Assim Que Vivemos
1 Mais que um prologo
Notas iniciais
Eu estava lá, sentado....... pensava como fui burro o bastante para seguir placas, como fui estupido o bastante para acreditar que existiria um santuário nesse mundo?!
Sentado naquele contêiner, junto com uma garota que aparentava ter vinte e poucos anos, cabelos longos e pretos bastante limpos para quem vivia num apocalipse, olhos verdes, o que tinha de bonita, tinha de estérica, não parava de chorar e gritar por ajuda. o que isso ajudaria naquele momento?
Esperei um tempo para ver se ela se calava, mais nada, ela continuava ali gritando e chorando, não aguentei e gritei com ela: — Porra! Não consegue ficar quieta! no que isso vai melhorar nossa situação? Ela me olhou com os olhos a regalados e abaixou a cabeça. Me senti mal por aquilo, ela só estava assustada e eu gritei com ela, aquilo também não melhoraria nada naquele momento.
Passou um tempo, ela estava lá, sentada no canto daquele contêiner abaixada, chorando baixo, aquilo só me fazia me sentir pior do que já estava. levantei do canto que estava sentado, me sentei ao seu lado e me apresentei. Ela levantou a cabeça, enxugou suas lagrimas e disse que se chamava Megan, perguntei se ela já estava ali a muito tempo, ela ainda um pouco assustada disse que estava ali a poucas horas, que chegou a Terminus achando que tudo ia ser melhor e que estava assustada por terem prendido ela ali. Tentei ser gentil disse que tudo ia ficar bem. Ela deu um sorriso ainda tímida e agradeceu por eu tentar dar uma força a ela, perguntou como eu cheguei ali, respondi a ela que estava andando seguindo pela linha do trem a caminho de atlanta, quando vi as placas sobre Terminus e decidi segui-la. continuamos conversando um pouco sobre nossas jornadas até ali, sobre ela sempre ser salva pela irmã, fato dela ter sido morta antes de chegarem a Terminus e sobre eu ter me virado esse tempo todo sozinho sem um grupo por não confiar nas pessoas.
passou-se um tempo.
Um homem negro, alto e com a cabeça raspada abriu o contêiner e mandou Megan levantar, a agarrou pelo braço e disse que a levaria para ver o gado. Megan gritou dizendo que não queria ir e me pediu ajuda, eu me levantei e disse para ele a soltar. quando ele ia me responder algo ouvimos o barulho de uma explosão, no impulso o empurrei no chão enquanto ele olhava para a fumaça, arranquei a faca que ele tinha em seu coldre e enfiei em sua cabeça. Megan me olhava assustada, eu disse a ela que era a hora de fugir, revistei o corpo do homem, peguei uma pistola e sete balas que ele tinha no bolso, também achei uma barra de cereal que estava com ele. Segurei a mão de Megan que estava parada ali em choque. Estranhamente ela parecia que nunca tinha visto um homem morrer, a olhei fixamente e disse que tínhamos que sair dali em quanto ainda havia tempo, ela concordou e correu junto comigo ao lado oposto da explosão, vimos varias pessoas correndo, mais nenhuma nós parou, chegamos perto da cerca eu fiz pezinho para ela subir a cerca e depois a pulei. Corremos pela floresta até chegarmos nos trilhos lá havia uma horda de zumbis com milhares deles. Megan pegou Na minha mão e a apertou com força, eu a olhei e disse que ficasse calma, por que agora É ASSIM QUE VIVEMOS
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