Notas iniciais
Aviso ao leitor, este é livro de romance,aventura e guerra. Este é meu primeiro livro,espero que gostem.

Lash, um jovem príncipe que do dia pra noite se tornou rei, muito poderoso, maior guerreiro nas batalhas e com o coração cheio de maldade. Tinha cabelos loiros, era muito forte, olhos azuis e tom de pele desconhecido já que ninguém nunca viu seu rosto ou partes de seu corpo; vestia uma capa vermelha que seu pai tinha lhe dado quando faleceu. Seu rosto era coberto por uma mascara, por causa de seus ferimentos nas batalhas, ninguém podia ver o rosto do rei, pois era considerado crime e quem o visse era morto por degolamento.

Um dia foi para a batalha contra o exercito da Babilônia e não sabendo se iria voltar vivo, mesmo assim foi. Foi uma guerra muito difícil, mas conseguiu vencê-la.

-Não preciso de ninguém, para ganhar nada! – disse o rei muito contente.

Chegando ao seu castelo, foi presenteado com uma espada pelo rei de Tróia, o rei Magnum. Magnum era rei a vários anos sendo o primeiro rei de Tróia. Um rei moreno, careca, alto e com voz grossa. Usava uma armadura blindada que não passava nenhum tipo de espada. Fez uma reverência para o rei.

- Tome isto, para aprimorar sua experiência nas batalhas. — Disse o rei muito sério.

- Me diga o que te trouxe até aqui? Para me dar essa podre arma? Não preciso de ninguém nem de nada para ser o homem mais forte desse mundo! Levem esse homem daqui.

Muito nervoso o rei Magnum disse:

- Não sabe o que está fazendo e vai se arrepender! Vai se arrepender! Lash .

Aproximadamente 2 anos se passaram, Lash teve seus primeiros filhos gêmeos um menino e uma menina. O menino se chamava Órion, um bebê de cabelo ruivo de olhos castanhos. A menina era Babilônia, para homenagear sua primeira batalha contra o maior dos exércitos,

tinha cabelos loiros e olhos azuis igual ao seu pai. No dia em que as duas crianças completaram 1 ano de vida, Magnum escapou e apareceu levando Órion com ele saiu voando dando gargalhadas.

- Eu te avisei Lash! –Disse ele gargalhando

Lash não ficou parado pegou todo seu exercito e foi em busca de seu filho. Chegando no reino de Tróia completamente abandonado foi a procura de Magnum.

- Saia da onde estiver escondido Magnum, eu vou te achar! Vai se arrepender de ter pegado meu filho. -disse Lash muito nervoso.

Depois de horas tentando encontrar Magnum, quase amanhecendo o dia e o rei deu ordem para seus guardas irem descansar em um acampamento que outros de seus homens havia montado para todos, principalmente a rainha que acompanhava de longe com sua filha.

- Achou aquele miserável Lash? -Perguntou a rainha.

- Não, parece que ele sumiu do reino.-Disse ele com ódio no olhar.

Em uma terra muito distante do reino de Tróia se reconstruía e Magnum estava junto com seus capangas. Alguns de seus homens decidiram jogar Órion do penhasco e estava discutindo sobre o assunto.

- Vamos, o que estão esperando jogue esta criança!-Falou Magnum escutando a conversa e falando o que pensava.

- Meu senhor, tem certeza que devemos fazer isso é uma criança tão linda.-Disse uma moça.

- Não posso confiar em vocês? Me de esta praga.- Falou quase jogando a criança no penhasco.

Sua mulher Pandora, uma mulher bonita de olhos negros e cabelos negros andou até ele.

- Espere! O que esta pensando? Vai jogar este lindo bebê neste enorme penhasco?-Perguntou ela com os olhos brilhantes e cheio de pena.

- Vou sim. – Respondeu o rei de Tróia seguro de si.

— Pois esta muito enganado se pensa que eu vou deixar você matar esta criança inocente.-Responde Pandora irritada.

- O que você vai fazer?- disse Magnum.

- Me de esta criança vou cuidar dela como se fosse meu próprio filho.-Ela falava com segurança.

Depois de horas de discussão eles chegaram a um acordo

— Leve, eu tenho um futuro certo para ele.-Foi as ultimas palavras de Magnum a ela, depois foram dormir.

Enquanto isso no palácio, A rainha entrou em depressão vindo a falecer. Antes de morrer pronunciou suas ultimas palavras.

— Um dia Lash nosso filho vai voltar, eu tenho certeza! Quando ele voltar diga que eu o amava muito.

Quatro anos se passaram, a princesa Babilônia estava brincando no jardim quando encontrou um menino com cara de mal com os olhos castanhos, e cabelos ruivos, roupas todas rasgadas e foi até ele curiosa.

— Quem é você?-Perguntou ela — De onde você vem? Qual é o seu nome?

Babilônia desandou a fazer perguntas.

- Meu nome é Poseidon, nome do Deus dos mares.-falou o garoto finalmente depois de tantas perguntas.

- Que nome mais estranho — pensou Babilônia- Prazer meu nome é Babilônia.

- Que nome mais engraçado!-Falou ele gargalhando.

- Pare de dar risadas! Foi o nome do maior exército que meu pai enfrentou.-Falou ela cheia de orgulho.

- Esta bem, mas que é engraçado é.-Falou ele rindo ainda baixo.

Os dois ficarão conversando a tarde inteira naquele jardim lindo cheio de flores. No final da tarde Babilônia viu um urubu negro gigantesco o maior que Babilônia tinha visto, Poseidon ficou observando também indo até o animal.

- É hora de ir! – Poseidon montou no urubu e saiu voando.

Babilônia ficou olhando ele.

- Você vai voltar amanhã?-Falou ela o mais alto que pode.

Poseidon não escutou e desapareceu entre as nuvens.

- Para quem você esta gritando minha filha? –Perguntou Lash curioso.

- Para ninguém papai.-Disse a menina com um sorriso.

- Venha o jantar está na mesa!-Falou o pai pegando a mão dela.

Poseidon, chegou em sua caverna, uma caverna suja cheia de insetos, ratos, e outros tipos de animais nojentos.

- Onde estava garoto imprestável? — disse Magnum.

- Por ai pai.-Respondeu ele cabisbaixo.

-Desde que sua mãe morreu você fica vagando por este mundo a fora. Já disse que não quero você andando por estes lados.-Falou o rei um pouco irritado

- Tudo bem papai! Tudo bem.-Respondeu o garoto.

No palácio dourado do rei Lash, o rei foi fazendo perguntas para sua filha.

- Com quem você estava conversando?-Perguntou ele.

- Já disse com ninguém. -Respondeu ela.

- Eu falei para você não conversar com estranhos. Até quando você vai continuar me desobedecendo?-Disse o rei olhando ela.

- Sim papai, eu sei.-Falou ela concordando.

A partir daquele dia Poseidon e Babilônia começaram a se encontrar todos os dias. Uma bela noite Babilônia observava as estrelas com ele.

-De onde você vem? Quem é aquele urubu? Quem é seu pai? Sua mãe?-Perguntou ela.

- Pare de me fazer perguntas tolas, para que você quer saber? –Disse ele um pouco irritado.-Ta eu falo.-disse ele vendo a cara dela.- Quando eu era pequeno meu pai me achou no meio do mar, e me trouxe para uma caverna, ele disse que achava Poseidon um nome bonito, e já que me encontrou no mar me deu o nome do Deus dos mares. Quando eu era bem pequeno minha mãe morreu de uma doença desconhecida, desde então eu moro com o meu pai em um lugar bem longe daqui.

- E o urubu me conte sobre ele.-Falou ela com os olhos brilhando com a história.

- Chega por hoje – Poseidon falou e deu um assovio bem alto.

O urubu surgiu e pousou perto deles, ele subiu nele indo embora.Um ano se passou, Poseidon estava conversando com Babilônia, até que surgiu uma ideia.

- Vamos fugir? –Perguntou ele.-Para onde podermos e fazer o que quiser.

- Vamos!-Respondeu ela.

Os dois planejaram tudo, o dia, a hora e como.

Notas finais
Obrigado por ler este capítulo,até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.