Batalha Real
2 De volta ao acampamento
Notas iniciais
Annabeth me acordou no meio da madrugada e pediu que eu deitasse com ela porque ela estava tendo pesadelos, levantei e deitei com ela, ficamos abraçados, nos beijamos e logo Annabeth adormeceu, ela estava deitada de lado, com a cabeça sobre meu peito e eu estava envolvendo ela em meus braços. Não demorou muito e acabei adormecendo. Voltei a sonhar, dessa vez com um bebê loiro, ele estava engatinhando pelo acampamento e Quíron estava correndo atrás dele, os dois riam, pareciam estar brincando, quem seria aquele bebê? Não entendi muito bem, foi então que acordei, Annabeth estava agarrada em mim e ainda dormia, tentei levantar sem acordar ela, fui até a cozinha e vi Paul e minha mãe se beijando, fiz uma careta.
–Ei, eu to aqui! — Fui direto pra geladeira.
–Desculpe meu amor. — Minha mãe riu e me abraçou. — Bom dia filho!
–Bom dia Percy. — Paul limpava a mancha do batom de minha mãe da sua boca.
–Bom dia. — Peguei a jarra de suco, biscoito e pães.
–Onde está Annabeth? — Paul tentava não se enforcar coma gravata.
–Dormindo. — Montei uma bandeja com o café da manhã. — Mas já vai acordar.
–Percy, Paul e eu vamos sair, vamos passar a tarde fora, tente não destruir a casa e não mate Annabeth de fome, ta bom?
–Pode deixar mãe.
Eles saíram e eu terminei de preparar o café da manhã e levei pro meu quarto, coloquei a bandeja em cima da escrivaninha e fui até a cama, dei um beijo em Annabeth e ela acordou sorrindo.
–Bom dia dorminhoca. — Peguei a bandeja e me sentei na cama ao lado de Annabeth.
–Bom dia cabeça de alga.
–Dormiu bem? — Tirei uma mecha de cabelo do rosto dela e pus atrás da orelha.
–Depois que se deitou comigo não tive mais pesadelos, então sim, dormi bem e você?
–Contei a ela sobre o sonhos e então peguei um biscoito na bandeja e Annabeth percebeu que tinha uma bandeja ali.
–Nossa! Café na cama, acho que estão me amando mesmo!
–Você ta ficando bem convencida! — Rimos e tomamos o café.
–Onde estão seus pais? — Annabeth se deitou e me puxou com ela.
–Saíram e me pediram pra não destruir a casa e nem te matar de fome. — Fiquei com ela deitada sobre meu corpo.
–Bem gentil da parte dela. — Ela riu e depois me beijou.
O corpo de Annabeth estava quente e ela me beijava de forma enlouquecedora, eu estava retribuindo ao beijo quando ela segurou minha camisa e tentou tirá-la, eu já sabia o que estava acontecendo e resolvi me entregar, me sentei na cama e ela se sentou no meu colo, virada pra mim, ela então ameaçou tirar a blusa, senti certa parte do meu corpo endurecer, fiquei olhando pra Annabeth e ela finalmente tirou a blusa na minha frente.

Fiquei de cara com aqueles belos seios grandes. Annabeth pôs as mãos em meus ombros, me beijou e logo depois puxou meu rosto contra seus seios. — Não sabia o que tinha acontecido com ela, mas eu estava gostando e não ia parar pra perguntar. — Os batimentos dela estavam acelerados e sua respiração ofegante e ela falava em sussurros. Como eu estava de cara com um belo par de seios nus, resolvi fazer algo útil e acabei levando um seio à boca e o chupando, fiz isso várias vezes com os dois seios e dava pra ver que ela estava gostando, me virei e pus ela deitada na cama, fiquei por cima, me apoiando na cama, o sorriso de Annabeth estava diferente, mas continuava lindo, ela passava as mãos em meu cabelo e eu a beijava enquanto tirava seu short, consegui deixá-la nua sob meu corpo na cama, ela se levantou rindo e foi em direção ao banheiro e eu fui atrás dela. Annabeth estava no banho e eu decidi participar, terminei de tirar minha roupa e me juntei a ela no banho, trocamos olhares de cima a baixo e quando ela olhou para minha parte de baixo, aparentemente ela se surpreendeu, não sei se era contra ou a meu favor essa surpresa, mas resolvi acreditar que era a favor.
Ela começou a me provocar, gemia baixinho enquanto se esfregava em mim, ela ajoelhou e começou a me chupar, assim que eu senti aquilo a minha primeira reação foi morder os lábios e segurar o cabelo dela, cada minuto que se passava ela aumentava a velocidade e eu já estava quase explodindo, usei o cabelo de Annabeth como alça e movimentei sua cabeça na velocidade que eu queria. Quando ela parou, me olhou nos olhos e rindo se levantou e dessa vez quem se ajoelhou fui eu, comecei a chupar ela bem devagar, mas logo aumentei a velocidade e pude ouvir os gemidos abafados dela, aquilo estava me deixando louco, mas antes de enlouquecer ela me levantou e voltamos pro quarto, quando fui perceber eu estava sentado com ela no meu colo virada pra mim de novo, só que dessa vez estávamos nus e molhados, ela voltou a me beijar e eu passava as mãos nos seios dela, Annabeth respirou fundo e se levantou um pouco, quando ela voltou a se sentar me senti penetrar o corpo de Annabeth, as unhas dela perfuraram meus ombros, ela deu um gemido de dor e ficou parada por um tempo, mas logo começou a se mover e a rebolar de um jeito que eu nem imaginava que ela conseguia.
–O que aconteceu com você hoje?
–Não sei, mas eu to gostando.
–Eu também.
–Então aproveita!
Resolvi fazer o que Annabeth mandou, troquei ela de posição, coloquei ela deitada e fiquei por cima dela, ela revirava os olhos, sorria e gemia bem alto, o que parecia que me dava mais energia pra continuar e continuei até Annabeth começar a tremer e quase gritar e só terminei quando cheguei ao meu limite e gozei dentro dela, quando terminamos, ficamos deitados por um bom tempo, Annabeth deitou por cima de mim e aparentemente cochilou, aproveitei a deixa e cochilei também, mas me preocupei em nos cobrir primeiro. Quando acordei, minha namorada não estava mais no quarto, me levantei e me vesti e a encontrei na cozinha preparando o almoço pra nós dois, o cheiro estava muito bom.
–Vai, confessa que você comprou essa comida pronta e pôs nas panelas só pra me dizer que cozinhou. -Me aproximei dela e a ajudei a carregar as panelas para a mesa.
–Poxa, descobriu meu segredo! — Ela disse em tom irônico e me deu tapinhas, rimos e nos sentamos pra almoçar.
Depois que terminamos de almoçar, lembrei que teríamos que ir para o Acampamento mais cedo esse ano, no caso amanhã.
–Quer que eu te leve em casa pra você arrumar as coisas pra amanhã?
–Já liguei pro meu pai, ele vai vir me buscar mais tarde, se quiser pode vir comigo.
Acabei de perceber que nunca tinha ido à casa de Annabeth e resolvi aceitar o convite, fui pro quarto e ela me ajudou a arrumar a mochila pra passar a noite na casa dela e depois irmos pro Acampamento. Quando terminamos, ficamos um bom tempo sentados no sofá sem fazer nada além de conversar.
–Vamos dar uma volta por aí antes de seu pai chegar?
–Vamos, mas como vamos?
–O carro de Paul está lá em baixo, só ta um pouco amassado porque BlackJack não sabe o peso que tem.
–Tudo bem, vamos andando então.
Peguei nossos casacos e fomos pra rua, andamos um pouco e encontramos Nico e Rachel no Parque, aparentemente discutindo, não fosse por Annabeth, eu não iria até lá interromper, mas fomos.
–Meu pai não gosta da ideia de eu estar namorando uma mortal.
–Seu pai não tem que gostar, você namora e pronto!
–Diz isso a ele!
–Diz você, é o seu pai, ah é esqueci que você tem medo dele! — E Rachel saiu, não corria, mas também não andava devagar, Annabeth tentou ir atrás dela, mas eu segurei seu braço.
–O que houve cara? — Me sentei ao lado de Nico, como o banco era pequeno, não tinha espaço pra Annabeth e ela se sentou em meu colo.
–Conheci os pais de Rachel ontem, depois que saímos da sua casa e agora ela quer conhecer meu pai e Perséfone, mas meu pai não suporta a ideia de eu estar namorando uma mortal, seria loucura levá-la lá, mas ela não entende.
–Conversa com seu pai sobre isso, mal ou bem ele também já namorou uma mortal, tanto que fez você e Bianca, qual o problema de você namorar?
–Ele diz que não quer que eu sofra quando ela morrer, porque quem vai ser responsável pela morte dela, tecnicamente sou eu e ele.
–Nico, tenho certeza de que ela está ciente de todos os riscos que corre namorando com você e se até agora ela ainda está contigo, é porque não se importa com os riscos. — Disse Annabeth.
–Concordo com ela e se Rachel está disposta a correr riscos, você também tem que está, vai lá, apresenta ela pro seu pai.
–Vocês têm razão, vou atrás de Rachel e vou levá-la ao Mundo Inferior, obrigado pelo conselho.
–De nada. — Eu e Anabeth falamos juntos e Nico foi embora, mesmo com o lugar vago do meu lado, ela continuou no meu colo.
Vimos um homem vendendo algodão doce e Annabeth comentou que não comia um desde que era criança.
–Eu comia muito algodão doce, tive que parar porque estava com cáries, desde então nunca mais comi.
–Licença loirinha. — Me levantei e comprei um algodão doce e a reação de Annabeth foi bem engraçada.
–Percy... oh Deuses! — Ela parecia uma criancinha feliz, sujou as bochechas e a ponta do nariz.
Saímos dali e continuamos andando até escurecer, resolvemos voltar pra minha casa e esperar o Sr. Frederick Chase, no caminho de casa limpei o rosto de Annabeth e vi ela fazer bico quando o algodão doce acabou, eu não sabia se ria ou se ficava com dó daquela carinha de criança desapontada, ao longe vimos minha mãe e Paul saindo de um restaurante e tomando caminho pra casa, fomos até eles e fomos juntos.
–Como foi o dia de vocês? — Minha mãe parecia mais cansada.
–Foi ótimo Sra. Jackson e olha, seu filho não me matou de fome e nem destruiu a casa.
–Isso é ótimo!
–E como foi o dia de vocês? — perguntei.
–Tirando a parte que Sally vomitou em cima do gerente do restaurante, o dia foi ótimo. — Paul ria ironicamente e minha mãe cutucava ele.
–Eles não precisavam saber disso, querido!
–Ah foi engraçado "Oi boa tarde. bléééé" — Paul imitou minha mãe vomitando e ela ficou bem sem graça, o que não impediu Annabeth e eu de rir.
–Ah mãe, vou pra casa de Annabeth e vou ficar por lá, amanhã vamos juntos pro Acampamento, o.k?
–Annabeth querida, não mate meu filho de fome! — Minha mãe e Annabeth riram.
Quando chegamos em casa, só tivemos tempo de pegar minha mochila e o pai de Annabeth já chegara e buzinava lá fora. Beijei e abracei minha mãe, dei tchau pra Paul, peguei na mão da minha bela namorada, pus a mochila nas costas e fomos até o carro, deixei Annabeth entrar primeiro e logo em seguida entrei e me sentei ao lado dela.
–Boa noite Sr e Sra Chase. — falei.
–Boa noite Jackson. — O pai de Annabeth nunca me chamava pelo nome.
–Boa noite querido. — Nem a madrasta dela.
–Boa noite pai!
–Filha, a Louíse também está no carro!
–Percebi, vamos logo!
Annabeth não chegava a odiar a madrasta Louíse, mas também não gostava nenhum pouco dela, eu não tirava a razão de Annabeth, se Paul por acaso xingasse meu pai, eu não ia gostar e a madrasta de Annabeth não só xingava Atena, xingava Annabeth também, a chamava de aberração e coisas parecidas. Como Annabeth não gostava disso, ao invés de responder com xingamentos, preferia fiar quieta e ignorar a madrasta, uma decisão boa e sábia, já o pai de Annabeth não acreditava que Louíse implicava com a filha, ele via a esposa como a mulher perfeita e não aceitava de modo algum que Annabeth a ignorasse, por isso brigava tanto com a filha.
Deitei a cabeça de Annabeth em meu peito e comecei a conversar com ela sobe arquitetura — Assunto que ela adorava. — decidi puxar assunto quando vi que a madrasta dela já havia começado a implicar com ela, então resolvi distrair um pouco a minha namorada que ainda estava parcialmente suja de algodão doce.
Quando chegamos à casa de Annabeth, ela já estava quase dormindo no meu colo, mas eu a ajudei a entrar em casa e subir as escadas pro quarto, como tinha um banheiro no quarto dela, resolvemos tomar um banho juntos antes de nos deitarmos pra dormir.
–Nunca gostei tanto de banhos como hoje!
–Eu sei, você vive sujo. — Annabeth riu e se ensaboou.
–Vivo em batalhas e não posso sair no meio de uma batalha pra ficar limpo e cheiroso pra você.
Annabeth estava rindo bastante, tenho quase certeza de que o pai dela ouviu nossas vozes vindas do banheiro e não gostou de saber que a filha dele estava tomando um banho comigo, mas como Annabeth estava um pouco rebelde hoje, decidiu provocar mais e falava cada vez mais alto. Terminamos o banho e fomos pro quarto, onde Annabeth vestiu uma camisola bem curta e quase transparente, tudo bem que eu tinha acabado de sair de um banho com ela, onde ela estava nua, mas vê-la naquela camisola me deixou completamente doido, tive que me segurar pra não agarrá-la e repetir a dose.
–Annabeth desça pro jantar! — O pai dela gritava lá de baixo.
–Percy, ta com fome? — Ela me olhava nos olhos.
–Não, to bem.
–NÃO TO COM FOME! — Ela respondeu ao grito do pai.
Começamos a arrumar as coisas de Annabeth e sem querer achei uma foto dela e Luke quase se beijando, fiquei olhando a foto, não estava com ciúme, mas não é agradável achar uma foto no armário da sua namorada dela beijando o ex namorado.
–Percy o que... — Ela viu a foto em minhas mãos. — Ah isso é velho, tenho que jogar fora.
–Porque você ainda guarda isso?
–Não sei, eu quase nunca estou em casa, faz tempo que eu não arrumo meu armário! — Ela parecia bem nervosa.
–Tudo bem. — Sorri e a beijei pra mostrar que realmente estava tudo bem.
Quando terminamos de arrumar as coisas de Annabeth, o pai dela entrou no quarto e viu a filha com aquela roupa sentada no meu colo, Annabeth se levantou como quem fosse enfrentar o pai, mas logo ele cedeu.
–Julia vai dormir aqui!
–Acontece que eu e meu namorado estamos no MEU quarto e não tem espaço pra mais um!
–Annabeth, não seja teimosa!
–Pai, o quarto é meu e eu não quero dividir com aquela garota, ela é nojenta igual a mãe!
O pai de Annabeth saiu do quarto furioso, eu já sabia quem era essa tal Julia, era filha da madrasta de Annabeth, ela era um pouco mais baixa que eu, tinha olhos verdes e o cabelo era bem preto, era uma garota bonita, mas era daquelas pessoas superficiais, ela já deu em cima de mim uma vez, não sei porque, mas acho que foi só pra implicar com Annabeth, claro que eu não dei ideia, mas Annabeth não gostou, fora que a Julia implicava mais com ela do que a mãe dela, ainda mais que quando ia pra lá tinha que dormir no quarto de Annabeth.
Já era bem tarde, me deitei com minha namorada sobre meu corpo, nos beijamos por um longo tempo, rimos de algumas coisas e logo adormecemos e eu comecei a sonhar com Paul e eu deitados em macas de hospital, rindo e tomando soro nas veias, fiquei assistindo aquilo e logo o sonho mudou, fui parar num castelo escuro e vi Luke, ele estava falando com uma voz que eu não sabia de onde vinha, mas deu pra reconhecer a frieza, era Cronos, parecia que Luke estava fazendo um acordo com o Titã, mas não deu pra saber o que era, meu sonho foi interrompido por alguns palavrões, acordei e Julia estava se engalfinhando com Annabeth, me levantei rapidamente e separei as duas, Julia estava sem parte do cabelo da frente e Annabeth estava com um filete de sangue escorrendo do nariz, pus Julia pra fora e conversei com o pai de Annabeth, quando voltei pro quarto minha namorada estava chorando.
–Não aguento mais ficar aqui, ele não acredita em mim, faz tudo que essas piranhas querem!
–Calma, eu to aqui pra te proteger.
Peguei um lenço e limpei o sangue do nariz de Annabeth, beijei ela e a deitei sobre meu peito, fiz carinho em seu cabelo até ela dormir, tirei um cochilo e quando tornei a acordar já estava na hora de irmos pro acampamento, me levantei e me troquei, minha namorada ainda dormia e eu fui acordá-la com alguns beijos pelo pescoço, ela acordou sorrindo e se levantou, se trocou e desceu pro café.
–To te esperando lá em baixo.
–Já to indo.
Terminei de me arrumar e quando eu estava saindo, Julia entrou no quarto e tentou me agarrar.
–Aproveita que ela saiu e vem provar uma mulher de verdade!
–Agora não dá porque a única mulher de verdade que tem nessa casa acabou de descer e ta me esperando pro café e por acaso ela é a minha namorada!
Desviei dos braços de Julia e desci, me sentei ao lado de Annabeth e tomamos um belo café, enquanto ela comia coisas saudáveis, eu me enchia de bacon, quando terminamos, pegamos a mochila, ela deu um abraço no pai e eu dei um simples tchau, pegamos um táxi e fomos pro acampamento.
Finalmente chegamos ao Acampamento Meio-Sangue, fomos recebidos por Quíron e suas ótimas notícias.
–Percy, temos que treinar bastante, temos uma batalha pra enfrentar!
–O que ta acontecendo?
–Ainda não sei, mas prevejo encrenca e das grandes!
Eu já estava acostumado com as ótimas recepções de Quíron, me despedi de Annabeth e fui pro Chalé de meu pai, cheguei lá e larguei a mochila em cima da cama, e encontrei Tyson dormindo e roncando feito um monstro, fui até ele e dei uma sacudida nele.
–E aí grandão! Não vai me receber? — Ele abriu os olhos e deu um pulo.
–IRMÃO! — Ele me esmagou e sorriu. — Cadê a sua namorada?
–Foi pro Chalé da mãe dela, deve estar falando com os irmãos agora.
Contei a Tyson tudo que tinha acontecido desde que ele fora embora do meu apartamento no meu aniversário, ele ficou surpreso quando contei do sonho com Paul e eu no hospital e ficou com uma expressão duvidosa quando contei sobre o sonho com Luke, acho que ele sabia alguma coisa, mas que novidade! Todos sempre sabem mais do que eu, me sinto o Harry Potter, todo sabem mais do que eu sobre assuntos que eu deveria saber.
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