Assalto vermelho cap. 1

1 Capítulo 1 - o assalto errado


Notas iniciais
Estou desenvolvendo um livro, esse é o primeiro capitulo, não esta perfeito, mas é a base dele, se acharem que podem melhorar, me fale por favor.

Estava tudo dando errado, a arma apontada para a cabeça da minha vítima mostrava a situação, enquanto segurava um revólver. Todas as pessoas que trabalhavam no banco foram trancadas no cofre, Pedi para o meu comparsa pegar a maleta de dinheiro ao lado do meu melhor amigo, agora morto ao chão. Seu sangue escorria pelo peito direito formando uma poça densa e vermelha no chão, quase me fazendo vomitar. O homem que matou ele estava ajoelhado na minha frente pedindo clemencia a Deus, ele era apenas um bancário, tendo no máximo 25 anos, com seus cabelos loiros penteados para trás e as lagrimas caindo no chão.

-Não me mate senhor – Ele implorava – foi um acidente, não queria matá-lo só assustar ele.

-cale a boca ou você vai morrer de uma forma devagar e lenta. Ele parou de chorar e começou a tremer.

Tinha que agir rápido, a polícia estava a caminho, alguém dedurou o assalto, me sentia traído e sentia muito ódio ao mesmo tempo. Meu colega chegou ao meu lado e tirou a sua mascara de palhaço.

- rápido, temos que ir, o carro está esperando na entrada, e lembre-se não podemos matar nenhum civil.

- Foda-se cara, ele matou meu melhor amigo, conheço ele desde minha infância e se fosse seu amigo, o q faria?

Quando termino de falar olho para o corpo do que foi um dia meu amigo, tínhamos planejado esse roubo a um mês atrás, para tudo ir para o ralo por causa de um maldito dedo-duro. “Espero que esse rato morra de AIDS” eu penso. Então meu parceiro fala:

- Escuta aqui seu retardado, se você matar esse cara, isso não vai ser mais um caso de assalto ao banco. Vai ser um caso de assalto ao banco e assassinato, fazendo a policia ficar mais ainda na cola da gente.

Mesmo o meu parceiro de assalto falando, eu o ignoro, olho para o banqueiro ajoelhado.

-Qual o seu nome? -Ele paralisado de medo não responde.

-Responda ou vai levar tiro. A ameaça funciona e ele reponde.

-Daniel senhor, tenho 22 an...

-Por acaso te pedi para você falar sua idade?

-não senhor, me desculpe. Ele fala quase sem voz, de tanto medo q está.

Meu colega intervém e fala:

-Deixa ele ir. Vamos logo

Não escuto ele de novo.

-Daniel, você vai querer dizer alguma coisa antes de morrer?

Daniel começa a chorar descontroladamente, então meu parceiro começa a gritar comigo, eu retruco as ofensas dele, quando meu parceiro está prestes a sacar a arma na minha direção, Daniel cai no chão.

Nunca tinha matado ninguém até aquele momento, aliás, nunca tinha assaltado um banco antes também. Quando eu apertei o gatilho, senti uma sensação de adrenalina, parecia que eu tinha perdido a virgindade pela segunda vez, ver aquele corpo caindo traumatizaria muitas pessoas, mas me deixou eufórico. Talvez tenha sido pelo ódio de ver meu amigo ter sido morto, ou eu realmente tenha gostado do que fiz, provavelmente nunca saberei.

- Seu idiota, agora estamos na merda. Ele fala com uma arma apontada para mim.

Com a arma apontada para ele falo:

- Bom agora isso é passado. Vamos logo, ou você quer que a policia chegue aqui logo?

-Você vai pagar por isso, guarde minhas palavras.

Ele coloca a mascara, pega a maleta de dinheiro e corre para o carro, antes de sair, olho uma ultima vez para meu amigo no chão, quase choro ao ver ele nesse estado. Corro para o carro, onde dentro dele me esperam três pessoas com mascaras de palhaço. Entro no carro eles tiram as mascaras de palhaço e começam a perguntar o porquê de eu estar coberto de sangue. Digo para eles irem dirigindo, que é uma longa historia.

Notas finais
Espero que tenham gostado
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.