Notas iniciais
Novamente aqui estou no fim do dia, mas este é apenas o primeiro de dois caps que serão postados hoje. Não quero me demorar, então espero que gostem.

As vozes dos guardas e capatazes se aproximavam cada vez mais quando Jenny, Mabuba e Joaquim saíram do quarto e desceram as pressas pelas escadas. As poucas almas acordadas no saguão da estalagem não tinham sobriedade suficiente para perceber os três fugirem pelos fundos. Lá Mabuba se escondeu na carroça outrora cheia de abacaxis para em seguida Jenny e Joaquim jogarem feno por cima da jovem negra. Quando não havia mais partes do corpo dela expostas eles cessaram para respirar por um instante e por fim de despedirem.

— Joaquim, eu agradeço mais uma vez por sua bondade. – Ela disse após se virar e encarar os orbes castanhos de seu cúmplice.

— Não há o que agradecer. Mas, e quanto a você James?

As sobrancelhas de Joaquim eram tão expressivas que Jenny duvidava que aquele homem fosse capaz de enganar alguém, o que lhe trouxe certo conforto ao coração, pois Mabuba estaria segura, desde que nenhum guarda os inspecionasse. Com gratidão e um pouco envergonhada, Jenny abaixou os olhos e atentou-se por instantes aos seus próprios pés antes de voltar a lhe encarar.

– Acho que você merece saber que meu nome verdadeiro é Jennifer Scott Kenway e eu sinto ter mentido a você por todo esse tempo.

— Isso não tem importância agora, precisa ir embora. Precisa fugir.

A Kenway estendeu a mão e muito respeitosamente Joaquim lhe apertou em resposta, poupando aquele momento de palavras melodramáticas que ali não tinha um mínimo espaço. Afinal Jenny conheceu o homem há pouco mais de dois dias e seu coração ainda não estava apto a criar novos relacionamentos. Ela lhe assentiu e deu as costas para o bom homem que a observava partir pela última vez.

Ainda chovia forte quando Jenny escalou as paredes da construção próxima e alcançou o telhado da mesma. Do alto, a jovem podia ver os homens entrarem nos estabelecimentos e a percorrem as ruas, mas para sua satisfação não parecia haver nenhum escravo pela cidade se não Mabuba.

A Kenway saltou para o telhado seguinte e com o som de seus passos abafados pela chuva ela cruzou a cidade em relativa segurança, visto que escalar e saltar por paredes escorregadias exigiam um pouco mais de seus membros. Mas a sorte ainda estava a seu favor. Por fim a loira alcançou o porto que mantinha seu movimento mesmo com o tempo ruim. Homens carregavam caixotes dos mais variados tamanhos em uma Fragata chamada de A Vingança da Rainha Elisabeth, de certo era uma embarcação inglesa e era agora o principal objetivo da jovem.

Jenny desceu ao solário de madeira e misturou-se aos homens que faziam o trabalho braçal, pegando um caixote do que ela concluiu ser açúcar e levando para o interior do navio. Ela repetiu o processo mais algumas vezes até ouvir o chamado do mestre do convés para que todos embarcassem.

— Andem logo e tragam seus traseiros a bordo. Partiremos antes do amanhecer.

A jovem permaneceu entre os homens que conversavam animados após o trabalho exaustivo do carregamento de uma Fragata, ela seguia de cabeça baixa atrás de uma dupla de marujos a fim de evitar chamar atenção desnecessária e também desejosa de obter qualquer informação útil sobre aquele navio.

— Mal posso esperar por sair desse inferno de lugar. – Disse o homem de cabelos pretos à direita.

— E eu mal posso esperar para ver minha esposa. Estou há nove meses embarcado. – Respondeu o que seguia logo ao lado do primeiro.

— Esposa? – O moreno soltou uma gargalhada e envolveu o pescoço do outro de forma camarada antes de continuar. – Eu quero é ir ao Moulin Rougue e foder até não conseguir mais.

Ambos caíram na gargalhada enquanto subiam a rampa de embarque com Jenny logo atrás, que tinha seu coração acelerado em um misto de medo e ansiedade para deixar aquele país para trás.

Não havia ninguém fazendo a contagem dos homens que embarcavam e tão logo a chuva enfraqueceu-se as ordens navais foram dadas.

— Preparai as velas! Ajustem o Velacho! Puxaem âncora!

Jenny estava junto aos encarregados das velas, puxando e amarrando enquanto a fragata começava aos poucos a se mover e deixar o porto. Alguns marujos cantavam enquanto outros mantinham conversas típicas de um convés, até ela ouvir um assobio alto direto da meia naus.

— Hey rapaz!

A jovem o ignorou, torcendo internamente para não estarem lhe chamando, mas os passos se aproximaram ainda mais e o chamado se repetiu. Não havia mais dúvidas que era a ela que requeriam.

— Garoto não finja ser surdo e me responda.

Ela se virou para encará-lo e lhe responder. – Senhor?

— Qual o seu nome?

O homem possuía rugas nos cantos dos olhos e a pele queimada pelo sol, os cabelos claros e escassos acusavam-lhe a idade. Certamente era um homem experiente do mar, um homem difícil de se enganar.

— James Scott, Senhor.

— E por quê não há um maldito James Scott no meu livro de marujos?

Claro, aquele não era um navio pirata e sim um navio de carga a qual mantinha um controle não somente sobre a mercadoria que transportava, mas também sobre os homens ali embarcados e Jenny não teve uma boa resposta para lhe dar.

Os outros encarregados das velas espiavam pelo canto dos olhos, mas sem deixar o trabalho de lado, pois a rotina e rigor em um navio mercante era quase como o de um HMS.

O homem bufou após a espera de quase dois minutos sem uma resposta do rapazote a sua frente e se virou de costas para o mesmo com ordens explícitas proferidas logo a seguir.

— Venha até o capitão agora.

Jenny seguiu o mestre do convés conforme ele a havia ordenado e desceram um pequeno lance de escadas até chegarem ao nível inferior do convés, lá eles seguiram até a cabine ampla que ocupava boa parte da proa do navio. Sem se anunciar ou ao menos bater na porta, ele adentrou o recinto e assim que Jenny fez o mesmo ele voltou a fechar o local.

— Aqui está o intruso a qual eu havia falado, capitão Morgan.

Atrás de uma mesa tomada por papéis de um canto a outro havia um homem ainda mais velho que o mestre do convés. Seus cabelos estavam completamente brancos e a pele seca com rugas aqui e ali, resultados de anos dedicados ao mar. Seus olhos fitaram-na por cima de seus óculos meia lua e suas mãos largaram os papéis que segurava ao lado do tinteiro.

— Diga-me rapaz, por quê entrou como clandestino em meu navio?

— Eu não tenho dinheiro para comprar uma passagem, Senhor.

Essa era a desculpa que todos davam e muita vezes era verdade, como era para Jenny, contudo em seu específico caso era apenas parte de sua realidade.

— E por quê queres ir à Portugal?

— Apenas quero fugir da guerra que irá explodir na colônia, Senhor. Homens brancos estão morrendo todos os dias.

— Há verdade no que diz, rapaz.... Estas terras não estão seguras, há duas noites um quartel explodiu no meio da noite e soube que a cidade estava um caos após a fuga de alguns escravos. – Os olhos do homem se fixaram em um ponto qualquer do teto, refletindo sobre as palavras há pouco expelidas por seus lábios rachados. — Bom, e quanto a você? Já esteve em quantos navios antes?

Sua voz era rouca, mas ao mesmo tempo estava nitidamente cansada, não havia dúvidas que o homem estava há horas sem descanso, provavelmente movido pela pressa em deixar aquelas terras.

— Em dois, Senhor.

— Quais?

Jenny engoliu a seco, não esperava que tais questões lhe fossem impostas de maneira tão rápida e direta. Estava encurralada naquele lugar e a Fragata já navega há milhas da costa, não haveria prédios e igrejas para escalar caso descobrissem a verdade. Contudo o nome Gralha estava fora de questão para ser usado como resposta e o mesmo vale para o Ashai.

— Um brigue, Senhor.

— Não seja besta rapaz e me diga qual o nome.

Leopard. Um navio inglês. – As mãos de Jenny suavam, mas ela não podia demonstrar qualquer sinal que fosse de hesitação.

— Seria o Leopard do capitão Aubrey? – Ele coçou o queixo e se ergueu pensativo.

— Sim, senhor.

— E quanto o outro navio?

— Um pequeno, Senhor. Chamado de Ascention. A bordo dele que cheguei a essas terras.

O capitão rodeou Jenny com um olhar analítico e por proferiu. – És um tanto magricela, mas o tenente Morgan informou-me que tens jeito com as velas. Além disso, eu estou velho demais para esse tipo de coisa. Obedeça a todas ordens do tenente e considere seu serviço como pagamento pela viagem.

— Obrigado, Senhor.

— Agora suma da minha frente e vá procurar algo de útil para fazer.

Jenny lhe fez uma breve reverência como agradecimento a qual o capitão nem se deu o trabalho de olhar, pois já havia lhe dado as costas para voltar ao seu serviço burocrático, desta forma a jovem Kenway partiu para de volta o convés onde assistiu o nascer do sol uma vez mais sobre o balanço das ondas do oceano.

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A viagem à Portugal em uma Fragata era mais lenta devido o seu tamanho e todo o peso ali carregado, mas Jenny não era uma marinheira de primeira viagem e logo encontrou meios de conhecer os outros marujos e criar amizades entre serviço e conversas. Aos poucos ela se adaptou novamente ao ritmo de uma embarcação e à alimentação desta. Contudo sua sorte lhe traiu e em pouco tempo partiu. Após três meses de viagem o Vingança da Rainha Elisabeth entrou em mares de calmaria e qualquer marinheiro sabe o quão terrível é um mar sem ondas e um tempo sem ventos.

A princípio ninguém se alarmou, nem mesmo Jenny por acreditarem que tão logo os ventos retornariam, mas em uma conferência rotineira de cordas a jovem terminou por ouvir acidentalmente um relatório do tenente ao seu capitão.

— O limão acabou, senhor e em menos de uma semana nosso repolho irá se esgotar.

— Maldição! – Proclamou o velho capitão após golpear sua mesa. – Tão ingrata é a minha posição, que quase posso sentir pena de mim mesmo. Parti antecipadamente daquele barril de pólvora a fim de evitar perder os meus homens em uma batalha que não nos pertence e agora corremos o risco de perder meus homens nessa armadilha do trópico de câncer. Reparta o repolho o máximo que puder e peça ao doutor para inspecionar a comida, não podemos deixar esses marujos enfraquecerem.

Quando Morgan deixou a cabine, não havia mais sombra de Jenny pelos arredores. A jovem manteve para si aquela informação, pois fofocas se espalham tão rápido quanto a peste e não havia porquê alarmar os outros marujos, isso apenas pioraria a situação.

Seu segredo, porém, não demorou para ser descoberto pelos outros embarcados e poucos dias após o fim do repolho os sintomas começaram a aparecer. O trabalho em um navio é quase tão exaustivo quanto o trabalho de um escravo em uma fazenda, com o acréscimo de alguns riscos. Os turnos em geral são divididos em quatro e quatro horas e o badalar do sino a meia naus indicava o término de um para o início de outro. As refeições também possuíam regularidade quase religiosa, mas em meio uma calmaria a primeira enfermidade a possuir os homens não era a fome ou o cansaço e sim a falta de esperança.

O céu do mais puro azul tornou-se o vilão daquela fragata ao manter todas as nuvens longe de si. Por outro lado, quanto aos assuntos relacionados as águas, os homens apenas reafirmaram que não havia dama mais caprichosa que o mar.

A água doce era o próximo na lista do capitão perigando se acabar e assim como as fofocas, a doença se espalhou pelos tripulantes. Começava pela fraqueza e dores musculares, logo após a pele ressecava devido à má hidratação. Hematomas e inchaço surgiam com facilidade e por fim alguns homens perderam dentes antes de perderem tudo.

Jenny oscilava entre a sonolência e a inconsciência, depois de mais de um mês de peste, quando um terço dos embarcados já havia sido jogado pelo mar, entre eles o próprio médico. Mas ela se agarrava a sua vida, pois era tudo o que lhe restava e se negava morrer de forma tão banal. E foi um pouco sonolenta que ela sentiu braços lhe suspenderem de sua cama.

— Deixei-me aqui...

Foi tudo o que ela conseguiu expelir em uma rouquidão proveniente de sua garganta que não sabia o que era água há tanto tempo que ela mal podia se lembrar.

— Este está delirando! — Gritou alguém com a voz vívida, nítida e estranha.

— Não importa, traga todos a bordo.

Jenny já estava completamente desacordada quando o jovem membro da marinha inglesa suspendeu seu corpo que não deveria passar dos quarenta quilos após a proliferação da doença Escorbuto.

Após mais de quarenta dias e noites um vento a estibordo levou o Vingança da Rainha Elisabeth a cruzar o caminho de um HMS a serviço direto da coroa inglesa. E em um trabalho quase milagroso as poucas dezenas de homens que tinham alguma força para içar velas salvou o restante da tripulação daquela fragata.

O navio de guerra cedeu suprimentos e cuidados médicos aos abatidos pela doença, todavia, sem um médico de verdade a bordo do Vingança da Rainha Elisabeth os médicos militares solicitaram a remoção dos corpos para o Man'o War devido ao espaço e a todo o medicamento lá estocado. Claro que havia certa supertição quanto à fragata que já havia sido palco de muitas mortes enquanto o encouraçado ainda novo estava livre de tais superstições fúteis. Sendo assim, os moribundos foram carregados de uma embarcação a outra.

Os ajudantes foram encarregados de despirem e banharem os doentes para lhe tirar o cheiro da morte, e em meio as reclamações de mal cheiro e comentários maldosos um jovem gritou de espanto e chamou a atenção de todos no recinto para si.

— O que foi Harry? Viu um pau imenso e se animou?

Questionou um jovem a poucos metros de distância realizando o mesmo serviço, enquanto o isso o Dr. Simon aplicava os medicamentos necessários nos enfermos já limpos. Os rapazes ainda riam da piada, mas Harry os ignorou e chamou pelo médico.

— Doutor... Ah... É... Pensei que não havia mulheres a bordo.

— E não há. Mulheres sempre trazem azar a um navio. – Respondeu o homem sem tirar os olhos dos pés inchados de seu paciente.

— Bom, parece que havia uma.

— Impossível. Chequei a listagem dos marujos vivos e mortos, e posso lhe assegurar que não havia nenhuma mulher lá.

O médico que parecia animado com tantos sintomas e corpos a serem examinados não ergueu uma só vez os olhos para seu ajudante. Simon que tinha pouco mais de trinta anos era um médico dedicado e se alistou na marinha inglesa motivado pela sua sede de novos conhecimentos que se pode adquirir ao longo dos mares.

— Mas, Senhor, há um par de tetas e uma buceta bem a aqui.

Somente então, Simon deixou de lado o marujo desacordado diante de si e encaminhou-se para a cama onde Harry despia a suposta mulher. Com Jenny completamente despida no que agora era um grupo de observadores, não havia mais espaço para dúvidas.

— Não toquem nela!

Ordenou o médico aos seus ajudantes que se afastaram prontamente em meio a cochichos e risinhos maldosos. Simon os deixou sem temer ser desobedecido, pois os jovens conheciam bem as consequências de tal ato e a passos apressados ele seguiu pelos corredores até chegar à cabine do capitão. Chegando ao local, bateu na porta fechada e se anunciou.

— Senhor, gostaria de apresentar um relatório de inegável urgência.

— Entre, Doutor Simon. – Ecoou a grave voz pelo o outro lado da madeira.

Assim como ordenado, o médico abriu a porta, fez com educação um leve aceno com a cabeça e com cuidado fechou novamente a porta atrás de si. Antes de falar alguma coisa seus olhos recaíram sobre o capitão do Vingança da Rainha Elisabeth e com um pigarro tentou retratar o mais recente fato descoberto.

— Parece que há uma peculiaridade em sua tripulação, Senhor.

— Que tipo de peculiaridade? – A sobrancelha do velho homem se arqueou ao passo que o médico molhou ou lábios antes de prosseguir.

— Enquanto limpávamos seus doentes encontramos uma mulher no meio deles.

— Impossível, eu mesmo vasculhei meu navio e posso lhe garantir que ninguém estava a bordo sem o meu conhecimento.

— Acredito que sim, Senhor, mas ao que parece essa mulher possivelmente se passava por homem, levando em consideração suas vestes e seu cabelo curto.

— Mulheres são frágeis demais para a vida nos oceanos.

— Bom, esta foi forte o suficiente para resistir até mesmo a peste.

— Eu quero ver com os meus próprios olhos essa tal mulher.

O capitão da fragata estava indignado com a reles suposição de ter sido enganados por semanas a fio e justamente por uma mulher. Sendo assim, convicto de que haveria algo errado com aquela história, ele se ergueu e o comandante do HMS o seguiu.

O médico os guiou pelos corredores até chegar à enfermaria em completo silêncio entre os três, lá ainda estavam seus jovens ajudantes, todos longe de Jenny que tinha apenas o corpo coberto por um lençol. Os inexperientes garotos abaixaram os olhos e limitavam-se a dar breves espiadas no trio que seguia para a jovem misteriosa.

Sem maiores cerimônias, Simon retirou o lençol que omitia o corpo da Kenway que surpreendeu imediatamente o líder da fragata.

— Por Deus, mas este é James Scott, ou assim ele me disse quando o encontramos.

— O encontraram? – Questionou o comandante militar.

— Sim. Ele embarcou como clandestino e o aceitamos devido seu bom manuseio com as velas.

— Como disse que era o seu nome? – Indagava o capitão curioso com a história que ouvia, coçando sua barba grisalha já por fazer.

— James Scott.

— Scott? Onde foi que vi esse nome?

O capitão do Man'o War olhava para o chão a procura de alguma resposta para sua pergunta enquanto Simon e o outro capitão trocavam olhares confusos quanto a repentina mudança de postura do primeiro.

Um estalar de dedos lhe elucidou as memórias e sem ordens ou qualquer satisfação quanto seu comportamento suspeito, o capitão lhes deixou e voltou para sua cabine repetindo sucessivamente o nome Scott, para que o fio de seu pensamento não fosse levado pelos ventos a sotavento.

Assim que adentrou em sua própria cabine, o homem de meia idade dirigiu-se a um baú um tanto quanto esquecido em um canto onde ficavam mapas, cartas náuticas e cartazes de inimigos da marinha, o que incluía uma vasta variedade de foras da lei. Revirando por entre velhos e desgastados papéis amarelados, ele por fim sorriu ao encontrar o que procurava e quase que como se fosse ensaiado, Simon e o outro capitão chegaram ao local.

— Cavalheiros, aqui está.

Carregado de contentamento em sua voz ele estirou sobre sua mesa um cartaz de procurado com um retrato de uma jovem e imatura Jenny Scott Kenway.

Notas finais
Escorbuto era uma doença bem comum em navios que realizam longas viagens sem paradas e se da devido a falta de vitamina C no organismo. Por isso os limões e repolhos são importantes. Leopard é de fato um navio liderado pelo capitão Aubrey no livro Mestre dos Mares. Para você, sinto muitíssimo dizer que Birch não virá hoje, MAS teremos dois caps ok? No próximo ele não escapa ta bom? Por favor, não desconte no meu elfo favorito ♥