Notas iniciais
Teaser da nova fase da fic: https://www.youtube.com/watch?v=ZpdjwB-Cg2w

If this is to end in fire
Then we should all burn together
Watch the flames climb high into the night

As meninas estavam lindas, usando roupas caras, tão tranquilas e sorridentes, tão jovens. O motorista de Annabeth as levou para a festa de Afrodite, vinte minutos atrasadas como elas sempre fazem, adoram grandes entradas.

–Sua mãe se superou Pips. -Falou Annabeth sorrindo com os braços nos ombros de Piper e de Rachel.

–Novidade. -Reyna revirou os olhos, não gostava de festas, principalmente as de Afrodite, que eram extravagantes, com luzes, plumas e brilho, mas elas eram a elite adolescente de Manhattan, saiam em capaz de revistas, eram tudo o que as adolescentes queriam ser, ricas, bonitas e populares, porém esse não era o motivo de Reyna estar na festa, e sim o garoto com feições élficas, cabelos cacheados e um sorriso enorme.

–Não acredito que ela mora aqui. -Disse Thalia espantada, a casa nova de Afrodite era duas vezes maior que a antiga, onde morava com Tristan e Piper.

–Os Valdez tem muito dinheiro, sorte sua Rey. -Respondeu Rachel puxando Annabeth pela mão para pista de dança, onde Annie casualmente trocou olhares com Zac Efron.

–Essa noite ele é meu. -Sussurrou Annabeth para Rachel e Thalia que riu balançando as mechas azuis dançando com suas melhores amigas.

–Escolhe o seu Lia. -Provocou Rachel jogando os cachos avermelhados para o lado, o vestido

–Não obrigada, estou bem e ninguém aqui me encantou.

–Ok princesa Lia, mas o Dylan O'Brien não tira os olhos de você. -Rachel deu uma piscadela pra Thalia, rebolando enquanto segurava o tecido brilhante do seu vestido prateado justo, ao lado de Annabeth que vestia um tubinho preto tão apertado que exprimia seus seios.

–Onde aprendeu a dançar assim? -Perguntou Zac em um sussurro no ouvido de Annabeth.

–No Brasil. -Respondeu a loira com seu sorriso matador, Thalia já sabia o que viria a seguir, eles ficariam, ele começaria a gostar de Annabeth e ela quebraria o coração de Zac, sempre foi assim e sempre ira ser.

–O que mais aprendeu no Brasil?-

–Serio que ele perguntou isso?–Balbuciou Rachel para Thalia rindo.

–Horrível, sorte dele ser rico, bonito e famoso. -Respondeu Thalia.

–Posso te mostrar se quiser. -Annabeth murmurou no ouvido de Zac, mordendo levemente o lóbulo da orelha dele e depois indo embora, não antes de dar outro sorriso malicioso para ele e piscar.

Rachel riu indo para o bar onde Piper e Reyna conversavam tomando sodas e deixando Thalia na pista de dança.

–Soda? Fala sério garotas, cadê a diversão? -Perguntou pedindo um cuba libre para o barman lindo e sem camisa "Obrigada Afrodite" pensou com o canudo preto entre os lábios tingidos de vermelho.

–Somos menores de idade Rachel. -Disse Reyna tomando sua soda, embora realmente quisesse algo mais forte, suas mãos tremiam de ansiedade e a energia do refrigerante com energético não ajudava, Léo estava atrasado, muito atrasado.

–Rey, relaxa, respira e aproveita. -Rachel assoprou um beijo para as duas e foi embora.

–Ele vai vir. -Piper apertou a mão de Reyna forçando um sorriso encorajador.

–Eu sei, é que...

–Olá garotas. -Léo apareceu correndo até o bar, sujo de graxa, com o jeans velho e blusa de flanela, seu sorriso brilhava assim como os olhos castanhos que Reyna adorava. -Não precisam mais chorar, a razão da vida de vocês voltou.

–Garoto dos concertos, você precisa de um banho. -Piper riu terminando de tomar a soda e indo embora.

–Sabe que se atrasou muito? -Perguntou Reyna dando um sorriso verdadeiro quando ele pegou o pano dado pelo barman e limpou o rosto.

–E você me esperou, porque me ama, e sabe que o Bobby quebrou no meio caminho e jogou óleo em mim quando tentei concertar. -Léo jogou o pano que uma vez foi branco para o barman agradecendo.

–Não entendo porque você continua com aquele carro velho, tem dinheiro para comprar vinte esportivos só com sua mesada. -Reyna murmurou pedindo outra soda.

–Qual seria a graça? Só vale apena se você se esforça. -Léo pediu água, pulando no banco do bar. -Por isso eu gosto de você.

–Porque eu jogo óleo e sou mais velha que seu avô? -Reyna arregalou os olhos, engasgando com a soda.

–Não, porque me esforcei para ser notado por você.

–Com certeza, ainda lembro de estar vestido uma toga romana me pedindo par ir ao baile com você.

–Foi uma pena ter ventado tanto aquele dia. -Léo sorriu e Reyna gargalhou lembrando dele em pé na frente de toda a escola.

–Pelo menos sua cueca era bonita. -Reyna falou com ironia.

–Bananas de pijamas são um clássico ok? Eles foram minha infância! -Léo jogou as mãos para cima. -Oi Annabeth.

A loira passou por ele direto indo falar com Reyna, entregando sua bolça e pedindo uma vodca.

–Você bebe demais para uma garota de quinze anos. -Observou Léo. -Mais que o Bobby.

–Você é um ser irritante Valdez. -Respondeu Annabeth com os olhos cinzas flamejantes fixos nele.

–Você não me assusta. -Disse Léo estufando o peito, Annabeth arqueou a sobrancelha loira para ele. -Ok, só um pouco.

–Foi o que eu pensei, tchau Rey, vai tomar um banho Valdez, você fede a carro velho. -Annabeth pegou o copo e foi embora sorrindo.

–Sua amiga é assustadora, serio, ela é tipo uma versão mais malvada do Coringa, uma Arlequina homicida.

–Ela é legal, só quer me proteger. -Reyna sorriu para a Léo e depois para a loira que dançava com Thalia e Rachel.

–De quem? Eu? Na verdade eu que preciso de proteção, você vai dançar sobre os cacos do meu coração Rainha Reyna. -Léo se aproximou tirando uma mecha do cabelo escuro de Reyna e colocando atrás da orelha dela.

–Que cruel. -Reyna simplesmente não conseguia parar de sorrir, era como se alguém tivesse esculpido um sorriso em seu rosto e ela não se importava com isso.

–Seria um honra ter meu coração quebrado por você. -Admitiu Léo acariciou a bochecha corada de Reyna e a beijou, tão delicadamente quanto o bater de asas de uma borboleta.

Reyna riu, pulando do banco do bar e puxando Léo para cima pela mão, era a casa de Léo, onde Afrodite e Hefesto viviam com os dois filhos dele Léo e Charles, por serem de mães diferentes tem sobrenomes diferentes, um é Valdez e o outro Beckendorf.

O escritório de Afrodite foi a primeiro lugar sem pessoas que eles viram, Léo empurrou todos os papeis, canetas, maquiagens e adereços que estavam sobre a mesa para o chão, beijando Reyna de verdade agora, segurando a cintura dela com força, mas não o suficiente para machucar, ela agarrou o cabelo dele o puxando para mais perto e suspirando a cada toque, era incrível como Léo despertavam uma certa chama nela, como se todo seu corpo pegasse fogo.

Reyna sentiu seu corpo desmanchar sobre os lábios e mãos de Léo, quando não conseguiam mais respirar ele trilhou beijos, desde o pescoço até o ombro de Reyna, fazendo um arrepio bom descer a coluna dela a fazendo morde o lábio inferior.

–LÉO! -Gritou Afrodite com os cabelos loiros lisos batendo nas costas de seu vestido rosa colado. -Leve Lacy para sua casa, ela está muito mal e não posso deixar os pais dela saberem que eu dei bebida pro "bebê" dele, ah oi Reyna, você está linda, ele já volta.

Afrodite pegou Léo pela mão o arrastando para fora enquanto ele resmungava "não precisa jogar garotas pra mim, eu já sou gostoso pra dedéu de natureza"

Reyna sorriu arrumando seu cabelo e vestido verde, as pernas ainda estavam meio tremulas pelos beijos de Léo quando desceu a escada.

–Rey vamos embora. -Disse Thalia puxando Reyna para perto de Piper, Rachel e Annabeth.

–O que aconteceu? -Perguntou quando viu o vestido lindo de Annabeth com um enorme mancha violeta e as bochechas vermelhas.

–Silena aconteceu, ainda mato aquela vadia. -Falou Rachel entre dentes. -Vamos logo, estou irritada.

–Podemos passar na casa do Léo só pra avisar que eu vou embora? -Ela entraram no carro de Annabeth.

–Claro. -Cantarolou Annabeth com um sorriso malicioso falando a rua para o motorista.

–Léo tem a própria casa? Perfeito pra você em Rey. -Thalia, Annabeth, Rahcel e Piper trocaram olhares maliciosos.

–Prevejo finais de semana cansativos. -Rachel fala dando um beijo no rosto de Reyna e rindo, ela cheirava a vinho, provavelmente estava bebendo.

–E bem lentos. -Continuou Annabeth lançando um sorriso para Rachel, ambas começaram a pular no banco gemendo "ah Léo", "mais rápido", "mais forte", "isso".

–MENINAS! -Exclamou Rey com as bochechas vermelhas como o cabelo de Rachel. -Eu tenho 15 anos.

–Sério? Não sabia, achei que tivesse 30. -Disse Thalia fazendo uma cara de choque.

–Eu nasci quando minha mãe tinha 16. -Piper deu de ombros rindo.

A casa de Léo não era grande como a de Afrodite, era bem comum na verdade, paredes de madeira, janelas com cortinas amarelas, uma garagem enorme onde Bobby o Chevrolet antigo de Léo estava.

–Já volto. -Reyna abriu a porta e correu dentro da casa, estava destrancada como sempre, passou pela sala cheia de comida chinesa e peças de carro subindo as escadas depressa sobre o salto.

Ela pode ouviu seu coração se quebrar em milhões de pedaços quando viu Lacy se aproximando de Léo que estava sem camisa, exibindo seu corpo magricela e o beijando, os olhos dele arregalaram de susto, Reyna desceu as escadas correndo em silencio com as lágrimas rolando por seu rosto, ela realmente gostava dele e agora só sentia dor, como se seu verdadeiro coração estivesse quebrado.

–Rey o que aconteceu com você? -Perguntou Piper quando Reyna entrou chorando.

–Léo, e-e-ele b-b-beijou a... -Ela não conseguiu continuar, abraçou Thalia de deixou as lágrimas arruinarem sua maquiagem perfeita.–Lacy.

–Eu vou acabar com aquele filho da mãe. -Murmurou Annabeth entre dentes.

–Annie não... -Protestou Reyna.

–Ela está certa, vamos ensinar ao Valdez que ninguém mexe com as poderosas. -Disse Rachel apertando o joelho de Reyna

–Eu topo. -Concordou Piper.

–Não preciso nem dizer que quero acabar com aquele magrelo. -Murmurou Thalia abraçando Reyna

–Obrigada meninas. -Reyna queria sorrir, mas não conseguia.

–Vamos vadias, temos um garoto pra queimar. -Annabeth saiu do carro, puxando Rachel, no quesito maldade as duas eram melhores amigas e com mentes geniais.

–Fica aqui Rey. -Mandou Thalia seguindo Annabeth, Rachel e Piper.

Reyna deitou no banco de couro escuro tentando para de pensar em Léo.

–Qual a sua ideia Annie? -Perguntou Piper quando elas entraram na garagem de Léo.

–Pensei em quebrar as janelas do carro dele, mas isso é pouco, ele traiu a Rey com a Lacy. -Annabeth remexeu nas gavetas ao lado do carro até achar o que procurava.

–E a Lacy nem é gostosa, será que ela sabe o significado de Esfoliar, Tonificar e Hidratar? A pele dela tem mais espinhas que um cacto. -Observou Rachel procurando com Annabeth.

–Então o que? -Thalia cruzou os braços jogando o cabelo para trás com um movimento da cabeça.

–Vamos queimar esse lugar. -Disse Annabeth segurando a garrafa de querosene e Rachel sorrindo com os fósforos na mão.

As duas nunca trabalharam tão rápido, jogando querosene em todas as paredes de madeira.

–Pra fora garotas. -Mandou Annabeth.

–Nós terminamos. -Completou Rachel.

Thalia e Piper foram para o carro e esperaram olhando pela janela, Annabeth fez uma linha com o querosene até a saída e Rachel jogou o fosforo em chamas, com um timing perfeito de sempre. Poucos minutos depois a garagem já estava pegando fogo, elas entraram no carro e foram embora.

Agora olhando para a chama do isqueiro tudo veio para a mente de Annabeth, ela estava linda, mas nada parecido com uma menina inocente, os saltos da sua botinha preta são altos e com correntes dos lados, a calça de couro estavam justas, regata preta quase não aparecia escondida sobre a jaqueta escura, o cabelo ondulava ao vento, o cigarro entre os lábios rosados, ela parecia a mistura entre um anjo e uma motoqueira.

–O que quer? -Perguntou Thalia, o luto era visível nela, o cabelo estava sem vida, o rosto inchado e vermelho de tanto chorar, usando o moletom de Luke e suas botas de dormir.

Reyna e Piper estavam atrás dela, também de pijamas por ser uma da manhã.

–Seja educada Thalia. -Mandou Annabeth assoprando a fumaça do cigarro.

–Que se foda a educação, eu não aquento olhar para a sua cara. -Rosnou Thalia.

–Porque? Sou tão bonita, que deve se considerar sortuda de poder me olhar. -Annabeth se aproximou delas com os saltos afundando na grama fofa que fica atrás da cozinha, a parede ao lado delas estava molhado, algo que Reyna estranhou já que não choveu esses dias.

–Você sabe o porque, por sua culpa Luke morreu, você o matou. -Thalia esperava que suas palavras ferissem Annabeth, que a fizessem gritar e chorar como ela tinha feito quando a contaram três dias atrás que Luke morreu.

–Que feio Lia, tentando me culpar dos seus erros. -Annabeth tirou uma mecha do cabelo de Thalia colocando para trás, tão próximas que ela conseguia sentir o cheiro de whisky que Thalia bebeu essa noite. -Eu te avisei, não foi.

–Que aviso? -Perguntou Piper falando pela primeira vez, agarrada a Reyna e incapaz de olhar para Annabeth, os dois pontos que ela tomou no braço por "cair em um caco de vidro" coçavam, uma lembrança constante de que Annabeth não ligava para ninguém.

–Que ela devia se afastar de Luke, Bad Girl é uma vadia inteligente, sabe que dói mais ver alguém que você ama morrer do que sua própria morte. -Respondeu Annabeth. -Mas não é sobre isso que vim falar com vocês.

–O que é então? -De longe Reyna era a mais firme ali, a morte de Luke afetou Thalia, a arma em sua cabeça afetou Piper, e Reyna se mantinha firme.

–Arrumem suas coisas, vamos para Las Vegas. -Annabeth sorriu, aquele sorriso frio que não diz nada a não ser "cuidado" e tragou o cigarro mais uma vez.

–Não vou para Las Vegas, nem para lugar nenhum com você. -Thalia cuspiu as palavras como se elas fossem acidas.

–Vai sim, se continuar aqui vão se unir a Luke, sete palmos abaixo da terra, e tenho que te entregar isso. -Annabeth colocou uma caixinha de veludo nas mãos geladas de Thalia.

–O que... É o que estou pensando? -Thalia levantou o anel de prata com uma safira brilhando.

–O anel da May? É, não se ache tão importante, Luke me ofereceu a alguns anos, mas eu não aceitei.

O silencio que se seguiu for cortante e fúnebre, até que Reyna respirou ruidosamente e falou com certeza:

–Você se importa.

–Que? -Annabeth arqueou as sobrancelhas loiras assoprando a fumaça para cima.

–Você se importa. -Repetiu Reyna. -Comigo, com a Thalia, Piper, Luke, sei irmão mais novo Malcolm, com todos nós.

–Malcolm e Luke morreram, Reyna, porque me importariam com pessoas que não existem mais? -Perguntou Annabeth jogando a bituca de cigarro no chão e esmagando com seu salto.

–MENTIRA. -Gritou Thalia com os olhos se enchendo d'água. -Ele deve estar em um lugar melhor...

–Céu? Acredita mesmo nisso pequena Thalia? -Annabeth riu cruzando os braços. -Se Deus existisse não deixaria o mundo ser um lugar tão ruim. Não se engane achando que Luke está em um lugar bom porque isso não existe, é como o amor, história pra criança, algo para pessoas idiotas acreditarem, para manter todos na linha.

–Mas você se importa, eu vi Annabeth! -Exclamou Reyna se soltando de Piper e ficando mais perto da loira. -Como você ficou quando Luke morreu, eu vi! Vi que esfaqueou Piper porque sabia que se nós duas entrássemos iriamos morrer, só dois saem não importa quantos entrem, era isso não é? Que estava escrito no bilhete da Bad Girl.

–Andou catando lixo Reyna? -Perguntou Annabeth.

–E agora, deu o anel da mãe do Luke para Thalia, porque você sabe que ela ama Luke, não da mesma forma que você, você ama Luke porque ele te consolou quando Malcolm foi sequestrado, porque ele é bom e te fez acreditar que você também é boa. -Completou Reyna sem folego.

–Mas você não é. -Sussurrou Piper com raiva. -Luke achava que todos eram bons, ele não sabia das pessoas que você matou e torturou, você é um monstro Annabeth Chase.

–Já acabou? -Annabeth bocejou entedia. -Sabe que podia adicionar muito a sua lista, estupro, incêndio, invasão de propriedade primava, homicídio e outras coisas, não que isso seja importante. Não ligo de ser o monstro Piper, eu vivo e vocês morrem, se pra sobreviver eu preciso matar, que assim seja.

Annabeth fez um gesto de desdém com a mão.

–E não Reyna, não foi porque eu me importava, dei o anel para Thalia foi porque não gosto dele, é velho e só mais uma lembrança sem importância. Torturar Piper é divertido, porque ela ainda está apaixonada por mim e parece uma gatinha assustada, é só eu falar "bu" que vocês saem gritando e chamando a mamãe. Se você e Piper morressem eu teria que explicar como morreram por isso não deixei que entrassem.

–Las Vegas, vai nos levar pra lá porque quer se divertir? -Perguntou Thalia irritada apertando o anel na mão.

–Resposta erra queridinha, preciso de vocês, é só isso. -Annabeth tirou um estojo pequeno e prateado do tamanho da palma da sua mão, parecido com um estojo de maquiagem, tirou um cigarro de dentro, colocou entre os dentes, pegou o isqueiro colocando a mão em frente a chama para acender o cigarro, dando uma tragada profunda e fechando os olhos para o prazer que a nicotina traz.

–É isso, somos objetos para você? -Perguntou Piper com a voz tão frágil quanto vidro.

–Pessoas são descartáveis, vocês também. -Respondeu Annabeth deixando o isqueiro cair no chão acendendo uma chama alta ao lado do seu salto que seguiu até a cozinha que começou a pegar fogo onde estava molhado, as chamas avermelhada lambendo as paredes janelas e tudo lá dentro. -Vocês vão comigo amanhã, andando ou desacordadas, não importa.

Annabeth foi embora deixando as três assustadas para trás e a cozinha de Westlake em chamas.

Notas finais
Hey hey amores do meu ser, como vão? Curtindo o final de semana? Party all day? Cá estamos nós, na verdade a Mari não iria escrever hoje, mas como a família dela me ama estamos aqui escrevendo. A-D-O-R-E-I esse capítulo e os próximos vão ser os meus favoritos, IS VEGAS BABYS!!! Podem comentar, recomendar, mandar sinal de fumaça, biscoitos da sorte, ok???? Quero interagir com vocês bitches.