Notas iniciais
Surprisee *o* Dois capitulos em um dia. U.U ESSE CAPITULO TA FODA. na minha opinião. Então, espero que gostem. Eu adorei escrever. Se acharem um erro, já sabe, me avisa.

Finalmente, já era 17:55 da tarde. O nosso horario estava acabando e poderiamos ir embora. O lugar já estava vazio, então mudamos a placa que fica pendurada na porta de vidro da lanchonete, de “aberto” para “fechado”

– Finalmente. — Denise suspirou aliviada sentando na primeira cadeira que viu.

– Nem me fale. Eu to super acabada. — Magali falou tirando o avental e se sentando também me aproximei das duas que estavam na mesa perto da janela.

– Eu to acabada, super cansada igual vocês duas, mas eu to feliz porque ganhei 30 dólares de gorjeta. — Falei pegando o dinheiro

– Nossa, eu ganhei só 25. — Denise disse “super chateada” — Hashtag bolada.

– Eu ganhei 35 dólares — Magali disse — Há, meu sorriso é o mais lindo. — Ela disse sorridente

Nós falávamos isso, porque dizíamos que o sorriso e a sua energia é o que deixa o cliente super bem e faz eles se sentirem a vontade, então quem tem o melhor sorriso, sempre ganha mais gorjeta do que as outras.

– Gata, super nada haver. — Denise falou brincalhona — Me senti ofendida. Eu sou diva e super fashion.

– Denise, ser fashion não quer dizer que você tenha um sorriso mais bonito que o meu. — Ela falou e rimos.

– Hm, pelo menos tenho dinheiro o suficiente pra ir no cinema hoje. Então será que cola? — Denise disse

– Eu e a Maga pensamos a mesma coisa hoje mais cedo, vamos sim. — Eu falei — Será que o Nimbus vai querer?

– Olha querer eu quero, mas é complicado quem faz faculdade tem responsabilidade. — Ele apareceu em pé do meu lado e encostando na mesa em que estávamos.

– Poxa Nimbus, nem vai rolar faltar uma aula, pra pegar uma sessão com nós? — Eu perguntei

– Nem vai rola Sammy. — Ele disse — Eu tenho prova hoje

– Gato, o que você esta fazendo mesmo? — Denise perguntou

– Profissionalização de ilusionismo. — Ele falou

– E isso existe? — Magali disse meio surpresa

– Existe. — Ele falou a encarando irritado, pelo tom que ela usou acredito.

– Ual. Acho que não você anda dormindo nas aulas né? — Ela disse. Ela tinha uma certa implicância com esse menino.

– Magali, para de pegar no pé. — Ele olhou feio pra ela.

– Ui, desculpa. — Ela disse irrelevante

– Ok, parou os dois lindões ai. — Denise falou — Vamos ao ponto fofucho, seu irmão vem hoje aqui? — Ela perguntou já cheia de interesse

– Não Denise, ele não vem. — Virou os olhos — Eu posso não ter carro, mas sei andar sozinho, de ônibus, trem, taxi. — Ele estava extramamente irritado

– Gente, chega de irritar o coitado. — Eu disse abraçando ele de lado. O Nimbus era tipo, meu melhor amigo, mesmo em pouco tempo a gente se dava bem. Eu gostava de conversar com ele e ele também gostava de conversar, porque diferente da Denise e da Magali, eu não pegava no seu pé por tudo que ele fazia.

– Obrigado por me defender Sammy. — Ele disse mostrando a linguá pras duas.

– Ai que coisa mais triste! — Denise disse totalmente chateada

– O que os jovenzinhos conversam? — Disse Lurdinha chegando perto de nós

– Nada não mãe, a gente esta querendo ir no cinema agora. Eu e as meninas. — Magali disse

– Cinema? — Ela perguntou

– Sim, nós ganhamos gorjeta e acho que rola ir hoje. — Ela falou

– Bom, tudo bem então. Só voltem pra casa vivas. — Ela falou pra nós e rimos. — Você vai também Nimbus?

– Não Dona Lurdes, eu vou pra faculdade. — Ele falou

– Entendo, mas veja pelo lado bom, amanha é sexta e vocês vão poder curtir depois que o Nimbus sair da faculdade.

– Claro gatz, nós 4 vamos arrasar na balada. — Denise já disse cheia de energia

– Na verdade, eu pensei em algo mais caseiro… — Lurdes disse antes de ser cortada pela Magali

– Vamos, vamos. Adoro festas, sempre tem comida lá. — Ela falou cheia de energia também, as duas deram toque e já estavam super animadas.

– Então, eu vou com vocês também. Logico! — Falei me animando também

– Se todas vão, eu vou também. Oras — Nimbus disse e começamos a falar um monte de coisa e tagarelar.

– Ai deixa pra lá. — Lurdes saiu de lá rindo.

– Então ta fechado, vamos na baladinha amanha né gatas e gato? — Denise falou

– Fechou! — Falamos juntos

– Mas agora eu tenho que ir, se não vou me atrasar. Tchau para as três. — Ele disse pegando suas coisas e saindo.

– Então, vamos pro cine? — Magali disse

***

– Eae, o que vai ser? “Don Jon” ou “The Hunger Games”? — Magali disse impaciente

– The hunger games — Falei decidida.

– Não mesmo, Don Jon. — Denise falou

– É romance! — Falei, não que eu não gostasse de filme de romance, mas qualé? The Hunger Games contra esse filme ai? Logicamente que eu prefiro THG.

– E dai? Tem o lindo do Joseph Gordon Levitt, sou apaixonada por ele desde “500 Days of summer”, e esse filme é totalmente divo.

– E THG tem Josh e Liam. Quer mais lindos? — Eu falei e Magali apoiada já de saco cheio.

– São gatos, mas não aparecem fazendo cenas hots. — Denise disse com uma cara totalmente pervertida

– É isso que você quer? Assiste porno então! — Falei pra ela

– É diferente. — Ela falou vermelha

– Gente, seguinte. Eu já assisti THG, e nunca assisti Don Jon. — Magali disse

– Eu também já assisti THG. — Denise disse

– Só eu que ainda não assisti? — Eu perguntei com o tom um pouco elevado

– Sim querida, só você! — Um senhora. Repito, uma senhora desconhecida, virou e disse pra mim, que eu era a unica que ainda não tinha assistido o filme. Dei-me por vencida. Se até uma velha já tinha assistido THG, minhas amigas nunca iriam querer assistir de novo, não enquanto não assistimos aquele bendito filme que a Denise tanto quer.

– Ok, vamos assistir esse tal Don Jon.

– Otimo. Então moça, três ingressos pra Don Jon. — Magali falou. A Mulher que também já estava impaciente, claro, predemos a fila por uns 5 minutos, ela já sem aquele sorriso de atendente, nos entregou os ingressos e entramos. — Agora falta a pipoca a parte mais importante de ir ao cinema

– Eu pensei que cinema era pra assistir filme gatz. — Denise falou

– E é, mas só presta com a pipoca. Hm que delicia: Pipoca, um suco de uva bem geladinho, com um chocolate pra acompanhar. Ai meu Deus, precisamos comprar isso logo. — Magali falou com os olhos cheio de vontade olhando para as imagens estampadas ali, onde vendiam tudo.

***

– Com licença, menina com pipoca passando. Licença! — Magali disse. Se sentou em um banco. E nós fomos atrás. Sentamos e esperamos o filme começar, passou os trailers, depois disso o filme finalmente começou.

Bom para terem uma ideia, o filme mal tinha começado, e já estava mostrando putaria. O filme contava a historia de um cara, um idiota, bad-boy, super sarado que se preocupava com: Sua casa, seu corpo, sua família, sua igreja, seus amigos, as garotas e pornografia.

Filmes previsíveis, onde no fim o cara de trinta e poucos anos, que se apaixona por uma garota e muda o seu jeito de ser, e vivem felizes para sempre.

Mas depois de longos minutos sentada ali, eu acabei curtindo o filme. Logicamente, o filme seguiu essa linha, mas quando acabou eu acabei me surpreendendo, pois o que eu nem imaginei aconteceu no fim, e apesar de toda a putaria, o filme era legal.

***

– O filme não foi incrível? — Denise disse

– Uhum. — Magali disse tomando seu suco — Mas eu preciso ir no banheiro. — Ela falou eu e a Denise se entreolhou e voltamos a olhar pra ela super maliciando o que ela tinha acabado de dizer.

– Hmm, precisa ir no banheiro gata. — Denise perguntou totalmente pervertida — Foi muita ‘pressão’ pra você assistir o filme? Sabia desse seu lado não.

– Ai que idiotas — Ela virou os olhos — Não, é porque eu tomei dois copos enormes de suco. Se as duas não estão lembradas.

– Uhum. — Eu e Denise falamos e recebemos um tapa na cabeça

– Idiotas. — Ela falou rindo.

Assim fomos até o banheiro, e depois de se olhar um pouco no espelho e se arrumar, saímos e fomos dar uma passeadinha pelo shopping.

– Olha só, daqui dois meses, vão abrir essa loja. — Eu disse apontando. Era uma loja de roupas, sapato, vendia de tudo e pra todos os gostos, com vários descontos e coisas do tipo.

– Oh m Gosh — Denise falou em um gritinho meio estérico — nós precisamos vim aqui. Essa loja é puro luxo, vende de tudo. — Ela falou

– E eu não sei. Nós vamos vim aqui de qualquer jeito, Denise — Me incomodou o fato dela ter dito só Denise. Então dei uma cutucada falando

– Adoro essa loja também. — Sorri

– Ai amiga, uma pena que você não vai estar mais aqui. — Magali falou

– An?

– Esqueceu gata, você disse que só iria ficar aqui por 3 meses. Já se passou um mês e meio. — Denise falou e só ai eu me toquei.

Já tinha se passado um mês e meio. Meu Deus, como passou rápido. E logo meu prazo acabaria. Quando você viaja, você compra duas passagens, a de ida e volta. E eu só tinha 3 meses, e já estava acabando. O que eu ia fazer? Eu não poderia voltar de forma alguma, não agora, era muito recente. E eu não queria voltar, eu sabia que mesmo depois de anos, eles voltariam atrás de mim, e eu não podia. Eu tinha que ficar aqui. Eu estava em um estado de choque. O que eu ia fazer?

– Sammy? — Magali estalou os dedos na minha frente. Eu ainda estava em transe até ela gritar meu nome. Eu olhei pra ela e pra Denise, meio em choque.

– Não quero voltar — “Não posso voltar” pensei

– Eu também não quero que você volte, mas o que podemos fazer? — Magali disse meio tristonha

– Tem que ter alguma forma de conseguir ficar. Eu não posso ir embora. — Falei meio receosa.

P.O.V Do Contra

– Oi Jess. — Eu falei me aproximando dela, peguei em sua cintura a trazendo para mais perto e lhe dei um beijo no canto da boca. E ela me pareceu meio triste de não ter, dado um beijo um pouco mais a direita.

Uma coisa que ninguém sabe de mim, é que eu não fico com qualquer garota. Eu tenho todas aos pés se eu quiser, mas eu preciso achar algo interessante nela, e não estou dizendo apenas peito e bunda, pois se fosse isso, minha vida se resumiria em sexo. Eu tenho um estilo de vida. Eu ficava com muitas garotas, mas ela tinha que me chamar a atenção, agora vocês devem estar se perguntando: Como?

Bom, isso é algo que eu não conto. Mas se tem uma coisa que eu adoro mesmo, é provocar elas. Eu amava causar esse efeito sobre as meninas, exatamente iguais a Jéssica, que agora pouco se mostrou totalmente triste por eu não ter a beijado. E isso era algo que, apesar de adorar, me fazia querer menos ela.

– E ai, DC — Um cara ai que eu nem lembrava o chegou perto de mim

– E ai, cara! — Falei fazendo um toque com ele. Aquele tipico e ridículo toque de “mano” sabem?

– Do contra — Ouvi o Maejor me chamando. Maejor era o cara que mandava ali.

– Já volto pessoal. — Disse pra galera que estava ali comigo, mas afinal, onde eu estava? Simples, estava nas ruas mais escuras da Time Square. — ‘Falae’ Maejor. — Eu disse, ele era um cara legal. Um camarada. Ninguém confiava nele e por isso ele era quase meu melhor amigo. Maejor, era um cara muito grande, um daqueles negros, que viveu e cresceu no gueto mesmo.

– Eae eu e os cara tamo ali, quer tragar uma com ‘nois’? — Ele falou pegando um cigarro. Já sabia o que era. Maconha logicamente.

– Já era. — Falei pegando e me juntei com eles. Nós chegamos no ponto menos movimentado, onde a luz ficava piscando e dava pra ouvir os ratos passando. Bom, começamos a fumar, e tinha bebida também, mas bebia quem quisesse. Não demorou muito pra eu começar a ficar meio “besta” graças ao efeito da maconha.

***

Dávamos altas risadas, e eu sentia umas coisas muito nada haver, me sentia voando. Uma garota muito, mas muito gostosa estava acompanhado de nós. Me aproximei dela e tentei beijar seu pescoço, mas ela se afastou. Ou ela estava se fazendo de difícil ou não dava a minima pra mim. Então aumentou mais ainda a vontade de ficar com ela. Eu tentei mais algumas vezes, tentei beijar, chegar perto, mas ela mostrou que estava se fazendo de difícil logo pela 5° tentativa, quando peguei ela olhando pra mim. Aprovetei da situação e me aproximei dela, sussurrei em seu ouvido

– Está se fazendo de difícil? — E ela sorriu.

– Eu não igual a suas garotas. Não vai conseguir me pegar fácil. — Ela falou. Logo que me disse isso, eu tinha certeza que ela bem parecida com as outras, a única diferença é que ela sabia como entrar no meu jogo, e o que me convenceu que ela era perfeita, pra me satisfazer essa noite... Pelo menos.

– Parados! — Ouvi um cara gritar. Ele atirou 2 vezes para cima. E todos saíram correndo e junto a gata tinha ido com os outros. — É com você mesmo que eu quero falar Do Contra. — Eu olhei pra ele e então reconheci seu rosto.

– JJ. Quanto tempo hein?

– Não vem com essa seu filho da puta, você sabe muito bem porque eu vim de Las Vegas, até aqui. — Ele disse chegando mais perto. Os caras que estavam junto com eles, tinha o dobro da minha autora

– Hm, talvez eu saiba. — Eu falei irônico

– Você não brinca comigo caralho. Eu posso matar você agora.

– Ta bom, ow estressadinho! — Eu as vezes esquecia, que poderia morrer. Ele me puxou pela gola

– Seguinte cara, eu já falei que não to de graça. Você me fez sair de LA pra vim atrás de você, seu desgraçado. Seguinte, você sabe da grana que esta me devendo.

– 50 Mil não é nem a metade do que você tem. — Falei e ele me soltou para traz com tudo, logo em seguida me deu um soco. Foi um soco um pouco forte, senti o gosto de metal na minha boca. Sangue logico. Eu havia machucado a minha boca, eu parti pra cima dele e os grandalhões me empurraram. Me deram mais um, dois, três socos. Dessa vez além do machucado no lábio, eu teria alguns hematomas roxos no rosto. Tudo bem, eu adoro hematomas.

– Não importa, esse dinheiro meu. Porra e eu quero ele de volta.

– Você quer 50 mil? Agora? Se ta pirando cara… Tenho essa grana não! — Eu falei e ele riu com vontade

– Eu sei, um vagabundo como você não tem dinheiro pra porra nenhuma. E é por isso, por ser um cara legal eu vou te dar um mês e meio, apenas um mês e meio Do contra, pra você arranjar essa grana. Eu ainda to sendo legal com você cara, porque você é um cara legal. — Ele me disse — Mas eu vou avisando, se daqui um mês e meio, você não me arranjar essa grana, eu vou te matar. Entendeu bem? — Ele disse

– Entendi! — Virei os olhos

– Ótimo, agora vai embora. Antes que eu mude de ideia, porque eu to cheio de vontade de te encher de porrada. — Eu sai andando dali. E agora? Agora eu to morto. Daqui a um mês e meio, mas to morto. Me fala onde, e como eu vou arranjar essa grana? Eu não tenho trabalho, não tenho nada. Eu to fudido.

Notas finais
Eu ainda não assisti THG, MAS esse Don Jon, eu assisti. *O* Eu sou simplesmente APAIXONADA pelo Joseph. E tipo, nesse filme tem muita putaria, mas mesmo assim, o Joseph é lindo, e ele quem dirigiu o filme. O nome no Brasil é "Como não perder essa mulher", é muito nada haver, por isso prefiro falar em inglês mesmo. Assistam, é muito bom. E agora sobre o capitlo em si... O que acharam?? Gostaram?? Não gostaram?? O que acharam do DC?? UASHUAHSUS eu tenho certeza que vocês vão falar sobre ele nesse capitulo. Mas enfim, não deixem de dar reviews, e de dizer sobre o que acharam. =D Byeee!