Assassin's Creed High School
14 Capítulo 14- Luna Bizetern
Notas iniciais
E....
Aqui está gente! Mais um capítulo pra vocês. Desculpem pela demora, a escola tava sugando a minha alma. Bem eu PRECISO QUE LEIAM ISSO!!!!!!!!!!
Eu e a linda e maravilhosa Ziih Shenshun Auditore estamos pensando em fazer um cross entre a minha fanfic e a dela (Assassin's & Me) se vocês ainda não leram eu super recomendo e peço que digam nos comentários se querem que isso aconteça, ok?
Beijinhos
A casa de Connor não é longe. Apenas duas estações de metrô e quinze minutos de caminhada de distância.
Eu não estou preocupada com nada. Eu só preciso vê-lo, saber que ele está bem e pedir desculpas por Charles. Eu não queria que isso tivesse acontecido. Não quero que nada de mau aconteça a Connor. Quando meu irmão o atacou, eu pensei que poderia morrer ali nos braços de Altair.
Desço do metrô e caminho rapidamente até a casa dos Kenway.
Estranho ver a luz ligada, porém nenhum carro na garagem. É incomum os pais de Connor saírem assim de noite e Ziio não é de chegar tarde em casa, isso é mais normal pra Haytham.
Toco a campainha e aguardo. Connor é quem me recebe. Ele segura uma bolsa de gelo sobre a camiseta de algodão e exibe alguns curativos no rosto.
–Ah, meu Deus. Eu sinto tanto, Connor. – acaricio seu rosto e ele fecha os olhos.
–Tudo bem, Olive. Não é a minha primeira vez. – ele sorri e me abraça. –Você está gelada. Não devia andar por aí nesse frio. Ainda mais de noite. Entre e se aqueça.
–Ok. Se você tiver tempo para mim.
–Eu sempre terei tempo para você.
–Vou cobrar essa promessa. –rio.
–Por favor. –ele beija a ponta do meu nariz e me guia pra dentro.
A casa é quente e agradável. Sinto o cheiro de algo doce assando e um filme antigo passa na televisão.
–Onde estão seus pais? –pergunto.
–Tiveram que sair. Vão ficar a noite toda fora. Algum problema com o parceiro do meu pai. Charles Lee. Lembra dele?
–O que trouxe a minha ordem de restrição?
–Ele mesmo. Não sei o que houve. Só me disseram pra ficar em casa e que eles voltam amanhã.
–Oh... – quanta tentação.
Penso.
Balanço a cabeça constrangida e tento tirar esses pensamentos pervertidos da minha mente. É o Connor. Não devia fazer isso agora. Acabamos de começar a namorar. O Ezio já adiantou muito as coisas. Vamos lá Olivia, você consegue. Ser racional é contigo mesmo. Pense em números, equações químicas, história, biologia, células, coisas assim. Isso acaba com a excitação de qualquer um, certo?
Errado.
Tem algo de errado comigo. Eu nem sei o porquê de estar aqui, exatamente. Eu já vi Connor. Eu já o toquei. Ele está bem. Eu só sinto que preciso de... Mais. Algo além. E sinto também que é muito cedo para isso. Não quero correr com as coisas. Tanta coisa já foi corrida. Nossa amizade, namoro e não quero que isso também seja. É muito importante pra ser apressado.
Quero ter certeza de algo em toda a minha vida que sempre foi tão confusa. Quero ter Connor realmente ao meu lado. Por mim e não por prazer. Quero, acima de tudo, que quando ele disser que me ama, eu acredite.
–Está com fome, Olivia? –ele pergunta.
–Não. Obrigada, estou bem. Malik e Altair fizeram algo para corremos enquanto assistíamos a televisão.
Ele vem e se senta ao meu lado. Focado na televisão. Evito olhar diretamente para ele.
–Algo errado, Olive?
–O quê? Ah, não. Tudo bem. Estou só pensando.
–Bem, isso não é raro. Algo que eu possa fazer para ajudar?
–Podemos andar um pouco? O ar frio geralmente me ajuda a espairecer.
–Claro. Só vou tirar o bolo do forno e vestir uma roupa mais apresentável. Se importa em esperar?
–Não mesmo. –sorrio.
–Não demorarei. –ele beija minha testa e se levanta.
Fico um tempo de olhos fechados, relembrando a sensação de ter seus lábios em contado com a minha pele. Quando isso aconteceu? Quando comecei a reparar em Connor? Há quanto tempo reparo em Connor? Meu coração corria quando o via pelos corredores, mas sempre pensei que fosse puro desconforto. E se eu for como as garotas que sempre falei mal, que se apaixonam por pessoas que nem conhecem?
Bem, agora eu conheço, mas não antes, quando comecei a ter esses... calafrios.
–Ei, está começando a me assustar. Quanto tempo vai ficar assim?
–Hã? –abro os olhos. Connor já está vestido e o bolo esfria em cima da mesa da cozinha. –Desculpe, eu só estava...
–Pensando. –ele adivinha. –No quê?
–Você. –sorrio um pouco envergonhada. –E outras coisas.
–Não sei como consegue fazer isso.
–Isso o que?
–Consegue pensar em coisas diferentes ao mesmo tempo. –ele estende a mão para mim e eu a aceito. Connor me ajuda a levantar. –É fascinante.
–Obrigada.
–Venha, vamos fazer sua caminhada noturna.
–Obrigada. –agradeço novamente.
Ele me acompanha pelas ruas iluminadas da cidade. Uso um casaco de Ziio, já que o que eu estava usando não é o suficiente para este frio de começo de ano. Ficou um pouco grande, mas não muita coisa.
Connor não tenta me fazer falar. Ele parece só querer ficar comigo. Mesmo que meus pensamentos estejam em outro lugar completamente diferente. Mesmo que eu aprecie este gesto, quero ouvir sua voz, então pergunto:
–Como foi sua infância?
–Bem, acho que não foi exatamente normal. Meus pais me tratavam bem e me amavam muito. Sempre brincávamos juntos. Mas fazíamos algumas coisas pouco comuns. Minha mãe me ensinou a escalar árvores. Eu posso literalmente correr por cima das árvores. –ele ri. – E ela também me ensinou a fazer um arco e flechas, atirar também. Meu pai me ensinou a lutar com espadas e a lutar quando eu ainda era pequeno. Sempre adorei isso. Meu avô ajudava. Ele me deu minha primeira espada de aço para treino.
–Nossa. Isso explica seu físico. –sorrio. –Obrigada por não esmagar meu irmão.
–Ei, ele tem um bom gancho de esquerda.
Rio e balanço a cabeça.
–Qual é o nome do seu avô?
–Edward. Edward Kenway. Ele é bem diferente de mim e do papai. Ele é loiro, para você ter uma noção. –ele ri. –Bom, era loiro. Agora está tudo branco.
–Loiro? Sua avó era como?
–Como meu pai. Ele puxou tudo dela. Como eu puxei muito da minha mãe. Mas e a sua infância? Teve alguma época feliz?
–Teve sim. Quando minha mãe vivia conosco. Ela era muito gentil, mas não tão forte e corajosa. Era muito inteligente também. Ela tinha mãos muito macias e adorava cantar em línguas estrangeiras. Francês, latim, espanhol, até grego e russo. –sorrio com as lembranças. –Tinha uma voz tão doce, Connor. Meu irmão me ensinou muita coisa também. Vivíamos fazendo apostas e eu me recusava a perder. Ganhei algumas cicatrizes por causa disso. Sei me defender por causa dele. Poderia dizer que grande parte do que sou devo a ele. Mas e o que mais? O que você mais ansiava em seus dias?
–Meu pai chegar. Ele sempre me erguia em seus pés. Sabe, quando seu pai deita no chão, encolhe as pernas de um jeito que as coxas toquem o peito? E então eu subia com o tronco apoiado em seus pés, ele segurava minhas mãos e me erguia. Era o mais perto de voar que eu tinha na época. Eu amava aquilo. Minha mãe tem uma foto. Posso te mostrar.
–Adoraria ver isso.
–Tenho certeza que sim. –ele ri.
–Infelizmente minha mãe levou quase todas as minhas fotos de quando era criança. Tenho só algumas e a maioria está com meu irmão. –dou de ombros um pouco desanimada.
–Eu queria que nada de ruim nunca tivesse acontecido com você. –ele suspira.
–Mas isso não seria bom. –pego suas mãos. Estou gelada como uma morta, mas Connor, como sempre, está quente. Aconchego-me perto dele, roubando seu calor. –Se nada de ruim nunca tivesse acontecido comigo, eu seria diferente. Gosto do jeito que sou. Todo mundo tem seus demônios. Eles nos fazem ser quem somos. Nós mesmos. Não tenho problemas com meu passado.
–Como seria possível? –ele me puxa para sim, nós paramos de andar. –Ele abusava de você, Olivia. Ele te machucou. Te marcou e...
–E essas coisas não podem simplesmente ir embora. –o interrompo, afastando-me só o suficiente para que possamos ver o rosto um do outro. – Não posso dizer que estou bem. Estou dizendo para você que é passado. –coloco minhas mãos sobre seu peito, sentindo seu coração batendo forte. –O presente e o futuro são tudo o que importa, okay? Eu quero saber da sua infância e quero que saiba sobre a minha também, mas não quero que este conhecimento mude o jeito que você me vê. –encosto a testa sobre minhas mãos e solto um longo suspiro. –Não deseje mudar o passado, Connor. Só vai te deixar triste e não quero que isso aconteça. Porque isso importa.
Connor me abraça.
–Okay? –pergunto.
Ele assente com firmeza.
–Eu vou cuidar de você.
–Sei disso. –sorrio. –Sei disso.
Nos afastamos um pouco e voltamos a andar.
–Fale-me mais sobre antes. –peço. –Como conheceu Ezio, Altaïr e Desmond? Há quanto tempo são amigos?
–Conheci Altaïr, Malik e Kadar há onze anos. Isso foi antes de conhecer Ezio. Seis anos antes, eu acho. Talvez sete. Eu, meu pai e minha mãe fomos até Jerusalém, porque estávamos lá perto. Fomos visitar a tia Jenny. É a irmã mais velha do meu pai. Ela trabalhava em Damasco. –ele explica. –Os três estavam correndo pelas ruas da cidade. Eles vieram falar comigo porque me acharam diferente. Nós ficamos brincando juntos o dia inteiro. Correndo por cima dos telhados. No bairro deles tudo era bem nivelado. Não era a parte moderna da cidade.
–Altaïr, Malik e Kadar também fazem essas coisas perigosas que vocês faz? Correr por cima dos telhados? –guincho.
Ele ri e confirma com a cabeça.
–Bem, acho que Malik parou. Mas Kadar e Altaïr ainda são bons. Sempre vejo Altair escalando coisas por aí. Não fazemos isso muito agora que começamos a andar com você.
–Que bom! –exclamo. –Quero vocês vivos e inteiros!
–Não se preocupe. Somos bons nisso.
–Humpf. –cruzo os braços abaixo do peito. –Continue sua história.
–Perto das seis horas da tarde, Malik perguntou se queríamos jantar na casa dele. Papai aceitou e nós fomos pra lá. Os pais deles e os meus se deram tão bem quando eu e eles. Mantivemos contato. Eu nem tanto com Malik e Kadar, mas muito com Altaïr.
–E Ezio?
–Bem, ele veio para os Estados Unidos como aluno de intercâmbio. Ele veio bem novo. Vivia com uma família italiana que morava na mesma rua de Altaïr. Eu, sem querer, o derrubei dos patins uma vez. Ele não ficou muito feliz com aquilo. –ele ri. –Mas depois de um tempo nos vendo, finalmente criei coragem pra tentar falar com o cara. Valeu a pena. Ezio é um ótimo cara. Só muito paquerador. Ele até me disse que se eu não tivesse chegado antes, ele iria atrás de você.
Rio baixo. Eu não consigo me ver com Ezio. Somos muito... não sei. Servimos para ser só amigos, sei lá. Ele é como um irmão. Acho que se o beijasse, essa seria a sensação. Como a de beijar um irmão. Não daria certo.
–Não daria certo.
–Também acho.
–Sabia que Altaïr achava que eu e ele daríamos um bom casal? Disse que um casal mestiço é bonito de ser ver. –relembro. –Mas gosto de nós dois. Somos meio mohawks, meio brancos. Acho que parecemos até parentes.
–Bem, graças a Deus não somos.
–Eu concordo.
Sorrio quando sinto seus lábios sobre os meus. É só um roçar, mas já é como o paraíso.
–Eu não quero ser apressado. Gosto de dizer as coisas quando tenho certeza. –ele sussurra com a testa encostada na minha. Mantenho os olhos fechados. –Mas eu acho que realmente gosto de você, Olivia.
–Também acho que realmente gosto de você, Connor. –solto uma risadinha tímida. – E também quero ter certeza antes de dizê-lo com todas as palavras.
Ficamos em um silêncio total, exceto pelo barulho noturno da cidade grande ainda acordada. Nos focamos só na respiração um do outro. Bem, foco-me somente nisso até ouvir uma melodia familiar e erguer a cabeça.
–Está ouvindo isso?
–Sim. É um violino?
–Acho que sim. Eu conheço essa música. É da ópera Carmen de Bizet. Habanera. Eu amo essa música! Vamos procurar a fonte! – peço, puxando seu braço como se eu fosse uma criança arrastando a mãe para dentro de uma loja de brinquedos.
–Ok, vamos procurar. –ele sorri, divertindo-se comigo.
Temos de usar os ouvidos para encontrar a origem do som. Chegamos até uma ponte próxima. Está pouco iluminado e sem nenhum carro. Percebo que é uma garota mais pelas roupas que usa. Seu rosto está quase todo no escuro, mas ao chegar mais perto vejo seus olhos fechados. Ela está sentada na beirada da ponte e a forma como se mover para frente e para trás conforme toca me faz temer que caia na água fria lá embaixo.
Sem querer chuto uma latinha de refrigerante e ela se assusta. Paramos de andar.
–Boa noite? –ela diz com certa audácia.
–Boa noite. Nós te ouvimos tocando e queríamos ver quem era.
–Bem, encontraram, pombinhos. Sou Luna Bizetern.
–Luna? –Connor parece preocupado.
–Ei, se não é o Kenway! Como vai o vozão?
–Muito bem.
–Connor?
–Olivia, essa é Luna. Ela é uma... –ele pensa na palavra. –Conhecida.
–Nossa, que falta de consideração. Corn.
–Não me chame assim!
–Ah, é. Você não gosta.
–Eu odeio isso. E sabe disso.
–Bem, eu sou amiga de Connor. Treinava com o avô dele. O meu avô, Edward Teach , e o dele já serviram juntos na Marinha.
Ela guarda o violino e se coloca no meio de mim e Connor, segurando nossos braços para nos arrastar para a luz. Finalmente a vejo com nitidez. Seu cabelo é curto, na altura do queixo e tem as pontas mais coloridas do que um arco-íris. Ela é bem alta, talvez 1,80 metros, isso usando um All Star preto. Ela veste uma saia azul escura rodada e com rendas e laços, juntamente com uma blusa azul piscina com o símbolo do Super-Homem, que não combina em nada com a saia formal e o casaco de couro marrom escuro. Ela tem o rosto amendoado e olhos cor de âmbar envoltos em tanto delineador que a faz parecer uma egípcia. Ela tem alguns pontos pretos espalhados pelo rosto, logo ao lado do olho esquerdo, acima do lábio do lado direito e outro na ponta do nariz, além de outros salpicando a pele do pescoço. Luna é, no mínimo, incomum. Tudo em sua aparência grita : “foda-se!”.
–O que está fazendo aqui no escuro sozinha de noite? –Connor quer saber.
–Tocando. Estava cansada de ficar em casa e aqui parecia bem pacífico. Não vi problema. E sabe que posso me cuidar.
–Bem, acho que já descobrimos o que queríamos. Podemos ir, Olivia?
–Mas...
–Ei, ei, Corn! Qual é o problema? Não sentiu minha falta?
–Quer dizer da loucura, falta de senso e das confusões que você me metia sempre usando o argumento idiota de “só se vive uma vez”? não, não senti mesmo.
–Ah, era divertido! Ezio adorava. E faz mais de um ano desde a última vez que saímos juntos.
–Bem, que sejam dois.
–Ei, Connor –aperto sua mão levemente. –, não precisa ser tão duro.
–Ela é louca, Olive. É sério.
–Ah, não é não.
–Na verdade eu sou. Tenho um laudo que me acusa de... o quê que era mesmo, Corn?
–Esquizofrenia. E bipolaridade.
–Isso mesmo. –a encaro com preocupação.
–Você está tomando seus remédios, Luna?
–Estou sim. Todos eles. Tenho me comportado bem. Mas me diga uma coisa, Corn...
–Connor! Mas que droga, Luna!
–Ok, ok. –ela ergue as mão em sinal de rendição. –Sua namorada, é Elena, né?
–Olivia. –corrijo.
–Sério? Jurava que era Elna.
–Mas você disse Elena.
–Eu disse? –ela fica confusa.
–Tem certeza que está tomando seus comprimidos? –Connor pergunta.
–Sim. Mamãe não me deixa esquecer. –ela sorri. –Mas eu quero saber se ela beija bem!
–Com licença?
–Você me ouviu, Ginna.
–É Olívia. –suspiro.
–Tá, tá. Responde aí, Connor!
–Sim. –ele responde e eu fico vermelha. – Pra que você quer saber?
–Curiosidade. Você que o arrastou, não foi? Para ouvir minha música.
–Sim. Eu amo essa música. E achei incrível ficar tão bom em um único violino. Sempre achei que só seria bom se fosse tocada por uma orquestra.
–Orquestras são super valorizadas.
–Diz isso porque foi expulsa da Filarmônica... –Connor resmunga.
–Eu não fui expulsa. Fui suspensa por tempo indefinido.
–Eles escreveram um símbolo de infinito na sua ficha. Isso que eu chamo de “indeterminado”.
–Ah, eu só estava colocando uma coisa em prática. Nada é verdade e tudo é permitido, não é?
–Você não sabe o que essa frase realmente significa, Luna. Estamos indo embora. Até algum dia. – ele me afasta da garota de começamos a andar.
–Ok, levo sua machadinha pra sua casa quando puder. –ela grita. Connor congela.
–Luna! Já chega. –ele devolve irritado.
–Ok, ok. –ela ri. –Por mim tanto faz.
–Vamos, Livy, vamos voltar para casa. –Connor me puxa com mais força agora. Ouço a risada de Luna atrás de nós. É contagiante. Boa de se escutar, como a de uma bebê.
Quando chegamos na casa de Connor, o que leva cerca de vinte minutos, eu pergunto o que aconteceu e qual era o problema deles dois. Meu namorado não me respondeu. Ele só me pegou em um beijo cheio de desejo. Tiro sua blusa e o arrasto até o quarto de hóspedes.
Notas finais
Eu e a linda e maravilhosa Ziih Shenshun Auditore estamos pensando em fazer um cross entre a minha fanfic e a dela (Assassin's & Me) se vocês ainda não leram eu super recomendo e peço que digam nos comentários se querem que isso aconteça, ok?
e também me digam se querem que eu coloque os detalhes do que deixei implícito aqui no finalzinho ^^
Beijinhos e até o próxima!
That's all folks!
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