– Annnw que fofo, ele dorme de boca aberta. — Digo olhando o J- Hope babando no travesseiro. — Seria uma pena se alguém o acorda- se, não é? Ainda mais com um... Banho! — Digo jogando um balde de água com muuito gelo na cara dele.
– Aaaahhhhh! — Ele acorda com um berro, pula da cama e se sacode desesperado. Eu caio no chão de tanto rir.
Ele ainda continua se sacudindo tirando as pedras de gelo da sua blusa, e eu estou me morrendo no chão.
– Eu disse que ia ter volta, otário! — Digo levantando limpando as lágrimas dos olhos. Até chorei.
– S-sua... S-sua...- Tenta falar. Dá para ouvir daqui os seus dentes batendo.
– Que foi? Está f-friozinho aí? — Digo caindo na gargalhada de novo.
– E-eu v-vou te pegaar! — Meto carreira do quarto e ele vem como um furacão atrás de mim. Ele tenta me agarrar, mas eu desvio. Quando eu fui ver estávamos correndo no saguão. Imagine a cara das pessoas em ver um coreano sanguinário todo encharcado, correndo atrás de uma garota que rir como uma doida, normal. Corro para dentro do quarto de novo e pulo na cama.
– Calma, amigo, amigo. — Ele está espumando pela boca, parece até um Pitbull com raiva. — Vamos conversar.
– Vou conversar com a minha mão na tua cara! — Faço cara de ofendida.
– Você bateria em uma garota? Que covardia!
– Tem razão... É melhor torturar. — Ele me derruba na cama e começa a fazer cosquinha em mim sem parar.
– Para... Para, para! Eu não... Ahhh! — Digo rindo descontroladamente.
– Isso é para você aprender a não brincar com o sono de um homem.
– Que tipo de homem dança Sugar Free de cueca na frente do espelho? — Digo quando ele dá uma pausa nas cosquinhas. Ele me olha surpreso. Ops, falei demais.
– Como você sabe disso?
– Sabia que você... Não tranca a porta? Então, um dia eu fui inocentemente ao banheiro e você estava lá com fones de ouvido, rebolando e cantando na frente do espelho... queria poder desver essa cena... Foi ridícula. Ah, e você deveria pegar mais um solzinho nas partes traseiras, está mais branco que o Suga — Digo caindo na gargalhada de novo. Ele me olha boquiaberto.
– Sua... — Ele pega o travesseiro e dá na minha cara. — É melhor ninguém saber disso! — Pego outro.
– Eu não contaria para ninguém. — E assim começamos um grande briga de travesseiros.

✴...ஜ 웃 ஜ...✴

Às três e meia em ponto, o Tinho já está me esperando na frente do hotel.
Ele é o primo da Jheny, mas é como um irmão para mim. A gente vive zuando um com o outro.
– Nossa senhora, ganhou na loteria ou deu o golpe da barriga? — Diz encostado no carro olhando maravilhado para o grande hotel.
Dou um tapão na cabeça dele.
– Você só fala besteira, seu mané! — Digo fingindo estar brava.
– É tudo que eu sei fazer. — Diz dando de ombros sorrindo. — Vem cá, minha nervodinha. — Diz me abrindo os braços. Faço bico, mas logo sorrio também e o abraço.
– É impressão minha ou você está mais baixa desde a ultima vez que te vi? — Diz colocando a mão na minha cabeça ainda me abraçando. Me afasto.
– Não sei, talvez... É impressão minha ou você está ainda mais gay com esse brinquinho pendurando na orelha? — Ele segura o brinco e faz cara feia.
– Tá na moda!
– Na moda de quem? Dos gays?
– Entra logo nesse carro antes que eu te deixe aqui. — Diz entrando no carro com a cara emburrada.
– Eita, o Tinho ficou revoltado. — Entro e olho para ele que ainda está de cara feia.
– Ah Tinho, não faz assim eu estava brincando, você é o homem mais másculo que conheço. — Ele vira a cara. Chego mais perto dele. — Tinho, por favor, não fique bravo comigo, em? — Dou um beijo em sua bochecha. Ele olha para mim revira os olhos, mas logo sorri.
– Tá bom eu te perdoou, mas só por que eu te amo sua chata.
– Também te amo estressadinho, agora vamos.

Notas finais
Oii, lindaas comentem e favorite se gostaram. Cap curtinho eu sei, mas depois eu recompenso :3 Bjjs minhas divas