Até Que A Morte Nos Separe
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Bom, eu realmente não sei o que fazer, nem como agir. Só sei de uma coisa, ninguém vai me impedir de ver minha amiga, minha melhor amiga.
Bom, meu nome é Isabella Swan, tenho quase 18 anos e moro em NY. Bom, agora, porque antes eu morava no interior. Vim para cá tentar a sorte forçada. Meus pais morreram assassinados em um assalto em frente a um hospital há 2 anos, e desde então, eu tento sobreviver. Não tenho família e nem amigos próximos que possam cuidar de mim, então me viro como posso. Moro nos fundos de uma lanchonete, onde eu trabalho, na parte mais feia da cidade, mas com o que eu ganho, não posso reclamar.
Comecei a trabalhar por acaso nesse lugar. Parei pra comer algo com o pouco dinheiro que eu tinha. Sem casa para morar, sem dinheiro e sem perspectiva de vida, a dona do lugar que se chama Emily, ouviu a minha estória e me ofereceu um lugar e trabalho. Não era grande coisa, mas dava pra sobreviver.
Foi num dia chuvoso e movimentado que eu a conheci, Alice, uma verdadeira fada. Tão doce e doidinha. Era movida a bateria porque nunca vi ninguém com tanta disposição pra vida. O carro dela quebrou em frente ao meu trabalho e ela sem opção, desceu pra esperar o guincho. Coitada, ela nunca tinha ido a um lugar daquele, não para o padrão de vida dela, que é muito alto, então eu muito solicita lhe ofereci algo para beber. E daí em diante nos tornamos amigas. Simples assim. Sem barra forçada, sem nada. Foi por causa dela que eu consegui estudar em uma das melhores faculdades de NY. Eu curso administração e ela moda. Bem a cara dela.
Tudo seria mais simples se a família dela não implicasse nossa amizade. Segundo eles, uma garota como ela, não deveria se misturar com a ralé. Leia-se eu. Mas eu não me importei, e nem ela. Até minha vaga na faculdade eles tentaram tirar de mim, mas Alice bateu firme o pé e eles desistiram.
Eles diziam que eu não prestava, que eu estava de olho na condição financeira deles, o que era uma grande mentira, já que eu nunca aceitei nada dela. Nenhum grampo se quer. Mas em fim, a vida da volta.
Há uma semana eu recebi a noticia de que Alice estava doente. Leucemia. Meu mundo desabou. Simplesmente porque ela era a única pessoa que nutria por mim algo verdadeiro. Algo próximo do que os meus pais sentiam por mim. E eu não ia deixa de vê-la só por capricho de seus familiares. Não ia mesmo. E é por isso que eu estou indo nesse exato momento em direção ao seu quarto.
No meu campo de visão está nada mais nada menos que seu irmão mais velho, Emmet, parece mais um armário de tão grande, sua cunhada super loira e metida, Rosalie, namorada de Emmet, sua mãe, Esme, e o ser mais insuportável da face da terra, seu irmão do meio, Edward. Ele era o cão em forma de gente. O que tinha de lindo, tinha de antipático e arrogante.
Como sempre, eles me olharam de cima a baixo, como se eu estivesse suja, mas não me importei, já estou acostumada a ser rejeitada por todos, três a mais, três a menos não vai fazer diferença.
– O que você veio fazer aqui garota? – Seu irmão menos chato, Emmet me perguntou.
– Vim ver Alice. E nem digam que eu não vou vê-la porque eu só saio daqui depois que eu falar come ela. – disse eu, decidida.
– Olha como você fala garota, aqui não é a favela que você vive. – Edward me disse com ar de superior.
– Não te perguntei nada estranho. Eu vou entrar e posto final.
– Chega! – disse Esme – Você só vai entrar porque Alice só quer nos ver se ver você primeiro. Mas seja breve.
– Ok.
Fui em direção ao seu quarto. Primeiro fiz minha higienização, coloquei um tipo de roupão e entrei. Queria ter me preparado mais para esse momento. Ela estava tão frágil, magra, pálida. Tão diferente da pessoa que eu conheci. Segurei o choro e marchei.
– Oi anã.
– Bella, você veio!
– Claro cabeçuda, achou que eu não vinha?
– Não. Tinha certeza de que você daria um jeito de ficar sabendo.
– Então, como é esse negocio de ficar doente e sem sangue? Dói muito?
– Bella, você não sabe de nada. Eu não estou sem sangue, só estou com ele fraco demais e só dói as agulhadas mesmo. Mas e aí, como você esta se virando sem mim?
– Ah, eu não me viro. – risos.
– Certo.
– Você vai ter que raspar a cabeça e tudo mais?
– Eu não sei. Acho que sim, mas eu não vou fazer isso não. Não quero ficar careca, eu sou linda demais pra ficar sem cabelo. Eu ralo demais pra cultivar ele. È tratado com mousse de mamão Frances. Nunca vou fazer isso.
– Ta bom, respira. Como você fala.
– Ah Bella, me deixa falar enquanto posso.
Isabella respirou fundo contendo as lagrimas.
– Você vai morrer?
– Claro que não. Só vou morrer quando eu tiver minha noite de amor com George Clooney. Sem chances de ele se livrar de mim.
– Ok. Mas como você vai se curar?
– Não sei, acho que é por meio de transplante. Alguém que seja compatível comigo me doa a medula e eu vivo feliz para sempre.
– Ata. Mas alguém já vai doar? Tem alguém compatível com você disponível no mercado?
– Bom, minha família fez o exame e ninguém é compatível comigo. Mas eu não perco a fé.
Percebi que Alice estava cansada, quase dormindo.
– Bella, promete que quando eu acordar você vai estar aqui?
– Prometo. Só vou fazer um lanche na cantina e depois eu volto.
– Ok.
Sai do quarto e não demorou dois segundos para meu pranto cair. Chorei como há muito tempo não chorava. Me acalmando me aproximei dos familiares.
– Bom, onde é que eu faço o teste pra saber se eu sou compatível com ela ou não?
Esme me olhou como se eu fosse um ser de outro planeta.
– Como assim você vai fazer o teste?
– O teste sabe, agulha, borrachinha, sangue e todas essas coisas. Então, onde é? – eu disse
– Você não vai fazer coisa nenhuma. Imagina se eu vou permitir uma coisa dessas. O sangue de uma qualquer misturado como sangue da minha família. Isso nunca.
– Não to entendendo. Qual a diferença do meu sangue para o de outra pessoa? Até vocês acharem um doador. Pode ser qualquer um. Desde o mais rico ao mais pobre. – disse indignada.
– Você pode ter doenças. Não sei de onde você veio, com quantos você transa numa noite. Não podemos arriscar a vida dela assim. – Disse Edward.
Não consegui dizer nada. Eu nunca beijei alguém na boca e ele me diz que eu durmo com muitos homens numa noite. Eu nunca pensei que ele pudesse ser tão baixo. Mas não me fiz de rogada.
– Você não tem moral pra falar comigo desse jeito. Só não te dou o que você merece em respeito a Alice e ao local que nós estamos, seu imundo. Eu odeio você. – me virei para Esme. – E você, minha digníssima senhora, existe o exame exatamente pra isso. Se eu tiver alguma doença, não que eu tenha, ela vai ser detectada e eu não dôo nada.
– Já disse que NÃO!
Que merda, a briga vai ser maior do que eu pensei.
Bom, eu realmente não sei o que fazer, nem como agir. Só sei de uma coisa, ninguém vai me impedir de ver minha amiga, minha melhor amiga.
Bom, meu nome é Isabella Swan, tenho quase 18 anos e moro em NY. Bom, agora, porque antes eu morava no interior. Vim para cá tentar a sorte forçada. Meus pais morreram assassinados em um assalto em frente a um hospital há 2 anos, e desde então, eu tento sobreviver. Não tenho família e nem amigos próximos que possam cuidar de mim, então me viro como posso. Moro nos fundos de uma lanchonete, onde eu trabalho, na parte mais feia da cidade, mas com o que eu ganho, não posso reclamar.
Comecei a trabalhar por acaso nesse lugar. Parei pra comer algo com o pouco dinheiro que eu tinha. Sem casa para morar, sem dinheiro e sem perspectiva de vida, a dona do lugar que se chama Emily, ouviu a minha estória e me ofereceu um lugar e trabalho. Não era grande coisa, mas dava pra sobreviver.
Foi num dia chuvoso e movimentado que eu a conheci, Alice, uma verdadeira fada. Tão doce e doidinha. Era movida a bateria porque nunca vi ninguém com tanta disposição pra vida. O carro dela quebrou em frente ao meu trabalho e ela sem opção, desceu pra esperar o guincho. Coitada, ela nunca tinha ido a um lugar daquele, não para o padrão de vida dela, que é muito alto, então eu muito solicita lhe ofereci algo para beber. E daí em diante nos tornamos amigas. Simples assim. Sem barra forçada, sem nada. Foi por causa dela que eu consegui estudar em uma das melhores faculdades de NY. Eu curso administração e ela moda. Bem a cara dela.
Tudo seria mais simples se a família dela não implicasse nossa amizade. Segundo eles, uma garota como ela, não deveria se misturar com a ralé. Leia-se eu. Mas eu não me importei, e nem ela. Até minha vaga na faculdade eles tentaram tirar de mim, mas Alice bateu firme o pé e eles desistiram.
Eles diziam que eu não prestava, que eu estava de olho na condição financeira deles, o que era uma grande mentira, já que eu nunca aceitei nada dela. Nenhum grampo se quer. Mas em fim, a vida da volta.
Há uma semana eu recebi a noticia de que Alice estava doente. Leucemia. Meu mundo desabou. Simplesmente porque ela era a única pessoa que nutria por mim algo verdadeiro. Algo próximo do que os meus pais sentiam por mim. E eu não ia deixa de vê-la só por capricho de seus familiares. Não ia mesmo. E é por isso que eu estou indo nesse exato momento em direção ao seu quarto.
No meu campo de visão está nada mais nada menos que seu irmão mais velho, Emmet, parece mais um armário de tão grande, sua cunhada super loira e metida, Rosalie, namorada de Emmet, sua mãe, Esme, e o ser mais insuportável da face da terra, seu irmão do meio, Edward. Ele era o cão em forma de gente. O que tinha de lindo, tinha de antipático e arrogante.
Como sempre, eles me olharam de cima a baixo, como se eu estivesse suja, mas não me importei, já estou acostumada a ser rejeitada por todos, três a mais, três a menos não vai fazer diferença.
– O que você veio fazer aqui garota? – Seu irmão menos chato, Emmet me perguntou.
– Vim ver Alice. E nem digam que eu não vou vê-la porque eu só saio daqui depois que eu falar come ela. – disse eu, decidida.
– Olha como você fala garota, aqui não é a favela que você vive. – Edward me disse com ar de superior.
– Não te perguntei nada estranho. Eu vou entrar e posto final.
– Chega! – disse Esme – Você só vai entrar porque Alice só quer nos ver se ver você primeiro. Mas seja breve.
– Ok.
Fui em direção ao seu quarto. Primeiro fiz minha higienização, coloquei um tipo de roupão e entrei. Queria ter me preparado mais para esse momento. Ela estava tão frágil, magra, pálida. Tão diferente da pessoa que eu conheci. Segurei o choro e marchei.
– Oi anã.
– Bella, você veio!
– Claro cabeçuda, achou que eu não vinha?
– Não. Tinha certeza de que você daria um jeito de ficar sabendo.
– Então, como é esse negocio de ficar doente e sem sangue? Dói muito?
– Bella, você não sabe de nada. Eu não estou sem sangue, só estou com ele fraco demais e só dói as agulhadas mesmo. Mas e aí, como você esta se virando sem mim?
– Ah, eu não me viro. – risos.
– Certo.
– Você vai ter que raspar a cabeça e tudo mais?
– Eu não sei. Acho que sim, mas eu não vou fazer isso não. Não quero ficar careca, eu sou linda demais pra ficar sem cabelo. Eu ralo demais pra cultivar ele. È tratado com mousse de mamão Frances. Nunca vou fazer isso.
– Ta bom, respira. Como você fala.
– Ah Bella, me deixa falar enquanto posso.
Isabella respirou fundo contendo as lagrimas.
– Você vai morrer?
– Claro que não. Só vou morrer quando eu tiver minha noite de amor com George Clooney. Sem chances de ele se livrar de mim.
– Ok. Mas como você vai se curar?
– Não sei, acho que é por meio de transplante. Alguém que seja compatível comigo me doa a medula e eu vivo feliz para sempre.
– Ata. Mas alguém já vai doar? Tem alguém compatível com você disponível no mercado?
– Bom, minha família fez o exame e ninguém é compatível comigo. Mas eu não perco a fé.
Percebi que Alice estava cansada, quase dormindo.
– Bella, promete que quando eu acordar você vai estar aqui?
– Prometo. Só vou fazer um lanche na cantina e depois eu volto.
– Ok.
Sai do quarto e não demorou dois segundos para meu pranto cair. Chorei como há muito tempo não chorava. Me acalmando me aproximei dos familiares.
– Bom, onde é que eu faço o teste pra saber se eu sou compatível com ela ou não?
Esme me olhou como se eu fosse um ser de outro planeta.
– Como assim você vai fazer o teste?
– O teste sabe, agulha, borrachinha, sangue e todas essas coisas. Então, onde é? – eu disse
– Você não vai fazer coisa nenhuma. Imagina se eu vou permitir uma coisa dessas. O sangue de uma qualquer misturado como sangue da minha família. Isso nunca.
– Não to entendendo. Qual a diferença do meu sangue para o de outra pessoa? Até vocês acharem um doador. Pode ser qualquer um. Desde o mais rico ao mais pobre. – disse indignada.
– Você pode ter doenças. Não sei de onde você veio, com quantos você transa numa noite. Não podemos arriscar a vida dela assim. – Disse Edward.
Não consegui dizer nada. Eu nunca beijei alguém na boca e ele me diz que eu durmo com muitos homens numa noite. Eu nunca pensei que ele pudesse ser tão baixo. Mas não me fiz de rogada.
– Você não tem moral pra falar comigo desse jeito. Só não te dou o que você merece em respeito a Alice e ao local que nós estamos, seu imundo. Eu odeio você. – me virei para Esme. – E você, minha digníssima senhora, existe o exame exatamente pra isso. Se eu tiver alguma doença, não que eu tenha, ela vai ser detectada e eu não dôo nada.
– Já disse que NÃO!
Que merda, a briga vai ser maior do que eu pensei.
Notas finais
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Bye
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