Notas iniciais
Ok. Então, esse capitulo é... eu acho que vocês vão curtir. Tem um personagem nele, um personagem novo, vocês devem saber quem é, mas mais pra frente, vão entender porque eu não usei o verdadeiro "apelido" do personagem (sim é um personagem do Mauricio). E será muito louco UASHHUAS Eu acho que vocês vão se surpreender. Então espero que gostem desse capitulo, ele esta bem legal. PS. Me desculpem a demora pra postar, eu tava com preguiça de continuar escrevendo, mas eu terminei esse hoje UAHSHASHU PS¹. Se você que esta lendo, encontrar algum erro. Me avise que eu vou arrumar =D Espero que gostem, boa leitura!!

13/04/2014 — Domingo. 12:00 PM

– Sammy? – Ouvi alguém me chamando. Resmunguei. Eu queria dormir, hoje era domingo. Me deixe dormir. – Samanta?? – A pessoa insistiu e eu balbuciei alguns palavrões. E a pessoa riu. – Sabe que horas são? Meio dia. Sabe o que isso significa?

– Hmm... – Falei sem dar muita importância

– Significa que você tem exatamente uma hora pra levantar, se arrumar, pra ir se encontrar com seu futuro marido. – A pessoa me disse (alguém que eu ainda não sabia quem era). Eu arregalei os olhos. Meu Deus, como eu pude me esquecer disso?

– Minha nossa! – Olhei pro lado e finalmente vi quem era. Era Robert que tinha vindo me acordar.

– Anda logo menina. – Ele falou rindo – Coloca uma roupa, escova os dentes, passa perfume, fica linda pra ele...

– Robert, eu to indo casar e não indo encontrar o amor da minha vida. – Eu falei. Irônico não?

– Quanta ironia nessa frase! – Ele riu – Ok, mas então anda logo.

– Ok, eu vou. Se me der licença... – Disse com jeitinho. Precisava me trocar. – Eu preciso... err...

– Já entendi. – Ele falou rindo divertido – To saindo. To saindo. – E assim ele desceu a escada. E eu fui me trocar, peguei uma roupa comum. Uma calça jeans, uma baby-look simples, um tênis confortável. Deixei as peças em cima da cama, peguei a minha toalha e a roupa intima. Eu tinha o costume de deixar tudo em cima da cama, e pegar só as peças intimas e levá-las ao banheiro junto comigo, porque assim, eu me trocava no banheiro e ficava menos preocupada ao sair de lá, mesmo enrolada na toalha. Sim, esse era um costume que eu tinha, a muito tempo. Enfim, ninguém se importa não é mesmo?

Eu peguei o necessário, e fui tomar um banho. Eu precisava, o cheiro não estava agradável, e eu não queria casar assim (mesmo sendo um casamento falso).

Eu demorei em torno de 15 minutos dentro do chuveiro, logo que eu acabei, coloquei a calcinha, o sutiã, me enrolei na toalha e fui até meu quarto. Me vesti, coloquei meu tênis, dei uma secada no cabelo, sabe aquela secada rápida? Que você liga o secador, dá uma chacoalhada no cabelo e em menos de 10 minutos desliga? Então foi isso que eu fiz, porque eu não queria chegar atrasada, não mesmo. Passei um batom, um lápis só pra dar um pouco de vida ao rosto. E assim, desci correndo as escadas e fui até a cozinha, onde estava Mary, Robert e Alex, sentados na mesa conversando.

– Olha ela ai! – Alex disse – E ai? Ta pronta pra casar? – Ele perguntou irônico.

– Não muito, mas eu vou fazer isso assim mesmo! – Ri sem animo e eles riram, mas foi uma risada mais animada. Como se dissessem “Não fique mal”

– Não se preocupa viu? Vai dar tudo certo! – Mary disse

– E fala, onde você ficou de encontrar ele, Sammy-Sammy? – Robert perguntou

– No walmart mais próximo, aquele descendo a rua! – Eu disse

– Ele é um cavalheiro né? – Robert disse irônico – Não, porque pegar a futura noiva dele aqui é muito complicado, ela tem que ir andando até o outro lado daqui, pra poderem ir casar. Realmente, ele é muito romântico.

– Calma Robert, não me importo de ir até lá sem ele! – Eu ri. O Robert parecia meu pai, como se precisasse aprovar o cara que eu ia namorar. Mas eu não namorava o DC e nem nada do tipo. – O que vocês pretendem fazer hoje? – Perguntei pra eles

– Nós temos algumas coisas pra resolver, nós vamos... – Mary ia falando, quando eu olhei pro relógio. Já marcava 12:45. Eu não ia chegar a tempo, eu tinha que estar lá 13:00.

– Ai caramba!!! – Falei – Já são 12:45, eu preciso ir! É meia hora, daqui até lá! Eu não vou chegar a tempo! Eu vou indo pessoal! Beijos! – Eu sai correndo. Peguei a minha chave e já ia abrindo porta.

– Espera Sam, não vai comer nada? – Alex perguntou

– Depois Alex, depois! Tchau! – Falei, e assim finalmente saindo de casa. Eu comecei a correr, que nem uma louca. Eu nunca ia chegar lá a tempo. Eu sai atropelando pessoas, desci a rua correndo pra chegar o mais rápido possível no walmart. Parecia que eu nunca chegava, até que finalmente eu vi o grande mercado azul e continuei correndo até chegar. Finalmente, eu tinha chegado naquele bendito mercado. Eu estava cansada, suada, ofegante, feia, fedida...

– Ufa! – Eu ainda estava com a respiração descompactada. Quando finalmente dei um suspiro. Eu conseguir observar melhor a minha volta. Onde estava o DC? Olhei o relógio e vi que já era: 13:17 e nada dele ainda. Bom, o jeito é esperar.

***

Já tinha passado mais 20 minutos. Agora já eram 13:37 e nada dele ainda. Como assim? COMO ASSIM? Eu me mato, eu corro, fico suada, morta... Tudo isso pra chegar no horário certo, e ele atrasa assim? É bom que ele de um bom motivo desse atraso. Ahh, agora já era 13:40.

Vi um carro preto parar na minha frente, eu não sabia quem era, e por um segundo achei que eu iria ser estuprada, mas quando abaixaram o vidro do carro, eu pude ver que era o DC.

– Vamos lá? – Ele disse, na naturalidade.

– Onde... Você... Estava? – Eu perguntei, bem devagar para não perder a cabeça.

– Eu estava por ai! – Ele falou.

– Oi? Estava por ai? Eu não sei se você se lembra, mas nós combinamos aqui “13:00”. Sabe que horas são agora?? – Arregalei os olhos. Já estava me expressando.

– Hmm – Ele olhou no relógio – 13:46!

– EXATAMENTE! 13:46!! – Eu gritei – Eu sai de casa correndo, com medo de me atrasar, cheguei aqui 13:17 e você? Nada. Para você se atrasar porque estava “por ai”? – Falei enfiando a minha cabeça pela janela

– Hey... – Ele disse tranqüilo – Você também atrasou, não atrasou? Acha que ta com moral pra me dar bronca? – Ele falou rindo

– MAS DIFERENTE DE VOCÊ! – Eu respirei fundo – Diferente de você... Eu me esforcei pra chegar aqui o mais rápido possível, eu me esforcei, e você. Não! – Ele riu.

– Não temos uma hora marcada pra isso! – Ele disse

– NÃO IMPORTA! – Eu falei – NÓS marcamos de se encontrar esse horário, você tinha que estar aqui!

– Nhaa – Ele deu de ombros – Chegar no horário não ta com nada. Mas enfim, se você esta tão irritada pelo atraso, é melhor entrar logo nesse carro, ou a gente vai atrasar mais. – Ele olhou pra mim

– Ta bom! – Falei abrindo a porta do carro e entrei. O carro, diferente do que eu imaginei, não tinha cheiro de maconha e nem de nenhuma outra droga, ele era bem confortável. – Olha, até que seu carro é bonzinho!

– É, nem acho não! – Ele falou nem se importando.

– Não liga pro seu carro? – Eu perguntei

– Ligar pra um carro? E por que eu ligaria pra um carro? – Ele disse sem tirar os olhos da estrada.

– Sei lá, caras como você costumam ter uma paixão pelo carro. – Falei

– Eu não sou igual aos outros caras. – Ele riu – Posso parecer, mas quem me conhece, sabe que não.

– Hmm... – Falei – E quem te conhece pra saber isso? Se parece que nem o seu irmão, sabe direito quem você é. – Eu falei com desdém.

– Meu irmão? – Ele se surpreendeu – Ele me conhece muito bem. Acho que é você que não conhece ele o suficiente...

– Eu conheço o seu irmão – Me irritei com o tom que ele usou comigo – Ele é um grande amigo pra mim, ok?

– Hmm... Se você diz. – Ele falou – Então você deve saber do segredinho dele, né? – Ele me perguntou. Ok, agora to curiosa.

– Que segredinho? – Não pude evitar a curiosidade

– Ué, você não disse que conhecia ele bem? – Ah, mas que moleque...

– Rum... Eu conheço, eu sei o segredo dele! – Falei virando o rosto

– Sabe, sabe mesmo? – Ele perguntou – Então, me diga, qual é o segredo dele? – Fudeu.

– O segredo?

– É... Qual é o segredo dele? Você sabe, não sabe? – Ele tinha um sorriso super divertido no rosto. Eu não iria deixar ele me vencer assim

– Espera, e por que eu deveria confiar em você? Quem me garante que você sabe mesmo o segredo do seu irmão? Quem me garante que você só esta tentando tirar alguma informação de mim? Até porque, ele é seu irmão, porque ele compartilharia segredos com você! – Falei. Ele me olhou impressionado, com a sobrancelha arqueada.

Touché! – Ele sorriu – Mas se eu não soubesse, como teria tanta certeza?

– Como eu disse: Você pode estar tentando tirar alguma informação de mim. Eu não direi nada. – Falei finalizando aquela conversa. Samanta Wins. Ele riu, mas não insistiu. E então ficamos em silencio. Se passou alguns minutos e eu perguntei – Vem cá, como vai ser isso mesmo? Nós vamos pro cartório, vamos falar que estamos querendo nos casar? Sem ao menos levar testemunhos, pra assinar os papeis ou coisa do tipo?

– Samanta. – Ele olhou para mim com cara de quem esta pensando “Você é normal?”, me repreendendo – Logico que não, o casamento não vai ser hoje. Nós vamos no cartório, pra darem entrada nos papeis e documentos de casamento. Só depois disso, marcamos um dia da semana pra vim e casar.

– Entendi. – Eu falei voltando a fitar as ruas de Nova York, enquanto eu pensava no tal segredo do Nimbus. O que será que ele escondia da gente? Eu estava muito curiosa, mas eu iria ter que descobrir isso depois, por enquanto eu tinha que manter o foco, em uma coisa: Esse maldito casamento.

Se passou mais alguns minutos e finalmente chegamos no cartório. Desci do carro, e DC desceu junto comigo. Entramos e vimos alguns casais sentados, e mais algumas pessoas. Em geral, os casais pareciam felizes. É porque eles iam casar com alguém que amava. Diferente de mim, que estava prestes a casar com um cara, super idiota, galinha, insuportável.

***

Estávamos sentados, naquelas benditas cadeiras esperando chamarem a gente. Nós já tínhamos conversado com alguém na recepção, entregamos documentos e todas as coisas necessárias, e agora tínhamos que esperar. Eu estava olhando pro nada, pensando em varias coisas diferente.

– Caramba... Essa revista ta quase igual ao livro Kama Sutra. Mas com imagens! – Do Contra disse. Eu virei pro lado e adivinhem o que ele tinha nas mãos? Ele virou a pagina daquele negocio. – Meu Deus, Nem sabia que dava pra fazer nessa posição!!! – Ele falava alto com um sorriso malicioso

– DO CONTRA! – Arregalei os olhos. – Guarda isso! – Eu abaixei o tom de voz.

– Oxe, por quê? A revista é minha! – Ele fez uma careta

– Não importa – Eu baixei o tom de voz – Você esta lendo uma revista pornô num lugar, onde as pessoas estão se casando.

– E daí? – Ele deu de ombros

– Daí? – Eu falei – O que vão pensar “do meu marido” – fiz aspas com a mão – quando virem ele sentado do lado da “noiva”, lendo uma revista pornô?

– Pensem o que quiser. Eu não me importo – Ele falou enfiando a cabeça na revista. Só faltou mergulhar dentro dela e fazer sexo com as modelos. – Eu não to nem ai pro que os outros estão pensando, além de que a revista é minha, eu comprei. Eu leio ela na hora que eu quiser, onde eu quiser. – Bati a mão na testa.

– Por que não se masturba aqui também...?

– Não é uma má ideia... – Por que eu fui falar? Ele realmente ia enfiar a mão na calça quando POR UM MILAGRE de Deus, chamaram a gente.

– Para com isso, seu otário! – Eu falei pegando a revista da mão dele e guardando na minha bolsa– Vamos, é a nossa vez.

– Ahh! – Ele se levantou e se ajeitou indo atrás de mim. Ao entrar lá dentro, demos de cara com uma figura muito estranha. Ele tinha cabelo loiro todo rebelde, parecia até que tinha levado um choque, um nariz muito grande, usava óculos e enfim, era uma figura estranha.

– Boa tarde – Ele disse pra nós

– Boa tarde! – Eu e DC falamos juntos

– Então os dois pombinhos querem casar certo? – Ele perguntou

– Er, sim! – Falei.

– Exatamente! – Do Contra já afirmou com mais certeza.

–Onde estão os pombos? – Ele perguntou serio. Eu olhei pro DC e ele me olhou com um olhar estranho, mas parecia estar se divertindo.

– Me desculpa. Está falando serio? – Perguntei

– E por que não estaria senhorita Samanta? – Ele perguntou abaixando os óculos.

– Er... Parece que... – Falei estranhando. – Quer saber, esquece. Não queremos falar dos pombos, queremos falar de nós, senhor... ?

– Licurgo! – Ele disse

– Isso, senhor Licurgo. Não queremos falar dos pombos, queremos falar do nosso, casamento! – Apontei pra mim e pro DC

– Então por que disse que os pombinhos queriam se casar? – Ele perguntou. DC riu...

– Hilario cara! – DC falou. – Mas então, vamos falar do casamento agora. – Ele ainda ria

– Tudo bem? Então até onde eu sei — Ele pegou varios papeis e começou a folhear — Você é senhor Luís Mauro Hiromashi Fagundes, certo? – Ele perguntou

– Não! – Ele fez que não com a cabeça. E eu lhe dei um tapa no braço, eu já estava começando a entender a lógica desse guri. – Aii, doeu! – Ele falou esfregando o braço

– Com isso, ele quis dizer “Sim”, esse é o nome dele. – Falei sorrindo, tentando parecer natural.

– Hmm, e o seu é Samanta González Ferreira. É isso? – Ele leu com certa dificuldade, já que o nome era Brasileiro.

– Sim! – Falei

– E a senhorita é Brasileira? E o senhor Luis, é um Estadunidense? – Ele perguntou curioso

– Exatamente! – Falei e Do Contra só observava.

– E a senhorita, está aqui há um mês e meio? E vai embora daqui um mês meio?

– É cara, tudo isso ai que você disse... – DC disse sem paciência. – Dá pra casar “nois” logo?

– Hmmm... – Licurgo, parecia que analisava o caso. Fazendo algumas caras e bocas. Demorou uns 2 minutos – Me desculpem, mas não posso dar entrada nos documentos.

– O QUE? – Nós dois gritamos juntos.

– Por que não? – Perguntei

– É... Por que não?? – Do Contra perguntou.

– Simples, o fato da Samanta estar por aqui 3 meses e ser brasileira, torna o caso suspeito. O casamento não pode ser forjado, e para que eu dê entrada nos documentos, vocês vão ter que passar por um agente de migração, que vai investigar o caso de vocês.

– E agora? Quanto tempo isso demora? – Eu perguntei

– Não muito, porque para sorte de vocês, eu tenho um a gente de migração bem aqui, no nosso cartório, que esta livre pra investigar o caso de vocês.

– Quem é esse cara? – Perguntei. Então não bastava o louco do Licurgo, tinha mais um cara para conseguir isso. Que droga.

– Senhor Cássio Marques de Araújo! Pode se apresentar aqui, por favor. – Licurgo disse usando o telefone. Alguns minutos depois, um sujeito de terno, gravata, cabelo todo emaranhado, usava um brinco na sua orelha direita, e tinha algumas marcas no rosto.

– Olá Licurgo. – Ele olhou pra mim e para o DC – Olá casal falso. – Ele disse

– Pois bem, esse será um caso pra você! – Licurgo falou, enquanto ele lhe entregava os papeis que tinha informações minhas e do DC. Ele analisou tudo, demorou alguns minutos e voltou a olhar pra mim e pro DC.

– Ora, vejam só! Então vocês dois estão apaixonados? – Ele perguntou

– Sim! – Falamos

– Mentirosos! – Cássio disse – Eu sei, que esse casamento é uma fachada. Sei que pra uma estrangeira querer se casar tão repentinamente , ela só pode estar a interessada em uma coisa, o "Green-card". Então me diga Samanta, você esta se casando com Luís porque quer se tornar uma cidadã americana?

– Lo-Lógico que não! – Eu gaguejei, estava mentindo pra um cara que acho que poderia me colocar atrás das grades. Eu acho...

– Não me convenceu! – Ele disse – E você DC, se aceitou se casar com ela por quê?

– Ué... Te interessa? – Ele falou

– Bom, na verdade deveria interessar você. Eu sou o cara que vai permitir esse casamento rolar ou não, então se você quiser realmente casar, me diga por que aceitou casar com ela? – DC virou os olhos

– Ela é a minha namorada! E eu estou apaixonado por ela! Serve isso? – Ótimo, continua mentindo. Se nós dois formos presos, eu não vou querer dividir minha sela com você.

– Não muito! – Ele disse se virando – Pois bem, enquanto eu não tiver certeza absoluta de que esse casamento não é uma farsa, vocês dois não casam.

– E como vamos provar pra você, se você não acredita? – Ele perguntou

– Ah meu caro, vocês vão ter que provar isso pra mim. Eu quero ter certeza disso tudo. Eu tenho que ter certeza. – Ele começou – Então, inicialmente eu vou marcar um dia pra que façamos uma entrevista com cada um de vocês, sozinhos. Eu iria fazer perguntas e vocês vão responder falando de você mesmo. Depois eu vou fazer as mesmas perguntas, mas eu quero saber a resposta do outro. Isso será um teste pra ver, se vocês se conhecem, se sabem realmente um do outro. Eu também posso querer falar com algum familiar ou amigo, e vou perguntar o que eles sabem de vocês.

– E quando serão essas entrevistas? – DC perguntou curioso

– Hahaha e você acha mesmo que eu vou falar? A única coisa que vocês vão poder saber, é que farei visitas semanalmente na casa de vocês.

– Na “nossa casa”...? – Eu perguntei estranhando, Que mané nossa.

– É a casa que vocês dividem. – Ele estreitou os olhos – Vocês moram juntos não moram?

– Na verd... – Eu ia falando, mas DC tapou a minha boca.

– Lógico que moramos juntos. Você acha que não? – Ele se aproximou e me abraçou

Notas finais
Eae, gostaram? O que acharam dessa nova agora?? Ok... eu sei, quem já assistiu o filme "A proposta", deve ter pensado nele quando leu esse caps. Foi porque eu me inspirei nele. Para ser sincera, eu uso 3 filmes como base pra criar a historia no geral. Não direi o nome UAHSHUASUH se não vai ficar muito na cara. Enfim, isso não importa né?? Digam o que acharam do caps nos comentários! Ok?? Seja bem escandalosos *----*