Bad Girls

48 Breakaway


Notas iniciais
OI OI GENTEEEEEEEEE! Aqui estou eu, sorry por não postar o cap antes, é que eu fiquei esperando QUASE TRÊS HORAS PRA DAR UPLOAD NO YOUTUBE. TIPO, TEM VINTE MINUTOS DE VÍDEO VEIO KKKKKKKKKKKKKK acho que vocês não vão querer ver, mas se quiserem (veja, é mt lecau), o link é: http://www.youtube.com/watch?v=kRMhQUjnvUY&feature=youtu.be (curtam e compartilhem com seus amigos! nÃO!)
Esse cap é dedicado à Tatis Black, pela LINDA recomendação dela ♥ VOCE TA NA MINHA LISTA TAMBEMMMMMM
Eu gosto desse capítulo, mas ele é meio bosta, mas eu sempre acho q meus caps são bosta, risoxxxx. Anyway, O PRÓXIMO CAP É MT MAIS DAORA

Make a wish, take a chance, make a change and breakaway.


– Ele é tão impressionante! – eu disse, quando entramos no carro. – Quer dizer, todas aquelas escavações, e as visitas aos monumentos, e...

– E você não queria conhecê-lo – Percy interviu.

– Ok, talvez eu estivesse errada – continuei.

– Talvez?

– É, talvez. Mas falando sério, é tão impressionante...

Percy sorriu. Ele ligou o carro e colocou um CD no rádio.

– Mas, Percy... – eu prossegui, diminuindo o volume da música. – Nós nunca falamos sobre isso.

– Sobre o que?

– Sobre a faculdade, sobre o futuro, sobre... Sei lá. Não conversamos muito. Estamos no final do segundo ano, e se estivermos juntos daqui a um ano...

– Nós vamos estar – ele completou, sorrindo e me olhando.

– E se estudarmos em universidades separadas? Quer dizer, você na NYU e eu lá na puta que pariu?

– As Ivy’s não são tão longe, Annie – ele disse, suspirando. – Quer dizer, Columbia e Princeton são mais perto, mas você sempre pode vir nos fins de semana...

– Te ver só duas vezes por semana? – eu perguntei. – Vai ser difícil.

Ele assentiu.

– Mas é o seu sonho estudar em uma das Ivy’s. Eu não me importo de te ver só duas vezes por semana contanto que você esteja feliz.

– Pare com a perfeição – eu pedi, e ele riu.

– É lógico que eu vou preferir que você estude mais perto, mas eu não vou pedir pra você ficar se você passar para Yale, ou Harvard – ele continuou, dando de ombros. – Desde que eu ainda te veja.

– Então – mudei de assunto. – O que vamos fazer hoje, afinal?

– Coney Island – ele respondei, sorrindo. – Você vai gostar. Você não tem traumas de parques de diversão, né?

– Nós vamos para um parque de diversão? – eu indaguei, sorrindo. – Eu amo parques de diversão! Com as montanhas russas que te ameaçam ter uma parada cardíaca, as rodas gigantes que você não pode se mexer e toda aquela comida gordurosa!

Percy riu.

– É, nós vamos para o Luna Park em Coney Island. Você obviamente já ouviu falar dele e, se dermos sorte, talvez a praia esteja vazia.

– E o que você pretende fazer se a praia estiver vazia? – eu perguntei, mordendo o lábio inferior. Ele soltou um sorriso malicioso.

– Eu já te disse que sempre quis transar na água.

– Achei que só fôssemos fazer isso na California.

Ele me encarou.

– É verdade. Mas você tem certeza que tudo bem se eu for?

– Percy, por favor – eu disse, sorrindo. – Minha mãe não vai estar lá, é claro, e Carolline... Bem, você a conheceu. Ela não liga se transarmos em todas as possíveis superfícies da casa, até porque ela já fez isso.

Ele riu.

– Isso vai ser interessante.

– Mas só se você for – eu completei. – Quer dizer, eu vou para passar um tempo com a Haley. Mas não estou a fim de encontrar com a Krystal, então...

– Ela vai estar lá? – ele fez uma careta. – Não gosto dela. Ela tentou te beijar.

– Você não gosta de ninguém que me beijou, é isso?

– É. E também não gosto de quem dormiu com você.

– A lista de pessoas que você não gosta é bastante extensa, Sr. Jackson.

Ele revirou os olhos e voltou a dirigir.

– E eu esperava que fosse pequena.

Percy dirigiu tranquilamente de volta para o Brooklyn, enquanto ouvíamos Green Day e dividíamos uma garrafa de cerveja que havíamos comprado em um posto de gasolina perto do JoJo. Chegamos lá já deviam ser quase 6:00 p.m.

– O parque fica aberto até as 9:00 p.m. – ele disse, me deixando na porta do apartamento de Ares e me dando um beijo na testa. – Demora uns vinte minutos daqui até Coney Island.

– Eu vou pular quando estiver pronta – respondi, o dando um selinho. Fechei a porta e fui até o banheiro tomar banho.

Enquanto eu estava no chuveiro, meu celular começou a berrar na bancada. Era a Silena.

– Alô? – eu atendi, passando a toalha pelo meu rosto.

– Annie? Oi, é a Silena – ela disse. – Escuta, você vem para a festa da Clarisse hoje, certo?

Merda. Como eu driblaria Silena? Ela provavelmente começaria a fazer uma baita chantagem emocional e eu acabaria cedendo e indo na festa. Não, eu não posso ir, quer dizer, parque de diversões e o Percy... É muito melhor do que a festa na casa da Clarisse.

– Eu não posso – respondi, e ouvi um suspiro do outro lado da linha. – O Percy me chamou pra sair.

– Mas Annabeth! – ela estrilou. – Você disse que viria! Festas não são festas sem você.

– Eu sei, eu sei, me desculpe – eu continuei, apoiando meu cotovelo na bancada. – Eu preciso de um tempo sozinha com o Percy.

– Ok – ela disse, derrotada. – Mas eu quero saber de todos os detalhes depois. E como você acha que eu devo ir?

– Eu não sei – respondi, sorrindo. – Eu tenho que ir me arrumar. Talvez eu passe aí antes de ir para Coney Island.

– Vocês vão para Coney Island? – ela indagou, com uma voz animada. – Ai, que tudo! Coney Island é muito legal! Mas vocês tem que ir no túnel do amor.

Túnel do amor, é?

– Quanto tempo dura esse túnel do amor?

– Uns dez minutos. Annabeth... Olha, eu não quero nem saber o que você está pensando em fazer, mas por favor, não faça nada louco.

– Não te prometo nada.

Desliguei o telefone e fui até o meu quarto. Coloquei um bíquini branco em uma bolsa de mão, junto com o dinheiro e um par de chinelos. Então, vesti uma blusa branca justa e sem mangas, e um short Jeans com os bolsos pra fora. Calcei um tênis, escovei os dentes e pulei no chão da sala.

Peguei minha bolsa e desci até o andar de baixo. Percy estava encostado na porta, brincando com alguma coisa em seus dedos.

– Oi – eu falei, o beijando. Ele sorriu.

– Ei, lembra de quando começamos a namorar? – ele perguntou. – Você perguntou se podíamos usar aliança.

– É, eu lembro – respondi, enquanto descíamos as escadas. – Mas eu uso o colar que você me deu – e apontei para o colar no meu pescoço.

Ele sorriu.

– É, eu quero te dar outra coisa – ele continuou, me abraçando. – E também quero que prometa uma coisa.

– Claro. O que é?

– Eu quero que você fique com esse anel – ele disse, colocando um anel prateado no meu dedo anelar. Logo depois, percebi que ele também estava usando o mesmo anel. – Tem o meu nome gravado aí. E quero que você me prometa que, enquanto você sentir alguma coisa por mim, você vai usar o colar e o anel. Mesmo que a gente termine.

Eu sorri. Ok, o meu namorado é o cara mais perfeito do mundo. CHUPEM!

– Eu amo você – respondi, e já havíamos chegado a garagem. Ele me prensou contra o seu carro e beijou o meu pescoço. – E eu prometo que, enquanto eu te amar, eu vou usar os dois.

Ele sorriu enquanto beijava o meu pescoço, e abraçou a minha cintura. Eu não entendi muito bem porque ele resolveu fazer isso agora, mas ok.

– Chega de romance e entre no carro – ele ordenou, me soltando e se afastando. Eu ri.

– Você não vai abrir a porta para mim, Sr. Jackson? – indaguei, rindo. – Onde está todo o seu cavalheirismo?

Ele sorriu pra mim, e entrou no carro. Abriu a porta por dentro.

– Você sabe que eu sou bruto, e não cavalheiro.

– Nunca reclamei de nada.

Ele me lançou um sorriso malicioso, e olhou para o meu corpo de cima a baixo. Ligou o carro e começou a dirigir, enquanto eu coloquei alguma música no rádio. Estava tocando Breakaway, da Kelly Clarkson, e mesmo não admitindo, eu sou apaixonada por essa música.

Out of the darkness and into the sun, but I won’t forget all the ones that I love – eu cantei, animadíssima, colocando os braços para cima e aumentando o volume. Percy riu. – I’ll take a risk, take a chance, make a change and breakaway...

– Quem diria que você gosta de Kelly Clarkson – ele debochou, ainda sorrindo pela minha pequena apresentação.

– Essa música é perfeita – eu respondi.

– A cada dia que passa, eu descubro mais coisas sobre você – ele disse, sorrindo. – Como o fato de que você escuta Kelly Clarkson.

– Para de me zoar! – surtei, dando tapas no seu braço.

– Ai! – ele grunhiu. – Você é fraca, mas seus tapas doem, sabia?

E foda-se a lógica.

– Saiba disso da próxima vez que me zoar por ouvir Breakaway – eu fiz uma careta e aumentei o volume, voltando a cantar.

Ele continuou rindo da minha cara até chegarmos em Coney Island, já que eu insistia em cantar todas as músicas que tocavam na rádio.

Assim que chegamos no parque, ele pagou as entradas, estacionou perto da praia e desligou o carro.

– Preparada para voltar a ser criança?

– Tirando a parte de que você quer me comer na água? – perguntei, rindo, e ele sorriu.

– É, tirando essa parte – ele respondeu.

– Antes de voltarmos a ser crianças – eu comecei. – Eu quero fazer uma coisa.

Notas finais
E AÍÍÍÍ? GOSTARAM DO CAP? GOSTARAM DO VÍDEO? Acharam o spoiler ofensivo? KKKKKKKKKKKKKK eu achei, eu não devia ter falado AQUELE spoiler, mas whatever....
ENFIMMMMMMMM, o nyah ainda está de mal comigo #bolada.
You know you love me. Xoxo, Gossip Girl.