Notas iniciais
E ae galera! Hoje eu estava realmente muito atoa, logo, deu para fazer mais um capítulo para vocês. Enquanto escrevia, pensei em fazer algo que notei em outras fics. Pensei e tornar essa fic uma fic interativa. A ficha estará nas notas finais, assim como suas regras! Ah, nesse capítulo já aparecerá uma alteração em ataques. Quem ler até o final notará isso. Espero que todos participem! Boa leitura! Um abraço!

– Riolu! Ai está você! Graças a Deus você está bem! — gritou o garoto lacrimejando.

O Pokémon ao notar a presença de seu treinador se levantou e correu em sua direção.

– Arr, Aroooou. — Gritou o Pokémon notavelmente feliz do reencontro com seu treinador.

Riolu correu para Joe. Lacrimejantes, ambos se abraçando por alguns minutos e então o Pokémon chamou a atenção do garoto.

– Arou, arr, oulou.

– Ahn? É mesmo! — disse correndo em direção do Pokémon rosado desmaiado logo à frente.

– Hm? É a Clefable de sua mãe não é mesmo? — perguntou o professor ao garoto

– Sim. — respondeu Joe em tom de tristeza ao ver a situação de Clefable — Ela está muito ferida. Temos que levá-la ao centro Pokémon.

– Bem, no estado em que ela está... — disse dando uma breve pausa — Creio que não tenhamos nada a fazer. Sinto muito.

– O quê?! Não! Vamos levá-la ao Centro Pokémon agora!

– Joe espe...

O professor foi interrompido pelo despertar da Pokémon fada. Ela olhou em volta com os olhos semicerrados até que focou em Joe.

– Cleff... — disse a Pokémon com expressão de dor e sofrimento.

– Clefable! Você tá bem? Vamos te levar pro Centro Pokémon, tá bem?

– Cleffa, fable.. — disse Clefable tremendo, mas com uma expressão de alivio ao ver que Joe estava a salvo, dando seu ultimo suspiro.

– NÃO! Clefable! Fala comigo! Por favor!

– Joe. Joe! Pare! Não temos mais nada a fazer. Sinto muito. Sinto muito, mesmo — declarou o professor reduzindo cada vez mais o tom de sua voz.

– Professor, por favor! Tem que haver uma forma te trazê-la de volta. Por favor! Ajuda ela.

O garoto então se debruçou sobre a Pokémon e começou a gritar e chorar. Ele tremia muito fazendo o professor se espantar.

– Joe! Para! Ela se foi! É realmente uma pena, mas realmente eu não posso fazer nada, muito menos você! — disse o senhor envolvendo o garoto em seus braços tentando levantá-lo.

– Ela se foi! Professor! Ela se foi!

– Sim, mas levanta dai. Você ainda está fraco não pode se emocionar assim.

O garoto então parou de chorar quase instantaneamente. Se antes estava dominado pelo medo e pela tristeza, agora não mais. Sua mente foi tomada pela raiva, pelo ódio. Ele se levantou dali e começou a revirar os escombros em busca de sua mãe. O pesquisador ao seu lado se espantou com o ataque do pequeno.

– Ei! Joe! O que está fazendo?

– O que você acha? Tô procurando minha mãe! Ela deve estar aqui ainda! — gritou o garoto com uma feição pavorosa.

– Não adianta. Se você disse que foi uma organização criminosa que fez isso, eles não devem ter deixado o corp... – engasgou o professor.

– Eu tenho esperanças! Não posso desistir! Vamos Riolu! Vamos procurá-la!

– Arr, oulou. — disse o Pokémon cabisbaixo.

– O que? Você já procurou e não encontrou nada?

– Rio, oulou, arrou!

– O que? Onde elas estão? Me leve até lá agora!

O Pokémon desapareceu de vista, sendo seguido pelo garoto.

– Ei! Onde é que vocês vão? — indagou o professor curioso.

– Vem Professor!

O senhor então correu para alcançá-los, mas notou que Joe havia parado e estava olhando para o chão. Ao chegar ao local ele viu seis pokébolas. Não tinha dúvidas. Eram as pokébolas de Suzan.

– O quê? As pokébolas de Suzan? Por que raios elas estão aqui? Se eles são uma organização que roubam Pokémons, por que é que não os levaram?

– Talvez não os tenham atraído. Os Pokémons de mamãe mesmo que belos não são muito raros e poderosos aos olhos daqueles egoístas.

– Hm... Entendo. Peguem-nas, vamos para o meu laboratório.

– Tudo bem. Mas antes eu tenho que encontrar a pokébola de Deino. Ela deve ter ficado aqui.

– Não se preocupe com isso. Lá agente arruma outra para ele.

– Ok! Vamos.

Os dois se dirigiram até o laboratório do Professor Hansei. Uma pequena mansão de alvenaria e coloração branca, com imensas janelas de vidro, que se localizava no centro da cidade de Eldonstone. Era uma construção muito bela sem dúvidas.

– Como nós vamos informar a eles Professor? — indagou o garoto.

– Bem, é melhor eu fazer isso. Não faço ideia de como vou fazer, mas eu dou um jeito. — disse o Professor olhando para o garoto e se perguntando como ele conseguia tocar naquele assunto, ainda mais depois da cena que eles presenciaram.

– Tudo bem. Então eu vou ao centro Pokémon pra ver se Deino já tá melhor. A pokébola dele já tá pronta?

– Está sim. O procedimento já foi completado. Aqui está. Pegue. — disse entregando uma esfera de coloração vermelha, branca e preta.

– Ok! Muito obrigado Professor. Quando Deino estiver melhor voltamos aqui para nos despedirmos. Tchau! — disse atravessando a porta.

– Como assim se despedirem?!

No entanto, o garoto já estava correndo ao longe. Chegando à porta de entrada do Centro Pokémon ele liberou Riolu e disse:

– Bem, Riolu. Vamos visitar o Deino? Você também deve estar preocupado com ele, né?

– Arr, rou, oulou!

Ao entrarem no prédio ele viu que a Enfermeira Joy não estava no balcão de recepção como da última vez. Ele procurou por ela no saguão de entrada e no refeitório, mas não a encontrou. Decidiu então se sentar e aguardar.

– Oh! Ai está o fugitivo do hospital! — disse uma voz vinda do balcão minutos depois.

– Ah, Enfermeira Joy. Ainda bem. Viemos ver o Deino. Como ele tá?

– Arr, arrou, rio!

– Acabei de voltar da sala de recuperação. Seu Deino já está recuperado. Falta apenas eu terminar o relatório e você poderá levá-lo. — disse a enfermeira com um belo sorriso estampado em seu rosto.

– Graças a Deus! Você não sabe como ficamos aliviados com isso. — disse ele soltando um suspiro.

– Eu imagino. Fiquem à vontade. Podem entrar para vê-lo se quiserem.

– Ok! Muito obrigado.

Ambos se dirigiram para a sala de recuperação no final do corredor. Ao entrarem Deino se empolga notando a presença de seus amigos.

– Haha! Deino! Como é bom te ver assim! Feliz como sempre foi!

– Dei,no,deino!

– Também não via a hora de vir te buscar. O Riolu também está bastante preocupado com você sabia?

– Arr, arou, oulou, riol. — disse o Pokémon coçando a cabeça, envergonhado.

– Que isso Riolu! Preocupação não é uma coisa para se ter vergonha sabia? — disse o garoto rindo da atitude do amigo.

– Noo, dei, deino, dei, dei!

– Oulou, arr, rioulou!

– Ah, como é bom ver vocês juntos novamente. Depois de tudo o que aconteceu... Mas enfim, vamos Deino?

– Dei, dei, no, deino!

O garoto chegou ao saguão de entrada seguido por seus dois Pokémons.

– Ah, o Deino parece estar bem melhor com você aqui! Desculpe-me, mas eu me esqueci de perguntar seu nome. Como se chama? — indagou a enfermeira.

– Me chamo John. John Murdock. Mas pode me chamar de Joe.

– John, Joe, Murdock... Acho que já ouvi esse nome antes. — disse a enfermeira pensativa — Ah meu Deus! Você é o garoto que sobreviveu ao massacre na Mansão Murdock?

– Bem, prefiro não entrar em detalhes sobre isso, por favor. — retrucou o garoto cabisbaixo.

– Oh, me desculpe pela indiscrição. E me desculpe por mais cedo ter sido severa com você pela situação de Deino. Eu não fazia ideia.

– Sem problemas. — disse ele com um sorriso ameno e sem graça no rosto — Agora nós podemos ir?

– Ah, é. Claro. Podem ir. Já terminei o relatório. Tchauzinho Deino.

– Deino, dei, deinooou!

– Parece que o Deino gostou de você. – disse Joe rindo.

– Awwn, também gostei dele. Ele é muito carinhoso. – respondeu a enfermeira sorrindo.

– Haha, com certeza. Até mais Enfermeira Joy, obrigado por tudo! — disse se dirigindo à porta do Centro Pokémon.

– Tchauzinho Joe. Volte sempre que precisar! O Centro Pokémon de Eldonstone estará sempre a sua disposição.

O garoto, após sair do prédio, seguiu em direção ao laboratório do Professor Hansei.

– Ei professor! Voltei! — disse o garoto ao abrir a porta — Que estranho, parece que não tem ninguém aqui.

– Arroou! — gritou o Pokémon a procura do pesquisador.

– É! Acho que o Professor não tá aqui. Mas é estranho já que a porta...

Naquele momento, o garoto foi interrompido por um estrondo vindo do lado de fora do laboratório.

– Ahn?! Que barulho foi esse?! Vamos caras! O Professor deve tá lá!

Ao chegar à varanda ele se deparou com uma cena que lhe despertou um sentimento que há pouco havia sentido.

– Onde está aquele moleque? Anda diga seu miserável! Eu fui informando de que ele veio para cá! — disse um homem alto com vestes negras, incluindo uma bandana.

– Não vou te dizer nada! Saia daqui agora seu assassino!

– Vejo que minha fama por aqui está crescendo desde que dei um fim na Suz... — disse o homem com ar de superioridade mas logo sendo interrompido.

– Ah, seu desgraçado! Agora sim acabo com você! — gritou Joe tomado novamente pelo ódio — Vou vingar minha mãe!

– Ora, ora, ora se não é aquele verme que arruinou nossos planos. E olhe só! Não é que você tem realmente um ótimo gosto para Pokémons? Um Riolu, hein! — disse virando e soltando um soco contra o professor que caiu no chão desacordado.

– Ora seu...! Riolu, Ataque Rápido!

O Pokémon concentrou energia ao seu redor e saiu em alta velocidade na direção do homem, que desviou facilmente.

– Ha-ha-ha-ha-ha-ha-ha! Naquele dia você arruinou nossos planos, se não fosse pelo Proteção de Gengar creio que não estaria vivo. Tivemos que fugir, pois o estrondo daquele ataque havia, sem dúvidas, chamado a atenção dos moradores de Eldonstone. Mas hoje vai ser diferente. Hoje eu concluo a minha missão. Gengar! Venha cá! – gritou o homem olhando para cima.

Logo o Pokémon desceu dos céus e parou de frente ao seu treinador em posição de batalha.

– Riolu, Ataque Rápido outra vez! Vai!

Riolu foi em direção ao Pokémon que não moveu um centímetro. O pequeno transpassou seu corpo sem proporcionar dano algum.

– Um ataque físico contra um Pokémon Fantasma?! Poupe-me, por favor! Gengar, Hipnose nos dois Pokémons!

O fantasma emitiu ondas psíquicas na direção de Deino e Riolu, que adormeceram instantaneamente. Joe, atordoado, pegou suas pokébolas e chamou seus amigos para evitar que sofressem dano.

– Agora Gengar! Psíquico!

O pequeno foi envolto por uma energia psíquica e começou a sentir seus ossos sendo esmagados.

– Aaaah! – gritava o garoto devido à dor extrema.

– Largue ele! — gritou Hansei que havia retomado a consciência — Pare com isso! Ele vai morrer! É apenas um garoto! Pare! — disse desesperado.

– Há-há-há! Veja com seus próprios olhos esse moleque ser esmagado pelo Psíquico de meu Gengar!

Joe já estava quase perdendo a consciência, quando presenciou uma cena:

– Beartic! Raio Aurora!

xxxx

Perdi a consciência após ver o Gengar sendo atacado por um raio de coloração roxa esverdeada. Não sabia se aquilo havia realmente acontecido ou se era apenas um delírio, algo de minha imaginação. Mas, sem duvida, foi algo esplêndido.

Notas finais
Bem, é isso. Esse foi o terceiro capítulo da temporada! Ai vão algumas notas e regras da fic interativa: - Pretendo, na medida do possível, inserir a todos os personagens criados por vocês leitores! (desde que sejam originais) - Darei preferência àqueles que mais frequentarem, através de comentários (caso o número de personagens ultrapasse o limite estipulado - coisa que creio ser difícil de acontecer). Logo, personagens selecionados e inseridos na fic podem, ou não, ser retirados ou, apenas, rebaixados (em nível de importância). - Posso realizar algumas alterações em personagens , o que será informado na nota inicial de cada capitulo, casa ocorra. - Caso não haja personagens suficientes, eu mesmo os criarei podendo ser parcial ou definitivamente. - Caso não haja a criação de no mínimo 2 personagens (parceiros de jornada), essa abertura para a interatividade será fechada (infelizmente ;( - espero que não aconteça). Agora ai vai a ficha: .: Nome (completo): .: Sexo (masculino ou feminino): .: Aptidão (treinador[a], coordenador[a], criador[a], especialista [a] etc.): .: Idade (entre 10 e 15 anos para parceiros de viagem – idade livre para demais personagens): .: Aparência (descrição física da personagem – “SE” possível disponibilizar um link com uma imagem): .: História (uma breve narrativa de sua vida, apenas com fatos relevantes): .: Personalidade (descrever os gostos, por exemplo, da personagem): .: Comportamento (como ele age em diferentes situações): .: Perícia (suas técnicas e habilidades, assim como se ele é um bom[oa] treinador[a] ou não): .: Pokémon Parceiro [OPCIONAL] (aquele que o acompanha em todos os momentos de sua jornada – shiny ou não? – ele possui alguma característica peculiar/diferente): .: Time Principal (no máximo 6 – shiny ou não? – algum deles possui uma característica peculiar/diferente?): .: Demais Pokémons [OPCIONAL] (aqueles que ele captura mas não utiliza em seu time principal, podendo haver modificações neste – shiny ou não?): .: OBS [OPCIONAL] (coisas relevantes que não puderam ser descritas nos itens acima): É isso! Espero que participem! Um abraço!