Aventuras De Percabeth

1 Nada Vai Acontecer Com Você


Notas iniciais
OBS: NESTE CAPÍTULO, PERCY E ANNABETH NÃO SÃO NAMORADOS

Percy e Annabeth foram castigados com dois dias em uma ilha, e agora?

OBS: NESTE CAPÍTULO, PERCY E ANNABETH NÃO SÃO NAMORADOS

-Annabeth! –Gritei enquanto eu corria e ela estava caída no chão tentando se soltar de um monte de galhos

Ah, não! Estávamos correndo daquele mostro maluco que atirava flechas pela boca, como isso era possível? Na verdade, o menos possível ainda era Quíron ter concordado com o castigo que o Sr. D. deu pra eu e Annabeth. Deixar nós dois sozinhos em uma ilha não sei aonde diabos, isso lá é castigo? Isso é suicídio! E Quíron ainda falou:

“Será como um treinamento eventual, mas fora do acampamento”. Argh, fala sério!

Olhei novamente e Annabeth que estava se levantando. Eu dei meia volta pra ajuda-la.

-Não Percy, corre, cor...

Uma flecha do “monstro-maluco” acertou o pé de Annabeth, foi culpa minha, eu não deveria ter deixado ela sozinha tentando se soltar daqueles galhos.

Ela gritou e tirou a flecha do pé com sofrimento e ficou caída no chão sentada. Eu corri em direção ao mostro e me desviei facilmente, não sei como, de suas flechas e finquei a minha contracorrente em sua barriga e segundos depois ele se desvairou em pó amarelo que se foi em meio à noite escura. Levei uns segundos pra recuperar o fôlego e quando virei Annabeth não estava mais lá, balancei a cabeça a sua procura e ela estava entre os pinheiros escuros sentada em um tronco de árvore velho, caído no chão, e sofrendo em dor com seu pé sagrando. Corri para ajuda-la

-Annabeth! Desculpe, a culpa foi todo minha. –Disse enquanto me sentava ao lado dela, mas antes que eu pudesse que me sentar ela disse:

-Foi mesmo sua culpa! Você não deveria ter voltado pra me ajudar, se não fosse por isso eu ia conseguir.

-Hey, a culpa então foi toda sua. Ninguém mandou você se enroscar naqueles galhos.

Ela olhou pra mim com um olhar de que parecia que iria me matar, eu não duvidei.

-A culpa não é minha de ter um amigo idiota!

Respirei fundo pra tentar me acalmar, mesmo depois daquilo, ela ainda me chamou de “amigo”.

-Talvez se ele fosse tão idiota como você pensa, não iria ficar aqui pra te ajudar.

Ela franziu a testa, ainda com raiva, olhou para o pé super-machucado e olhou pra mim novamente.

-Isso é só uma droga de machucado.

Ela tentou se levantar. Colocou o pé direito com dificuldade no chão, mas quando colocou o esquerdo (que estava machucado) não suportou o peso do seu corpo, seu pé virou e ela escorregou, mas não caiu, pois eu a segurei. A minha mão direita segurou a sua mão esquerda e minha mão esquerda segurava o seu cotovelo direito. Nos olhamos.

-Bem — Eu disse. –Então acho melhor alguém cuidar dessa droga

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-Realmente, não sei qual a necessidade desse castigo idiota — Disse ela enquanto eu enrolava um faixa em seu pé machucado que estava em cima das minhas pernas.

-Também não, preferia lavar pratos ou coisa parecida.

Eu estava sentado ao seu lado, terminando de enfaixar seu pé quando ela deixou escapar um grito abafado.

-Desculpe — Eu disse

-Vamos ter sorte se sairmos daqui vivos ou com todos os membros no lugar.

-Se você não decidir me engolir vivo, talvez eu consiga sobreviver.

-Ei! –Disse ela enquanto me empurrava com a mão

Eu sorri e a olhei

-Eu só estava brincando

-Ah, tá bom.

Ela olhou pra mim, cruzou os braços, cerrou os olhos e fez um biquinho. Continuei a olhar os seus olhos cinzentos e ela os meus, mas agora, seu rosto estava calmo.

-Oque foi? –Perguntou ela ainda me olhando

-Ãhn, eu já acabei o seu... Seu pé

Ela tirou os seus olhos dos meus e olhou para o pé enfaixado, tirou ele de cima das minhas pernas e o colocou cuidadosamente no chão.

-Tem certeza que consegue andar?

-Claro que sim!

Eu me levantei e a ajudei a se levantar colocando minhas mãos em sua cintura e a erguendo-a devagar. Ela estava equilibrada só por um pé e logo que colocou o outro, que estava machucado, no chão escorregou novamente como tinha feito antes. Eu a segurei pela cintura e ela colocou a mão direita em volta do meu pescoço. Eu olhei seus olhos a trouxe para mais perto de mim e a beijei.

-Percy! –Ela gritou e me empurrou

-Ah, fala sério! Será que nem assim você deixa de reclamar?

-Eu? Ma-mas eu não falei nada. Argh, não sei oque eu ainda vejo e você.

-Como é que é? Eu te aj...

-Cala a boca! Não fala comigo!

Ela saiu mancando com raiva e estava quase sumindo entre os pinheiros quando eu ouvi seu grito. Corri e a encontrei chorando caída no chão com a perna direita dobrada e a esquerda esticada. Eu me agachei ao seu lado e disse:

-Annie desculpa, eu não queria que você ficasse assim.

-Sai daqui! Que droga, vai embora!

Ela continuava a chorar e a soluçar com as mãos no rosto sem parar. Eu peguei suas mãos e olhei nos seus olhos vermelhos.

-Olhe, vou dar um jeito de irmos embora logo daqui e eu não vou deixar que mais nada aconteça com você, eu prometo.

Ela continuava a soluçar e choramingava olhando nos meus olhos. Eu a beijei de novo e dessa vez ela não reclamou só me abraçou.

-Vamos dar um jeito de ir embora

-Não vejo a hora

Eu a levantei e fomos em direção à praia, ela colocando seu braço em volta do meu pescoço e eu a segurando com meu braço em volta de sua cintura.

Notas finais
OBS: NESTE CAPÍTULO, PERCY E ANNABETH NÃO SÃO NAMORADOS

Pessoal, gostaram do primeiro capítulo?
Se você acompanhou minha primeira história "Shipp Percabeth", comente ai embaixo, se não, vai lá da uma olhada :D

Aguardem os próximos capítulos, beijos

OBS: NESTE CAPÍTULO, PERCY E ANNABETH NÃO SÃO NAMORADOS