Bad Girls
58 Oh love
Notas iniciais
Eu vou esperar o meu computador voltar pra responder os reviews, eles vão acumular bastante, socorro. Mas enfim, pelo menos eu postei TRÊS CAPÍTULOS NÉ GALERA
Esse capítulo é dedicado à Daughter of War, ANNA MOTTA MINHA AMIGA, ainda lembro quando o seu user era Everdeen La Rue ou alguma porra assim. É CLARO QUE VC TÁ NA MINHA LISTA DOURADA NÉ KIRIDA, VC FALA COMIGO E EU S2 VC
Aproveitem! Tentem não morrer do coração com o final, basicamente a única coisa que presta.
Oh love, oh love, won’t you rain on me tonight?
– O que você está fazendo? – Percy indagou, antes que eu abrisse o tal papel. Aparentemente, ele já estava me chamando há um bom tempo e eu estava tão concentrada no tal papel que nem havia prestado atenção.
Mas estava difícil de abrir, porra.
– Abrindo o papel? – perguntei em resposta.
– Provavelmente ele vai estar te elogiando, eu não preciso saber disso – ele revirou os olhos e pegou o papel da minha mão, me fazendo rir.
– Percy, me dá esse papel, eu tinha que ler sozinha, lembra?
– Agora você vai seguir regras de alguém com jeans largo e que você acabou de conhecer?
Revirei os olhos e peguei o papel da mão dele, o enfiando no bolso.
– Deixa pra lá, ok? Eu vou jogar isso fora.
Ele me olhou desconfiado, e eu fiz uma careta e levantei as mãos em sinal de inocência.
– Eu vou procurar pela Thalia – mudei de assunto. – Depois a gente se fala.
Percy me puxou pela cintura e me beijou, deixando o Grover segurar uma vela do tamanho do Brooklyn.
– Me encontra na suíte em... Meia hora?
Eu sorri.
– Quinze minutos.
Dei as costas e saí procurando a Thalia, Silena ou Clarisse. O salão estava se esvaziando devido à saída de Octavian e Nancy boba alguma coisa, já que eles provavelmente deviam ser os “líderes” de toda aquela gentalha. Eca.
Acabei esbarrando com Silena uns cinco minutos depois de sair procurando por alguém. Ela estava se agarrando com Charles, mas como eu já me acho suficientemente íntima dos dois, me intrometi no beijo.
– Você viu a Thalia? – perguntei, puxando Silena pelo braço e quebrando seu beijo com o Charles. Pobre Charles.
– Ela não desceu – Silena respondeu, revirando os olhos.
– Você sabe qual é o quarto dela?
– Acho que o 19-A.
– Ok, valeu. Volte ao seu namorado antes que ele me trucide.
Charles riu e puxou Silena pela cintura, dando um beijo violento nela, que quase me fez vomitar. Ver beijo dos outros não é nada legal.
Peguei o elevador. Eu ainda tinha cinco minutos, e precisava saber se Luke e Thalia estavam juntos de novo.
Bem, aparentemente eles estavam, já que eu escancarei a porta do 19-A e acabei pegando os dois se beijando. Ainda bem que eles só estavam se beijando, Deus é pai.
– Annabeth! – bronqueou Luke, desgrudando de Thalia. – Você não sabe bater nas portas?
– Não – respondi, revirando os olhos. – Eu só vim ver se vocês... É. Hm, eu vou subir.
Thalia estava com um óbvio ponto de interrogação estampado na testa, e Luke não ficava para trás. Assim como eu entrei, corri direto para o elevador e não deixei nem os dois me perguntarem porque merdas eu interrompi o momento reconciliação dos dois.
Eu peguei o elevador e subi até a suíte que eu estava dividindo com o Percy. Quando cheguei no quarto, ele não estava lá, o que significa que eu ainda tinha um tempo pra me arrumar.
Tranquei a porta e fechei as cortinas. Abri a minha mala e praticamente joguei todo o conteúdo no chão. Achei uns pacotes estranhos de camisinha lá, e eu definitivamente não sabia o que eles estavam fazendo lá. Chutei-os para longe e continuei derrubando minhas coisas no chão. Peguei uma lingerie preta com direito a corpete, e ri quando me lembrei que foi a Carolline quem havia comprado isso pra mim.
Juntei minhas coisas na mala de qualquer jeito, e abri uma gaveta com velas. Peguei um isqueiro que estava junto com as velas, e depois de meia hora tentando acender o isqueiro, finalmente consegui que saísse fogo daquela merda. Coloquei umas velas na cômoda e na mesa de cabeceira, mas não ia me arriscar colocar no chão.
Quer dizer, o Percy é meio maluco. Vai que ele decide fazer sexo no chão outra vez?
Tudo bem que tínhamos duas camas de casal juntas, mas enfim.
O ambiente já estava escuro, com uma cortina grossa na janela e a luz apagada. Apenas as velas iluminavam, e nem eram tantas velas, então talvez um de nós tropeçasse no nada e batesse a cabeça do mesmo jeito.
É bem provável que esse alguém seja eu.
A maçaneta começou a mexer insanamente, com alguém tentando entrar no quarto. Daquele jeito, só poderia ser o Percy.
– Quem é? – eu perguntei, me encostando na porta, e tentando fazer a voz mais sensual possível. A voz deve ter ficado bem engraçada, mas enfim.
– O seu namorado – ele respondeu, continuando a mexer na maçaneta. – Pode, por favor, abrir a porta pra mim?
Eu sorri. Hora de provocar.
– Espera aí, Percy – eu forcei um gemido, fingindo que estava me masturbando. – É que você estava demorando – eu forcei outro gemido. – e eu não aguentei e comecei sozinha – mais um gemido. – Você não se importa, né?
Encostei meu ouvido na porta e continuei forçando gemidos. Comecei a ouvir uns socos e tapas atingindo a madeira, e acho que até chutes estavam inclusos.
– Annabeth – ele suspirou do outro lado da porta. – Por favor, abra.
Eu forcei outro gemido.
– Annie... – ele ofegou, e bateu na porta mais algumas vezes. – Eu já estou duro, e eu juro que se você não...
Eu ri e abri a porta. O Percy me encarou e suspirou, nem dando tempo de me deixar falar nada. Ele pegou minhas duas pernas e as entrelaçou na própria cintura, bateu a porta com o pé e conseguiu trancá-la sem parar de me beijar.
Ele me carregou até onde conseguiu andar, e me jogou, ou melhor, me deixou cair na cama. Eu ri e ele mordeu o lábio.
– Você não estava realmente se masturbando, estava? – ele indagou, com uma sobrancelha erguida.
– Não – respondi, passando as mãos pelo seu rosto. – Eu não me masturbo.
Ele soltou um sorriso sarcástico.
– Sério? Nunca?
– Outras pessoas fazem isso por mim.
Ele revirou os olhos e voltou a me beijar, percorrendo seus lábios por toda a extensão do meu pescoço, o mordiscando e dando chupões fortes lá. Eu puxei o seu rosto de encontro com o meu, e ele roçou os lábios no meu, só aumentando ainda mais a minha vontade de tê-lo dentro de mim, de sentir tudo o que eu sempre sentia enquanto fazíamos aquilo.
Ele beijou os meus ombros e afastou os meus braços, me fazendo arfar. Eu arqueei as costas quando ele deu uma mordida na curva entre meu pescoço e o meu ombro. Se ajoelhou sobre mim e deu uma olhada no meu corpo, encarando o corpete. Ele deu um sorriso e tirou a camisa, revelando aquele abdômen dos deuses.
Consegui invertir as posições, ele soltou um gemido abafado quando seu corpo entrou em contato com o colchão.
– Seu corpete é um tesão – ele disse, mordendo o meu lábio inferior – é uma pena que eu queira rasgá-lo com os dentes.
Eu gemi, ele deu um sorriso.
– É uma pena que você não vai fazer isso – respondi, me abaixando para beijá-lo. Ele subiu as mãos até a minha coxa, dando um tapa fraco ali. Então guiou as mãos até a minha bunda e a apertou, me fazendo soltar outro gemido.
– Ah, não? E por que não?
Eu fiquei quieta e voltei a beijá-lo. Ele levou as mãos até a parte da frente do corpete, tentando desabotoá-lo. Bom, é claro que o Percy não sabe como se abrir um corpete, já que você tem que desamarrá-lo nas costas, perto do quadril. Ele ficou uma meia hora tateando o meu peito e procurando por uma abertura, mas não conseguiu.
– Ok, espera um pouco – ele declarou, cortando completamente o clima e me jogando na cama. Ele encarou o meu corpete como se ele fosse uma espécie de enigma indecifrável, e eu estava tentada a dizer que ele abria nas costas, mas aquela cena era hilária. – Caralho, como se abre isso?
Eu acabei deixando uma gargalhada histérica sair, e ele ficou me encarando em um ponto de interrogação obviamente estampado na testa.
– Abre atrás, Cabeça de Alga – eu disse, rindo. Ele me encarou sarcástico.
– Sério? Eu devo ter desperdiçado uns dez minutos tentando abrir essa bosta e você não me falou que abria atrás?
– Na verdade, foram uns vinte minutos – respondi, e ele revirou os olhos. Me pegou pela cintura e me fez ficar de costas pra ele, deitada de bruços. Tomara que ele consiga abrir o corpete dessa vez.
Ele desamarrou o laço, e eu senti o tecido se afrouxar ao redor do meu corpo. Percy puxou o corpete, fazendo com que eu ficasse só de calcinha. Ele deu um beijo na minha bunda e foi subindo, distribuindo beijos pelas minhas costas nuas, até seus beijos alcançarem meu pescoço. Ele desceu as mãos para a minha cintura e me virou, me fazendo ficar de frente pra ele.
Percy me encarou por alguns segundos, quase babando, enquanto eu sorria da cara de bocó dele.
– Sentiu falta? – eu provoquei, rindo. Ele me olhou com aqueles grandes e perfeitos olhos verdes e sorriu.
– Pareceram séculos sem você – ele respondeu, e mordeu o meu pescoço. Eu deixei um suspiro escapar, e ele passou a apertar os meus seios com força.
Rapidamente, sua boca substituiu seus dedos, e ele estava beijando e chupando os meus seios, enquanto eu gemia, sorria e arranhava suas costas, ainda cobertas pela camisa. Ele começou a rodar o dedo freneticamente pelo meu mamilo esquerdo enquanto mordia levemente o direito.
Quando meus seios já estavam vermelhos e sensíveis, ele começou a beijar a minha barriga, pairando sobre a minha intimidade. Ele tirou a calcinha e sorriu.
– Isso é injusto – eu disse. – Você ainda está com todas as roupas.
Ele deu outro sorriso e aproximou o rosto do meu.
– Você estava prestes a receber o melhor sexo oral da sua vida e reclama por eu estar com todas as roupas?
– Eu não quero sexo oral, Percyto – eu inverti as posições e comecei a desabotoar a camisa que ele usava. – Não hoje.
– Ah, então o que é que você quer, Annie?
– Eu quero gozar.
Notas finais
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.
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