Notas iniciais
Hey amores!! Prontos para a dose MerLice de hoje?? Obrigado a todos que comentaram e vamos dedicar esse capitulo em especial para a linda: THAATY por favoritar a fic! Obrigada linda!! Boa leitura!! BeiJUs'

Merle:

Minha cabeça parece que vai explodir! Cara, o que eu bebi ontem? Tudo o que eu me lembro é de estar bebendo com o Alex e depois vir pra casa dele para beber mais, depois disso não me lembro de mais nada.

Abro os olhos, olhando ao redor. Estou deitado no sofá, não me lembro de ter deitado e muito menos que tinha uma coberta sobre mim. Olho para o lado e vejo o Alex ainda dormindo, será que o pai dele está em casa? Acho que não, porque se estivesse com certeza eu já estaria morto.

–Até que fim a Bela adormecida acordou! Pensei que iria passar o resto do dia babando o meu sofá.

Olho para trás e tenho que me segurar para não cair com o que eu acabo de ver. A Barbie está vestida apenas com um pijama bem curto, branco com detalhes rosa. Mais que diabos eu tô pensando? Desde quando eu presto atenção nos detalhes de uma roupa?

Mas também não tem como não prestar atenção nisso, pra mim isso não é shorts, mas sim uma calcinha e com essa blusinha quase transparente que dá pra ver a cor do sutiã rosa dela, é de deixar qualquer um ababando.

Posso até odiar ela e achar ela a garota mais insuportável do mundo, mas eu sou homem e porra, ela é gostosa pra caralho! Mesmo com o cabelo meio bagunçado e com cara de sono, ela consegue ser gostosa. Tenho que me controlar para não acordar o Merle júnior essa hora da manhã e ainda mais por essa garota tão metida.

–Costuma andar assim pela casa? Pergunto apontando para a roupa dela. –Nunca te disseram que você ser acusada de assédio sexual por algum funcionário por andar assim?

–Tá te encomodando tanto assim? Desde ontem começei a desconfiar que você era gay, mas agora tenho quase certeza de que você é mesmo gay. Fala e se vira indo para cozinha e me dando uma bela visão daquela bunda impinada e completamente perfeita.

Me levanto jogando a coberta no chão e indo atrás dela, tenho que parar de dar uma de pedófilo, se não vou acabar voltando para a cadeia.

–Eu não me incomodo nenhum pouco de você andar assim, por mim você poderia andar pelada pela casa que eu não ligaria. Mas sabe Barbie, você não faz o meu tipo! É magrela demais e mimada demais.

–É porque você prefere as vadias que caem no seu papo fácil não é? Pergunta se virando para mim já com um copo cheio de água na mão.

–É impressão minha ou você está chateada por não fazer o meu tipo? Pergunto a fazendo ficar entre o balcão da cozinha e eu.

–Você é completamente louco! Ela diz rindo, mas depois me encara. –Sabe que olhando assim de perto você nem é tão feio?

–E sabe que você calada fica bem mais bonita?

–Então você me acha bonita? Pergunta se aproximando.

Ela está tão perto que eu até posso sentir sua respiração contra meu rosto, a boca a centimetros da minha e aqueles olhos verdes me predendo em seu olhar. Até que a barbie é cheirosa e de perto ela é mais bonita, desvio meu olhar para baixo dando de cara com o decote do pijama. Não me julguem, mas sou homem e não tem como ter pensamentos puros vendo uma coisa dessas de perto.

–O que você quer com isso tudo Barbie? Tá tentando me seduzir? Pergunto com a respiração falha.

É isso o que dá ficar tempo demais sem mulher! Eu tô virando mesmo um pervertido idiota!

–Porque? Eu estou conseguindo? Ela coloca as mãos em meus braços, acariciando e depois cola seu corpo no meu.

Pronto! A minha conciência agora foi para o espaço! Perdi todo o meu senso de razão, acabo colocando as mãos na cintura firme dela enquanto ela se aproxima como se fosse me beijar.

–Barbie...

–Acha mesmo que eu vou ficar com você assim tão fácil? Pergunta com os lábios a centimetros dos meus. –É claro que não! Vá se fuder Merle! Ela me empurra e sai rindo ao ver o estado que me deixou. –Acho que alguém aqui se animou heim? Indica minha calça e a minha vontade é de matar aquela Barbie.

Como eu fui cair no truquisinho desses? Eu tô mesmo fudido! Essa garota pensa que é quem?

–Tá se achando não é Barbie? Mas fique sabendo que você não é a mulher mais gostosa do mundo e eu só fiquei assim porque sou um Dixon e um Dixon nunca nega fogo a nenhuma mulher, mesmo ela sendo uma barbie falsificada e mimada! Digo rindo.

–Ah tá! Sei...Mas bem que você queria não é? Sorri presunsoza.

–Alex a sua irmãzinha está me oferecendo a perseguida dela! Grito e gargalho ao ver ela ficar vermelha de raiva.

–Filho de uma cadela! Ela grita furiosa e joga a água no meu rosto.

Continuo rindo enquanto ela sai andando batendo os pés com força no chão, provavelmente todo mundo dessa fazenda ouviu, mas quem se importa? Quando volto para sala ainda rindo, encontro o Alex já acordado.

–O que aconteceu? A Alice saiu daqui toda furiosa.

–A sua irmãzinha se irrita muito fácil cara! Acho que deve estar de TPM.

–A Alice sempre está de TPM, acho que ela já nasceu assim. Porque tá com esse vermelhão na cabeça?

Toco na minha cabeça e estremeço de dor, vou até o espelho e vejo a marca de uma pancada que já estava ficando roxa. Mais que porra aconteceu ontem? Não me lembro de ter sofrido um acidente.

–Não sei o que aconteceu, mas preciso de gelo antes que isso se torne um ematoma. Do jeito que essas pessoas da cidade são, é capaz de dizerem que isso é um chifre.

–Pede pra Alice dar uma olhada, ela é médica geral.

–Eu pedindo alguma coisa pra chata da sua irmã? Prefiro ser tachado como corno da cidade!

–Chata? Não foi você quem disse que ela era gostosa?

–Acho melhor você parar de fumar aquela droga cara, já está alucinando de novo. Falo enquanto caminho para a cozinha.

Alex vem atrás de mim completamente acabado pela noite de ontem, pego o gelo na geladeira e quando vou colocar um homem entra na cozinha pela porta que estava aberta.

Mas ele não era um homem qualquer, os olhos amarelados e grunindo ele anda tropeço até o Alex que não está entendendo nada. O cara tem um enorme buraco no meio da barriga por onde escorre um sangue preto e podre.

–Mas que porra é essa? Pergunto mais para mim mesmo.

A coisa se vira na minha direção e começa a vir até mim, com a boca aberta, cheia de dentes pretos e nogentos. Parecia até um zumbi. Um zumbi!

–É um zumbi caramba! Ainda estou tendo sonhos bizarros. Sussurro antes de pegar uma faca e enfiar na cabeça do zumbi.

A coisa cai sem vida no chão, só espero que não seja uma pessoa fantasiada por que se não eu vou parar na prisão de novo.

–O que é isso? Alex pergunta saindo do choque.

–Cara eu não sei, mas isso tá me cheirando a uma merda das grandes! Respondo ainda meio surpreso por tudo o que aconteceu.

Olho pela janela e vejo o caos que acontece nos campos da fazenda.

–Alex, acho melhor você ver isso cara! Aponto para fora na mesma hora que um dos zumbis morde o pescoço de uma mulher arrancando um belo pedaço de carne. A mulher grita e mais dois zumbis aparecem para devorá-la.

Era como ver o filme de terror bem na sua frente, nunca fui fã de filmes de zumbis, acho tudo muito nojento mas isso é ainda pior do que os filmes sem graça.

–Que merda é essa?

–Não sei, mas parece que é a droga da doença que todos falavam, ou então é a porra do apocalipse acontecendo. Digo olhando para tudo impressionado. –Temos que dar o fora daqui!

–E que começe a droga do fim do mundo! Alex resmunga antes de ir fechar a porta da cozinha.

–Pega o que for necessário que eu pego as armas no escritório do seu pai. Não se esqueça de pegar comida e remédios! Nós já assistimos filmes de zumbi o suficiente para saber o que fazer numa situação como essa, e vamos estar prontos para enfrentar essa porra de fim do mundo.

Saio da cozinha correndo para o escritório enquanto o Alex entra na dispença para pegar comida e outras coisas. Se isso for mesmo o fim do mundo, estamos todos fodidos! Pego todas as armas do acernal do bundão do Governador colocando em uma mochila, tiro uma arma colocando munição e a predo em meu cinto.

–Filhos da puta! Digo olhando pela janela do escritório que dava pra ver a entrada para a porta da cozinha, tinha mais três dos cabeças ocas arranhando a porta. –E que começem os jogos!

–Socorro! Escuto a Barbie gritar.

Pego a mochila e corro escada à cima com a arma na mão, mesmo odiando ela, a Barbie ainda é irmã do meu amigo Alex.

Que venha essa droga de apocalipse, ele não vai conseguir derrubar Merle Dixon.

Alice:

Chato! Tarado! Idiota! Insuportável! Como é que ele pode falar uma coisa daquelas? Se ódio matasse eu já estaria morta. Mas é isso o que dá eu tentar ser boazinha com ele, deveria ter deixado ele no chão.

Tudo bem que fui eu quem bati nele, mas eu aposto que ele nem se lembra disso. Deveria ter batido com mais força, talvez ele tivesse criado juízo com isso. Não sei como me senti culpada por ter machucado ele, bem que ele merecia aquela panelada! Ele ainda merece!

Tomo banho e troco de roupa, vestido uma calça jeans e uma camiseta preta. Hoje meu humor esta péssimo, nada de super produção. Prendo o cabelo com um elástico e calço uma bota qualquer, volto para o quarto e vejo a mochila que meu pai deixou em cima da minha cama ontem antes de ir para Woodbury.

“Princesa,

Espero que reconsidere e aceite a minha proposta de vir para a nossa cidade, as coisas podem piorar e eu quero te ter por perto quando isso acontecer. Preparei essa mochila com tudo o que você pode precisar, tem roupas, remédios, objetos de engiene pessoal e outras coisas.

Você é a coisa mais preciosa que eu tenho, por favor, venha morar comigo e esqueça essa droga de fazenda e o drogado do seu irmão. Ele não tem mais salvação!

Eu te amo princesa.

PS: . Se você não aparecer aqui até amanhã ao meio dia, eu manderei meus homens te buscarem. Preciso de você.

Com amor,

Philip.”

Essa é a forma carinhosa do meu pai dizer: Se você não vir comigo vai ter que se virar sozinha e aguentar as consequências. Será que a situação estava tão grave assim ao ponto de ter que sair de casa? Mas se ele tá pensando que eu vou morar com ele, ele está enganado! Primeiro porque eu sou Alice Blake, ou seja, nunca ando apenas com uma mochila. No minimo é com 5 malas, nessa mochila nem cabe a metade das minhas roupas! Segundo porque meu irmão precisa de mim ainda mais agora com a volta do amigo idiota dele.

Saio do quarto batendo a porta com força, no mesmo instante que a empregada saía do quarto do meu pai. Mas tinha alguma coisa estranha com ela, um cheiro ruim e tudo piora quando ela me vê.

Os olhos amarelados e mortos, a boca aberta enquanto ela gemia para mim. Ela ergue as mãos e começa a caminhar na minha direção, eu ando para trás sem saber o que fazer, totalmente em choque.

A coisa continua a caminhar na minha direção gemendo e só agora vejo um osso do pescoço quebrado, uma pessoa não estaria viva com uma fratura daquelas. Fico enjoada e tonta, bato com as costas na parede, não tem mais para onde correr.

–Marie sou eu, Alice, lembra? Pergunto mas a coisa só geme ainda mais.

Fecho os olhos de medo, quando escuto um tiro e alguma coisa sujar minha camiseta. Abro os olhos e vejo o Merle com uma arma na mão e o cadáver da Marie caido no chão, minha camiseta suja de sangue podre e outros liquidos.

–Você tá bem Barbie? Merle pergunta se aproximando calmamente.

–Você matou ela! Grito em choque. –Porque matou ela?

–Não percebeu que ela ia te devorar garota?

–Ela o quê? Pergunto sem entender.

–Já viu “A volta dos mortos vivos”? Pois é barbie, o mundo acabou! Hora do apocalipse e blá blá blá! Agora vamos embora antes que mais algum apareça. Pegue suas coisas, mas só o necessário. Manda me empurrando para dentro do quarto.

Acontece tudo rápido demais, pego apenas a mochila que meu pai preparou para mim e troco de camiseta. Merle me arrasta para fora do quarto, eu não tenho reação para nada. Ainda estou em estado de choque.

Como assim o mundo acabou? Isso é totalmente impossivel! Ainda mais com zumbis! Isso é coisa de filme. Merle estava com uma mochila cheias de armas, ele me entrega uma pistola e fala algo como “atire na cabeça”, não presto atenção direito. Ele segura uma arma com uma mão e com a outra segura a minha mão me puxando escada à baixo.

–O que aconteceu? Alex pergunta vindo da cozinha com mais duas mochilas no ombro.

–Sua irmãzinha foi atacada, mas eu salvei ela. Merle responde sorrindo. –Só não fique achando que vou te salvar sempre Barbie, porque eu não tenho vocação para ser babá de patricinha.

–Vamos embora! Eu já peguei tudo.

–Nós vamos embora para onde? Pergunto enquanto o Merle entrega uma arma ao Alex.

–Eu ainda não sei mas se quizer ficar para virar almoço de zumbi pode ficar.

–Merle! Alex repreende.

–Vamos logo. Digo irritada.

Merle sai na frente, eu o sigo e o Alex vem logo atrás de mim. Quando piso na varanda quase não acredito no que estou vendo, pessoas devorando outras pessoas e mais gente com os olhos mortos e gemendo por todos os lados.

Alex começa a atirar na cabeça deles assim como o Merle, continuo andando atrás do Merle até chegarmos a moto dele.

–E o Alex? Pergunto olhando para trás e não vendo o meu irmão. –Não podemos ir sem ele.

–Sobe logo Barbie, se não te deixo aqui! Merle grita e atira em outro zumbi que se aproximava.

Subo na moto tremendo, coloco meus braços ao redor do Merle apertando meu rosto contra as costas dele para não ver o que estava acontecendo. Logo estamos correndo pela estrada desviando dos zumbis que apareciam pelo caminho, é a coisa mais assustadora que eu já vi.

–Alex? Pergunto sussurrando no ouvido do Merle.

–Olhe para trás agora. Grita e eu olho.

Meu irmão vinha bem atrás de nós na sua moto, respiro aliviada e aceno para ele. Ao chegar na cidade, a situação parece ainda pior. Pessoas correndo no meio da rua desesperadas, lojas sendo saqueadas, outras pessoas sendo devoradas, um verdadeiro inferno.

Merle pará a moto na frente da casa dele, e descemos juntos. Entramos na casa bem na hora que o irmão dele e a esposa desciam as escadas carregando coisas.

–Até que fim você chegou! Nós estamos indo para Atlanta, dizem que tem um centro de refúgiados lá. O irmão do Merle diz.

–Vou pegar minhas coisas.

–Já coloquei tudo na picape! Vamos logo! A esposa do irmão dele diz nervosa.

Sou puxada por ele para fora, Alex já tinha colocado as motos em cima da picape e as nossas coisas também. Annie estava no banco trazeiro apavorada.

–Tia Alice! Grita assim que me vê. Merle me empurra para dentro do carro e entra se sentando ao meu lado. Alex fica ao lado dele, sendo espremido entre a porta e o Merle, o casal fica no banco da frente. O irmão do Merle começa a dirigir quando sou abraçada pela Annie.

–Familia, essa é a Alice irmã do Alex. E Barbie, esse é meu irmão Daryl e a minha cunhada Bela.

–Oi! Falo apavorada.

–Oi Alice! Minha filha fala muito de você e eu sinto muito por estarmos nos conhecendo numa situação como essa, mas seja bem vinda. Não entendo o que ela quis dizer com “seja bem vinda” acho que é melhor perguntar depois.

Aperto a Annie em meus braços para que ela não veja as cenas de terror que aconteciam do lado de fora do carro, a Bela me olha agradecida. Isso é tão injusto! Não sei porque isso tá acontecendo, mas tenho certeza de que isso é apenas o começo do caos.

–O que vamos fazer agora? Daryl pergunta e o vejo segurar a mão da Bela com força enquanto dirigia com a outra.

–Nós vamos sobreviver irmãozinho. Merle responde me olhando.

Esse é apenas o começo de uma longa jornada que teremos pela frente, mas eu não vou desistir. Irei lutar até o fim, ou eu não me chamo Alice Blake.

Notas finais
Gostaram?? O apocalipse começou!! Será que todos vão sobreviver ou a familia Dixon vai ter baixas?? Gente o Governador vai aparecer sim, mas não agora ok?? SPOLER: No proximo capitulo tem o encontro deles com o resto do grupo e a formação do acampamento na predeira!! E o Merle vai ajudar a Alice no banho, o que será que vai rolar?? Curiosas?? Comentem!!! BeiJUs'