Bad Girls

39 A bad name


Notas iniciais
OI LEITORESSSSSSSS, OI 303 LEITORES, 303 LEITORES CARA, 303!!!!!!!!!!!!!!!!!! SURTEI ASLKDJALSMDALDSJADJASLMDALKSJDAMSDADJMALDASDJMASD
Bem, eu não demorei pra postar u_u quer dizer, eu postei quinta, e hoje é sábado. EU SEI QUE VOCES QUEREM UM CAP A CADA HORA MAS NAO VAI ROLAR MESMO EU AMANDO VOCES INCONDICIONALMENTE OK
O cap de hoje é para a... Fernanda Payne! YAYYY viva o não "se apaixonam namoram casam" E EU ADOREI SEU CABELO ♥
Anyway, ENJOY!

You give love a bad name.

Ele me olhava confuso, e eu tentei no máximo controlar o choro. Caminhei até a porta com os olhos lacrimejando a e abri lentamente. Quer dizer, assim que eu abri a primeira frecha Percy já escancarou a pobre coitada da porta, mas enfim.

- Acho melhor você voltar pra sua casa – eu disse, fungando. – Meu tio pode chegar e...

- Porque é que você está chorando?

- Eu não estou chorando – menti. Merda, eu odeio que me vejam chorando. – Eu espirrei. Apenas.

- Ah, por favor, eu conseguia escutar seus soluços do outro lado da porta.

- Você ficou me escutando? Que perversão!

- Você começou a chorar antes mesmo de fechar a porta. Annie, só porque tivemos uma briga, não quer dizer que terminamos.

Antes que eu pudesse argumentar mais alguma coisa, porque eu certamente iria argumentar, uma aranha apareceu na parede logo atrás de Percy. Uma aranha gigante, asquerosa, nojenta e peluda.

Eu odeio aranhas. Com toda a minha força. Eu não sei exatamente o porquê, eu desenvolvi um certo pavor sobre aranhas quando eu era criança e uma aranha fedida me atacou no berço. Ok, talvez ela não estivesse me atacando no sentido literal, mas isso não muda o fato de que a minha fobia aranhística é maior do que qualquer outra coisa.

- ARANHA! – eu gritei, fazendo Percy dar um pulo de susto.

- Hã?

- TEM UMA ARANHA ATRÁS DE VOCÊ! – eu gritei, apontanto para aquela aranha enormemente enorme. Percy olhou pra trás e deu de ombros.

- Deixa ela aí.

- DEIXAR ELA AÍ? E SE ELA QUISER ME COMER À NOITE?

Percy riu.

- Eu já faço isso.

- MATA LOGO! – eu berrei, subindo na cama, como se isso fosse ter alguma utilidade contra aquela aranha assassina.

Então Percy deu um sorriso brincalhão.

- Então... Você tem medo de aranhas?

- Percy, por favor, só mata essa bosta...

Percy riu e foi até a minha escrivaninha, pegando um pedaço de papel e tirando a aranha da parede. Mas, é claro, ele começou a me ameaçar com o pedaço de papel com a aranha em cima ao invés de jogá-la no vaso sanitário.

- PARA COM ESSA MERDA! – eu gritava, enquanto ele esfregava o papel na minha cara e me deixava cara a cara com a aranha, se acabando de rir.

- Annabeth tem medo de aranha! – ele cantarolava, esfregando a aranha na minha cara.

Até que, em uma hora, a filha da puta daquela aranha caiu no meu colo, e eu dei um berro tão alto que Sally deve ter pensado que Percy era enorme. Comecei a me sacudir e ter calafrios por todo o meu corpo, e fiquei enjoada quando me levantei com pressa da cama me sacudindo para tirar aquilo do meu corpo. Percy ainda ria, mas ele se aquietou quando viu que eu devia estar meio esverdeada e provavelmente ainda mais puta com ele.

Saí do quarto batendo o pé e fui até a cozinha beber um copo d’água. Percy me seguia, ora rindo, ora pedindo desculpas. Eu não pude evitar de dar um pequeno sorriso, mas a cena da aranha foi meio traumática e eu ainda estava brava.

- Anda, Annabeth, me desculpa – ele disse, rindo.

Fiquei quieta e me debrucei no balcão.

- Ok, o que eu preciso fazer pra você me desculpar?

Eu sorri.

- Você que sabe... – eu cantarolei, bebendo mais um gole da água. Percy me fitou confuso, acho que ele não entendeu muito bem o que eu quis dizer.

- Não entendi – ele disse.

- Óbvio que não – eu respondi, revirando os olhos. – Ok, esquece, Percy. Tenho que me arrumar.

- Pra que?

- Pro jantar na casa da sua mãe, ué.

- Mas... mas.... Já estamos bem?

- Já.

- Esse “já” não pareceu convencer muito.

- Desculpa se eu ainda estou brava por você ter se atracado com a Rachel na hora do almoço.

- Eu não me atraquei com ela.

- Mas ela bem que queria.

- Qualquer uma quer.

Fiz uma careta e revirei os olhos.

- Ok, com que roupa eu tenho que ir?

- Ah, sei lá.

- Nossa, Percy, você me ajuda muito.

Percy sorriu.

- Se estivéssemos transando você não...

- Cala a boca – eu o interrompi, rindo. – Agora volta pra sua casa porque eu tenho que me arrumar.

- Não posso ficar vendo minha namorada se arrumando?

- Você vai conseguir se controlar?

Ele franziu as sobrancelhas. Deus, Percy, tente ser mais rápido. Eu tirei a blusa que eu usava e ele pareceu me entender.

- É, hã... Eu acho melhor ir, tenho que usar o banheiro.

- Mas e...

- Até mais.

Percy me deu um selinho e saiu pela porta da frente. Fui ao banheiro e tomei um banho demorado, enquanto pensava no que havia acabado de acontecer. Por que eu não conseguia ficar brava com aquele estrupício?

Fui até o meu quarto e pensei em que roupa vestir. Eu nunca tinha ido jantar na casa do meu namorado antes, talvez porque o meu único “namorado” havia sido o Dylan e ele tecnicamente não tinha pais. E mais, a Sally era super gente boa e eu queria causar uma boa impressão, o mesmo para o padrasto dele.

Liguei para Silena, e ela não atendeu. Merda, atende!

Liguei mais uma vez, e nada. Três, quatro, dez vezes e a Silena não atendia. Filha da puta.

Comecei a vasculhar o armário, tirando todas as peças de roupa lá de dentro. Vesti uma saia de cintura alta preta com um cinto dourado, e uma blusa branca sem mangas. E agora os sapatos. Merda, merda, merda, eu só tenho tênis e coturnos. Por que, senhor, por que?

Depois de tatear até o fundo do armário, finalmente achei uma sapatilha branca. De onde aquela sapatilha havia surgido eu não sei, só sei que aquilo foi a minha benção naquele momento. Depois de acabar de me arrumar, desci as escadas até o 400, e já eram 8:10 p.m. Ok, um pouco de atraso não mata ninguém.

- Ah, olá, Annabeth! – Sally disse, ao abrir a porta, com um sorriso enorme no rosto. – Entre, entre, estávamos esperando por você.

Sally estava a mesma figura de sempre. Com uma blusa vermelha e uma calça Jeans, seus olhos que pareciam mudar de cor e seu cheiro de açúcar e chocolate.

- Obrigada, Sally – eu disse, sorrindo, e entrei no apartamento. Percy e Paul estavam sentados no sofá, enquanto viam o jogo dos Knicks.

- Imagina, querida! Estava perguntando ao Percy sobre esse jantar há semanas, tenho certeza de que ele nunca mencionou nada. É uma ótima maneira de nos conhecermos melhor, sabe, e Percy tem falado muito de você esses dias.

Eu dei um sorriso. Eu não sabia o que fazer muito menos o que falar em uma daquelas situações, e o Percy parecia muito ocupado com o jogo de basquete pra me ajudar a passar por aquilo.

- Hm, e o que ele tem falado?

- Algo sobre você e ele tran...

- MÃE! – Percy gritou, do sofá.

Sally sorriu.

- Apenas estou respondendo a pergunta da sua namorada, Percy. Aliás, você devia ter vindo cumprimentá-la.

Percy revirou os olhos e grunhiu algumas coisas que eu não entendi, então se levantou do sofá. Meu Deus, que homem gostoso. Quer dizer, eu já sabia que ele era gostoso mas agora ele estava ainda mais gostoso, alguém me ajuda.

Ele veio caminhando na minha direção e me deu um beijo rápido, fazendo Sally erguer uma sobrancelha.

- Paul, venha conhecer a namorada do Percy – ela disse, colocando alguma coisa na mesa.

Paul desligou a televisão.

- Ahn, não! Porque desligou a TV, Paul? Lakers versus Knicks, um clássico.

- Lakers? – indaguei. – Quem está ganhando?

- Lakers, mas não por muito tempo porqu... – começou Percy, mas eu, uma californiana de sangue e torcedora do Lakers, o interrompi.

- HÁ! Eu sabia. Todos os jogos da temporada vem sido assim. O Lakers está imbatível.

Percy e Paul me olharam com suspresa enquanto Sally colocava a mesa.

- Menina de ouro, Percy, sua namorada acompanha basquete – Paul disse, rindo. – Pena que torce para os Lakers. Prazer, Paul.

- Annabeth – eu disse, enquanto apertava a mão que ele havia estendido.

- É, ela não vai torcer pros Lakers por muito tempo.

- Quero ver como você vai me fazer virar torcedora do Knicks – eu impliquei, e logo sussurrei no seu ouvido – Daquela bostinha do Knicks.

Percy soltou um sorriso malicioso e me olhou com luxúria e maldade, o que me fez ficar com um pouco de medo, mas foi aquilo que prometeu que a noite seria longa.

- Ok, crianças, nada de sexo nessa casa agora – Paul disse, assim que Sally foi à cozinha. – Sentem-se.

Eu e Percy nos sentamos lado a lado, e Paul se sentou logo a minha frente. Sally serviu a comida, que estava maravilhosamente maravilhosa. Morar com uma mãe presente deve ser isso.

Ficamos o jantar inteiro falando sobre basquete, comida, escola, Percy na escola, eu na escola, nossas notas na escola, como nos beijávamos na escola, aquele diretor que não lembra os nomes, como Paul e Sally se conheceram e assuntos variados. Sally até pegou um álbum de quando Percy era um bebê, e tinham fotos fofinhas dele pelado, o que me fez rir, mas ele ficou vermelho. Então, Paul e Sally saíram da mesa pra ir pegar a sobremesa.

- Sua mãe não é tão ruim assim – eu disse.

- Espere até a sobremesa. Ela vai perguntar como nos conhecemos, quando começamos a namorar, quando isso, quando aquilo, quando blá blá blá.

- Pelo menos ela não vai falar da merda do Knicks – provoquei, mas Percy não levou na esportiva.

- Ah, é, por falar nisso – ele começou, pousando uma das mãos na minha coxa e apertando com força. – Vou começar a te fazer virar uma torcedora do Knicks.

- Por favor, não vou parar de torcer pros Lakers nem se...

Antes que eu terminasse a frase, Percy me deu um tapa forte na coxa, me fazendo soltar um gemido demorado. Ele acariciou a parte onde havia batido e logo depois voltou a bater, me fazendo soltar mais um gemido, e meu corpo inteiro estremeceu.

- Percy, pare – e mais um tapa. – Estamos na casa da sua mãe.

- Eu sei, e isso é ainda mais excitante.

Ele separou minhas pernas e começou a massagear a parte interna das minhas coxas, me fazendo soltar gemidos abafados.

- Abre as pernas pra mim, vai – ele sussurrou, e eu sorri, separando mais as minhas pernas.

- Isso ainda é errado.

- Achei que gostasse do que é errado.

Eu o encarei e sorri. Percyto queria brincar, é?

- É, eu gosto – falei, e coloquei a minha mão em cima do seu membro, o apertando levemente.

- Eu não quis dizer isso – ele grunhiu, gemendo.

- Eu quis – respondi, apertando ainda mais forte seu membro, e Percy gemeu um tanto alto. – Gema mais baixo, Cabeça de Alga.

Continuei acariciando seu membro por cima da calça, enquanto ele massageava a parte interna das minhas coxas. Sua mão subiu um pouco e afastou a minha calcinha. Percy penetrou dois dedos de uma vez dentro de mim, e eu mordi um dos meus dedos para não gemer a um volume audível. Seus dedos começaram a rodar dentro da minha intimidade de uma só vez, e eu joguei minha cabeça para trás, já sentindo alguns fios dourados grudarem no meu pescoço devido ao suor. Ah, o Cabeça de Alga não vai se safar tão fácil.

Enquanto Percy fazia movimentos circulatórios no meu clitóris e depois me penetrava com dois dedos, eu abri o zíper da calça Jeans que ele usava e tirei sua cueca branca o suficiente para que o seu membro saltasse lá de dentro, eretíssimo.

- Ah, não – ele disse, rodando os dedos mais freneticamente dentro de mim. – Você não vai fazer isso.

- Será? – indaguei, e comecei a masturbá-lo com uma das minhas mãos. Ele gemeu e bagunçou um pouco os cabelos, parando um pouco de me masturbar, mas ainda sem tirar os dedos de dentro de mim. Mexi minhas mãos com mais rapidez, apertando um pouco o seu membro, e ele gemeu, mas não se deu por vencido.

Enquanto eu mexia minhas mãos em torno do seu membro, Percy fazia movimentos circulatórios no meu clitóris. E Sally e Paul ainda não haviam voltado.

Assim que cheguei ao meu ápice, parei de masturbá-lo.

- Porque você parou? – ele indagou, me olhando com tanta carência que deu até pena.

- Pra você aprender que uma verdadeira torcedora dos Lakers nunca vai virar uma torcedora do Knicks – eu sussurrei, e ele voltou a cobrir seu membro com a cueca e fechou o zíper.

- Ah, Annabeth, eu ainda não acabei com você.

Então, com esse ótimo comentário que só me deixou mais excitada, Paul e Sally entraram na sala de novo, com Paul resmungando alguma coisa sobre Sally não fazer isso e Sally falando que iria fazer do mesmo jeito. Ela colocou um bolo de chocolate – azul – em cima da mesa e começou a partir um pedaço.

- Então, Annabeth, como você e o Percy começaram a namorar?

Engoli um pedaço do bolo e olhei para Percy. Não poderia simplesmente responder: “Ah, nos pegamos na festa da Silena e depois no bar do John, então fomos pra Cancun e nos pegamos mais lá, aí transamos, aí decidimos que não queríamos ser só amigos, e eu fiz um strip-tease e no dia seguinte ele me expulsou do quarto, então eu fiquei brava e fomos brincar de briga de galo e um gordo me afogou e quando eu acordei no hospital quatro dias depois seu filho me perguntou se eu queria ser a namorada dele.”, ia pegar mal.

- Ahn, nós ficamos uma vez e... Quando fomos pra Cancun ficamos mais e aí foi acontecendo – eu disse, bebendo um gole do refrigerante que estava ali.

- Interessante – Paul disse, sorrindo. – E Percy, como pretende fazer a Annabeth virar fã dos Knicks?

- Acho que eu não posso falar isso em uma mesa de jantar – Percy disse, e eu senti minhas bochechas ficarem vermelhas.

- Percy! – eu o bronqueei, e Paul riu.

- Ah, claro, está certo.

- Enfim, Annabeth – Sally disse. – Seu tio estará em casa hoje?

- Hm, eu não sei. Ele tem saído muito ultimamente, mas hoje é sexta. Acho que ele volta, sim. Porque?

- Acho que eu e Paul teremos que viajar, não queria que o Percy ficasse sozinho – ela disse, e Paul a olhou de forma evasiva.

Eu sorri.

- Mãe, eu já tenho 16 anos – ele disse. – Posso muito bem ficar em casa sozinho.

- Mas isso não é agora, querido, é só em agosto. Quero me programar direito.

Percy revirou os olhos.

- Bom, eu adoraria ter o Percy lá em casa – eu disse, mordendo o lábio. – Mas acho que você teria que conversar com o Ares. Quer que eu ligue para ele e diga para ele vir pra cá?

- Claro! – Sally disse, sorrindo.

- Vamos conversar na cozinha, Sally? – perguntou Paul, e foi para a cozinha do apartamento junto com Sally. Percy me abraçou por trás, com sua cabeça no meu ombro e sua respiração rente a minha.

- Alô, Ares? – perguntei, quando Ares atendeu o celular.

- Ah, Annabeth, eu ia te ligar justamente agora. Estou chegando em casa mas estou sem chave, pode...

- Vem aqui pra casa da Sally, no 400. Tô jantando aqui, e ela pediu pra te chamar.

- Esqueci que a Sally Jackson agora é sua sogrinha. O lance com o Jackson está realmente sério, hein?

- Aham, então você vem, certo?

- Afrodite está comigo.

- Traga ela também, ué.

- E se o seu namoradinho filho da p...

- Ele não vai ver – o interrompi. – Só venha logo, Ares.

- Ok. Distraia o lerdinho pra mim, fazendo... O que vocês, adolescentes, fazem.

Eu ri.

- Com prazer.

Ares resmungou alguma coisa e eu desliguei o celular. Fui até a cozinha e disse a Paul que ajudava Sally com a louça, então falei sobre Ares estar acompanhado com Afrodite e não querer que Percy a veja. Sugeri que poderíamos ir ao quarto dele então subíamos até o meu, e ela assentiu, olhando de uma forma meio engraçada pra mim. Quando voltamos para a sala, a campainha tocou.

- Eu atendo – gritou Percy.

- Não, filho, pode deixar que eu atendo – disse Sally, se aproximando da porta. – Porque não leva Annabeth para o seu quarto?

- Vocês não vão fazer algum tipo de festa do swing de adultos não, né?

- Perseu – bronqueou Paul, e Percy deu de ombros.

- Ok, Annabeth, vou te ensinar a torcer pros Knicks agora – ele sussurrou, enquanto seguíamos pelo corredor até a porta do seu quarto, e ele apertava minha bunda.

- Você pode tentar, Percy – eu respondi, fechando a porta do seu quarto. – Mas não aqui.

- E aonde você quer fazer isso, amor? – ele indagou, se aproximando de mim e rindo.

- Eu nunca transei em um carro, baby. E seria muito interessante experimentar isso com você.

- Conheço um Drive-In aqui perto.

- Vamos logo, então.

Percy pegou as chaves do carro e subimos até o 500 pelas escadas de incêndio. Peguei um lençol qualquer pra forrar o carro e não deixar marcas tensas por lá, e logo depois descemos até a garagem. Me sentei no banco de carona do seu cadillac e Percy começou a dirigir. Então, tive uma ideia incrível.

- Percy, eu vou experimentar uma coisa, ok?

- Hã?

- Só não se mexa. E se concentre na rua. Se você se desconcentrar nós morremos.

- O que é que você vai fazer?

Levei minhas mãos à sua calça e estimulei seu membro ainda vestido, para que ele ficasse ereto quando eu fosse colocar minha ideia em ação. Percy gemeu e fechou os olhos por meio segundo, logo depois para abri-los novamente.

- Isso não vai prestar... – ele disse, gemendo, enquanto eu abria o zíper da sua calça.

- Só estou te recompensando pelo jantar, Percyto – eu disse, e seu membro já estava visível. O massageei com uma das mãos e comecei a masturbá-lo devagar, passando para movimentos rápidos e precisos. Percy gemia e se concentrava na estrada ao mesmo tempo.

Me aproximei de seu membro e dei um beijo demorado na glande, o fazendo estremecer. Caí de boca naquilo tudo, o sentindo pulsar a cada vez que eu o enfiava na boca. Percy gemia meu nome, alguns xingamentos e coisas desconexas. Ele batia no volante e buzinava com força e demoradamente. Arranhei um pouco seu membro com os dentes, e ele gemeu mais alto.

- Annabeth... Eu vou gozar – ele alertou, se contorcendo um pouco.

- O trânsito, Percy, o trânsito – eu respondi, logo depois voltando ao delicioso trabalho de fazê-lo gozar.

Dito e feito. Antes de chegarmos ao Drive-In, Percy chegou ao seu ápice, despejando todo o seu líquido na minha boca, e eu engoli tudo com prazer e suspirei.

- Você vai ver uma coisa, Annabeth, ah se vai – ele disse, assim que começou a dirigir entre as vagas do Drive-In. Íamos ver algum filme de terror qualquer, e eu estava com a minha cabeça apoiada em seu ombro. Percy pegou uma vaga na última fileira e suspirou.

- Banco de trás – ele ordenou. Assenti e pulei para o banco de trás, forrando o lençol preto naquele banco.

- Eu vou acabar com você, Sabidinha, espero que esteja pronta.

- Espero que você esteja pronto – provoquei, e ele sorriu.

Notas finais
SHOT TO THE HEART, AND YOU'RE TO BLAME, DARLING YOU GIVE LOOOOOOOOOOOVE A BAD NAMEEEEEE! VAMOS LÁ, TODO MUNDO JUNTO!!!!!!
Ai cara, eu tô muito feliz. Tipo, muito messssssmo. Eu vou dedicar o próximo capítulo, que é um dos preferidos, A TODOS os meus leitores, eles deixando ou não reviews, ele falando ou não comigo, PORQUE EU AMO TODOS VOCES ♥ E QUEM GOSTOU DO FINAL AI? RISOXXXXXXXXXXX AMOSOU
Então vamos lá hein, todo mundo cantando comigo nos reviews! SHOT THROUGHT THE HEART, AND YOU'RE TO BLAME DARLING YOU GIVE LOOOOOOOOOVE A BAD NAME TANANANANANANANANNNNN
You know you love me mesmo after esse surto básico. Xoxo, Gossip Girl.