Aurores Academy
14 Capítulo 14 – Falando de mim e ouvindo sobre ele.
Notas iniciais
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Boa leitura!
Capítulo 14 – Falando de mim e ouvindo sobre ele.
Contei a ele tudo, exatamente tudo. Da morte dos meus pais, do dia que conheci meus amigos. Das aventuras que passamos em Hogwarts, e nos perigos que enfrentamos fora. Sobre o que havia acontecido entre mim e Draco e sobre ele ter me usado para despistar meus amigos e a atenção de todos para o que ele estava fazendo, ele queria arrumar um jeito de fazer com que os Comensais da Morte invadissem o castelo e conseguiu. A minha ingenuidade causou a morte de um dos maiores e mais admirado bruxo da história, Alvo Dumbledore.
Contei um pouco sobre a história de Harry, sobre ele ser o Menino-Que-Sobreviveu e sobre a saga que sua vida se tornou até que Voldemort estivesse destruído e o mundo bruxo finalmente em paz. Falei sobre as nossas buscas incansáveis pelas Horcruxes. Contei tudo sobre a minha vida, nos mínimos detalhes, ele merecia saber quem eu era e tinha a opção de se afastar, mas ele não parecia querer se afastar, ele parecia absorver tudo o que eu dizia com extrema atenção.
Falei sobre eu e meus amigos entrarmos para a Aurores Academy e sobre termos sido selecionados para desvendar o que acontecia aqui em Forks e sobre estarmos falhando miseravelmente até aquele momento. Quando terminei de contar ele mantinha uma expressão passiva no rosto, mas esperei que ele absorvesse tudo o que eu havia acabado de lhe contar, horas haviam se passado desde que eu o vira lutando com aquele leão, alguns minutos a mais não em matariam.
-Então... –ele começou. –Você quer ser uma caçadora de bruxos das trevas? –ele perguntou.
-Sim. –eu disse simplesmente.
-Isso não é meio arriscado? –ele perguntou e eu ri alto.
-Isso é o mais emocionante de tudo. –eu disse. –Mas você não deveria falar isso para a garota que já matou um lobisomem. –eu disse com a expressão e a voz meio sombrias agora.
-Como? –ele estava assustado, eu fechei meus punhos e olhos com força, senti seu toque gelado em minha mão e enrosquei meus dedos nos seus, eu senti tanto medo de nunca mais sentir seu toque!
-O lobisomem que matou meus pais. –eu falei com amargura. –Lobo Fenrir Grayback. –eu falei o nome cheia de repulsa. –Entre os meus amigos eu fui à única que já usou uma maldição imperdoável para matar alguém, às vezes eu me sinto suja por isso. –eu revelei meu maior trauma.
-Ele matou seus pais Bella. –Edward falou com a voz carregada de doçura. –Eu teria feito o mesmo pelos meus pais.
-Me fale sobre você. –eu pedi e agora foi a sua vez de suspirar alto.
Edward era um vampiro com mais de 100 anos, preso eternamente em sua aparência de um jovem de 17 anos. Seus pais e familiares haviam morrido com a gripe espanhola –ta explicado porque ele sabia tanto sobre a gripe espanhola, na aula de história- e Carlisle o salvou da morte. E desde então ele e seu criador viviam juntos, com o tempo vários adendos entraram para a família. Os Cullen não eram do tipo clássico de vampiros, que se alimentavam de sangue humano, eles se alimentavam somente de sangue de animais, por isso os olhos dourados.
Eu não sabia muito sobre vampiros, só sabia que eles não podiam sair na luz do dia e que eram criaturas noturnas. Quando questionei Edward sobre isso ele me explicou que se os seus saíssem no sol entre humanos, logo saberiam que eles eram diferentes e eu soube o porquê, pois no exato momento uma nuvem se abria acima de nós mandando raios de sol em nossas peles. , sobre a gripe espanhola, na aula de histm extrema antençnça.
ue eu fosse junto e Hermione os xi A minha continuava normal, mas a de Edward brilhava intensamente como se inúmeros pedacinhos de diamante tivessem sido incrustados em sua pele perfeita, eu tive que tocá-lo para saber se aquilo era real ou coisa de minha imaginação absurda.
-Tem mais uma coisa que eu preciso lhe contar Bella. –Edward disse com a voz cautelosa.
-E o que é? –perguntei e ele suspirou mais ma vez.
-Nós vampiros temos uma forma inusitada de reconhecer nossos parceiros... Pelo cheiro. –ele me olhou de esguelha. –Carlisle sentiu o cheiro de Esme e soube que era ela. Rose sentiu o de Emmett e desde então estão juntos. Alice e Jasper eu não sei explicar muito bem, pois eles não vivem desde sempre conosco, mas pelo que me contaram Alice já o esperava em algum bar pelo mundo e ambos sentiram o cheiro um do outro ao mesmo tempo e souberam que estariam juntos para sempre.
-O que você quer dizer com isso? –perguntei.
-Que eu reconheci em você a minha companheira. –ele disse calmo e eu o olhei de olhos arregalados.
-Quer dizer que... Que... Você só esta comigo porque eu sou sua companheira, e porque você não teve escolha? –eu disse magoada.
-Não, não seja absurda! –disse ele com a voz cheia de medo. –Eu me interessei por você desde o momento que a vi pela primeira vez no refeitório lembra? –eu afirmei. –Você é tão linda, tão única que me vi preso em você desde o momento que te vi, mesmo que você não fosse destinada a mim, eu te convidaria para sair e te amaria com a mesma intensidade. –ele foi tão sincero com suas palavras que não teve como não acreditar.
-Eu também te amo. –falei emocionada. –Hmmmm... –resmunguei pensativa.
-O que foi? –Edward perguntou.
-Eu estava pensando...
-Pensando?...
-Sabe eu estava pensando que eu gostaria de ler a sua mente. –eu falei.
-Você lê mentes? –ele me perguntou chocado.
-Não como você. –expliquei. –Existe um feitiço que alguns bruxos são capazes de realizar, exige muito esforço, e felizmente eu sou ótima com esse feitiço. –eu disse meio convencida. –Esse feitiço se chama Legilimens, e bom eu posso ver tudo o que se passou em sua mente, ou então eu posso simplesmente focar no que você esta pensando no momento, posso ae implantar pensamentos em sua mente se eu quiser. –falei.
-Então... Você quer ler minha mente? –ele perguntou.
-Sim. –eu disse empolgada.
-Não é justo!
-Por quê?
-Porque tudo o que eu mais quero é ler sua mente e não consigo!
-Oh tudo bem então... Não precisa é só curiosidade minha e... –fui calada por um beijo seu.
-Eu não disse que não, só que não é justo.
-Serio? –eu disse animada e ele acentiu. –Ok então pense no dia que me conheceu até o dia de hoje, mas em uma versão resumida. –ele sorriu largo e afirmou. –Legilimens... –apontei a varinha para ele e então minha mente foi preenchida por imagens...
Notas finais
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bjus da LEH ^^
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