Assassin's Creed High School

20 Cap 20-Anúncio do Cross e Informações da Assassina


Notas iniciais
Ei gente! Então, eu quero que vocês venham ler o nosso Cross (Assassins Creed in Atlantic City) que já foi postado hein? Eu quero muito que vocês deem uma olhada e comentem bastante ok?!
vocês não vão escapar de ler isso daqui...

Ei gente! Então, eu quero que vocês venham ler o nosso Cross (Assassin’s Creed in Atlantic City) que já foi postado hein? Eu quero muito que vocês deem uma olhada e comentem bastante ok?! E só pra não ficar sem graça eu colocarei aqui um POV do Kadar.

POV Kadar

Acordo cedo de manhã e me visto para ir para a escola. Não consigo ficar muito tempo dormindo desde que descobri o que sinto por Olive. Eu só não consigo.

Faço o café da manhã para nós, já que Altaïr e Malik ainda estão dormindo. Faço só ovos fritos, suco de laranja natural, aqueço o pão e tiro da geladeira alguns cupcakes que Altaïr trouxe na noite anterior do Starbucks.

Meu irmão acorda fazendo bastante barulho e até me assusta um pouco, fazendo-me quase derrubar um copo de vidro.

Ele e Altaïr aparecem na cozinha.

–Bom-dia, Kadar. O que já faz em pé? –Malik bagunça meus cabelos.

–Não consegui dormir mais do que isso. Fiz o desjejum.

–Obrigado. –Malik diz sentando-se na mesa ao lado de Altaïr.

–Vocês dormiram juntos?

–O que? por que pergunta?

–Vocês nunca vem juntos para a sala...

–Hã, bem, é claro que nós não...

–Quer saber, esquece. Não quero saber.

Pego um pão e vou indo para o meu quarto.

–Ei, não vai ficar com a gente? –Altaïr pergunta.

–Não. Tenho que arrumar meus materiais pra escola.

–Ah, ok então.

–Ei, Kadar, tudo bem com você?

Só assinto, não querendo mentir para o meu irmão.

–Já volto. Podem comer. –praticamente sussurro.

–Ok, se precisar de algo estou aqui. –Malik diz.

–Ah, Malik... –Altaïr suspira.

–O que?

–Deixa pra lá. Eu cuido disso.

***

Depois da escola encontro Malik e Altaïr no mesmo lugar de sempre.

–Estou indo para a casa do Jonnattan, ok?

–Mas, eu estava pensando que a gente... Ok...

–Ah, não, ok minha cara! Venha cá, Kadar, precisamos conversar. –Altaïr me pega pelo ombro e me arrasta para dentro da escola novamente.

–Ei! Qual é o seu problema?

–Primeiro, você. –ele ralha. Me encolho. –Escute, você só está fazendo mal para as pessoas ao seu redor. Malik, Olivia, o resto do pessoal da Irmandade e quer saber? Isso é besteira. Você é muito novo para sequer saber o que é amor, e ainda mais por Olivia, que você sempre teve como uma irmã e nada mais. Eu sei o que é isso, é ciúmes por ela passar mais tempo com o namorado do que com você. Você não a ama. Isso é birra de irmão mais novo. E supere isso de uma vez, Kadar. Ela se foi agora, então aproveite esse tempo.

–Você não pode saber o que eu sinto.
–Mas eu sei que isso já passou dos limites. Acha que Livy ia querer isso? E você é um Assassino acima de tudo e esse comportamento é inaceitável.
–Bem, eu acho que você sabe do que está falando já que foi o seu comportamento inaceitável que estragou uma das missões mais importantes dos últimos dois séculos!
–Sim. Eu sei exatamente. –ele se aproxima de mim segura minha gola. –E sabe do que mais eu sei? É que pelo menos um de nós está ao menos tentando fazer a coisa certa e o outro está chorando no canto.
Tiro sua mão de perto de mim e recuo três passos.
–Cresça, A-syaf. Tem pessoas com problemas muito maiores. É só olhar para o seu irmão mais velho.
Engulo em seco e inconscientemente olho para o meu braço e depois para Altaïr.
–Não meta meu irmão essa conversa, Altaïr.
–Eu não estou metendo. Ele já está essa conversa desde o começo. Eu nem deveria estar tendo essa conversa com você, se Malik não fosse tão permissivo contigo, não estaríamos nos falando, mas alguém tem que dar um jeito nisso.
–E não deveria ser você!
–E quem iria fazer? Não seu irmão. Livy está longe. Shaun e Becca nem sabem o que você está passando. Eu cresci com você, Kadar. No treinados juntos. Corridos pelos telhados de Jerusalém quando éramos só crianças. Droga, eu me importo com você. Não é só pelo desconforto de Malik, é por sua causa. Principalmente por sua causa. Só fale com ele, pare de fugir.
Abaixo a cabeça e sinto meus olhos encherem de lágrimas. Altaïr me abraça.
–Tudo o que eu sei é que dói ver Olivia com ele. E eu penso que realmente a amo, Altaïr. Eu não entendo.
–Relaxe, pequeno. Vamos para casa. Seu irmão quer te levar para ver um filme no cinema. Vai te fazer ficar melhor. Ok?
–Ok. –limpo minhas lágrimas com as costas das mãos e assinto.
–Ei, seu novice estúpido! O que fez com Kadar?!
–Eu estou bem, irmão. Estou bem agora. –asseguro. –Vamos para casa?
Os dois concordam com a cabeça e andamos juntos até a estação de metrô. Ezio e Connor nós esperavam, então podemos ir dos juntos. O italiano percebeu minha tristeza e ficou fazendo piadas durante todo o trajeto do trem.
–Você deveria sair mais, Kadar. E com garotas.
–Bem, eu não saberia convidar uma.
–Observe.
Ele se levanta e vai até uma garota sentada no fundo do vagão, apenas uns dois assentos de distância. Ela é bonita. Pele clara, olhos castanhos escuros emoldurados por um óculos de bom gosto. Ela lê um livro. Até Ezio chegar nela.
–Não pude deixar de te notar.
–Bem, não foi o único. –ela dá um sorriso.
Ele se aproxima bem dela e sussurra ao seu ouvido. Ela encolhe as pernas e sorri mais ainda, ficando levemente corada. Eles conversam baixo. Quando ele se afasta a garota pega uma caneta na bolsa e escreve algo no antebraço de Ezio. Quando ele se levanta a garota pisca para mim. Sim, para mim.
O Assassino se senta ao me lado novamente.
–O que você disse para ela? –pergunto confuso, ainda sem tirar os olhos da garota.
–Coisas que garotas gostam de ouvir. Devia tentar. Ela está te esperando.
–O que?! Você está louco?!
–Vamos lá! Não é tão difícil. Ela gosta de um sotaque diferente.
–Ela gosta do seu sotaque. O meu só faz as pessoas gritarem "terroristas". Ainda mais nos Estados Unidos.
–É mesmo? –ele estica seu braço e eu leio o que ela escreveu: "me faça gritar 'allah' (N.A: pode ser Alá também) querido" e um número telefone em baixo.
–Ok, o que você disse pra ela?
–Que você é uma garoto inocente querendo experiência. –fico vermelho.
–E como você sabia que ela não ia te dar um tapa por dizer isso pra ela. Isso implica que ela é uma pessoa bem safada.
–Você sequer reparou no que ela está lendo?
–Ah, não.
–Kama sutra. Ela é safada e gosta. Consegui uma boa pra você. Não desperdice.
–Eu já disse que não sei fazer essas coisas!
–Mas ela sabe! Só vai logo A-syaf! –ele me empurra para fora do banco. –Anda.
–Oh, meu...
Respiro fundo e vou até a garota com passos duros. Ela sorri para mim.
–Oi. – sento-me. –Sou Kadar A-syaf.
–Ami Sunders. É um prazer.
–O prazer é todo meu.
–Bom começo. –ela sorri. –Seu amigo parece querer te colocar em uma situação constrangedora. Mas ele tem meu número que quero que me ligue depois, Kadar A-syaf. –ela dá um beijo longo no canto dá boca e se levanta, descendo na estação. Fico um tempo parado, corado, quieto. Ezio vem até mim
–Viu, não foi ruim, foi?
–Não.
–Esse tipo gosta de caras quietos. É divertido para elas. Eu gosto de tímidas. Quando elas ficam vermelhas eu quero tanta arrancar as...
–Ok, muita informação, Auditore. Vamos ver isso depois, ok? Eu não quero pensar em outra garota agora.
–Ah, então já temos uma garota. Quem é? Eu conheço?
–Ok, essa conversa termina aqui. Obrigado, mas não.
Ele me pega pelo pescoço com o braço, prendendo-me , e bagunça meu cabelo.
–Ok, ok. Mas eu ainda vou descobrir.

* * *

Como Altaïr dissera, Malik me leva para o cinema. Ele parece animado. Faz tempo que não fazemos nada juntos. Também sentia falta disso.
–Desculpem acabar com a festa, mas temos um problema. –Desmond nos para quando vamos entrar na sala.
–O que foi?– pergunto.
–O problema da vez. –ele rola os olhos.
–Olivia?! –quase grito.
–Não, o outro. Luna. Ela apareceu.
–Onde?
–Abstergo.

Notas finais
Ei gente! Então, eu quero que vocês venham ler o nosso Cross (Assassins Creed in Atlantic City) que já foi postado hein? Eu quero muito que vocês deem uma olhada e comentem bastante ok?!
eu disse que vocês não iam escapar de ler isso daqui!
that's all folks!