Atraídos Pela Máfia

22 Capítulo 22 - Desfecho e Reencontro.


Notas iniciais
Oii chuchuzinhas...

Havia prometido o cap para segunda passada porém houve o desencontro entre eu e a Vickie, então aqui está o cap.

Vejo vocês lá embaixo.

Boa Leitura!!!

Bella POV



Eu conseguia escutar ruídos vindos do quarto, os sons dos meus batimentos cardíacos eram constantes, o cheiro de hospital invadia minhas narinas, e quando finalmente consegui abri os olhos a claridade fez com que eles doessem e logo eu os fechassem novamente, com paciência voltei a abri-los e quando eles se acostumaram com a claridade pode ter a certeza que estava em um hospital e como um fleche todas as imagens do a cena do galpão voltaram para a minha mente.



O quarto era espaçoso, havia alguns sofás e poltronas além da minha cama. Com dificuldades eu consegui me sentar e aperta o botãozinho que chamava a enfermeira.



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– Oh! – disse supressa. – Querida que bom que você acordou, vou chamar o médico e sua tia. – ela disse e saiu antes que eu pudesse falar alguma coisa.



Alguns minutos depois a porta se abre e um pedaço de homem passa por ela. Seu eu não tivesse o meu pedaço do céu com certeza investiria nesse pedacinho dele. E que pedacinho.



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– Olá Isabella. – ele diz e sorri lindamente. – E bom finalmente vê-la acordada. – volta a falar e sua última sentença me pega de surpresa. Como assim era bom me ver acordada? A quanto tempo eu fiquei fora do ar? Minha nossa agora não era a melhor hora para mim entra em pânico ou era?

– A quan.. quanto tempo estou aqui? – pergunto com dificuldades para falar, só agora percebi como me garganta estava seca e bastante dolorida.

– Não se esforce querida. – ele diz e se afasta voltando logo em seguida com um com água na mão. – Beba devagar. — me oferece o copo que eu logo aceito.

– Obrigada Dr? – digo lhe entregando o copo.

– Marck Slon. – ele diz e sorri. – Mais pode me chamar de Mark. – dá uma piscadela.

– Então obrigado Marck. Agora você pode me dizer a quanto tempo estou aqui? – pergunto curiosa.

– 11 dias. — diz ele e eu o encaro supressa. – Você entrou em coma logo após a cirurgia. – explica ele. – Agora vamos para de papo e deixe-me lhe examinar antes que seus familiares apareçam. – ele diz e eu assinto.



Logo ele começa a fazer várias perguntas e deu início ao bendito exame. Quase meia hora depois ele finalmente conclui tudo. E eu rezava para que estivesse tudo bem comigo.



– Você estar perfeita. – diz ele satisfeito. – Sua saúde estar ótimo e isso é realmente surpreendente, você agora terá que descansar e começar a fisioterapia no seu ombro. – ele diz e eu sorriu aliviada.

– Então posso ir embora? – pergunto animada. Hospital nunca foi minha praia.

– Ainda não querida. – responde. – Vou pedir alguns exames extras para ter certeza que você está bem então a libero.

– Quantos dias? – pergunto aflita, não conseguiria ficar muito tempo nesse hospital já que eu o odeio hospitais e quando digo odeio e um odeio mesmo.

– Um no máximo. – fala e sorri. – Agora deixe-me ir, vou mandar sua tia entra antes que ela derrube a porta. – ele diz e eu sorrio. Sim tia Esme seria capaz disso mesmo.



Assim que ele abre a porta para sair a tia Esme corre para dentro do quarto e me envolve em seus braços em um abraço um pouco desengonçado e bem apertado.



– Meu amor que bom vê-la acordada. – sussurra em meu ouvidos. – Fiquei com tanto medo de perde-la querida. — diz chorando.

– Eu estou bem agora tia, não chora. – digo e ela se separa de mim para me olha nos olhos.

– Bella você quase nos matou de susto menina. – diz seria e eu sabia que viria bronca pela frente. – Onde você estava com a cabeça menina? Anjo vingador Bella, como foi que você se meteu nisso?

– Tia não briga comigo. – digo fazendo bico.

– Não me olhe assim menina. – diz ela.

– Não briga. – repito e ela sorri.

– Não vou brigar mais depois conversamos. – ela diz e eu assinto.

– Tia e o Edward? Ele está bem não está? Porque ele ainda não veio me ver? – pergunto finalmente liberando a preocupação que apertava meu coração. Ele estava bem não estava? Eu o havia o salvado não havia?

– Ele está bem querida, não fique agitada está bem? – fala. Mas como eu não ficaria agitada se o meu marido não estava aqui.

– Onde ele está tia? – pergunto.

– Ele está lá fora. – responde e eu junto minhas sobrancelhas em confusão. Porque lá fora?

– Lá fora? Porque não veio me ver? – pergunto. Algo estava muito errado nessa história.

– Querida. – diz meio hesitante e isso me apavora.

– Ele está bem não está? A senhora disse que e ele estava bem. – digo agitada.

– Calma meu anjo. – diz. – O Edward está ótimo.

– E porque não veio me ver? – pergunto e ela suspira cansada.

– Minha menina entenda o Edward está chateado com tudo que aconteceu, ele ainda não conseguiu digeri os fatos, ele precisa de um tempo. – ela disse e eu finalmente entendi.

– Ele não que me ver. – falo já sentindo as lagrimas rolarem pelo meu rosto. Eu sabia que ele ficaria chateado mas ao ponto de não querer me ver.

– Minha menina não chora. – ela diz tentando me acalmar.

– Tudo bem tia eu entendo. – digo chorando e me virando de lado na cama.



A verdade é que eu não entendia porra nenhuma, eu queria tanto vê-lo, sentir seus braços e seus lábios mais aparentemente ele estava muito ocupado se corroendo de raiva de mim para percebe que nesse momento eu gostaria de tê-lo ao meu lado. Não sei por quando tempo chorei com a tia Esme ao meu lado, de tanto chorar acabei pegando no sono.



(...)



Um dia que nada, já se passavam três dias que eu havia acordado e ainda continuava nesse maldito hospital, graças a um esforço da tia Esme o doutor Slon resolveu finamente assinar minha alta.



Nesses três dias todos vieram me ver, me desejaram melhoras e me trouxeram presente. O Anthony estava completamente arrependido de ter me mandado para aquela missão, eu podia ver em seu rosto o tamanho de sua chateação e frustração. Todos vieram me ver menos ele, nenhum telefone, nenhum bilhete, absolutamente nada. Isso me machucava me feria, me deixa com o coração sangrando tamanha era minha dor.



– Finalmente vou embora. – falo animada enquanto a Rose e a Alice me ajudam a trocar de roupa já que eu ainda estava com o ombro imobilizado.

– Você está é animada hein Bella. – diz a Rose e eu concordo. Eu estava animada sim, finalmente poderia vê-lo. Ao menos podia vê-lo.

– Muito animada. – digo sorrindo. -Finalmente vou poder ver o Edward. – confesso e nesse momento as duas trocam um olhar que me deixam em alerta. Alguma merda estava acontecendo.

– O que aconteceu? O que vocês sabem me falem. – exijo.

– Bella. – Alice começa.

– Me falem logo porra. – grito.

– Se acalme ok. – diz Rose. – Você não irá encontra o Edward Bella. – diz Rose com um suspiro.

– Porque não? – pergunto.

– Ele viajou hoje pela manhã Bella. – a Alice conclui e eu sinto como se um adaga fosse cravada em meu peito, ele não queria mesmo me ver tanto que viajou para evitar minha presença.

– Ah. – digo e dou um meio sorriso. – Tudo bem, vamos? – pergunto.

– Você está bem? – a Rose pergunta.

– Porque não estaria? Estou ótima, finalmente vou deixar esse hospital sem cor e sem vida.. – digo. Na verdade eu estava péssima mas elas não precisavam a saber disso.

– Certeza? — pergunta Alice.

– Sim, agora vamos acabar o papo que eu não aguento mais esse quarto sem vida. – digo e elas sorriem esquecendo aparentemente o assunto.



Quando chegamos a fazenda a festa foi enorme, todos estavam ali para me recepcionar mas faltava algo, eu não me sentia em casa não sem ele ali. Algumas horas depois da minha chegada eu subi para nosso quarto, o cheiro dele invadiu minhas narinas, tudo naquele quarto era tão ele, tão nós dois juntos.


Os dias se passavam como um rio que corre sem problemas, o Edward não mandava notícias e isso me dava a certeza de que ele estava mesmo me ignorando. Eu queria tanto estar em seus braços e ouvi-lo dizer que me ama, mais esse meu querer esse meu desejo parecia algo tão distante.



Decidida a sair desse torpor, dessa tristeza sem fim, comecei a agir. Se o Edward queria ter um tempo eu o daria a ele por mais que isso me doesse, e quando ele estivesse pronto para voltar, pronto para me perdoar eu o receberia de braços abertos com todo o meu amor que sempre foi e sempre será destinado a ele. Eu poderia estar ferida por dentro e por fora mas nunca viraria as costas para ele.



– Anthony, posso falar com você? – falo entrando no seu escritório.

– Claro querida, aconteceu alguma coisa? – pergunta. Desde do lamentável incidente todos estavam cheios de mimos pra cima de mim, o pior deles eram o Anthony eu podia ver em seus olhos como ele se arrependia de tudo o que houve, pior eu podia ver como ele se culpava. Ninguém entendia que foi um acidente uma fatalidade e que poderia ter acontecido com qualquer um.

– Não, na verdade eu gostaria de um favor. – digo e ele ergue a sobrancelha.

– Que favor seria esse? – pergunta visivelmente curioso.

– Eu queria saber se posso pegar o jatinho emprestado, gostaria de ir para minha casa em Cancun. – digo e ele sorri.

– Claro que pode pega-lo querida, pra quando você deseja?

– Amanhã pela manhã? – digo mas minha afirmativa sai como pergunta.

– Assim será. – ele diz e eu sorriu.

– Obrigada Anthony. – digo e subo as pressas para o meu quarto para arrumar minha mala, não levaria muitas coisas já que deixei algumas roupas lá quando voltamos da nossa lua de mel.



Acordei animada e renovada, logo estaria em um lugar calmo e sem ninguém me perguntando a cada dez segundos se eu estou bem. Me despedir do resto da família e explicar que eu precisava desse tempo sozinho não foi fácil mas eles não tinham como me impedir e logo entenderam que eu precisava ir, precisava me sentir viva de novo, não totalmente viva já que parte de mim estava adormecida sem meu Edward.



Ao chegar em Cancun uma onda de tranquilidade me invadiu. A casa estava em perfeita ordem, os caseiros tomavam conta direitinho.



Os dias foram se passando lentamente, todos os dias alguém da fazenda ligava para ter notícias e implorar que eu voltasse, mas eu sempre negava e dizia que precisava desse tempo pra mim.



Em uma caminhada eu cabei levando chuva e agora meu corpo mostrava sinais dessa loucura, me sentia dolorida e resolvi me deitar mais cedo, em um certo momento da madrugada escutei um barulho e meu corpo entrou em alerta.



Com certa dificuldade me levantei e peguei a arma que ficava na cabeceira da cama, desci com cuidado para não fazer barulho e chamar atenção de quem é que estivesse lá em baixo. Quando cheguei no ultimo degrau da escada percebi uma sombra próxima a lareira, me aproximei do interruptor e acendi a luz mas não sem antes segurar a armar.



– Parado ai! – grito e a pessoa se virou em minha direção, seu olhar era indignado que quando ele falou sua voz saiu furiosa.

– Abaixa essa merda Isabella. – sua voz saiu firme e eu estremeci, quando me dei conta que ainda segurava a arma a baixai. – Merda! – exclamou e caminhou em minha direção. – Odeio você segurando essas merdas baby. – ele diz e tira a arma que ainda estava em minha mão jogando em um canto qualquer da sala. Eu continuo parada estática o olhando, sua mão acaricia meu rosto e seus olhos se arregalam. Então de repente sua mão está em minha testa e em sua face a preocupação está estampada. – Merda Bella, você está ardendo em febre. – ele diz e me puxa escada acima, chegamos ao quarto e ele entra no banheiro antes de voltar e me ajudar a me despir. – Vem Bella. – com estremo cuidado ele me levar apara o banheira e me coloca dentro da banheiro, água está gelada.

– Está fria. – eu choramingo.

– Eu sei amor, mas é preciso. – ele diz e eu me deixo levar pelas suas palavras. Ele me chamou de amor? Tinha me perdoado.

– Fri..oo. — digo e ele faz uma careta me ajudando a sair da banheira, ele me seca e me vesti.

– Deita aqui Bella. — diz e me ajuda a me acomodar. – Vou buscar um remédio pra você.



Vejo ele se afastar e tento manter meus olhos abertos, mas meu corpo está cansado, meus olhos pesam e eu tremo de frio. Não aguento esperar e deixo a escuridão me tomar.

Acordo assustada e me levanto da cama no pulo, olho ao redor a procurar do Edward, mas não encontro.



– Deve ter sido um sonho. – murmuro pra mim mesmo e vou para o banheiro, no espelho vejo que não estou com a mesma roupa que fui dormi. Será que ele estava aqui afinal? Escovo os dente e lavo o rosto quando saiu do banheiro a porta do quarto se abre, ele me olha e respira aliviado.

– Como você está? – ele me pergunta, mas eu permaneço calada o observando. Como não falei nada ele deixou a bandeja na cama e se aproximou de mim tocando meu rosto. – Baby você está me assuntado, amor fala comigo. – ele pede e eu saio do transe, ele estava mesmo ali.

– Edward. – digo e me jogo em seus braços. Ele me aperta junto dele e eu deixo as lagrimas lavarem meu rosto e minha alma, ele estava ali ele me queria afinal.



EDWARD POV



A Bella finalmente tinha acordado e eu finalmente me permiti respira aliviado. Apesar de querer corre para vê-la eu ainda estava muito magoado e para evitar uma discursão entre nós decidi que o melhor seria me manter afastado pelo menos por enquanto.



Claro que essa decisão não agradou todo mundo, a Esme quase me bate dizendo que eu não podia abandonar a filha dela logo agora que ela mais precisava, meus pais me deram um maior sermão, como se seu Anthony não fosse responsável por tudo que estava acontecendo.



No entanto eu me mantive impassível, o melhor agora era não vê-la. Mesmo assim isso não significava que eu deixaria ela só, me mantive no hospital por tudo o tempo que ela esteve internada, cheguei a entra em seu quarto algumas vezes só para observá-la dormi.



Com o passar dos dias ela recebeu alta e eu ainda não me sentia pronto para encara-la, a magoa pela mentira e falta de confiança dela em mim e a culpa por ela está onde estava me assolavam e mais uma vez me afastei.



Cai de cabeça no trabalho e viajei para resolver alguns assuntos, todos os dias eu ligava para obter notícias dela e foi com surpresa que em uma dessas ligações descobri que minha Bella tinha viajado para Cancun. Quem me deu a noticia foi a Alice não sem antes me dá um belo sermão.



O aniversário dela estava chegando e eu não adiaria mais nosso encontro, iria para Cancun e a encontraria, a mulher da minha vida, o mais importante faria o possível para não perde a cabeça com ela e esse encontro acabar de maneira desastrosa.



Com a passagem de avião na mão embarquei para reencontra a minha felicidade, o voo foi tranquilo e como previsto consegui chegar no dia do seu aniversário. O caminho até a casa foi tranquilo, ainda era madrugada quando cheguei. Com cuidado entrei tentando não fazer muito barulho para não chamar atenção.



Já estava dentro de casa quando a luz acendi e sua voz soa a pela casa.



– Parado ai! – ela gritou e ao me virar dou de cara com a maluca apontando uma arma em minha direção. Com um esforço sobre humano tentei em vão controlar minha raiva.

– Abaixa essa merda Isabella. – falei e senti ela estremece. Ela abaixou aquela bosta mas não a largou. – Merda! – falei indo em sua direção. – Odeio você segurando essas merdas baby. – digo tirando a arma de sua mão e jogando-a em algum lugar. Ao olhara percebo-a mais pálida que o normal. Levo minha mão ao seu rosto e estremeço ao percebe como ela está quente. – Merda Bella, você está ardendo em febre. – digo e a levou para o quarto deixando-a lá enquanto coloco a banheira para encher. Que merda essa mulher estava fazendo pra estar com tanta febre? Essa pergunta ronda minha cabeça. Volto para o quarto e a dispo. – Vem Bella. – a ajudo a entra na banheira.

– Está fria. – ela choraminga e eu sinto meu coração aperta.

– Eu sei amor, mas é preciso. – digo.

– Fri..oo. — ela diz depois de um tempo e eu ajudo ela a sair da banheira. A levo pro quarto e ajudo-a a se vestir.

– Deita aqui Bella. — ajudo-a a deitar na cama. – Vou buscar um remédio pra você.



Com essas palavras deixo o quarto. Vou até a minha mala e procuro algum analgésico, assim que encontro volto ao quarto e a encontro dormi. Com um suspiro frustrado coloco o remédio sobre a bancada e me sento ao seu lado alisando seus cabelos.



– Baby o que você fez? – pergunto e ela tremi. Me levando e coloco mais cobertas sobre ela.



Me deito ao seu lado e acabo adormecendo, quando acordo o dia esta amanhecendo e eu me levanto para prepara algo pra a minha menina mulher comer.



Com uma bela bandeja em mãos subo para o quarto onde a minha princesa descansa. Ao abri a porta encaro a cama vazia mas minha surpresa logo som e quando a vejo saindo do banheiro.



– Como você está? – pergunto mas ela não me responde continua estática. Largo a bandeja na cama e me aproximo dela. – Baby você está me assuntado, amor fala comigo. – digo.

– Edward. – ela diz e se joga em meu braços, posso sentir suas lagrimas molhando meu peito nú.

Notas finais
Oii chuchuzinhas...

Acabei de chegar do hospital e vi o e-mail da Vickie, corri pra postar o cap.

Bom primeiro muito obrigada as vocês lindas que deixaram reviews, isso é muito importante e significar muito pra mim.

Também quero desejar boas vindas as 14 novas leitoras, espero ver suas reviews por aqui!!

Infelizmente esse feriadão não foi nada bom pra mim, estou com a bendita da virose, meu corpo todo dói. Tinha planejado escrever pelo menos dois capítulos da fic nesse meu tempo livre mas acabou que não consegui escrever nada :/

Tô mandando o próximo capitulo agora para a Vickie mas não sei quando ela vai me mandar e quando eu postarei, confesso a vocês que já estava desanimada e essa virose me deixou mais ainda :/

Como já tenho até o cap 24 escrito vocês não vão ficar sem capítulos por enquanto e assim que minha saúde se reestabelecer prometo tentar voltar com tudo.

Bom é isso.

Espero que tenham gostado e espero as reviews e quem saber algumas recomendações.

Até breve.

xoxo