.
–Parabéns, é uma menina! – A médica anunciou e eu sorri.
Me trouxeram ela pra eu ver e ela parou de chorar, os olhos de Percy estavam brilhando e minha filha abriu os olhos, agora eu poderia ter uma ideia de quem seria o pai, mas assim que ela abriu os pequenos olhos, vi que eram azuis fortes como os meus. Ela tinha os cabelos pretos como os meus, o formato do rosto de Luke, mas o nariz e a boca, lembravam Percy.
Ela olhou os lados, Luke estava de um lado e Percy do outro, ela olhou pra mim e sorriu, foi aí que eu me apaixonei por ela.
–Então era você que fazia a mamãe chorar de dor, né? – perguntei e ela deu mais um sorrisinho. – Você é linda!
Infelizmente tiveram que leva-la pra pesar, limpar e vestir, enquanto isso eu me recompus. Me levaram pro outro quarto, onde eu pude descansar um pouco, trouxeram minha filha pra eu amamentar e eu fiquei pensando em nomes, quando a galerinha entrou no quarto.
–Gente! Ela parece uma bolinha de neve! – Annabeth se pronunciou sorrindo com Logan no colo. – Qual o nome? Já escolheu?
–Estou pensando seriamente em pôr Elizabeth. – falei sorrindo.
–É um belo nome. – Piper sorriu e ficou ali sonhadora ao lado de Jason.
Minha pequena estava mamando, Luke estava sentado do meu lado e Percy estava agarrado em Annabeth com Logan no colo.
–Só espero que ela não seja tão assustadora como a mãe! – Nico disse e eu ri.
–Falou o filho do deus dos mortos! – rebati e Nico mostrou a língua.
–Ta bom crianças, podem parar! – Jessie falou e eu ainda estava rindo das caretas de Nico.
–Cala a boca pequena sereia! – Nico disse e assim começou a guerra entre o filho de Hades e a filha de Poseidon.
Percy estava me olhando com um olhar distante que eu soube reconhecer na hora, eu sabia que ele estava se perguntando o mesmo que eu “Será que ele é o pai?”. Bom, de uma coisa eu tenho certeza, não importa quem seja o pai, mas que os dois fizeram um bom trabalho, disso eu não tenho dúvidas!
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