Baixinha Linda

1 Prólogo


Notas iniciais
Hey, olá! Daqui é a Suraiya, escrevi este prólogo com bastante dedicação... espero que gostem. Boa leitura!

Estava estendida no chão após tropeçar na maldita cadeira. Ouvi uma risada, e olhei em volta, procurando com os olhos a origem do riso. E claro… de quem mais poderia vir aquela risada? Só podia ser de Rubens, só ele tem aquela risada.

— Olha, ao invés de ficares aí a rir de mim, poderias me ajudar!

— Claro, desculpa. — Desculpou-se, dando-me a mão para me levantar. Rubens é o melhor amigo da Luciana, a minha segunda melhor amiga. — Fazia tempo que não nos víamos, baixinha. — Há quatro anos atrás, vivemos no mesmo orfanato, até o meu pai voltar e ficar comigo e com a minha irmã, a Vivi, de agora 19 anos. Recentemente, com 16 anos, o Binho, como sempre o chamamos, conseguiu reencontrar a sua mãe.

— Desde a sexta passada. — Disse a sorrir, contrariando-o. — Olha, a Ana vem aí. — Disse retirando-me do local. Eu sei muito bem o que ela sente por ele, apesar dele ser o seu melhor amigo, e da forma que aquela ruiva é ciumenta, era capaz dela surtar por ver que eu estava a falar com ele. Nunca apoiei o facto dela gostar dele…

Distraída, a mexer nos meus cachos morenos enquanto andava, esbarrei-me com Thiago, deixando as minhas coisas caírem. Ele e Binho sempre foram melhores amigos, desde que ele entrou no orfanato. Ainda me lembro de Rubens a chorar mais do que ninguém quando o pai de Thiago, o famoso jogador de futebol, foi buscá-lo ao orfanato, para ficar com a sua guarda. Ele tem a mesma idade do melhor amigo, mas parece mais que ambos ainda têm 9 anos: a idade que tinham quando nos conhecemos. Eu sempre fui um ano mais nova que eles e que Luciana – que tem preferência pelo nome Ana.

— Tati, viste o Binho? — Perguntou o filho do jogador de futebol.

— Está lá na sala de aula, com a Ana. — Ele mal deu ouvidos, e foi a correr para onde Luciana e Rubens está.

Fiquei pensativa sobre o meu pequeno diálogo com o Binho, mais precisamente quanto a ele me ter chamado de “baixinha”. Ele chama-me sempre assim, e por algum motivo, eu gosto disso, por vir dele, porque ele faz-me bem.

Fim do prólogo

Notas finais
Então, gostaram? Comentem, acompanhem e favoritem! Beijorangos e beijerejas!:*