— O que houve. — Perguntou Riu.

— É uma longa história. — Disse Zion relatando o ocorrido.- Eu não perguntei, mas qual seu nome?

— Meu nome é Diana.

— Diana, você sabe quem foram os homens que te atacaram? Perguntou riu.

— Sim, eles servem a Ikzos.

— Que merda Zion, isso é um problema grave.

— Você queria que eu permitisse algo assim? — Falou Zion irado.

— Claro que não, mas parece que você tem um péssimo habito de atrair confusão.

Ele sorriu

— Eu vou trazer o doutor aqui.

— Como é que vai trazer o médico aqui?

— Se puder não fazer perguntas agradeço! Você tem que estar inteiro para amanhã.

Ele saiu do quarto.

— Você falou que os homens de Ikzos foram responsáveis pelo que ocorreu. — Eu preciso saber o porquê? Disse Riu perguntando para Diana.

— Meu pai era responsável pelo grupo, que hoje pertence a ele. Ele foi traído por Ikzos, era noite e eles pretendiam fugir, mas meu pai era contra a tentativa, que acabou dando errado. Os soldados o cercaram, dando uma oportunidade. Libertaria todos apenas com uma surra, se entregassem o líder da revolta. Então eles entregaram meu pai como líder do motim. — Marcaram uma reunião com meu pai. Ao chegar lá o renderam com uma espada, dada pelos cavaleiros e o levaram. Ele e minha mãe foram enforcados, para todos verem. Nós só não fomos, por sermos crianças.

— E porque ele persegue você?

— Não é apenas a mim que eles perseguem, mas ninguém consegue pará-los, essa é a realidade.

— Eu vou pará-lo. Falou Zion.

Ela se aproximou beijando seu rosto e dizendo:

— Obrigado!

O doutor entrou no quarto no momento exato.

— Você de novo Zion?

— Fazer o que doutor.

— O que você aprontou dessa vez?

— Protegi uma donzela indefesa.

Ela sorriu.

— Estou vendo que a coisa foi feia. — E eu sou médico não feiticeiro. — Mas vou ver o que posso fazer por você.

O doutor limpou e costurou as feridas.

— Isso não vai resolver o problema completamente, mas vai te permitir trabalhar amanhã, porém não se esforce muito e depois do trabalho me procure.

— Tudo bem doutor.

O dia amanheceu e ele já estava na pedreira a trabalhar, e de tanto esforço no final do dia uma das feridas abriu. Ele escondeu o ferimento e assim que saiu da pedreira foi até o doutor.

— Oi Zion vamos dá uma olhada nesses ferimentos.

Ele tirou os panos e assustado disse:

— Tenho uma péssima notícia para você, você vai sobreviver.

O doutor sorriu, enquanto Zion respirava aliviado.

— Quer me matar doutor?

— Te assustei foi?

— Quem é aquele paciente?

— É um novo morador.

— E o que ouve com ele? Que já veio parar aqui foi Ikzos?

— Não sei só você perguntando a ele, até agora ele não falou uma palavra.

— Oi meu nome é Zion, e o seu é?

O homem permaneceu calado.

— É, pelo visto você não quer conversa, Ikzos deve ter batido bastante em você a ponto de afetar a sua fala.

— Então esse é o nome daquele miserável.

— Agora sabe falar? Qual é seu nome?

O rapaz permaneceu imóvel sem dizer uma palavra então Zion completou:

— Não quer falar, mas vai por mim, se quiser conviver sossegado, tem que conversar com as pessoas certas.

— Meu nome é Cool, você é a pessoa certa?

— Não, mas conheço a pessoa certa.

— Então quero vê-lo.

— Não é assim, se comporte bem e ele aparecerá para você.

Zion se retirou dizendo:

— Cuide-se!

Os dias passavam e Riu foi até Cool

— Oi Cool.

— Como você sabe meu nome?

— Vamos dizer que eu sou a pessoa certa.

— E o que você tem para me propor?

— Eu acredito que juntos podemos ajudar um ao outro.

— E como você pode me ajudar?

— Eu tenho aliados, que me permite alguns benefícios, como por exemplo segurança contra Ikzos ou qualquer outro.

— E o que você quer de mim?

— Eu quero só sua lealdade.

— Você há tem, a partir de agora.

— Venha hoje a minha casa, todos estarão lá bebendo.

— Certo! Vou aparecer.

Cool saiu daquele local e se aproximou de um outro homem que chegou na pedreira naquele dia. Estava o homem no chão, cool se abaixou deu-lhe uma fruta e ouviu.

— Você tem que ser rápido, vai acontecer amanhã à noite.

— Por que ele apressou os planos?

— Eu não sei, mas alguma coisa aconteceu, ele não mudaria do nada.

— Claro! Eu não desconfiaria dele, mas é bem estranho ele não muda de opinião tão fácil.

— É bom mesmo!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.