Assassin's Creed High School

16 Capítulo 16- Cabelos Coloridos


Notas iniciais
Aqui está mais um capítulo, meu povo lindo! Quero que comentem e digam o que querem que role na fic que talvez eu atenda, ok? Prometo tentar.
Quero lembra a você que eu e a Ziih queremos muito mesmo fazer um cross entre a Assassins Creed High School e a fanfic dela Assassins & Me, e queria o apoio de vocês pra que isso dê certo. Se ainda não leram a fic dessa diva, eu recomendo mesmo.
Também quero avisar que tenho parceria em duas fanfics de Assassins Creed, uma com Hikaru-kun, que se chama Assassis Creed Rebellion e a outra com a linda da LauraCésar chamada 1800- Brasil Colonial e eu adoraria que vocês dessem uma olhada ^^
E obrigada a WhengYangh pelos vários comentários que me alegraram muito :-D
E também hoje, dia 24/06 é o aniversário do gatoso do Ezio, então dedico esse cap a ele
Depois dessa introdução GIGANTE podem começar a ler
Beijinhos e estrelinha de newtons rodopiantes pros meus leitores :*

POV Malik
Assim que Olivia passou pela porta, fui agarrado por Altair. Tento parecer irritado, mas estava pensando o mesmo a partir do momento que Livy disse que sairia.
Altair me beija com fúria que faz meu corpo pegar fogo. Afasto-me dele só para não perder o hábito.
–Ei, Altair! O que você está fazendo?
–Te beijando. –E ele me agarra novamente. Dessa vez não consigo me segurar e me entrego aos seus lábios. Altair beija muito bem. É impossível não se render a ele.
Não consigo pensar em nada, só na sensação de sua barba rala roçando na minha pele e suas mãos escorregando pelas minhas costas.
–Eu te amo, Malik. –ele suspira ao meu ouvido, mordendo o lóbulo da minha orelha. –Eu preciso de você.
–Hmm, Altair... –suspiro.
Ele me prensa contra a parede e insinua sua perna entre as minhas. Ele tira minha blusa e começa a beijar meu pescoço, chupando a pele, marcando-a. Solto um gemido que faz Altair me apertar com mais força.
–Ah, Alta...Altair! –praticamente grito quando sinto sua mão apertando meu membro por dentro da box.

–Eu não consegui pensar em outra coisa a não ser você gemendo, Malik. Você me deixa louco.

–Altair, a gente não sabe quando Kadar volta! Ou Olivia!

–Seu irmão acabou de sair. Relaxe. Deixe-me te ajudar com essa blusa.

Afasto-me ao ouvir a porta abrindo.

–Me solta, me solta! Sai daqui! Devolve minha blusa! –entro em desespero. Altair joga a blusa para mim e eu a visto o mais rápido que posso, mas tenho dificuldades para fechar o zíper da calça. Altair cuida disso para mim.

–Malik, está em casa? –é a voz de Kadar. E ele está perto.

–Pra debaixo da cama! –ordeno.

–Está brincando?

–Minha cara de quem está brincando. Vai logo!

Ele bufa de raiva, mas me obedece, se enfiando debaixo da cama.

–Malik? –meu irmão chamar novamente.

Esfrego o rosto e ajeito o que está fora do lugar rapidamente antes de responder que estou no quarto e que ele pode entrar.

–Precisa de algo, Kadar?

–Jon não estava na casa dele.

–Ah, que pena...

–E eu preciso falar com você. Agora é melhor que Olivia não está aqui.

Sinto um arrepio percorrer minha coluna. O que tem de errado com Kadar? Por que será que ele não quer falar com a Olivia? Ele sempre confiou muito nela. O que mudou? Ela anda com mais pessoas agora, mas é a mesma Livy que sempre ficou comigo, Shaun, Becca e Kadar.

–Está ocupado?

–Claro que não. Fale comigo. Vamos lá pra sala ficar mais confortáveis, o que acha?

–Pode ser. Tanto faz pra mim.

Levo-o até a sala para que Altair possa sair de debaixo da cama e sento-me com meu irmão no sofá. Ele olha para mim com lágrimas nos olhos e me abraça com força, soluçando violentamente.

–Meu Deus, Kadar! O que houve? Se é por minha causa, eu estou bem, juro. Todos estão me ajudando e eu volto pra escola amanhã! Prometo.

–Não é por sua causa. –ele se afasta e limpa as lágrimas. –Bem, não você. É que eu... não devo contar isso pra você. Quer saber, não é importante. Vou ficar bem. Vai passar.

Ele começa a se levantar, mas eu o puxo de volta para o sofá, abraçando-o logo em seguida.

–Se algo te faz chorar eu quero saber o que é. Você é meu irmão Kadar. Minha única família aqui nos Estados Unidos. Quero o seu bem acima de tudo. Fale comigo, por favor.

–Malik... –ele chora mais ainda. –Eu estou apaixonado pela Olivia!

Arregalo os olhos e o afasto de mim, encarando-o mais do que surpreso.

–Olivia? A nossa Olivia? A Olivia Kalima:hen Baungarten?

–Sim. E ela ama o Connor! Eu sabia que ela devia ficar longe deles, Malik! Ela ia acabar gostando de um deles.

–Meu Deus, Kadar. Eu sinto tanto. Mas não devia dizer isso. Sabe que ela está feliz agora, se a ama mesmo, deveria ficar feliz também.

–Mas eu queria ser a razão dessa felicidade, Malik. Eu queria que ela me amasse também. Eu queria que ela... eu... –ele esconde o rosto entre as mãos. –Dói tanto que eu não aguento mais.

Trago meu irmão mais para perto e vejo Altair nos observando no corredor dos quartos. Ele também está um tanto chocado com a revelação de Kadar. Consigo ler em seus lábios– aqueles que estou começando a conhecer tão bem– as palavras “o que fazemos agora, Malik? Contamos pra Livy?”

Balanço a cabeça levemente e só posso responder “eu não sei, Altair. Eu não sei o que fazer”.

POV Ezio

Abraço Luna e a seguro pelos ombros, contemplando-a. ela está incrivelmente gostosa. Alta como me lembro, quase do meu tamanho, com os seios grandes, as curvas bem acentuadas e o rosto amendoado, aqueles olhos brilhantes que sempre tem um ar de desafio. Os cabelos mudaram desde a última vez que nos vimos. Antes eram azuis, agora estão coloridos como uma aquarela e mais curtos. Luna, como sempre, faz de tudo para que seu visual seja diferente e chocante. Mas até que ela está com roupas normais hoje, um short xadrez vermelho, uma blusa social branca de mangas compridas debaixo de uma colete de lã amarelo, vinho e cinza.

–Luna! Amore! Como está? –pergunto com um enorme sorriso.
–Perfeita. –ela se volta Olivia e Connor. –Ei, Corn e Esther.
–É Olivia.

–Ah, vocês se conhecem?

–Nós nos vimos ontem à noite. Ela me ouviu tocar e convenceu Connor a procurar a origem do som, se eu entendi bem. Mas e como vai o italiano mais gostoso desse país? –ela me segura pela cintura.

–Estou ótimo! E você? O que andou fazendo nesses tempos?

–Ah, você sabe, o de sempre. Tocando, me metendo em confusão, visitando a delegacia, visitando o psiquiatra, essas coisas.

–Ah, meu Deus, você foi presa de novo? –exclamo.

–Bem, não exatamente. Eles me liberaram depois de verem que eu tenho problemas, mas nem foi por tanta coisa.

–Deixe-me adivinhar, invasão de propriedade privada de novo?

–Não. Segunda chance.

–Excesso de velocidade?

–Em cheio! Parabéns, Ezio Auditore! Eu te daria um prêmio, mas estou sem nada aqui. –ela sorri marota, mostrando os dentes brancos e alinhados. –Eu estava apostando um racha. Lembra de quando fizemos isso quando tínhamos só, o que? 15 anos, não foi?

– Ah, isso mesmo! Foi incrível, quase nos pegaram naquela noite!

–E o Altair passando mal? Quase morri quando ele não conseguia levantar pra correr! E o Connor que deve ter batido o recorde mundial de número de palavrões ditos em menos de um minuto.

–Foi incrível.

–Foi um pesadelo. –Connor corrige.

–Deixa de ser estraga prazeres, Kenway. Eu me lembro de ter te visto rindo quando conseguimos despistar aquele policial pançudo. –Luna fala.

–Eu nunca deveria ter ido. –ele resmunga.

–Nossa, mas você não muda mesmo, hein, Kenway? –ela coloca as mão na cintura. –Ah, já ia me esquecendo. –ela abre a mochila e tira de lá uma machadinha. Reconheço a forma da lâmina e congelo. É o Tomahawk de Connor. Ela caminha até ele e deposita a arma entre o mohawk e Olivia. Mudo o peso do meu corpo de uma perna para a outra, desconfortável com o que Connor pode vir a fazer.

Connor tranca o maxilar. Luna o encara com um ar desafiador. Olivia busca respostas em mim.

–Isso é ótimo para cortar cenouras. –ela diz por fim e solta uma risada divertida. –Vou ouvir mais dos seus conselhos sobre lâminas, Connor.

Consigo relaxar um pouco ao vê-lo esboçar um sorriso mínimo. Ele pode não aprová-la, mas anos de amizade e convivência não desaparecem. Ele ainda gosta de ficar perto dela. Por mais que queira esquecer o que aconteceu a mais entre os dois. Acho que mais por Olivia do que por ele mesmo.

– também é ótima pra matar pe...

Quando ela diz “matar”, sou rápido. Jogo-a por cima do ombro e digo:

–Peixe!

Levo-a para fora do Starbucks, indo até um beco escondido, onde ficam os contêineres de lixo. Coloco-a no chão e encaro-a irritado.

–Luna! Olive não pode saber sobre isso! Não ainda, droga!

–Não deveriam esconder isso dela. É perigoso. A garota está cercada por assassinos. Você, eu, Connor, Altaïr, Kadar, Malik, Shaun, Becca, Des, Lucy, Aveline, todos nós! Esse Starbucks pertence aos Assassinos! –ela ergue a mão, me mostrando a queimadura em seu dedo médio. –Eu tenho orgulho dessa marca, e vocês?

–Todos nós temos orgulho, Luna. Mas a ignorância, no momento, é mais segura para ela. E nós somos amigos dela. Você tem o julgamento afetado por ver Connor com outra pessoa. Acha que não desconfio de nada? Você aparecendo logo agora que ele conseguiu uma namorada? E Livy é uma ótima garota.

–Ah, qual é, sabe que não é nada disso! Eu já superei Connor, ok? –ela cruza os braços embaixo do peito. –Só não acho certo esconder nosso estilo de vida e ideologias de Anna.

–Anna? É Olivia. Ainda tem essa mania de errar o nome das pessoas?

–E eu disse que já esqueci Connor, então não é por causa dele.

–é mesmo? Então prove.

–Certo, então.

Ela me pega pelo braço, jogando-me contra a parede. Ela usa seu corpo para me prensar contra a mesma e me invade com luxuria. Exatamente do jeito que eu faço com as garotas que beijo. Sinto-me como uma delas.

E isso não é nem um pouco ruim, pra ser sincero.

Ela se afasta.

–Provei meu ponto? –ela arfa.

–Não. Acho que só fez isso pra mostrar que tem razão. E sei que você odeia perder.

–E o que acabaria com suas dúvidas?

–Se você se apaixonasse por outro cara.

–Eu já estou.

–É mesmo? Por quem?

–Você.

–Besteira!

Ela vira o rosto levemente e percebo que o ar teimoso de sempre a deixou por completo.

–Eu... tenho que ir, Ezio. Bem te ver.

E ela sai correndo.

–Ei! Luna! Ei, espere!

Ela entra em um taxi e vai embora.

Notas finais
comentem e me deixem saber o que acharam
e a Luna foi inspirada em uma amiga alemã que eu tenho, que o apelido dela é RainbowDash, vou colocar um gif dela pra quem quiser poder ver ^^

http://412.tumblr.com/post/53310260028/schpog-you-pretty-pretty-pretty-hot-badass
beijinhos
That's All Folks!