Astrid E Hiccup - Uma Aventura Pelo Mundo
2 Uma Punição Não Tão Ruim Assim
Notas iniciais
A caminho do grande salão eu e Astrid corremos contra o tempo. Banguela, foi em sua velocidade normal, e Tempestade, bem, ela tentou. Assim que entramos no salão, escuro, quente e cheio de vikings claramente mal-humorados, percebi algo incomum... Nina estava presa, com um vestido vermelho, e uma capa preta.
– Pai, é Nina?
– Sim. Ela tentou mata-los! Freia dará sua punição.
– Oque? Que punição? Ela não tentou nos matar... Pai me escuta!
– Meu filho, vai para casa. Eu como líder tenho que proteger a aldeia.
Eu me afastei do grande salão, Astrid veio atrás de mim.
– Soluço? Oque foi isso? É a Nina!
– Meu pai está querendo que Freia de sua punição.
– Mais você vai deixar?
– Não posso fazer nada.
No momento em que eu disse isso, Titania Veio Na Minha Direção.
– É ela que vai resolver. — Disse eu, acariciando Titania.
O Grande Salão, explodiu e Nina saiu confusa sem saber por onde fugir, e disse:
– Titania! Aqui amiga.
Ela pulou as escadas, escorregando pelo corrimão, e montou na Titania, e voou para a Ilha Dos Dragões.
Melequento estava na janela, e chamou seu grande dragão acenando que era um Pesadelo Monstruoso, ele não achava que Nina iria o abandonar... então montou em seu dragão, e voou atrás dela. Ela não tinha percebido que estava sendo seguida, então voou mais rápido para despistar o meu pai e os outros Vikings, quando chegou na Ilha Dos Dragões, pulou e gritou ecoando no ar.
– Freia! Sou eu Nina. A sua chave para o mundo das Trevas.
Melequento estava atrás dela, e quando ela olhou para trás ele se escondeu atrás de um arbusto. Dente De Anzol, se aproximou de Nina. Ela não demonstrou medo, e acariciou a cabeça de Dente De Anzol... Dizendo que amava Melequento, mais causou uma grande confusão em Berk, e precisava se afastar da pior maneira... se matando para não voltar para lá.
– Aqui está... o meu Oráculo. — Disse Freia, se aproximando de Nina.
– Aqui estou, não era oque você queria? Eu me rendo se... — Disse ela, olhando no fundo dos olhos de Freia, a hipnotizando. — Acha que me renderia? Eu amo o Melequento, e chego a esse ponto por amor, eu mato você e...
Uma luz surgiu sobre Nina... o feitiço tinha chegado ao fim... o feitiço que Odin fez a ela, ela começou a ficar transparente. Melequento saiu do arbusto, dizendo que ela não podia ir. Que ele sabia que ela era seu grande amor, sem ela não haveria motivos para ele viver, então ele iria com ela.
Ele se ajoelhou diante de Nina, E todos estavam chegando, vikings, e a turma, Soluço, Astrid, pularam dos dragões, e seguram Melequento.
– Oque você tá fazendo?
– Eu amo ela. Me deixa.
– Mais amor, não chega a esse ponto!
– Soluço... ele está apaixonado...
Nina, estava ficando invisível, de repente a luz sumiu... e o mundo de Melequento estava desabando, seu amor estava morrendo dentro do seu peito...
Titania, se aproximou de onde estava Melequento, o empurrando, até uma caverna de gelo. Com várias formas esculpidas, e se erguia a estatua de Nina.
– Oque faz aqui garotos? — Disse a velha, que se aproximava com raiva.
– Perdão. Freia disse, que daria a nossa punição. — Disse Astrid, de cabeça baixa.
– Oque fizeram? — Disse a velha, com uma voz vingativa.
– Eu, causei a grande confusão chegando, em Berk. E a Nina, que foi punida por Odin, pensava que tinha sido ela... — Disse Linia, se aproximando de Melequento e colocando a mão em seu ombro, e interpretou também. — Eu devia ser punida. Aceito minha punição.
– Todos irão ser punidos! — Disse a velha, com raiva se aproximando cada vez mais.
– Mais...
– Sem mais! Abra o portal para a Caverna Do Gelo!
A velha, bateu seu cajado no chão, aparecendo o portão entre aberto, ao seu lado. Pela pequena visão, pensamos que Nina estaria lá... então entramos no portal. E no meio daquela grande Caverna, tinha uma pequena mesa, com um um pergaminho, Astrid o retirou daquela mesa. Depois de abri-lo, leu em voz alta.
– Escuta ai galera. "Daqui Começa A Busca, Procure A Correnteza Que Em Osso É Transformada"
– Que em osso é transformada? — Disse Melequento, com cara de dúvida. — Caraca esses Deuses nem quiseram fazer sentido.
– Não... Em osso é transformada... Correnteza que é transformada em osso... — Disse eu, tentando adivinhar.
– Gelo. A geleira. — Disse Astrid, olhando em volta.
– Isso, gelo... Geleira!
Quando estávamos indo em direção, aos vikings congelados em combate, com alguns minutos de silêncio, todos olhavam para o chão, e o silêncio foi quebrado.
– Tem alguma coisa aqui dentro... — Disse Astrid, olhando ainda mais para o chão, se abaixando, e passando a mão no gelo.
– Acho que ele também viu... — Disse Perna-De-Peixe, se encolhendo de medo.
– Próxima pista Astrid. — Disse eu, olhando para ela e estalando meus dedos.
– Tá legal, se liga ai! "Busque Megne E Estará Sozinho, Freia no entanto lhe mostrará o caminho."
Melequento abriu, um sorriso, finalmente ele talvez conseguiria achar sua amada, Nina... Desesperado disse:
– Entendi. — Ele se abaixou, e alisou o gelo, e bateu várias vezes com seu elmo no chão, abrindo uma rachadura.
De repente um barulho acima de Melequento, Soluço o puxou rapidamente, quando um martelo enorme, iria esmaga-lo.
– Não. Não podemos quebrar o gelo. É isso que Megne quer dizer, ele é o Deus da força. — Disse eu, retirando o pergaminho das mãos de Astrid, e observando algumas gravuras que acompanhavam os enigmas.
– É isso ai, e Freia... — Disse Perna-De-Peixe, sorrindo.
– É a deusa do fogo. — Disse eu, e Perna-De-Peixe, juntos.
– É isso que devem usar. — Disse uma voz grossa, se aproximando da gente, fazendo ecoo, uma garota de capa preta, e um vestido longo, preto, e uma espada em seu cinto, montada em um dragão. E não era qualquer dragão. Era a Titania.
– Nina? Ni... — Disse Melequento, correndo até ela, e um escudo invisível, que o lançou longe batendo de cabeça na geleira.
– Ui... essa doeu... — Disse Cabeça-Dura, rindo.
– Eu ajudo vocês. Não se pode quebrar o gelo. Queimar, deve queima-lo! — Disse a garota, deixando uma das mechas azuis, esverdeadas que apenas Nina, tinha. E ela escondeu rapidamente. — I want my fire!
Ela pegou uma parte de uma chave, e entregou na mão de Soluço. A geleira começou a tremer.
– Se apressem!
– Olha... não sabemos nem como agradecer... como é seu nome? — Disse eu, me levantando, e olhando para ela.
– Que tal irem em frente? Vão achar uma caverna com fogo. — Disse a garota, montando em seu dragão, e indo para longe.
– Isso é o tesouro? — Disse Cabeça-Quente, com uma cara confusa.
– Não, não pode ser... Mais aposto que leva até ele. — Disse eu, olhando para uma parte da chave.
Cabeça-Dura, tomou a parte da chave de minhas mãos, e disse:
– Nos leve até o tesouro. — Disse ele, segurando pro alto.
– Ai... me avisa se responder. — Disse Astrid, com uma cara de cansada.
– Esse é só o primeiro pedaço.
A caverna começou a tremer, e da entrada da geleira, se avistava nossos dragões, Banguela, Batatão, Bafo, Arroto, Tempestade, Dente De Anzol, E Veneza.
– Ai, eu sou muito linda pra morrer. — Disse Linia, alisando seus cabelos.
– Quem disse? — Disse Cabeça-Dura, rindo dela.
Todos montaram em seus dragões, a geleira iria desabar. Voamos até uma rocha, grande que tinha no meio do oceano, abri novamente o pergaminho e li alto para todos.
– Escuta gente. "No Limite Do Mundo No Mar Nada Suave Na Boca Da Serpente A Outra Chave."
– Serpente? Eu odeio serpente. É tudo réptil. Né? — Disse Cabeça-Dura, montado no zíper-arrepiante, junto de Cabeça-Quente.
– Já percebeu que você está montado em um? — Disse Cabeça-Quente, o corrigindo.
– Eca... — Disse Cabeça-Dura, tirando a mão dos chifres do dragão.
– Olha ali, gente aquela nuvem se parece com uma cobra... — Disse Melequento, olhando para o céu.
– É... e daqui a pouco vai se parecer com um coelho... — Disse Astrid, também olhando para o céu.
– Aquela, pedra... vamos Banguela. — Disse eu, batendo de leve na cabeça do Banguela.
– Ei você tá maluco? Vai guiar um fúria da noite, com a envergadura de 14 metros, você vai morrer... — Disse Perna-De-Peixe, fazendo sinais com as mãos no ar.
– Então... qual é a envergadura do Batatão? — Disse eu, deixando ele sem resposta.
Voamos, até a tal pedra que parecia uma serpente, e eu me balancei, em uma corda que estava presa ao Batatão, onde com minha perna de ferro, tentava pegar a outra parte da chave. Me balancei, e desci mais com a corda, e chutei a parte da chave, conseguindo pegar.
– Nada mal, para um Soluço.
Minutos depois, já havíamos conseguido a outra parte da chave... estávamos no meio do gelo, voltando para a caverna... ainda bem que ninguém sabia que estávamos lá... mais já estava escurecendo... Se quiséssemos algo, teria que ser hoje. De repente achamos um muro... no meio da geleira...
– Soluço, oque você vai fazer com a sua parte do tesouro? — Disse Cabeça-Quente, me entre olhando.
– Eu não estou fazendo isso pelo tesouro...
– Então, eu também não, só quero salvar logo a Nina.
– Sabe que não precisa fazer isso né? Soluço... — Disse Astrid, olhando para mim.
– É porque você não diz isso lá para os deuses?
– Ei, será que é comum um muro em uma geleira? — Disse Linia, se aproximando de todos nós.
– Até que fim, bonitinha aonde estava? — Disse Cabeça-Dura, olhando para Linia.
– Hã... nada... admirando a geleira... Alias estava atrás de você! Sou invisível?
– Deve ser por aqui... quem mais faria um muro, em uma geleira? — Disse eu, olhando para Astrid. — Pode ler, Astrid.
– Para chamar atenção? — Disse Cabeça-Quente, com uma cara torta.
– "O Mundo Será Perfeito Se O Estrela Se Alinhar Fora De Sincronia O Perigo Vai Achar."
– Estrela? Eu não vou esperar até anoitecer. — Disse Melequento, impaciente...
– É mais não deve ser estrela de verdade... Tá lembrado? Da outra vez a água não era osso...
– Então oque você acha que é?
– Hã... a formas esculpidas por todos os lugares... — Disse Perna-De-Peixe, passando a mão nas pedras.
– Atenção a qualquer, coisa que se pareça com uma estrela. — Disse eu, olhando para as pedras, me aproximando.
– Achei uma. — Disse Melequento, puxando a pedra.
Gelos começaram a cair, e um ácido, iria ser entornado nele, do meio do nada, surgiu um grito, que ecoo, deixando os deuses com medo. A garota de antes, surgiu, e tirou seu capuz que cobria sua cabeça, com o cabelo bem preso, e uma trança.
– Melequento, não! — Disse Nina, correndo na direção dele, e o empurrando, o ácido caiu sobre o seu tornozelo.
– Nina? — Disse ele, com seus olhos arregalados, e assustado.
Quando já estávamos lá dentro da grande caverna, estava bem quente, Nina estava ferida. Estava acompanhada de Melequento, que a ajudava a andar.
– Obrigado, por tudo que fez por mim Melequento... — Disse Nina, olhando para ele, se aproximando cada vez mais.
– Me diz que não está acontecendo isso... — Disse eu, olhando para o casal.
– Nossa que calor... alguém mais está com calor? — Disse Melequento, se abanando e segurando Nina.
– É, eu tô fritando, igual dragão na festa de enguias. — Disse Cabeça-Dura, limpando o suo da testa.
– Gente é impressão minha ou o chão está se mexendo?
Enquanto nós falávamos a porta se fechou, trazendo a escuridão para o local, o chão parecia se mexer, com o raio, Nina estendeu sua mão, trazendo luz. E viu que era Sem Fins Do Fogo. Ela se abaixou pegando um em sua palma da mão. Ele pegou fogo, e todos a observava, ela acariciou abaixo de seu pescoço, e o colocou no chão após demonstrar a confiança, e a lealdade.
– Viu? Agora vão! — Disse ela, se levantando e estendendo suas mãos, onde o fogo se espalhava, ela entrou no circulo.
– Próximo enigma, Soluço!
– "Algo Duro, Algo Puro, Olha Primeiro Para Si, É O Lugar Seguro."
– Ótimo. Tenta ferro Nina.
– Não... Ferro não é puro. — Disse ela, olhando para uma parte da chave, que gritava "Me pega, me pega". Ela se aproximou, observando aquela peça. — Ouro.
– Tá ficando difícil respirar. — Disse Astrid, limpando o suor da testa.
– Isso que acontece, quando se é assado vivo. É melhor se decidir logo, não temos muito tempo.
Ela pegou a parte da chave, e olhou para todos nós. Soluço entrou também no circulo de fogo. — Vamos logo, isso corre o risco de desabar.
A caverna começou a tremer, e desabar, Titania estava no circulo, e voou para o outro lado da caverna. Eu cai, junto de Nina. Banguela tentou me salvar, mais acabou caindo também.
– Ah, não cadê eles? — Disse Astrid, desesperada, tentando me ver.
– Temos que sair daqui. — Disse Cabeça-Dura, puxando-a.
– Por ali, é a unica saída. — Disse Melequento, apontando para uma brecha nas pedras.
– Não, não vamos sem o Soluço. — Disse ela, puxando Perna-De-Peixe, pela mão, que havia acabado de montar em Batatão.
– Se não formos, acabaremos presos, e não terá ninguém para salvar o Soluço.
Todos montaram em seus dragões, e voaram por aquela pequena brecha.
Eu me mexi, e vi se Banguela estava bem, depois que percebi que Nina, estava com seu braço, quebrado tive que ajuda-la.
– Nina, você está bem?
– Sim, Soluço...
Sem querer imprensei, ela na parede, quase a beijando era mais forte que eu, então ela me empurrou mesmo com seu braço quebrado, e disse:
– Olha, vamos logo tentar sair daqui!
– Droga, porque fez aquele circulo de fogo? Pensou que podia ser a heroína? Nem sempre.
– Jura que você vai me julgar agora?
– Entramos nessa por sua culpa.
– Ah, fala sério, isso não está acontecendo!
– Tá, tá sim. Agora vamos tentar sair daqui.
– Tá legal... por onde tentamos?
– Olha a mesa de pedra.
Ela se aproximou, e não havia nada sobre a mesa, olhou para o chão, e viu um tipo de fechadura. E pegou a chave, encaixou todas as partes, e colocou na fechadura, e a girou.
– Sabia, que aqui teria algo.
– Como assim sabia?
– Melhor você nem saber.
A porta no canto da caverna, se ergueu, e nós entramos.
– Amigão, ilumina o caminho?
Banguela, acendeu uma das tochas que estava na mão de Nina, e eu ri... ela havia se assustado.
– Ah, meu deus.
– Calma, é só o Banguela, vai ajudar iluminar, não sabemos se é uma armadilha.
– Verdade... Olha um pergaminho! — Disse Nina, apontando para o pergaminho. Pegou, e leu. — "Esse Tesouro Passou De Pai Para Filho, E Deixo Para Você Se For Bom E Digno. Chegou Aqui De Boa Fé, De Um Soluço Para Outro Orgulhe-Se De Quem É."
– Olha, Perceu era um soluço, igual a eu, ele sabia que só nós iriamos chegar até esse lugar. Olha... ser um soluço, não é tão ruim assim...
De repente, a mesa onde estava o pergaminho, sumiu. E Outra se erguiu no mesmo lugar.
– Olha... — Disse Nina, se afastando da mesa erguida.
– Rapaz, como gostava de um pedestál esse Perceu... e pelo jeito de enigmas também. Escuta ai. "Entre Corpo E Mente A Escolha Deve Ser Feita Uma Somente Nesse Instante Olhe Para O Seu Interior, Pois Só Um Caminho Será Enriquecedor."
Duas pilastras caíram, bloqueando o caminho, e Nina, caiu.
– A Perceu, você está de brincadeira.
Apenas podia ser feita uma escolha, entre o Martelo, e a Pena.
– Banguela. — Disse Nina, correndo para o Banguela. — Ilumina o caminho.
Ela se aproximou da pena, e olhou para o martelo, mais a pena, lhe mostrava, ser confiável. Então ela pegou a pena. E o chão começou a se erguir.
Astrid, e Perna-De-Peixe, estavam tirando pedra, por pedra. Tentando me ajudar. De repente meu pai chegou, em cima de seu dragão.
Que era um Tambor Trovão.
– Porque estão retirando pedra, por pedra?
– Hã...
– Filho?
Meu pai desceu, do Tornado, e começou a tirar as pedras também dizendo:
– Vamos, é meu filho que está ai dentro.
Eles pararam na mesma hora e quando olharam para trás, era eu e Nina, montados em Banguela, com a pena na mão.
Nina, foi coberta por brilhos e folhas rosas, que saiam das árvores, ela estava ficando branca. Seus olhos ficaram verdes. Seus cabelos ficaram verdes. Uma coroa apareceu em sua cabeça. Seu vestido era branco, com brilho.
– Nina? — Disse Melequento, correndo em direção de sua amada.
– Melequento. — Disse ela, pulando de Banguela, pulando nos braços de Melequento. Que a pegou no colo, e a girou.
– Minha princesa...
– Soluço... — Disse Astrid, se aproximando de mim.
– Oi Astrid... — Disse eu, fracamente.
– Gente tenho um anunciado, a fazer! — Disse Melequento, levantando sua mão pedindo silêncio. — Nina Kourt, quer se casar comigo?
Naquela hora, todo mundo se espantou. E apenas Nina, sabia oque responder.
– Sim, sim, sim, sim. Eu aceito! — Disse ela, pulando nos braços dele.
~♥~♥~~~♥~♥~
Fale com o autor