Bad Romance
4 Atração Perigosa
Notas iniciais
Alice:
Já estamos presos nessa rodovia há horas e ainda não conseguimos entrar em Atlanta, algo me diz que essa não foi uma boa ideia. Passamos por muitas cidades destruídas e pessoas morrendo e voltando para devorar as que ainda estavam vivas, uma coisa horrivel de se ver.
Não paramos para ajudar ninguém, porque segundo o Merle isso seria um tiro no próprio pé, no inicio não fez muito sentido, mas agora eu entendi. Também conhecemos algumas pessoas que estão nos carros vizinhos ao nosso, acho que até formamos meio que um grupo, coisa que o Merle odiou.
Os primeiros que conhecemos foram a Andrea, sua irmã Amy e um senhor que é dono do trailer, Dale. Não fui muito com a cara da Andrea e nem me pergunte o porque, acho que o meu santo não bateu com o dela, algo assim. Depois conhecemos Rick , sua esposa Lori, seu filho Carl e o melhor amigo do Rick, o Shane. Rick e Shane são policiais, mas o Rick está ferido e teve que fugir do hospital quando tudo começou dias atrás.
São boas pessoas, Carl acabou se tornando amigo da Annie e isso foi bom, assim ela pode conversar com alguém da idade dela. Também tem a Carol e o marido dela que é um idiota pior que o Merle, o que é muito dificil já que o Merle é o maior idiota que conheço. Eles tem uma filha, Sophia, ela tem a mesma idade que a Annie mas é fechada e um pouco orgulhosa demais. E por último, os dois amigos que chegaram horas atrás: Glenn e T-Dog, dois rapazes muito gentis e que logo de cara eu gostei deles. Seriam bons amigos, claro se continuarmos todos juntos.
–Toma Barbie! Merle me entrega uma garrafa de água.
Está muito quente e por isso estamos todos fora do carro, mas todos armados e atentos a qualquer coisa diferente. Estou sentada no capô do carro junto com a Annie, que esta mostrando alguma coisa no celular para o Carl.
–Obrigado grandão! Agradeço abrindo a garrafa e tomando um grande gole.
Merle fica em pé ao meu lado olhando para o horizonte com uma cara nada boa, parece que ele não está gostando nadinha dessas novas pessoas do grupo.
–Porque você chama ela de Barbie? A garota Sophia pergunta ao Merle com certo receio.
–Porque você já viu o tamanho dessa pessoa? Ela é magrela e loira, se veste como a Barbie e é tão fresca quanto a Barbie.
–Pra saber tanta coisa sobre a Barbie, você deve ter visto muitos filmes dela não é “Merlinha”?
Implico com ele , as crianças riem e sinto que se pudesse ele teria me matado agora. Mas eu não poderia deixar essa passar, agora estamos quites pelo que ele disse na cozinha da minha casa.
–Mas o Merle tem razão, você parece a Barbie! Pelo menos é tão bonita quanto ela. Carl diz e sorri pra mim.
–É verdade! Quando conheci a Tia Alice pensei que ela fosse a Barbie.
É impressão minha ou a Annie acabou de me chamar de tia? Tudo bem que não é a primeira vez, mas agora soou totalmente diferente.
–Tá gente, chega de me elógiar se não vou ficar sem graça.
–Quantos anos você tem Alice? Sophia pergunta.
–Nunca te disseram que é falta de educação perguntar a idade de uma mulher? Carl pergunta chateado.
Lori se aproxima rindo e entrega uma barra de cereal para ele, se afasta depois indo ficar com o Rick.
–O Carl tem razão, é falta de educação, mas eu nunca me importei com isso. Eu tenho 25 anos, faço 26 em Março. Respondo sorrindo.
Olho para o Merle e percebo seu olhar de surpresa sobre mim, será que ele pensava que eu era mais nova? Tudo bem que eu sou um pouco baixa, mas não pareço uma criança.
–Ou seja, ela é quase uma múmia! Alex diz saindo do carro.
–Olha só quem fala! O cara que é 2 anos mais velho que eu. Se eu sou uma múmia, você é o quê heim Alex? Ele não responde, apenas se afasta do grupo de cara fechada.
–Seu irmão é muito estranho. Annie sussurra em meu ouvido.
–Sempre achei ele estranho, não é novidade pra mim. Acho que toda a beleza e inteligencia da familia ficou só pra mim.
–Mais se acha muito não é Barbie? Você nem é isso tudo. Merle reclama de má vontade.
–E você, pensou que eu tinha quantos anos? 17? Pergunto me aproximando dele.
–Na verdade antes de te conhecer eu pensei que você era uma pirralha de 6 anos, mas quando te conheci pensei que tinha 15, com uma mentalidade de uma garotinha de 5 anos. Sorri irônico.
Nesse momento uma explosão acontece em Atlanta, deixando todos desesperados. Abraço a Annie tão assustada quanto ela, a nossa esperança acabou de ir pelo ralo.
–Parece que Atlanta rodou agora. Para onde vamos? Não podemos ficar aqui. Merle diz e os outros se aproximam para tentar resolver tudo.
–Eu conheço um lugar não muito longe mais é alto suficiente para que esses monstros não consigam chegar. Podemos montar acampamento lá, o que acham? O tal Shane sugere.
–Acho que é uma boa ideia, as crianças podem ficar no trailer que é mais seguro. Dale diz.
–Muito obrigado Dale, mas não vou me separar da minha filha. Bela diz olhando para Annie.
–Não acho uma boa ideia irmos com esses idiotas. São só um bando de velhos com armas nas mãos! Ouço Merle dizer ao Daryl.
–Se quizer seguir sozinho pode ir Merle, mas é muito mais seguro para a Annie se ficarmos em um grupo. Tenho que proteger minha familia e vou fazer isso! Daryl responde.
Não me meto nessa confusão, então minutos depois todos nós estamos seguindo para o local do acampamento. Sempre detestei isso de ficar no meio do mato, mas agora não temos alternativa mesmo.
–Isso é perca de tempo! Vamos acabar morrendo se continuarmos com esse grupo. Merle resmunga, montando a barraca.
Ao total nós temos 3 barracas, uma para a Bela, o Daryl e a Annie. Outra para o Merle que vai ficar sozinho e a última para mim e o Alex, essa é a primeira vez que dividimos alguma coisa depois de tantos anos.
Alex monta a nossa barraca enquanto eu fico com a Annie conversando sobre o riacho e o fato de não termos banheiro. Shane faz uma fogueira e Dale junto com a Carol começam a preparar o jantar, Bela e Daryl são os primeiros a terminar de montar a barraca. Eu acho lindo a forma como eles dois se olham, as vezes eles nem dizem nada apenas se olham e o outro já sabe o que tem que fazer.
Isso é o que eu chamo de amor verdadeiro, antes eu queria encontrar alguém que me amasse assim, mas agora com essa droga toda acontecendo, eu estou é agradecida por não ter ninguém em minha vida.
–Que vida boa heim Barbie? Fica ai sentada, apenas esperando o irmãozinho terminar de montar a barraca sozinho. Merle começa a encher a minha paciência, sentando-se ao meu lado.
–Não tem outra coisa pra fazer não Merle? Vai encher a paciência do seu amigo Alex vai!
–Você deveria ser mais agradecida afinal eu salvei a sua vida.
–Grande coisa! Isso não te faz ser menos idiota sabia? Perco a paciência e me afasto dele.
Comemos todos juntos ao anoitecer, conversando sobre familia e em como essa droga de apocalipse fudeu todo mundo. Estou passando tempo demais com o Merle, já estou até pensando como ele.
Alex não aparece para jantar, mas isso não me deixa preocupada afinal ele nunca faz nada na hora certa. Meu corpo dói por tudo o que aconteceu hoje, então vou para a barraca tentar dormir. Mas ao entrar encontro meu irmão completamente chapado de drogas.
–Eu não acredito nisso Alex! Quando disseram para pegar só o necessário, você foi pegar drogas? Tá achando que isso aqui é brincadeira? Pergunto furiosa.
A barraca fedia a fumaça e drogas que nem sei quais são, sempre achei meu irmão idiota mas agora ele tá fazendo de próposito. Como pode alguém se drogar no meio do apocalipse?
–Tá achando que eu sou o papai? Ele que faz tudo o que você quer, não eu!Estou pouco me importando com você Alice, pra falar a verdade eu nunca me importei.
–Esta falando isso por causa da Jéssica não é? Eu fiz tudo o que podia para salvá-la! Quando você vai parar de me culpar pela morte dela?
–Se você tivesse feito a droga do seu trabalho direito ela não estaria morta! Mas não, tenho certeza que você se preocupou mais em não sujar as mãos do que acabar com aquela droga de hemorragia. Ele grita transtornado.
–Mais que porra tá acontecendo aqui? Sabia que tem gente querendo dormir? Merle pergunta entrando na barraca irritado.
–Olha Alex, você pode dizer que eu sou qualquer coisa, mas nunca, NUNCA diga que eu fui inresponsável com meu trabalho! Grito chorando. –Eu fiz tudo o que podia por ela, tudo! Mas eu não sou Deus, eu não decido que vai morrer ou não. Mas o papai tinha razão, você não tem mais salvação!
–Você é uma vadia mimada que se acha a rainha do mundo, mas não passa de uma criançinha que era protegida pelo papaizinho. Onde ele tá agora Alicinha? Ele pergunta vindo pra cima de mim como se fosse me bater, mas Merle entra na minha frente.
–Ok, vamos parar por aqui! Ele diz e afasta meu irmão para longe. –Eu sei que a Barbie pode ser a pessoa mais insuportável do mundo quando ela quer, mas se ela tá dizendo que fez tudo, é porque ela fez. A Jéssica se foi cara, e nós dois sabemos de quem é a culpa, que com certeza não é da Barbie. Agora pare de dar uma de viadinho revoltado e faça as pazes com a sua irmã eu preciso dormir e se eu ouvir mais um grito vindo dessa barraca eu juro que corto as suas bolas!
Merle sai nos deixando sozinhos de novo, um silêncio insuportável toma conta da barraca, Alex se encolhe em um canto da barraca com os olhos vermelhos das drogas e pega mais um cigarro de maconha.
–Você não vai usar isso aqui dentro! Alex eu...
–Cala a porra da boca Alice! Vai dar pra alguém lá fora e me deixa em paz. Manda e me joga a minha mochila, me empurrando para fora.
O vento frio me recebe do lado de fora, ao longe vejo o Shane em cima do trailer fazendo a vigia. Sinto vergonha pois sei que todos devem ter escutado a minha pequena confusão com meu irmão, mas agora a questão é outra, onde é que eu vou dormir? Todas as barracas estão ocupadas e nem morta durmo nesse frio.
Então só me resta uma alternativa, sei que isso vai ser horrivel, mas não tem outra opção. Eu pego a mochila do chão, juntando toda a minha coragem, caminho até a barraca ao lado. Abro o ziper e entro lentamente, mas sou parada por uma arma colocada em minha cabeça.
–Barbie? Tá fazendo o quê aqui? Merle pergunta acendendo uma lanterna e tirando a arma da minha cabeça. –Tem ideia que eu quase estourei os seus miolos agora?
–Essa é a sua forma carinhosa de dar boas vindas. Respondo irônica, mas logo faço a minha melhor cara de coitadinha. –O Alex me colocou pra fora da barraca e eu não tenho onde dormir.
–E você acha que eu vou te deixar dormir aqui?
–Ah por favor Merle? Eu prometo que não encho o seu saco hoje e você nem vai notar a minha presença.
–Isso não é uma desculpa sua para tentar me agarrar durante a noite, é?
–Tenha dó Merle! Eu, querendo te agarrar? Fala sério.
–Tudo bem, você pode ficar, mas é só por hoje. Amanhã quero que suma daqui e eu não quero nem saber se você tiver que dormir no meio do mato amanhã. Já estou sendo bonzinho demais com você hoje, então não abuse.
–Obrigado Merle! E não se preocupe porque eu não estou gostando disso tanto quanto você.
Ele desliga a lanterna e eu me ajeito num canto mais afastado da barraca, só de pensar que estou passando por isso por causa do Alex, já sinto vontade de matá-lo. Mas amanhã mesmo eu expulso ele daquela barraca e nem vou me importar se ele for devorado.
Me deito e olho para o Merle, que esta de olhos fechados e provavelmente quase dormindo.
Ele apesar de me odiar, ainda deixou eu ficar aqui com ele. Já o Alex, mesmo sendo meu irmão não me deixou ficar na barraca. É o fim do mundo mesmo!
Merle:
Acordo com os primeiros raios de sol, mesmo com o corpo doído pela noite mal dormida, eu consegui descansar. Mas é só abrir os olhos para toda essa droga recomeçar, primeiro vendo a louca da Barbie dormindo toda encolhida num canto da barraca, segundo perceber que eu a abriguei por livre e espontânia vontade. Eu devo ter ficado louco mesmo.
Me levanto, mas antes pego uma coberta e cubro a Barbie. Estou virando um viadinho como o meu irmão, desde quando eu me importo com alguém? Ainda mais com a Barbie?
Deve ser essa droga de apocalipse, quem sabe esse não é um dos sintomas dessa doença maluca? Eu é que não quero saber. Saío da barraca encontrando com a minha querida cunhadinha e a Monstrinha tomando café, ainda acho essa ideia de acampar com um grupo uma tremenda loucura. Por mim estaríamos na estrada enfrentando essa droga toda, mas o Daryl tem um pouco de razão. A Monstrinha não pode viver em perigo o tempo todo, e como eu amo essa garotinha tenho que concordar com essa merda.
Mas isso não quer dizer que vou ficar sendo amiguinho desses idiotas, não mesmo! Eu sou Merle Dixon, não sou bom pra ninguém a não ser para mim mesmo e para a Monstrinha.
Passo a manhã toda colocando as nossas armas em ordem e afiando as facas, num lugar afastado de todos. Nada de irmãos Blake durante toda a manhã, aposto que o Alex está se recuperando das drogas e a Barbie deve estar chorando ou dormindo.
Já estava quase na hora do almoço quando vejo a Barbie sair da minha barraca, todos olham surpresos para ela e depois pra mim. Daryl me olha estranho e eu apenas dou de ombros mandando ele se fuder. Devem estar todos estranhando ou pensando que eu comi a Barbie ontem, bando de gente idiota!
A Barbie caminha em minha direção trazendo alguma coisa nas mãos, não posso negar que mesmo tendo acabado de acordar e com a cara enchada pelo choro, ela consegue ser bonita e chamar a atenção de todos os homens ao passar por eles distribuindo sorrisos e “Bom dias” para todos.
–O que você quer agora Barbie? Pergunto quando ela pará na minha frente fazendo a mesma cara que fez ontem quando me pediu para dormir na minha barraca.
–Eu preciso tomar banho Merle. Sussurra baixinho.
–E eu com isso? Tá me achando com cara de chuveiro? Pergunto mal humorado. Essa Barbie tá tirando uma com a minha cara.
–Não idiota, é que eu queria que você fosse comigo até o riacho. Não quero ir sozinha!
–Não foi você quem disse que não iria cair na minha tão fácil assim? Já está me chamando para ir tomar banho com você, é isso mesmo? Sorrio malicioso e ela dá um tapa no meu braço.
–Claro que não! Eu só queria que você fosse comigo para não ter que ir sozinha, mas você é um pervertido idiota, então é melhor ir sozinha mesmo! Diz toda irritadinha.
–Se quizer eu posso te acompanhar Alice, o riacho fica um pouco longe e... O idiota negro se oferece com um sorriso idiota no rosto.
–Não precisa Chocolate vencido! Ela pediu pra mim e eu vou com ela. Digo o interrompendo e puxando a Barbie para longe.
Pego uma arma e duas facas e depois guardo o resto das armas na minha barraca. Caminho com a Barbie pela floresta no mais completo silêncio até chegarmos ao riacho.
–Agora se vire e só volte a olhar nessa direção quando eu disser. A Barbie diz colocando as coisas em cima de uma pedra.
–Mais além de ajudar você nem vou poder dar uma olhadinha?
–Não! Agora vira se não eu arranco seus olhos!
Fico de costas para ela, olhando para a floresta atento a qualquer movimento. Eu devo ter feito algo muito ruim para merecer uma coisa dessa!
–Quem diria, Merle Dixon como babá de uma patricinha mimada! Eu só posso ter pirado mesmo. Reclamo.
–Não seja dramático Merle! Você só está ajudando a irmã do seu amigo e....Ah! Socorro! Ela grita.
Eu me viro imediatamente com a arma na mão pronto para atirar, ela se joga em meus braços completamente assustada. Que se dane se for um zumbi que a tenha assustado. Caralho! A barbie está agarrada a mim somente de lingerie e porra! Isso é demais pra mim.
A pele macia e quente sendo apertada contra a minha, porque a Barbie parecia que queria se fundir contra meu corpo. Isso é bem melhor que só olhar, com certeza é!
–O que aconteceu? Finalmente pergunto dando uma boa olhanda no corpo dela que ainda esta me agarrando.
–Aquele monstro nogento e peludo está em cima da minha roupa! Tira ele de lá! Diz toda apavorada.
A afasto de mim para ir ver o que é, mas ela se agarra em minhas costas tremendo de medo.
–Não acredito que você fez esse escândalo todo por causa de uma aranha Barbie. Reclamo rindo quando vejo a pequena aranha em cima da roupa dela.
–Esse monstro horrivel queria me morder! Faz alguma coisa Merle! Pede se escondendo atrás de mim.
–Estamos em uma floresta Barbie, é normal encontrar bichos assim. Você deveria se preocupar com os zumbis e não com as aranhas.
–Os zumbis não são problema, mas as aranhas são nogentas! Diz fazendo cara de nojo.
A puxo para longe da aranha, para ela se acalmar. Quando olho para ela, a Barbie está completamente vermelha e com uma cara de pânico horrivel. Começo a gargalhar e ela me olha furiosa.
–Isso não tem graça sabia? Eu poderia ter morrido! Reclama e faz biquinho.
Isso a deixa ainda mais gostosa, também, com aquela lingerie rosa e pequena deixaria qualquer mulher uma delicia, mas nela ficou ainda melhor. A pele branca e sem nenhum defeito, coxas grossas, bumbum arrebitado e seios médios. A verdadeira Barbie, mas numa versão mais gostosa.
–Tá olhando o quê? Pergunta tentando se cobrir com as mãos.
–Sabe Barbie, estou começando a achar que você armou tudo isso só pra me agarrar. Falo me aproximando dela.
–Não se ache tanto Merle! Você não é isso tudo e o mundo pode ter acabado mais eu continuo tendo a mesma opinião sobre você. Ela fala, mas não dou importância, me aproximo colocando as mãos na cintura dela e a puxando para meus braços.
–Lembra quando você disse que só ficaria comigo quando os mortos se levantassem das tumbas? Pois então, isso aconteceu. Agora vai ter que pagar a sua parte Barbie, ou você vai fugir de novo?
Centimetros separam minha boca da dela, a encaro e a sinto tremer diante do meu olhar. Ela fecha os olhos e eu aceito isso como um sim, nem acredito que isso vai mesmo acontecer. Me aproximo mais e...
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