Bad Girls
35 Stripper
Notas iniciais
Enfim eu parei de enrolar e resolvi postar! Eu tenho ciumeco desse capítulo pq ele é meu aoisdjaldskmsdl e eu amo essa música do The SoHo Dolls ♥
Well, esse cap é dedicado à BellaMasenSwan pela recomendação, apesar de que EU NUNCA VI UM REVIEW SEU AQUI HUMMMMMMM
Aproveitem!
Don't know what you think you're doing to me, hey, stripper!
Eu acordei completamente animada. Mesmo tendo me sentido mal no dia anterior devido à tequila, eu estava animada por fazer o strip-tease pro Percy. Iria dançar Stripper, do The SoHo Dolls, apesar de ainda não saber exatamente como dançar. Iria fazer qualquer bosta, eu estaria tirando a roupa, Percy não ligaria para os passos de dança.
Percy estava deitado na cama, dormindo... E babando, claro. Ele era bonitinho quando estava dormindo, parecia um anjo.
Me levantei da cama e fui lavar o rosto. Meu Deus, que decadência é essa? Eu estava acabada. Meu cabelo estava cacheado. Cacheado! Odeio meu cabelo cacheado. Escovei os dentes, prendi meu cabelo em um rabo de cavalo e me sentei ao lado de Percy, ligando a televisão para ver um filme qualquer. Eu estava na melhor parte do filme, quando Percy soltou um ronco que me deu vontade de rir. Ele agarrou a minha coxa e se deitou em cima dela.
Ah, entendi, que legal, virei um travesseiro humano agora.
Continuei vendo o filme com aquele ser babando e dormindo nas minhas coxas, e comecei a brincar com o seu cabelo. Era macio e preto, e tudo fazia um contraste já que seus olhos eram verdes e ele não era tão moreno assim, apesar de que estava meio bronzeado por causa da praia.
Quando o filme acabou, olhei para Percy. Ele ainda dormia e babava abraçado à minha coxa, e eu queria me mexer mas não conseguia. Coloquei outro filme pra rodar, e Percy acordou quando o filme estava chegando na metade.
- O que aconteceu? – ele resmungou, sonolento. Eu ri.
- Você babou na minha coxa inteira.
Ele limpou o canto da boca e olhou pra minha perna.
- Puta merda, era a sua perna? Parecia um travesseiro.
- Nossa, Percy, muito obrigada.
- Você me entendeu – ele respondeu, pegando um lençol e passando no lugar onde ele havia babado. – Eu preciso parar de babar.
- Urgentemente.
- Seu cabelo é cacheado? – ele indagou, mudando de assunto.
- Não por muito tempo – eu respondi, tentando alisar os meus cachos amarrados no rabo de cavalo.
- Seu cabelo fica bonito assim – ele disse, e puxou o prendedor que prendia o meu cabelo, fazendo aqueles cachos loiros caírem em cascatas sobre os meus ombros.
- Não, não fica.
- Eu gosto dele assim. Mais natural do que quando você chega com ele alisado.
- Tá bom, Percy – eu disse, bufando, e peguei o prendedor das mãos dele. Refiz o rabo de cavalo e ele ficou me encarando.
- Tá de mau humor, é?
- Tô ótima.
Percy revirou os olhos e saiu do quarto, batendo a porta do banheiro. Eu estava com dor de cabeça, talvez estivesse de ressaca. Soltei o cabelo e me deitei na cama, fitando o teto. Massageei as têmporas e suspirei. Tinha me baixado o espírito da TPM em menos de um segundo. Merda de menstruação.
A porta do banheiro se abriu e Percy saiu de lá de dentro. Ele se deitou ao meu lado e me puxou para mais perto, mas ficou quieto. Meu celular começou a tocar.
- Alô? – perguntei, rouca.
- Annie? Você tá legal? Não te vi ontem – disse Silena. – Enfim, vamos pra 5ª Avenida, na Playa del Carmen. Você e o Percy estão a fim de ir?
- Percy, tá a fim de ir pra 5ª Avenida?
- Vamos voltar pra Nova Iorque? – ele brincou, rindo, e eu sorri.
- Não, na Playa del Carmen.
- Sei lá, tanto faz. Você tá a fim de ir?
Dei de ombros.
- Ah, então não vamos nessa merda não, vamos ficar trans...
- Percy! – o bronqueei, e ele riu.
- Desculpa.
- Silena? – perguntei, para ver se Silena ainda estava na linha.
- Oi, tô aqui. Vocês vem?
- Não, vamos ficar no hotel hoje.
- Uiiiiiiiii, quero saber o que aconteceu depois, ok? Quer que eu traga alguma coisa?
- Não sei, o que você achar que for combinar comigo. Sem rosa.
- Ah... Ok – ela disse, meio desapontada.
Desliguei o celular e o coloquei na mesa de cabeceira.
- Eu vou tomar banho – anunciei.
- Tem certeza que você tá legal?
- Só com um pouco de dor de cabeça, nada demais.
Eu estava saindo do quarto e entrando no banheiro, quando tive uma ideia.
- Se você quiser, pode vir comigo – falei, sorrindo, e entrei no banheiro. Enchi a banheira e fiz muita espuma, porque eu adoro espuma, então me despi e entrei. Cinco minutos depois, Percy entrou no banheiro também.
- Não posso recusar isso, certo? – ele indagou, sorrindo, e eu fiz um sinal com as mãos para que ele entrasse comigo na banheira.
Ele se despiu lentamente, obviamente pra me provocar, mas eu não liguei. Até porque, daquele jeito, eu tinha uma visão completa do seu corpo e... Uau. Não preciso falar nada, certo?
Percy era jogador de futebol americano desde sei lá quando, e há pouco tempo ele revelou que também fazia natação. Então ele não era nenhum cara branquelo e magrelo.
Percy entrou na banheira e se sentou ao meu lado. Me puxou pela cintura para que eu me sentasse no seu colo, e eu o fiz, óbvio. Encostei minha cabeça em seu ombro e pude sentir sua respiração quente no meu pescoço, me confortando. Ele beijou o lóbulo da minha orelha e ficamos daquele jeito, parados, por sei lá quanto tempo.
- Podemos ficar assim pra sempre? – ele perguntou, tirando as palavras da minha boca. Suas mãos passeavam pela minha barriga, a acariciando e me fazendo gemer baixinho.
- Não, mas podemos ficar assim o dia inteiro.
- E perder o seu strip-tease? Não. Mas depois voltamos pra cá.
Eu ri e entrelacei meus dedos nos seus. Ele beijou os nós dos meus dedos.
- Então... Já sabe que música vai dançar?
- Ah, Percy... – eu respondi, rindo. – É surpresa. Que graça vai ter se você soubesse a música?
- Muita. Você vai estar tirando a roupa, Annabeth.
- Você é um panacão.
Percy riu e mordeu o lóbulo da minha orelha, me fazendo enrijecer.
- Como se você não gostasse do meu eu panacão.
- Acabou de admitir que é panacão, idiota – eu disse, rindo. Saí de cima dele e peguei a toalha.
- Ei, porque tá saindo? Tá tão gostoso aqui...
- Eu estou com fome. Vou colocar alguma roupa e buscar aquele carrinho de comida idiota.
- Pede serviço de quarto, Annabeth – ele disse, simplesmente, e pegou a outra toalha.
- Tem noção do quanto o serviço de quarto é caro, Percy?
- Annabeth, isso não é problema. Pede logo essa merda.
Ele saiu do banheiro e voltou à suíte. Eu vesti a camiseta dele e a minha calcinha, porque não tinha mais nada pra vestir. Ele vestiu uma calça de moletom verde escura e secou os cabelos molhados.
- E não alise o seu cabelo de novo, entendeu? – ele disse, e eu fiz uma careta.
- Não gosto dele cacheado, Percy.
- Para de frescura, Annabeth. Seu cabelo fica muito melhor cacheado, e você fica bonita de qualquer jeito.
- Tá, eu deixo ele cacheado. Você é muito chato, sabia?
Percy riu.
- Eu sei.
Pedimos o serviço de quarto e abrimos uma garrafa de champagne que estava no frigobar. Rimos, comemos, conversamos, nos beijamos e bebemos o dia inteiro. Eram 6:00 p.m. quando eu voltei à minha suíte. Tinha que preparar o precioso strip-tease de Percy, já que eu não tinha a mínima ideia de como fazer aquilo. Peguei o notebook de Thalia e abri o youtube em guia anônima, mas os resultados de “como fazer um strip-tease” não foram muito bons. Coloquei Stripper e dancei um pouco. Ok, até que estava dando certo, mas eu ainda estava meio nervosa.
Meu plano era algemar o Percy na cama, fazer o strip e a dança e me esfregar nele, o beijando e tal. Ele vai ficar muito puto porque não vai conseguir fazer nada. Espero que aquelas merdas de algemas sejam resistentes.
Às 9:00 p.m., Thalia entrou no quarto.
- Annabeth! – ela disse. – O que faz aqui? Argh, o Percy te fez alguma coisa?
Eu ri.
- Não, Thalia, eu só tenho que planejar o strip...
- Não termine a frase. Olha, Silena comprou umas coisas bem legais pra você!
Thalia jogou uma sacola na minha cama e se sentou ao lado, com olhos pidões. Revirei os olhos, rindo, e me sentei ao lado para ver o que Silena havia comprado.
Tinha uma camisa branca escrito em preto “Eu Transei em Cancun”, que me fez rir. Havia um short preto rasgado e com tachas e spikes. Valeu, Silena! Um daqueles brincos de pena que só vem um, e não dois. E, claro, ela comprou um arco rosa.
- Eu nunca vou usar esse arco – falei, e Thalia riu.
- Eu sei, você sabe, todo mundo sabe. Mas mesmo assim ela insistiu em comprar.
- Ai, Silena... E você, o que comprou?
Thalia mostrou o que havia dentro das duas sacolas que ela carregava. Ela comprou roupas, uma sandália meio chamativa, uma vaca de artesanato que ela iria dar de presente para Hera, e umas lembrancinhas de Cancun. Depois disso, tomei banho e ela foi me perguntando como seria meu strip-tease com o Percy.
- Ah, Annabeth! Eu quase esqueci! A gente comprou uma coisa pra você!
Franzi o cenho. Ela tirou da sacola uma blusa imitando a blusa de um policial, e até aquele chapéu.
- Thalia!
Ela riu.
- O que? É pra você usar hoje, ué.
- Oficial Stripper? Oh meu Deus, você foi em um sex shop sem mim! Ui, grande passo, hein?
- Não fui, nada! – ela reclamou, rindo.
Ri da cara dela. Eu ia fazer piada daquilo eternamente. Thalia me ajudou a escolher a lingerie, e acabamos caindo em uma preta com detalhes azuis e que era um pouco transparente. Coloquei o short Jeans que Silena havia me dado, a blusa da Oficial Stripper e um sobretudo por cima. Calcei um sapato de salto também, e o meu plano era fazer tudo usando aquele salto. Fica mais sexy.
- Pronto, Oficial Stripper! – ela disse, rindo. – Já pode ir dar a strip-tease pro seu namorado.
- Ele não é meu namorado, Thalia.
- Ah, não? Então ele é o que?
- Amigo.
- Amigos que transam?
- Tá, cala a boca, Thalia. Não sei o que ele é, mas não estamos namorando.
- Ainda, Annabeth. Você sabe como o Percy é. Ele pode se pagar de machão e ficar com milhares de garotas, mas o que ele gosta é namorar. E vocês já estão ficando há quanto tempo?
- Sei lá, quatro semanas?
- Um mês. Vocês estão ficando há um mês e você ainda fala que não estão namorando! – ela gritou. – Não esconda as coisas de mim, Annabeth. Vai dormir no quarto dele?
- Vou. Vai chamar o Luke?
Thalia ficou vermelha na mesma hora.
- Como você sabe que eu chamo o Luke quando você dorme no Percy?
- Eu não sabia, estava brincando! – respondi, rindo. – Sua safadinha! Talvez depois você deva usar a blusa da Oficial Stripper!
- Vai se foder, Annabeth – ela respondeu, séria. Eu ri mais ainda.
- Ui, bravinha. Eu sei que é o Luke quem vai te foder, hein?
- ANNABETH!
- Tá, parei! – eu disse, já dando um ataque de riso. – Agora eu vou. Tenho um strip-tease pra fazer – cantarolei, saindo do quarto.
Fui caminhando até o quarto do Percy, e respirei fundo quando cheguei à porta. O CD estava no bolso do casaco, o chapéu também estava sendo escondido lá, e, claro, eu estava suando com aquele casacão. Bati na porta.
- Olá, Cabeça de Alga – eu disse, quando ele abriu a porta. Ele sorriu.
- Annabeth – ele respondeu.
- Posso entrar?
Ele assentiu e abriu a porta.
- Sinta-se a vontade. Literalmente.
Eu ri. O quarto estava completamente diferente do que quando eu havia saído. Estava tudo escuro, e apenas algumas velas iluminavam o lugar.
- Awn, eu queria estar perdendo minha virgindade aqui – comentei, rindo. Percy riu junto.
- Ok, como vai ser?
- Alguém está animadinho.
- Animadíssimo.
Sorri.
- Espero que não se incomode de ser algemado – eu disse. – Deita na cama.
Percy me beijou e então deitou na cama. Prendi seus braços com as algemas, uma em cada cabeceira da cama. Ele não conseguia se mexer.
- Ótimo, agora, eu não sei se essas bostinhas vão aguentar, então você não vai poder se mexer, ok?
- Não vou poder me mexer o caralho.
- Se você se mexer eu paro – provoquei. Ele grunhiu alguns palavrões, o que me deu satisfação. Peguei um rádio que havia ali, e coloquei o CD. A batida de boate começou a tocar.
- Annabeth, você tá me provocando demais... – ele disse.
- O que? Mas eu nem comecei ainda. Eu sei que essa música é sexy e tal, mas poxa, não foi por mal.
Ele bufou, e eu sorri.
Assim que a música começou, eu tirei o sobretudo e coloquei o chapéu, me sentindo ridícula, mas tudo bem. Percy sorriu e soltou um gemido abafado, me fazendo sorrir de volta. Fui rebolando na frente dele enquanto desabotoava todos os botões da blusa da Oficial Stripper lentamente. Quando a música chegou no refrão, mordi o lábio e parei de desabotoar a blusa. Ele soltou um muxoxo de desaprovação, me fazendo sorrir.
Tirei o short rapidamente e subi em cima dele. Aquele salto estava me atrapalhando, mas eu não ia tirá-lo. Beijei a ponta do seu nariz e coloquei o chapéu na sua cabeça. Ele gemeu mais uma vez, e eu desabotoei o último botão da blusa.
- Agora só falta tirar – ele comentou, sorrindo maliciosamente. Eu mordi o lábio.
- Paciência, Percy.
Ele gemeu em desaprovação de novo, e eu toquei seu membro por cima da calma. Ele grunhiu alguma coisa e eu o apertei com força, o fazendo soltar um grito baixo de prazer. Ou era um gemido alto?Enfim, tirei a blusa e a joguei em algum canto do quarto. Agora eu estava só de lingerie.
Me deitei sobre ele, e mesmo que fosse quase imperceptível, eu conseguia ver a força que ele fazia nos braços para soltar as algemas e conseguir me tocar. Eu sei como ele se sentia, afinal, ele havia amarrado os meus pulsos na nossa primeira noite.
- Se debater só vai ser pior, Percyto – eu disse, brincando com o elástico da minha calcinha, ameaçando tirá-la. Ele gemia e me olhava como se dissesse “tira isso logo, você vai me matar”.
Não tirei. Me levantei e recomecei a dançar, dessa vez só de lingerie. Tirei o sutiã sem aviso prévio, e ele se debateu com força na cama, gemendo. Tive vontade de parar o strip ali, mas eu não conseguia, já me envolvi demais.
Voltei a brincar com o elástico da calcinha. A abaixei um pouco e a coloquei de novo. Percy ora gemia de prazer, ora gemia de desaprovação. Não ria, Annabeth.
Subi em cima dele e esfreguei os meus seios em seu abdômem, o beijando por inteiro. Me sentei em cima do seu membro, rebolando de leve, o fazendo gemer. Continuei a brincar com o elástico da calcinha, até que a filha da puta rasgou. Isso não estava nos planos, mas vamos fingir que estava.
Amarrei a calcinha nos olhos de Percy, como se fosse uma venda, o que era meio nojento.
- Ah, não, Annabeth. Não tínhamos combinado isso – ele disse, irritado.
- Percy, você já está se mexendo.
- Você é uma filha da puta mesmo.
Eu ri e o beijei. Fiz uma trilha de beijos até chegar no seu umbigo. Me levantei e tirei a calça de moletom que ele usava, e surpresa, ele estava sem cueca. Tirei uma camisinha do bolso da calça que ele usava e coloquei no seu membro.
- Isso vai facilitar bastante.
- Annabeth, o que voc...
Antes que ele terminasse a frase, me sentei em cima de seu membro, me preenchendo. Ele gemeu e eu gemi ao mesmo tempo, parecia que Percy estava ainda maior desde... Anteontem.
Apoiei minhas mãos em seu peito e comecei a rebolar para cima e para baixo. Tentei ir rápido, mas era difícil sem ter alguém te ajudando.
Percy gemia e me xingava, e eu tentava não rir. Aquilo não era momento de dar risada, mas ver o garoto com quem você está transando vendado com uma calcinha e se debatendo embaixo de você é muito engraçado.
Percy chegou ao seu ápice junto comigo, só que ele estava quase se derretendo de suor. Quer dizer, ele estava muito suado, e pode parecer ousadia da minha parte, mas ele estava muito sexy suado.
- Annabeth... Você... Ah... – ele gemeu, assim que chegou ao orgasmo. Eu ri. Saí de cima dele e me deitei ao seu lado, tirando a venda-calcinha.
- Strip-tease feito, Cabeça de Alga – eu disse, o beijando.
Ele suspirou, sorrindo. Suas bochechas estavam coradas, havia marcas das palmas das minhas mãos no seu peito, e alguns fios negros grudavam na sua testa. Sexy.
- Pode me soltar agora? Isso dói.
Eu ri e o beijei mais uma vez. Tirei aquele salto miserável e tirei as algemas do seu pulso também. Inesperadamente, assim que eu fiz isso, Percy pulou em cima de mim, e nós dois caímos no chão.
- O que é isso agora, Percy? – indaguei, rindo. Percy estava vermelho, suado e ofegante. E lindo.
- Eu nunca transei no chão – ele respondeu, me penetrando repentinamente. Eu dei um grito que até Ares deve ter ouvido, seja lá onde ele estivesse agora.
Imaginei um Ares no nosso apartamento no Brooklyn, lendo uma revista, e de repente ouve um grito misterioso que deve ter vindo do nada.
Percy me calou com um beijo e começou a se mexer rapidamente dentro de mim, com a força de sempre e os mesmos movimentos brutos, me fazendo gemer seu nome não sei quantas vezes. Espasmos de prazer percorreram o meu corpo na última estocada, e eu gozei. Percy também havia chegado ao seu ápice, aparentemente, porque desabou sobre mim.
E então eu notei o quanto eu parecia tarada falando que ele estava sexy suado, porque suor é nojento.
- Já disse que vou casar com você, certo? – ele questionou, com o queixo apoiado no meu colo.
- Já, e eu já aceitei.
Ele saiu de dentro de mim e se levantou, logo depois puxando o meu braço e me deitando na cama ao seu lado. Dançar pelada era desgastante, eu estava cansadíssima. Percy também parecia estar acabado. Ficar algemado se debatendo feito um louco também deve ser muito exaustivo.
Principalmente se você estiver suando como um porco sensual enquanto é algemado.
Porcos são sensuais?
Ele pegou uma garrafa de refrigerante e nós bebemos tudo em cinco goles, exaustos. Me deitei na cama respirando com dificuldade depois do refrigerante, e Percy ligou o ar-condicionado. Mesmo estando completamente ligada e com calor, abracei Percy quando ele se deitou na cama. Ele também estava quente e com o pulso acelerado. Ficamos nos beijando por algum tempo, e conversamos sobre como aquela viagem tinha sido. Fiquei com vontade de perguntar o que nós éramos exatamente, mas me calei.
Não sou eu quem tem que perguntar isso, certo?
Acabamos adormecendo ali, daquele jeito, abraçados e suando.
Notas finais
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl
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